Jorge Messias sobre esposa desaparecida no DF: “Tem alguma coisa errada”

A advogada sumiu por volta das 11h, quando saiu de casa para tomar um banho de sol e não retornou. PCDF abriu investigação

Mulher desaparecidaARQUIVO PESSOAL

O marido da advogada Karina Romanini Messias, 39 anos, desaparecido desde o fim da manhã desta terça-feira (23/06), está desesperado. Ao Metrópoles, Jorge Messias contou que a esposa saiu de casa para tomar um banho de sol e não retornou para o almoço. Ele a filha de 6 anos aguardavam a mulher voltar do passeio em um apartamento na 111 Norte, onde moram.

De acordo com a família, Karina não passava por nenhum problema psicológico. Estava apenas extremamente preocupada com a pandemia do novo coronavírus, mas longe de ser motivo para sumir.

Investigação

Polícia Civil do Distrito Federal apura o desaparecimento. Em um primeiro momento, como explicou o diretor da PCDF, Robson Cândido, à coluna Grande Angular, o foco dos policiais se dá na busca propriamente dita pela pessoa sumida. Portanto, é nisso que a polícia vai se concentrar nesta noite.

Se Karina não for achada, então a PCDF passa a uma segunda fase: a investigação das possíveis causas do sumiço.

“Inicialmente, casos desse tipo são tratados como desaparecimento. Portanto, nos concentramos em localizar a pessoa por meio de todas as ferramentas que tivermos. A entrevista com parentes, por exemplo, é muito importante. Caso não haja sucesso, aí passamos a investigar as hipóteses do desaparecimento. Nosso êxito na solução desse tipo de incidente é grande”, disse Robson Cândido.

A coluna teve acesso a um vídeo que mostra o momento em que Karina sai para passear. Nas imagens, é possível vê-la caminhando de longe.

Karina é esposa de Jorge Messias, que atuou como assessor especial da ex-presidente Dilma Rousseff. Messias foi secretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil no governo da petista.

Jorge Messias tornou-se conhecido em março de 2016, quando a Lava Jato divulgou uma conversa do ex-presidente Lula com Dilma Rousseff. Lula estava prestes a se tornar ministro-chefe da Casa Civil. Pelo telefone, Dilma dizia estar enviando o termo de posse, e que Lula só deveria usá-lo em caso de necessidade.

Fonte: Metropoles

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