EUA pode pedir a qualquer momento a extradição de Glenn Greenwald, após divulgação do FBI

 

Até que não demorou muito para serem descobertas as fraucatuas criminosas praticadas pelo jornalista americano Glenn Greenwald, fundador e dono do site The Intecept-Brasil, que publicou de maneira escusa mensagens hackeadas criminalmente de Telegrans de procuradores da Operação Lava Jato, e autoridades como a do ex-juiz federal, Sérgio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, com o procurador e coordenador da Lava Jato no Ministério Público Federal de Curitiba (PR), Deltan Dalagnol. A mascara caiu. E agora é tudo uma questão de tempo para o governo dos Estados Unidos, pedir a sua possível extradição para dar explicações à justiça americana após o FBI ter entregado documentos que comprovam as conversas de Glenn com o hacker sueco Ola Bini preso no Equador.

Segundo o relatório enviado pelo FBI (Federal Bureau of Investigation) à Justiça Americana, afirmando que ouve trocas de mensagens entre o americano Glenn Greawld com o hacker sueco Ola Bini, um verdadeiro especialista em crimes virtuais em forte esquema para roubar dados sigilosos no Equador. Tanto que algumas notícias, informa que Glenn sugere em umas das conversas com o hacker que as negociações estariam lentas, pois ele estaria ameaçando-o há contratar outro hacker.

Enquanto o deputado federal Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados entra com notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF), contra os procuradores da Operação Lava Jato nesta semana, usando documentos obtidos criminalmente entre 2015 a 2017, como as mensagens interceptadas pelo FBI em 2013 com o hacker, que vieram tona em agosto deste ano, nos principais jornais no Equador, revelando os verdadeiros métodos adotados pelo dono do site The Intercept-Brasil, Glenn Greewanld, que se utilizava pelos meios digitais para roubar dados na política mundial, com uma form sistemática de cometer crimes que não são apenas coincidências nos áudios roubados do ex-juiz Sérgio Moro.

Dessa forma fica mais que explícitos os modos de como operava no crime o jornalista Greenwald, usando os hackers que estão indo para cadeia por roubarem mensagens de autoridades, nacional e agora internacional, para serem usadas em seu site, funcionado como uma especie do braço do crime “politico” interceptando mensagens sigilosas do que ele chama de fontes para legitimar as suas publicações obtidas criminalmente. O que o FBI interceptou, pode ajudar o ministro Sérgio Moro, abrir uma ação investigatória contra Greeawald, por ter sido igual aos hackers que estão presos, Walter Delgatti Neto e Luiz Molição. Ao ponto deles contarem com a proteção de uma militância esquerdistas, com seu pessoal infiltrados na imprensa e até mesmo no poder judiciário, que tentam de todas formas criar uma narrativa para legitimar os crimes virtuais cometidos pelo Greewanld.

A realidade é que  mais sedo ou mais tarde, à Justiça Americana entrará com o pedido na Justiça brasileira, pedindo a extradição do jornalista americano Glenn Greewanld. Principalmente quando o FBI divulgou as pessoas que faziam parte desta organização criminosa. Entre elas estaria a advogada gualtemalteca de Assangre, Renata Avila, o ativista Felicity Ruby, e jornalista Glenn Greenwald. Segundo o FBI, as conversas entre eles iriam de 2013 a 2015, incluindo alguns ex-funcionários do governo Rafael Correa.

Assim como mostrado fartos documentos probatórios, que o hacker brasileiro Walter Delgatti Neto disse que era uma seguidora do Twitter, que era grande amigo de Greenwald, ao ponto de ter participado diretamente das edições da Vaza jato, o que sugere uma quadrilha bem estruturada nos crimes virtuais no Brasil, sob o comando de Greenwald. Também mostra grande estrutura que tinha o hacker sueco Ola Bini, com fortes ligações com Julian Assagre, que enfrenta 18 processos por revelar documentos secretos do Departamento de Estado dos EUA, inclusive sobre guerras do Afeganistão. Onde o EUA já pediu para autoridades competentes de Londres (Inglaterra) sua extradição para o país, onde, segundo notícias pode pegar 175 anos prisão, ou até mesmo a pena de morte.

Leia abaixo alguns trechos das conversas interceptadas pelo FBI, de chats de Ola Bini com Glenn Grenwald, fundador e dono do site The Intercept-Brasil em 12 de dezembro de 2013.

Ola Bini: novedades
?
Glenn Greenwald: hola qué tal
GG: nada aún – sé que es lento, pero aun no llegamos a ese punto en la discusión sobre trabajar con gente de afuera de los contratos pero lo haremos
OB: cómo estás?
OB: ok
OB: muy bien -todo intenso – qué tal Ecuador?
OB: buen trabajo en las revelaciones suecas de FRA
OB: en Ecuador todo bien
OB: es muy emocionante
GG: te gusto lo de Suiza?
GG: Ecuador es interesante?
Quiera ir allá
OB: logramos repeler un artículo insidioso en el nuevo código penal que hubiese hecho mucho daño acá
OB: sí, lo es
y estamos teniendo acogida de los políticos locales
OB: de hecho
OB: si tienes contenido sobre Ecuador sería fatástico si pudiésemos publicarlo pronto, y no después
OB: hay malestar en estos momentos
OB: y el gobierno está intentando implementar ciertos planes para hacer algo al respecto (y han pedido nuestra ayuda)
GG: trataré – es difícil – todos me presionan para que haga cada país . pero lo puedo chequear
* Greenwald es un abogado constitucionalista estadounidense, columnista, bloguero, escritor y periodista. Desde agosto de 2012 hasta octubre del 2013 fue columnista de la edición estadounidense de The Guardian. En junio de 2013, Greenwald publicó en The Guardian las revelaciones de Edward Snowden sobre el programa de vigilancia PRISM y otros programas de la Agencia de Seguridad Nacional clasificados como de alto secreto.
Fonte: Agora Paraná