Salve a Ilha das Caieiras do abandono e desprezo é hora da mudança

FOLHA SERRA

Como é de conhecimento público a gestão de Luciano Rezende abandonou completamente o lado de lá da Capital do Espírito Santo. Onde idosos carentes estão há um passo da morte por falta de remédio de pressão alta, diabete, etc. Quando encontram médicos faltam medicamentos e dinheiro para adquirir a cura de suas enfermidades. Faltam médicos especialistas e medicamentos em todas as unidades de saúde nestes bairros populares. A dengue atormenta em cada picada de mosquito, que além disso essas pessoas ainda sofrem com a violência, assaltos, furtos e intenso tráfico e consumo de drogas.

Local em que a Guarda Municipal não atende e raramente aparece, pois estão ocupados em proteger os ricos da Praia do Canto, Mata da Praia, Ilha do Frade e demais áreas nobres e protegidas de Vitória. Eles não estão preocupados com os comerciantes da Serafim Derenzi, que sofrem constantes assaltos à mão armada. Pois o governo Luciano Rezende é elitista, não está voltado para ajudar os mais necessitados. Vamos pegar o exemplo da Ilha das Caieiras, que era o maior polo gastronômico no tempo do Prefeito de Verdade, da Direita, que investiu nos morros e bairros pobres do lado de lá, gerando oportunidades de empregos e renda com o Projeto Terra. Hoje no abandono só resta o tráfico de drogas para essa juventude ajudar no sustento da família. Na medida da frustação gerada no desemprego, na falta de vagas nas escolas públicas e na saúde de péssima qualidade, aumenta também o consumo de álcool, crack e maconha, nessas regiões. Existe então uma covariação entre aumento da criminalidade: furtos, assaltos e diversos roubos com o consumo de drogas, homicídios no lado de lá da Ilha. Para desespero dos burgueses, vizinhos do atual prefeito a violência já chegou até na Praia do Canto, o local mais protegido. As praças de Jardim da Penha foram tomadas por mendigos e noías. As crianças pobres do lado de lá, por falta de escola com merenda escolar, estão nos ônibus vendendo mariolas e balas para ajudar os pais desempregados no sustento das famílias.

Notamos que nossa linda Vitória se divide em duas: a Vitória rica que tudo tem e recebe toda atenção da prefeitura e a vitória pobre, abandonada, que serve apenas para receber o lixo dos ricos da Capital. Lamentavelmente nem a reciclagem do lixo, que antes dava sustento há muitas famílias hoje está sendo explorada por empresas ligadas aos políticos de esquerda. A população local só tem acesso ao mal cheiro, moscas, baratas e ratos oriundos desses galpões que recebem o lixo e reciclam. Galpões que seriam ótimos como incubadoras de microempresas ou áreas de lazer, cultura, esporte e entretenimento para essa juventude, cujo o único lazer está nas pedras de crack ou nos baseados de maconha, que consumem pelas praças, ruas e encostas. Tem gente lucrando na reciclagem do lixo, com o desconforto dos pobres de uma cidade rica, que esconde e abandona sua pobreza. Todos sabem que na Serra tem a Marca Ambiental, aterro regulamentado ambientalmente e distante das comunidades, mas em Vitória, por razões que a própria razão desconhece o lixo ainda contamina as famílias de baixa renda. Gente que não conseguem morar num bairro sem esse incômodo, que os governos hipócritas da esquerda não resolveram. Seja por falta de vontade ou interesses mesquinhos da velha política da propinaria, que a Lava Jato nos apresentou com farta materialidade criminalística.

Apenas um governo de Direita poderá desvendar esses mistérios da corrupção de esquerda, que perpassa pelos propino dutos do esgoto político que provavelmente afeta ou afetou Vitória. Após os governos do PT nossa Capital nunca foi a mesma, parece que ficou um rombo, que Luciano Rezende nunca mencionou para não ferir seus companheiros petistas, que estão com os bens broqueados pela Justiça. A força Jurídica que não tarda em tirar todo salário da conta de um frágil trabalhador sem ver o que está por trás da tentativa cruel de calar uma consciência, que se move entre os necessitados sentido a dor do desprezo, abandono, e a falta de esperança no desejo lacaniano de mudança e oportunidades. Essas pessoas que o Edson Ribeiro está ajudando com a sua psicanálise, não querem a piedade de ninguém, desejam uma oportunidade de produzirem, trabalharem e colocar comida na boca de seus filhos. Só quem teve a sorte de passar fome entende a dor dessas pessoas.

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Fonte: Jornal Folha Serra