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quinta-feira, setembro 24, 2020

DF tem em 2020 menor taxa de homicídios de mulheres do país

Número de feminicídios também caiu, diferentemente da realidade de outros estados

AGÊNCIA BRASÍLIA* | EDIÇÃO: RENATA LU

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (16) pelo Monitor da Violência – parceria do portal G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública – revela que o Distrito Federal possui o menor número de homicídios de mulheres no país. Os dados avaliados são referentes aos primeiros semestres de 2020 e de 2019. A taxa atingida foi de 0,6 a cada 100 mil mulheres. Em igual período, o Brasil teve aumento de 2% no número de mulheres assassinadas.

Os casos de feminicídios também subiram em todo território nacional. Onze estados contabilizaram mais vítimas de um ano para o outro. No DF o cenário foi de queda nos registros desse tipo de crime. “No mesmo período tivemos redução dos casos de feminicídio. Foram oito crimes neste ano, quase metade dos quinze registrados no primeiro semestre de 2019. O enfrentamento a todo tipo de violência contra a mulher é prioridade para o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP). A queda dos crimes também revela que nossas ações, como campanhas de incentivo às denúncias e esforço concentrado para melhoria dos serviços, têm surtido efeito positivo”, destaca o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres.

Nos oito primeiros meses deste ano, a redução é ainda maior. Enquanto que de janeiro a agosto do ano passado 21 mulheres foram vítimas de homicídio, no mesmo período deste ano o número caiu para 14 – o que representa redução de 33%. Já a taxa de diminuição dos feminicídios foi ainda maior no mesmo período – 43% – saindo de 21 crimes ano passado para 12 este ano.

Campanhas

Como parte das diversas ações realizadas na prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher, a SSP aderiu à campanha de âmbito nacional Agosto Lilás, mês em que a Lei Maria da Penha completou 14 anos de promulgação no país.

“A Lei Maria da Penha é um marco no combate à violência de gênero e determinante para o reconhecimento de todos os tipos de violência – seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral – e também a responsabilização dos agressores”, completa Torres.

Em 2019, a SSP/DF lançou a campanha permanente de prevenção ao feminicídio – a #MetaaColher. Com o slogan “A melhor arma contra o feminicídio é a colher”, o movimento se pauta em estatísticas levantadas pela Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF). O estudo direciona ações preventivas da segurança pública nessa temática. “O levantamento revela detalhes importantes das circunstâncias em que os feminicídios foram cometidos no DF. A atualização das informações é mensal. Desta forma, conseguimos mapear informações como motivação, idade de vítimas e agressores”, analisa o coordenador da CTMHF, delegado Marcelo Zago.

O nível de detalhamento é possível por conta do preenchimento de um documento com 127 questionamentos pela equipe da CTMHF, para cada crime, como ressalta o coordenador da Câmara. “Conseguimos informações necessárias para um estudo aprofundado e acompanhamento dos crimes. Os documentos não se restringem às ocorrências, pinçamos as principais informações dos casos, do início ao fim. Podemos, inclusive, acompanhar a investigação de um crime”.

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Violência contra a mulher

Em todo o país foram 119.546 registros de lesão corporal no contexto de violência doméstica no primeiro semestre deste ano. A queda em relação ao mesmo período do ano passado é de 11%, mas ainda são, em média, 664 mulheres agredidas por seus companheiros dentro de casa por dia. No DF, o número de ocorrências relacionadas à violência doméstica tiveram pequena alta, que pode estar relacionada ao aumento das denúncias. De janeiro a junho de 2019 foram contabilizadas 8.079. Em igual período deste ano, 7.639 registros.

Ao analisar o cenário dos primeiros oito meses deste ano com os de 2019, os registros de violência contra a mulher apresentaram redução de 4%. Foram 10.396 ocorrências entre janeiro e agosto de 2020 frente a 10.825 casos, em igual período do ano passado.

“No início do isolamento havia certo receio das autoridades policiais em relação à subnotificação desses crimes, pela dificuldade da denúncia diante do isolamento social, pois vítimas estariam por mais tempo com seus agressores. Mas as polícias se adaptaram ao período para atender a população”, avalia Torres.

O registro do crime passou a ser permitido por meio da Delegacia Eletrônica durante a pandemia. Também foi publicada a lei que obriga síndicos de prédios e condomínios a formalizar denúncias de violência doméstica. As denúncias por meio do telefone 197 e acionamentos pelo 190 em casos de emergência permaneceram funcionando de forma eficiente.

Atualmente, após o registro, a ocorrência é encaminhada para a área responsável pela apuração, que poderá entrar em contato – via telefone ou mesmo por WhatsApp, o que dependerá da gravidade da denúncia – para obter mais informações do crime. Em casos de indisponibilidade de acesso à internet, a vítima pode fazer o registro por meio do telefone 197, na opção 3.

Com a publicação da portaria interna, as ferramentas digitais foram adaptadas e até mesmo o Questionário de Avaliação de Risco está sendo implementado para ser preenchido diretamente na plataforma. “As informações serão analisadas pela Delegacia Eletrônica e pelas Deams I e II e não mais pelas delegacias próximas do endereço das vítimas”, esclarece a titular da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher II (Deam II), a delegada Adriana Romana.

De acordo com a delegada, o modelo de registro on-line é, além de tudo, uma forma de estimular a denúncia. “Esse formato pode encorajar mulheres vítimas de violência que têm vergonha ou não se sentem à vontade para realizar o registro em uma delegacia”.

A Lei Maria da Penha é um marco no combate à violência de gênero e determinante para o reconhecimento de todos os tipos de violência – seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral – e também a responsabilização dos agressoresAnderson Torres, secretário de Segurança Pública

Atendimento especializado

O Distrito Federal conta com duas delegacias especializadas no atendimento à mulher: a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher I (Deam I), que funciona na Asa Sul, e a Deam II, em Ceilândia. As delegacias funcionam 24 horas por dia. Além disso, todas as delegacias circunscricionais da Polícia Civil do DF (PCDF) contam com seções de atendimento à mulher.

A Polícia Militar do DF (PMDF) oferece policiamento especializado para atendimento às mulheres por meio do programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid). O trabalho ajuda a prevenir, inibir e interromper o ciclo da violência doméstica. Em 2020, o programa realizou 9.235 atendimentos. No último ano, o programa foi ampliado para 31 regiões administrativas do DF.

Pandemia

Desde o início da pandemia, o atendimento às mulheres em situação de violência foi uma prioridade do governo do Distrito Federal. Os atendimentos da Secretaria da Mulher não pararam. A Casa Abrigo continuou aberta 24 horas e as unidades do Centro Especializado de Atendimento à Mulher também permaneceram em funcionamento.

Além disso, foi lançada a campanha Mulher, você não está só!, pela SMDF. “Por meio dela, criamos protocolos de atendimento para mulheres em situação de violência nesse tempo de pandemia, estabelecendo serviços online e o teleatendimento, que foi algo inovador. A mulher que está em casa pode ter acesso, por meio do telefone, a um atendimento com um de nossos especialistas. Nosso temor era a subnotificação, por isso, colocamos à disposição esses novos canais pensando, justamente, em facilitar que as mulheres que estivessem dentro de suas casas com seus agressores pudessem pedir ajuda e tivessem a certeza de que elas não estão sozinhas”, destaca Ericka Filippelli, secretária da Mulher .

* Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Fonte: Agência Brasilia

No DF, 562 mulheres buscaram atendimento de saúde após sofrer violência

Números contemplam atendimentos realizados no Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico, entre janeiro e julho deste ano

HUGO BARRETO/METRÓPOLES

Levantamento da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) aponta que 562 mulheres já foram atendidas na rede pública após serem vítimas de violência doméstica e sexual em 2020.

O número contempla apenas os atendimentos realizados no Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico, entre janeiro e julho deste ano.

Ainda conforme o balanço, triplicaram os atendimentos a vítimas de violência doméstica e sexual em plena pandemia do novo coronavírus no comparativo com os dados de 2018 inteiro, quando houve 429 registros do tipo. No ano passado, foram 1.318 atendimentos realizados nessas regiões.

A Saúde do DF disponibiliza unidades de saúde especializadas no atendimento das vítimas de violência. São os chamados Centros de Especialidades para a Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepavs).

Fonte: Metropoles

Estudante do DF vai representar Brasil em Comissão da Juventude do Brics, na Rússia

A estudante de engenharia elétrica Juliana de Almeida Martinelli, de 28 anos, vai representar o Brasil na Comissão da Juventude do Brics – bloco econômico que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A jovem viaja para a Rússia no dia 20 de setembro, onde participará de um evento voltado para o empreendedorismo.

Juliana, que é aluna do Centro Universitário de Brasília (UniCeub), conta que foi selecionada junto com outros cinco brasileiros, sendo a única brasiliense e mulher empreendedora do grupo.

“Trabalho há alguns anos com inovação em cidades inteligentes, e ser escolhida para representar o Brasil é uma honra, mostra que estou no caminho certo.”

O programa internacional do Brics tem o objetivo de promover o empreendedorismo entre os jovens por meio de aulas, seminários e reuniões.

Projeto de impressão 3D em concreto

Na Rússia, ainda no evento, a estudante vai apresentar um projeto de impressões 3D em concreto, chamado de “InovaHouse3D”. Segundo Juliana, o equipamento foi criado para “facilitar a montagens de casas com preços mais acessíveis”.

A jovem contou ao G1, que a ideia surgiu em 2014 quando leu uma notícia sobre a impressão de casas em 3D na China, para ajudar os locais em situações de emergência. “Na época saiu uma matéria sobre a empresa chinesa que viralizou, ela conseguiu imprimir 10 abrigos emergenciais em um dia.”

Em 2015, a jovem empreendedora colocou em prática o projeto ao lado de colegas de faculdade e decidiu inscrever a iniciativa em uma competição de startups no DF.

Estudante do DF vai representar Brasil em Comissão da Juventude do Brics, na Rússia

“Acabamos ficando em terceiro lugar e resolvemos desenvolver a tecnologia para solucionar problemas de habitação no Brasil”, disse a jovem.

Jovem promissora

Em 2019, a estudante foi reconhecida pela revista Forbes como uma das jovens mais promissoras do Brasil. “Nosso maior marco na época foi a construção da primeira impressora 3D de concreto da América Latina”, afirma Juliana.

“Mas hoje meu maior foco é em colocar a tecnologia de impressão 3D de concreto no mercado brasileiro, principalmente para a habitação social.”

Para a estudante, o evento pode ser uma oportunidade para dar mais visibilidade à sua carreira. “Um evento desse porte expande as possibilidades de encontrar um investidor para o InovaHouse3D”, disse.

Juliana não é a única brasiliense que está representando o Brasil fora do país. A estudante de direito e ciências sociais, Paloma Costa Oliveira, de 28 anos, foi nomeada para participar do Grupo Consultivo da Juventude sobre Mudança Climática da ONU.

A jovem irá aconselhar o secretário-geral António Guterres sobre o clima pós pandemia do novo coronavírus. Em 2019, Paloma participou e discursou na Cúpula do Clima da ONU em Nova York, nos Estados Unidos, ao lado da ativista sueca Greta Thunberg.

Ao G1, a estudante contou que quando recebeu o convite se sentiu honrada, orgulhosa e também com uma dose extra de responsabilidade. “Eu senti muito o peso da responsabilidade que essa oportunidade acarreta”, afirma.

“Tenho o dever e a obrigação de levar as vozes da juventude e também de abrir espaço para outras próximas juventudes.”

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Fonte: G1

Mapa da traição: DF tem 335 mil maridos e esposas infiéis inscritos em site

O levantamento mostra que a idade média de homens e mulheres que procuram sexo fora do casamento é de 33 anos na capital do país

Homem tirando aliança

GLASSHOUSE IMAGES/GETTY

Na literatura, as traições ocorrem o tempo todo. Clássicos como Anna Karenina, de Liev Tolstói ou O Primo Basílio, de Eça de Queiroz, discorrem sobre o poder destruidor da infidelidade. Nas relações humanas, a vida imita a arte e transforma o desejo do adultério em realidade. No Distrito Federal, por exemplo, existem 335 mil maridos e esposas infiéis inscritos em um site de relacionamento especializado em hospedar perfis de usuários dispostos a assumir o risco do relacionamento extraconjugal.

De acordo com a pesquisa feita pelo site Ashley Madison, o mapa da traição mostra que a maior parte das mulheres que usa o serviço está em Sobradinho, Asa Sul e Ceilândia. Entre os homens, a maior concentração de usuários está em Vicente Pires, Sudoeste e Lago Sul.

Segundo dados da plataforma, Brasília teve o maior número de inscrições diárias do país durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus. A média registrada foi de aproximadamente 200 a cada dia. No DF, a idade média de homens e mulheres que procuram sexo fora do casamento é de 33 anos.

Sexo rápido

Com a garantia de manter o anonimato, um homem e uma mulher que utilizam o site como ferramenta para manter relações extraconjugais toparam falar sobre suas experiências. Walter*, 50 anos, é comerciante e conta que a internet se tornou um reduto durante a quarentena para fazer contato com mulheres casadas. “No momento, está um pouco difícil por conta da pandemia, mesmo assim, eu continuo com encontros, só que bem menos do que antes”, disse.

Com estabilidade financeira e profissional, o comerciante explicou, na sua visão, as vantagens de usar a internet para trair a companheira. “As pessoas bem-sucedidas não têm muito tempo e esses sites de encontros são bem práticos para pessoas casadas. Quando marcamos um encontro, já está tudo certo que somente vai acontecer sexo rápido e nada mais”, revelou.

Walter explicou que tudo ocorre de forma dinâmica depois que as conversas começam a ocorrer por meio da plataforma digital. No entanto, a cautela é total. “Depois de algumas conversas, partimos para a troca de fotos. Se houver afinidade, vamos ao encontro, sempre muito bem planejado para que o marido e a esposa não desconfie de nada. O tempo no motel é de, no máximo, três horas”, disse.

Estratégia 

A estilista Mariana*, 37 anos, navega pelo site desde 2015 e conta ter definido uma série de estratégias no momento de concretizar o encontro com outros homens casados. “Trabalho de dia e estudo à noite, então, as trocas de mensagens são sempre combinadas num horário e dia pré-estabelecido. Encontros nos horários do almoço ou da faculdade e em motéis longe do convívio do lar. Nunca em locais públicos e jamais falamos muito da nossa vida íntima ou sobre o endereço de casa ou trabalho”.

A mulher ainda diz ter ficado mais de uma vez com a mesma pessoa, mas nunca existiu qualquer tipo de sentimento envolvido. “Fora isso, não passamos muito perfume para não ficar nas roupas alheias. Sempre sexo seguro com proteção”, garantiu.

Sobre os maiores riscos em manter uma vida sexual paralela ao casamento, a estilista disse que o grande problema é o aparelho celular. “Sem dúvida, o maior problema é o telefone. Aviso para nunca fazer ligação, mandar mensagem nos fins de semana ou fora do horário pré-determinado. A maioria dos meus casos saiu do mundo virtual para o real e nunca fui descoberta”, finalizou.

Fonte: Metropoles

Adolescente pede ajuda a babá e conta ter sido estuprada por desconhecido

Estuprador disse ter visto menina em uma farmácia; o abuso aconteceu dentro da casa da vítima

Uma adolescente de 12 anos pediu ajuda para a babá, que cuida dela e da irmã, nesse sábado (15/8) e contou ter sido estuprada durante a madrugada por um homem desconhecido que invadiu a sua casa, no Bairro Luiz Carlos Tessele Junior, em Lucas do Rio Verde (330 km de Cuiabá).

Servidora pública, Gianni Puglisi, usa as redes sociais para ajudar mulheres a se fortalecerem emocionalmente.

Servidora pública, mãe de três filhos, Gianni Puglisi, 42 anos, usa as redes sociais para ajudar mulheres a se fortalecerem emocionalmente.

Tudo começou com o Blog Amando um Dependente Químico, criado em 2011, e que já recebeu mais de um milhão e oitenta mil visualizações, inclusive de outros países, como Estados Unidos, Alemanha e Rússia.

Na convivência com familiares dependentes de drogas durante 28 anos da sua vida, Gianni encontrou nos grupos de apoio uma nova forma de olhar para o problema da adicção e também de se olhar. Ao se descobrir uma codependente, ou seja, uma dependente afetiva, a servidora iniciou uma busca desenfreada por informações sobre o assunto. Com a leitura de livros e a realização de cursos da área, além das experiências vividas e trocadas, Gianni se tornou uma especialista no tema, chegando a atuar nas políticas públicas de prevenção de drogas e de apoio às famílias de dependentes químicos do DF, durante 5 anos.

No ano passado, 1.500 exemplares do seu livro foram distribuídos gratuitamente à população por meio do projeto Leitura e Laços em Movimento, financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura do DF, em dez encontros culturais com a autora.

“Passei muitos anos da minha vida buscando respostas para os meus comportamentos codependentes, respostas sobre dependência química, e tantas outras respostas. E o que faço é compartilhar por meio dos textos e palestras tudo o que descobri. Eu era uma sombra, sem amor-próprio, focada sempre nos outros e escondida na dor. Hoje eu existo e permito que minha luz ajude outras mulheres a se enxergarem também.” Relata Puglisi.

Pelo resultado alcançado com esses trabalhos, Gianni foi agraciada em 2015 com o Diploma de Mérito pela Valorização da Vida, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça, e em 2019 com o Prêmio de Direitos Humanos do Distrito Federal.

“De tudo o que aprendi com essa jornada, considero que o mais importante é amar a si mesma, cuidar de você, se fortalecer. E depois, inteiras, podemos ajudar quem está do lado, tomar nossas decisões e as rédeas das nossas vidas.”

Inicialmente, os seus textos eram focados exclusivamente nas famílias de usuários de drogas, principalmente mães e esposas. Mas a codependência emocional não está apenas nessas famílias, então o seu público hoje são mulheres, na verdade, pessoas em geral que passam por isso, independente do contexto.

“Sendo filha de dependente químico, muitas pessoas certamente não apostavam em mim. Mas o pior é que eu mesma não acreditava no meu potencial. Hoje eu sei que posso qualquer coisa. Fui aprovada para um Mestrado na UNB, escrevi a letra e compus a melodia do hino oficial de um time de futebol da nossa cidade, faço esse trabalho lindo e gratificante com as mulheres, e tantas outras pequenas e grandes conquistas diárias. Então estou aqui somente para dizer para as mulheres: se amem, se cuidem, vocês podem tudo!”

Instagram: @gipuglisi

Fonte: http://egnews.com.br

DF ganha mais quatro unidades da Casa da Mulher Brasileira

Novos núcleos vão para Sobradinho, Recanto das Emas, Sol Nascente/Pôr do Sol e São Sebastião. Recursos são de quase R$ 6,4 milhões

AGÊNCIA BRASÍLIA * | EDIÇÃO: CHICO NETO
Espaço é destinado ao atendimento de mulheres em situação de violência e vulnerabilidade | Foto: Renato Araújo / Agência Brasília

O Distrito Federal terá quatro novas unidades da Casa da Mulher Brasileira (CMB). Por meio de parceria com a Novacap, a Secretaria da Mulher (SM) administrará uma verba de R$ 6.396 milhões para a construção desses novos núcleos, que vão funcionar em Sobradinho, Recanto das Emas, Sol Nascente/Pôr do Sol e São Sebastião. Somam-se à unidade já existente na SGAN 601 (Asa Norte).

“O projeto da reformulação da Casa da Mulher Brasileira começou no ano passado, e, em cada um desses espaços com atendimento 24 horas por dia, serão feitas as ações de acolhimento da mulher em situação de violência ou vulnerabilidade, além do atendimento multidisciplinar com equipe de psicólogas e assistentes sociais e até assistência jurídica”, explica a secretária da Mulher, Ericka Filippelli.

Recursos

Do total de recursos empregados, R$ 4.991 milhões já estão empenhados com a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNMP), que vai repassar a verba à SM. Como contrapartida, o GDF destinará R$ 1,4 milhão aos trabalhos, já autorizados pela Secretaria de Economia.

Os recursos destinados às unidades de Sobradinho, Sol Nascente/Pôr do Sol e Recanto das Emas são oriundos de emendas da bancada federal do DF.  Os deputados federais indicaram mais de R$ 3.191 milhões para as novas casas; desse montante, R$ 2.495 milhões são para construção das novas unidades, enquanto cerca de R$ 690 mil  se destinam à compra de equipamentos.

Para a construção da unidade de São Sebastião, os recursos utilizados virão de emenda individual no valor de 1,8 milhão – R$ 1.586 milhão para a construção e R$ 214 mil para os equipamentos.

A primeira Casa da Mulher Brasileira foi aberta em Campo Grande (MS), em 2015. Em todo o país, atualmente funcionam as unidades de Curitiba (PR), São Luís (MA), Boa Vista (RR), São Paulo (SP) e Fortaleza (CE).

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Agência Brasilia * Com informações da SM

Uma a cada três meninas será abusada até os 18 anos

Dado foi compartilhado, nesta segunda-feira, pela ministra Damares Alves

Uma a cada três meninas será abusada até os 18 anos Foto: Pixabay

Nesta segunda-feira (18), data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, compartilhou números sobre casos de abuso sexual.

– Os números são alarmantes! 1 a cada 3 meninas será abusada até os 18 anos de idade. Apenas 1 a cada 100 quebrará o silêncio de seu sofrimento e irá denunciar seu algoz. Segundo a UNICEF este é o pior país da América do Sul para se nascer menina, e é o 4° em casamento infantil – escreveu.

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A ministra divulgou ainda um vídeo sobre a campanha Maio Laranja, que é contra o abuso e a exploração de crianças e adolescentes. Segundo ela, a denunciar os crimes é o meio de combater a ação dos abusadores.

– Precisamos mudar esta realidade. Denuncie a violência sexual contra crianças e adolescentes! Divulgue o vídeo de nossa campanha – declarou.

Publicação da ministra Damares Alves Foto: Reprodução

site do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos divulgou informações sobre registros feitos pelo Disque Direitos Humanos ao longo de 2019. Ao longo de 2019, houve um aumento de quase 14% em relação a 2018.

– Dos 159 mil registros feitos pelo Disque Direitos Humanos ao longo de 2019, 86,8 mil são de violações de direitos de crianças ou adolescentes, um aumento de quase 14% em relação a 2018. A violência sexual figura em 11% das denúncias que se referem a este grupo específico, o que corresponde a 17 mil ocorrências – informou o texto da pasta.

O Ministério apontou ainda que casos de abuso são praticados, em sua maioria, por padrastos e pais das crianças.

– O levantamento da ONDH permitiu identificar que a violência sexual acontece, em 73% dos casos, na casa da própria vítima ou do suspeito, mas é cometida por pai ou padrasto em 40% das denúncias. O suspeito é do sexo masculino em 87% dos registros e, igualmente, de idade adulta, entre 25 e 40 anos, para 62% dos casos. A vítima é adolescente, entre 12 e 17 anos, do sexo feminino em 46% das denúncias recebidas – destacou.

DENUNCIE
A pasta informou que denúncias de violência sexual podem ser feitas por meio dos canais do Ministério.

– O Disque 100, o app Direitos Humanos e o site da ONDH são gratuitos e funcionam 24 horas por dia, inclusive em feriados e nos finais de semana. Os canais funcionam como “pronto-socorro” dos direitos humanos, pois atendem também graves situações de violações que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso, acionando os órgãos competentes e possibilitando o flagrante – assegurou.

Fonte: Pleno.News

Descubra os benefícios e as armadilhas do bicarbonato de sódio para beleza

Velho conhecido das tarefas domésticas e da culinária pode beneficiar pele, cabelos, dentes e unhas, desde que usado de maneira prudente

belezaGRUIZZA/GETTY IMAGES

 

Além de ajudar na limpeza da casa e no preparo de delícias culinárias, o bicarbonato de sódio traz benefícios à beleza. O produto de baixo custo, encontrado facilmente nas prateleiras de farmácias e supermercados por menos de R$ 10, favorece pele, cabelos, dentes e unhas. Mas, vale o alerta: desde que usado de maneira prudente.

Por isso, o portal escalou um time de especialistas para eludicar os mitos e verdades das funções do bicarbonato no campo da beleza.

A dermatologista Danglades Eid, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e nome à frente da clínica Dermanuance, revela que o bicarbonato de sódio, de fato, é capaz de diminuir o odor das axilas.

“Basta fazer uma solução de bicarbonato com água [duas colheres de chá para um copo d’água] e aplicar nas axilas após o banho”, orienta.

Segundo ela, esse truque é recomendado a pacientes com alergia a desodorantes convencionais ou àqueles que simplesmente buscam diminuir o orçamento das compras de higiene pessoal.

Vale ressaltar que, apesar de espantar o mal cheiro, o bicarbonato não impede a transpiração.

Protege o couro cabeludo? Verdade

De acordo com o dermatologista Erasmo Tokarski, o produto ajuda a desengordurar os cabelos, minimizando riscos de dermatites seborreicas e outras irritações do couro cabeludo.

“Lavar os cabelos com bicarbonato evita fungos, bactérias e micoses na região”, garante o médico.

A solução pode ser aplicada nos fios de duas maneiras: misturada ao shampoo ou pura, como uma espécie de shampoo a seco. O uso deve, entretanto, ser esporádico. Por alterar o pH do couro cabeludo, o bicarbonato pode ressecar os fios.

FOTO: FELIPE MENEZES/METRÓPOLES
O produto remove resíduos do cabelo
Clareia os dentes? Mito

Muitas pessoas usam o bicarbonato na hora da escovação com o objetivo de clarear os dentes. Apesar de corriqueira, a prática é condenada por especialistas.

“O produto não clareia os dentes”, afirma a dentista Daniela Yano. “Apenas auxilia no processo de limpeza bucal e, por isso, deixa os dentes com a aparência mais clara”, elucida.

“Por ser abrasivo, o produto só pode ser usado com segurança em consultório médico”, emenda.

Esfolia o rosto e remove cravos com segurança? Mito

Apesar de controlar a proliferação bacteriana e fúngica (causas da acne), a solução não deve ser usada na face.

“O uso do bicarbonato de sódio no rosto pode desequilibrar o pH da pele, alterar a flora comensal e trazer risco de infecção. O baixo custo não vale o risco”, pondera.

Pode ser usado para remover manchas escuras da pele? Mito

A dermatologista Natália Souza Medeiros, da Rede Santa Lúcia, alerta que não há artigos científicos atestando a eficiência do bicarbonato para essa função. “Não há comprovação científica, portanto, não há informação segura sobre como deve ser feita e aplicada a solução. Não recomendo”, explica.

A médica, no entanto, acrescenta que já ouviu relatos sobre a eficácia da dica. O bicarbonato misturado à água promove uma espécie de esfoliação na pele, removendo a camada superficial e amenizando as manchas escuras.

O problema é que, dependendo de como a solução for usada, pode gerar consequências indesejadas, como irritação, vermelhidão e coceira.

Para resolver o escurecimento da pele nessas regiões do corpo, Natália sugere métodos de peeling e aplicações de laser. Segundo ela, também há cremes à base de hidroquinona a preços acessíveis.

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Não deve ser usado para tratar manchas da pele
Ajuda na remoção das cutículas? Verdade

Basta mergulhar os dedos, depois de retirar o esmalte das unhas, em uma mistura formada por uma colher (de sopa) de bicarbonato de sódio e um copo de água morna, para facilitar a remoção das cutículas.

Dessa forma, ele “amolece” a cutícula e prepara as unhas para a aplicação da base e do esmalte. Esse macete também auxilia o tratamento de unhas afetadas por fungos.

Afasta o chulé? Verdade

Quer se ver livre do chulé? Faça um banho de bicarbonato e limão.

Coloque 1/4 de xícara de bicarbonato em uma bacia e acrescente 8 copos de água morna. Adicione o suco de um limão e mergulhe os pés. Deixe-os de molho por 20 minutos, lave os pés com água corrente e sabão para evitar manchas do limão e depois seque-os com uma toalha.

O bicarbonato é útil na remoção de fungos e bactérias e ajuda a melhorar a textura dos pés. Ele pode ser usado, inclusive, como talco caseiro. Já o limão tem ação adstringente, além de um aroma bem agradável.

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Fonte: Metropoles

Sexo com técnica: 9 posições para um orgasmo garantido

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Crédito: Pixabay

Qualquer atleta pode dizer a você que a postura correta é crucial para uma boa performance. Mudar levemente sua técnica pode significar diminuir alguns segundos do seu tempo de prova ou ganhar alguns pontos extras. No sexo não é diferente: escolher a posição correta pode fazer toda a diferença na hora de atingir o orgasmo.

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Abaixo, listamos nove opções que deixarão você 100% satisfeita.

9 posições sexuais para ter um orgasmo

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T invertido

Quando você se deita de costas com suas pernas levantadas, isso comprime seus músculos vaginais e dá ao seu parceiro fácil acesso ao ponto G – então é um jeito mais fácil de atingir o orgasmo.
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De quatro

Facilita o orgasmo ao permitir que você massageie o clitóris enquanto seu parceiro estimula seu ponto G por trás.sex-positions-04

Cowgirl ao contrário

Você comanda nessa posição. Bônus: a pose ajuda a segurar o clímax do seu parceiro.sex-positions-05

Papai e mamãe

Você acha que conhece essa posição? Pense de novo: Mudar o ângulo de suas pernas nessa posição fácil (e surpreendentemente versátil) pode apimentar muito mais as coisas.sex-positions-06

Fliperama

Coloque uma de suas pernas sobre o ombro de seu parceiro para uma sensação ainda mais intensa.sex-positions-07

Cowgirl

Uma vez que o seu parceiro suporta parte do seu peso nessa posição, há menos estresse em suas pernas – o que facilita o caminho para o orgasmo.orgasmo

Montanha mágica

Toda vez que você fricciona sua vagina contra a pélvis do seu parceiro nessa posição, chega mais perto do orgasmo.orgasmo

Tiro ao alvo

Ela é perfeita para atingir e estimular seu ponto G – mas suas mãos estarão livres para se perder por outras partes do corpo…orgasmo

Fator x

Deixar seu parceiro penetrar na posição de papai e mamãe e roçar seu peito nas pernas dele é uma sensação totalmente inovadora – e quente.

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Fonte: IstoÉ