Países sugerem sexo virtual e vodca para combater o coronavírus

Crédito: Reprodução YouTube

Com o número de mortes e de casos do novo coronavírus aumentando pelo mundo, autoridades de alguns países têm tomado medidas no mínimo curiosas para combater a Covid-19.

Na América do Sul, o Ministério da Saúde e Proteção Social da Colômbia editou uma série de orientações para a prática de relações sexuais em meio à pandemia, conforme apuração do jornal Folha de S. Paulo.

Entre as medidas, o documento não recomenda o sexo anal, pois o contato com as fezes de pessoas infectadas pode aumentar as possibilidades de contágio. Outras práticas sexuais foram liberadas, mas com o uso de preservativo

Além disso, para quem “tem relações sexuais como forma de sustento”, o documento sugere postergar os encontros ou a opção do sexo virtual. Outro pedido é a masturbação “você é o seu parceiro sexual mais seguro, e esta é uma forma de obter prazer sexual que não implica contato direto com outras pessoas. Se utilizar brinquedos sexuais, assegure-se de lavá-los com água e sabão”, informa o documento.

Já no Leste europeu, mais precisamente em Belarus, o líder máximo da nação procurou diminuir a gravidade da Covid-19. Alexander Lukashenko classificou a pandemia como um “frenesi” e uma “psicose”.

“É apenas mais uma psicose, que beneficiará algumas pessoas e prejudicará outras. O mundo civilizado está pirando. É uma completa estupidez fechar as fronteiras. O pânico pode nos machucar mais do que o vírus em si”, declarou.

Outra medida proposta pelo líder de Belarus foi “envenenar” o vírus com vodca. “Vocês deveriam beber o equivalente a 40-50 mililitros de álcool por dia. Mas não no trabalho”, disse ao jornal britânico The Times.

Lukasshenko esteve no último final de semana em um jogo de hóquei no gelo e disparou: “Não tem vírus aqui”, disse durante a partida. “Eu não estou vendo [o vírus]”.

Belarus registra, até esta terça-feira (31), 152 casos de coronavírus, sem mortes.

Na Ásia, o ditador do Turcomenistão, Gurbanguly Berdymukhamedov, decidiu nesta terça (31) pelo banimento da palavra “coronavírus”, seja em documentos oficiais ou na imprensa do país. Caso alguém desrespeite a medida poderá ser preso.

Localizado na parte central da Ásia, o Turcomenistão faz fronteira com o Irã, país em sétimo no ranking de número de casos do novo coronavírus do mundo.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: IstoÉ

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