A era da bolsa

A baixa taxa de juros do País e a perspectiva de um 2020 com maior crescimento econômico apontam para um ano promissor no mercado de ações

Crédito: Istock

Luisa Purchio

“Entrei de cabeça investindo em renda variável. Hoje, 100% das minhas aplicações são em ações e fundos imobiliários” Vitor Barbosa de Oliveira, de 28 anos, procurador do Estado do Tocantins (Crédito:Divulgação)

Vitor Barbosa de Oliveira, de 28 anos, faz parte dessa estatística. Procurador do Estado do Tocantins, ele sempre se interessou pela área de investimentos e, desde o tempo de estagiário, aplica uma parte de seu salário mensal em fundos de renda fixa. Após receber o conselho de um amigo, ele resolveu estudar o mercado financeiro e fez o primeiro aporte em renda variável. Hoje, 100% de suas aplicações são em ações e fundos imobiliários. “Tenho um valor guardado para emergências e aplico o restante na bolsa. Meu objetivo é mantê-lo a longo prazo, para minha aposentadoria e até possíveis herdeiros”, diz ele.

A longo prazo

A decisão de Vitor é importante pois, além das ações só proporcionarem um bom retorno a longo prazo, esse é um investimento de risco. A rentabilidade depende de um bom resultado das empresas nas quais se investe, caso contrário, perde-se dinheiro. Para isso, é importante analisar a possibilidade de lucro, qualidade de gestão e nível de endividamento das companhias. Para a grande maioria da população é mais seguro investir por meio de fundos, porque eles são geridos por especialistas que conseguem analisar melhor essas características. “É bom diversificar, comprar fundos que investem em ações e outros ativos de risco”, diz Joelson Sampaio, coordenador do curso de economia da FGV-EESP.

Fonte: IstoÉ

 

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