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sexta-feira, julho 10, 2020

Vagas de emprego: há 223 oportunidades no DF com salários de até R$ 2,5 mil

Maior número de postos abertos é no ramo da construção civil, mas há chances para outras áreas também, como estética e saúde

As Agências do Trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (8/7), 223 vagas de emprego, com salários de até R$ 2,5 mil. O maior número de oportunidades, porém, está no ramo da construção civil. Desses, 100 postos são para profissionais como serralheiro, ajudante de obras, auxiliar de manutenção predial, gesseiro e técnico em edificações.

A área de comércio também está com muitas vagas, concentradas em duas profissões: consultor de vendas (30) e vendedor pracista (61). A remuneração para essas ocupações é a mesma: R$ 1.100, mais benefícios.

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Fonte: Metropoles

Pandemia: Quase 18 milhões de brasileiros não conseguiram procurar emprego

Contagem foi divulgada pelo IBGE, nesta terça-feira

Quase 18 milhões de brasileiros não conseguiram procurar emprego na pandemia Foto: Agência Alagoas/Minne Santos

Aproximadamente 17,7 milhões de brasileiros não conseguiram buscar emprego no último mês de maio, em meio à pandemia do novo coronavírus no Brasil, informou nesta terça-feira (16) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse montante representa os brasileiros que estão fora da força de trabalho e gostariam de estar trabalhando, mas não procuraram uma ocupação ou por causa da pandemia ou por não ter trabalho na localidade em que moram, fator que também pode estar ligado à Covid-19.

Outras 10,9 milhões de pessoas estavam desempregadas no período e não encontraram ocupação. Assim, no total, cerca de 28,6 milhões de pessoas tiveram acesso restrito ao mercado de trabalho durante o mês de maio.

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No fim de maio, o IBGE já havia divulgado na Pnad Contínua que a pandemia do novo coronavírus contribuiu para que 4,9 milhões de posto de trabalho fossem perdidos no Brasil no trimestre encerrado em abril, um recorde na série histórica. Desse total, 3,7 milhões postos de trabalho informais foram perdidos.

Segundo a Pnad Covid divulgada nesta terça, o contingente de informais caiu ao longo do mês, indo de 35,7% na primeira semana do mês para 34,5% na última, com redução de 870 mil postos informais no período.

Segundo Cimar Azeredo, diretor de pesquisas do IBGE, a informalidade funciona como um amortecedor para as pessoas que vão para o desemprego ou para a subutilização.

– O trabalho informal seria uma forma de resgate do emprego, portanto não podemos dizer que essa queda é positiva – afirmou Azeredo.

De acordo com o IBGE, como a pesquisa é inédita, é necessário aguardar os próximos resultados para avaliar com mais precisão o impacto da pandemia entre os informais.

Outros dois indicadores divulgados pelo IBGE em junho mostram os impactos da pandemia na economia brasileira. A indústria teve queda de 18,8% na comparação com março, e 27,2% se analisado o mesmo período do ano passado. Já o comércio recuou 16,8% nos dois níveis de análise. Os números, tanto no setor industrial quanto no varejo, são recordes negativos.

Um dos setores que mais sentiu o distanciamento social foi o da indústria têxtil, com queda de 28,5% na produção industrial e 60,6% do comércio de vestuário, tecidos e calçados. Segundo Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), mais da metade das empresas do setor demitiram durante a pandemia.

Segundo ele, se não fosse a Medida Provisória (MP) 936, que autoriza o corte de salários e jornadas de trabalhadores, o número de demissões teria sido bem maior.

– A economia despencou. Se não tivessem essas medidas, mais empregos teriam sido perdidos. A redução de quadros foi de até 20% do contingente e englobou cerca de 60% das empresas – disse Pimentel.

Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos, apontou que a flexibilização nas medidas restritivas, que vem ocorrendo em alguns estados neste mês de junho, vai ajudar a economia a se recuperar e novos postos de trabalho surgirem.

– Hoje, consigo enxergar uma recuperação. A economia vai reabrir de maneira gradativa e vamos sentindo com mais intensidade em junho e assim por diante – apontou o economista.

Ele fez ressalvas que a melhora vai depender também da evolução da pandemia, já que novas medidas restritivas podem frear a retomada.

A Pnad Covid foi divulgada pela primeira vez pelo IBGE, em parceria com o Ministério da Saúde, e mobilizou dois mil agentes, que vão ligar a 193,6 mil domicílios em 3.364 cidades em todo o país.

O primeiro caso conhecido de Covid-19 ocorreu em 25 de fevereiro. No mês seguinte, março, o país começou a sentir os efeitos econômicos do novo coronavírus, com fechamento de bares, restaurantes e comércio como forma de evitar avanço da pandemia.

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Fonte: Pleno.News

Oportunidades de emprego para quem está fora do mercado

Agências do trabalhador oferecem 365 vagas com salários de até R$2,7 mil

ALLINE MARTINS, DA AGÊNCIA BRASÍLIA | EDIÇÃO: ISABEL DE AGOSTINI

Com 365 vagas de emprego abertas para esta terça-feira (9), as agências do trabalhador estão selecionando profissionais de todos os níveis de escolaridade. As áreas com mais ofertas estão no setor alimentício: açougueiro, padeiro, pizzaiolo e funcionários de supermercados.

O maior número de vagas é para repositor de supermercado: 80, no total. O salário oferecido é de R$ 1.117, mais benefícios. Para concorrer, é preciso ter ensino médio completo e experiência na área. No mesmo segmento, há quatro vagas para repositor de mercadorias, com remuneração de R$ 1.100.

Também há vagas para atendentes de frios e laticínios e de hortifrutigranjeiros. São 30 vagas, ao todo, com salário de R$ 1.175, mais benefícios. São exigidos ensino médio completo e experiência comprovada na área.

O melhor salário entre as vagas de hoje é para analista de faturamento: R$ 2.700, mais benefícios. Há apenas uma vaga. Também com exigência de nível superior, é oferecida uma oportunidade para analista de sistema, com remuneração de R$ 2.500, mais benefícios. Para ambos os casos, é necessário ter experiência.

Outras vagas são oferecidas para motoristas, ajudante de carga e descarga, almoxarife, atendentes de loja e de telemarketing, auxiliares de estoque e de linha de produção, fiscal de prevenção de perdas, marceneiro, mecânico, operador de retroescavadeira, pintor de edifícios, serralheiro, técnico de enfermagem e vendedor.

Os interessados em concorrer a uma das vagas devem atender às exigências para se candidatar. Apesar de 15 agências do trabalhador estarem abertas, a recomendação é que a população faça suas solicitações de prestação de serviços pela Central Alô Trabalho (Telefone 158) ou por meio da web, inclusive seguro desemprego doméstico, que poderá ser solicitado pelo aplicativo da CTPS Digital e pelo aplicativo do Sine Fácil.

Para baixar o Sine Fácil gratuitamente, basta acessar a loja de aplicativos do seu celular. No momento, só há disponibilidade para aparelhos com sistema operacional Android. Acesse a Play Store e pesquise pelo aplicativo. Após concluir a instalação, clique no ícone do programa para iniciar o Sine Fácil.

Caso haja dificuldade, comparecer a uma Agência do Trabalhador, entre 8h e 17h, de segunda a sexta-feira. Lembrando que é obrigatório o uso de máscara facial para acessar as agências.

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Fonte: Agência Brasilia

Plataforma online põe em contato hospitais com vagas e profissionais de saúde que procuram emprego

Sistema Nacional de Emprego

Ferramenta foi lançada pelos ministério da Saúde e da Economia e é gratuita

Durante a pandemia do novo coronavírus e com o aumento do número de pacientes em hospitais públicos e privados, também houve aumento na demanda por profissionais de saúde. Contudo, empresas e instituições da área relatam dificuldade em ter acesso a mão de obra especializada. Por isso, o governo federal criou uma plataforma online para servir de ligação entre profissionais e hospitais, clínicas, laboratórios e secretarias de saúde estaduais e municipais.

Na página do SineSaúde, há uma área de cadastro para trabalhadores e uma para instituições que possuem vagas. Candidatos inserem suas informações profissionais e hospitais selecionam o perfil de trabalhadores que mais se encaixam. Se houver compatibilidade, eles dão “match”, de forma semelhante ao que acontece em aplicativos de relacionamento.

“A gente tem visto notícia que há demanda por profissionais de saúde em diversas áreas. Ao mesmo tempo que há hospitais faltando médicos, há médicos à procura de emprego. O nosso trabalho no SINE (Sistema Nacional de Emprego) é facilitar esse encontro entre o profissional e a vaga disponível”, explica Fernando de Holanda, secretário de políticas públicas para o emprego.

A plataforma é gratuita e é direcionada, principalmente para médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Mas Fernando de Holanda explica que o sistema também deve ajudar trabalhadores que não são da área de saúde.

“Temos profissionais de outras áreas, relacionados, por exemplo, a construção de um hospital de campanha. São aqueles profissionais que precisam coloca a infraestrutura de pé. Os profissionais de eletricidade, bombeiro hidráulico, que vão suprir alguma necessidade de funcionamento do hospital. Eles também vão poder se cadastrar”, destacou.

A plataforma foi feita em uma parceria entre os ministérios da saúde e da economia, com a cooperação das empresas Microsoft e Bizapp que doaram tecnologia para a criação do sistema.

Brasil já perdeu 1,1 milhão de empregos devido à Covid-19

Dados foram divulgados pelo governo nesta quarta-feira

Brasil fechou mais de 1 milhão de vagas formais desde o início da pandemia Foto: Fotos Públicas/Marcos Santos

Impactado pela crise do novo coronavírus, o mercado de trabalho brasileiro perdeu 763 mil vagas com carteira assinada entre janeiro e abril deste ano.

O fechamento de postos neste ano foi intensificado após a pandemia. Em janeiro e fevereiro, antes da crise de saúde pública, o país criou 338 mil vagas. Em março e abril, já sob efeito de medidas restritivas nas cidades, com fechamento de comércio e empresas, o saldo de empregos foi negativo em 1,1 milhão.

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Os dados, do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram apresentados nesta quarta-feira (27) pelo Ministério da Economia com após meses de atraso.

A estatística, que costumava ser mensal, estava suspensa desde o início do ano após mudanças de metodologia e dificuldades do governo em receber dados das empresas por conta da pandemia.

Até então, o país vivia um apagão de informações sobre o emprego formal. O último dado do Caged disponibilizado pelo governo era relativo a dezembro do ano passado.

Informações sobre pedidos de seguro-desemprego já indicavam uma deterioração do mercado de trabalho. Dados reunidos até a primeira quinzena de maio mostram que foram feitas 2,8 milhões de solicitações do benefício no ano, alta de 9,6%. O governo ainda estima uma defasagem na estatística porque outras 250 mil pessoas têm direito à assistência, mas ainda não fizeram o pedido.

Membros da equipe econômica afirmam que os dados do desemprego neste ano seriam ainda piores se o governo não tivesse implementado a medida que autorizou a suspensão ou o corte proporcional de jornadas e salários de trabalhadores.

O programa que libera acordos desse tipo entre patrões e empregados já atingiu 8 milhões de pessoas. O governo argumenta que, nesse caso, 8 milhões de empregos foram salvos até o momento.

*Folhapress

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Fonte: Pleno.News

Senac-DF abre inscrições para 1.160 vagas em 34 cursos de qualificação profissional gratuitos

A classificação dos inscritos será de acordo com o atendimento aos requisitos de acesso, a ordem de inscrição do candidato e a quantidade de vagas ofertadas no curso escolhido

Para acessar os cursos durante o período das atividades por acesso remoto, será necessário que o candidato atenda aos seguintes pré-requisitos técnicos: ter conhecimentos em navegação na internet, ter acesso a computador com internet banda larga e ter um e-mail válido. As configurações gerais mínimas dos recursos tecnológicos para acesso aos cursos estão detalhadas no edital.

O Programa Senac Gratuidade destina-se a pessoas de baixa renda. Para participar, é necessário possuir renda familiar per capita de até dois salários mínimos; ter idade igual ou superior à idade mínima exigida para acesso ao curso; ter a escolaridade exigida para o curso escolhido; não ter evadido ou desistido de outro curso PSG, com prazo igual ou inferior a um ano da data de evasão ou desistência; e não possuir matrícula em curso PSG em andamento até a data de início do novo curso.

A classificação dos inscritos será de acordo com o atendimento aos requisitos de acesso, a ordem de inscrição do candidato e a quantidade de vagas ofertadas no curso escolhido. O resultado da classificação será divulgado no dia 20 de maio por meio do link
http://df.senac.br/psg/#/consulta-de-vagas.

Para ter acesso ao edital completo, clique aqui.

Veja os cursos ofertados em cada unidade:

JESSÉ FREIRE
End: SCS Quadra 6, Bloco A, Edifício Jessé Freire 1º andar. Asa Sul/DF
Informações: 3226 5235
Curso: Assistente Administrativo (15), Assistente de Pessoal (25), Gerenciamento de Custos no Comércio (25, Controle de Fluxo de Caixa e Ponto de Equilíbrio (25), PHP com MySQL (20) e Técnico em Contabilidade (15).
Total de vagas: 125

PLANO PILOTO (903 SUL)
End: SEUPS 703/903, Lote A, Asa Sul.
Informações: 3217-8833/3217-8821
Curso: Faturamento de Serviços de Saúde (30), Recepção em Serviços de Saúde (30) e Noções de Interpretação Clínica de Exames Laboratoriais (30).
Total de vagas: 90

TAGUATINGA
End: Setor QNG, Área Especial nº 39. Taguatinga Norte/DF
Informações: 3354-6540
Cursos: Operador de Computador (25), Técnicas Avançadas de Word, Excel e Powerpoint (25), Sketchup – desenho de ambientes e objetos em 3D (10), AutoCAD – desenho de ambientes em 2D (20), Salgadeiro (5), Elaboração de Cardápios: Planejamento e Precificação (20), Preparo de Alimentos Congelados (20), Gastronomia para pessoas com restrições alimentares (20), Boas práticas na Manipulação de Alimentos (40), Gestão e Práticas Logística no E-Commerce (25), Pizzaiolo (8), Assistente Administrativo (20), Assistente de Pessoal (20), Técnico em Nutrição e Dietética (10), Faturamento de Serviços de Saúde (30), Administração de Contas a Pagar, Contas a Receber e Tesouraria (30) e Finanças Corporativas para Comerciários (30).
Total de vagas: 350

SOBRADINHO
End: Área Especial nº 5, Quadra 4, Conjunto E, Sobradinho I/DF
Informações: 3591-8877
Cursos: Recepção em Serviços de Saúde (60), Qualidade no Atendimento (40), Liderança (40), Assistente de Recursos Humanos (30), Assistente de Secretaria Escolar (25), Técnicas Avançadas em Word, Excel e Power Point (20), Administração em Serviços Hospitalares (25) e Assistente Administrativo (20) que, ao retorno presencial, as aulas serão ministradas na Igreja Sara Nossa Terra – Quadra 08, Conjunto G – Sobradinho DF.
Total de vagas: 270

GASTRONOMIA (TTH)
End: SCS Quadra 5, Bloco C Asa Sul – Brasília/DF
Informações: 3224-5210
Cursos: Elaboração de Carta de Bebidas: Planejamento e Precificação (50), Camareiro (a) em Meios de Hospedagem (25), Organizador de Eventos (50), Supervisão em Serviços de Alimentos e Bebidas (25), Boas Práticas na Manipulação de Alimentos (25), Organização do Ambiente de Trabalho na Cozinha (25), Qualidade no Atendimento (25), Elaboração e Cardápios: planejamento e precificação (25), Liderança (50) e Vendas em Alimentos e Bebidas (25).
Total de vagas: 325

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Fonte: Jornal de Brasilia

Desemprego sobe para 11,6% em fevereiro

A taxa de desocupação interrompeu a sequência de dois trimestres seguidos de queda significativa e subiu para 11,6% no trimestre encerrado em fevereiro. Ao todo, são 12,3 milhões de desempregados no Brasil. Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa no trimestre terminado em novembro foi de 11,2%.

Segundo a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, o aumento registrado no desemprego é reflexo da variação sazonal do mercado de trabalho, considerada normal para esta época do ano.

“É normal que no início do ano ocorra essa interrupção, porque já vínhamos numa trajetória de taxas declinantes no fim do ano. Não tínhamos visto essa reversão em janeiro, no entanto, ela veio agora no mês de fevereiro, provocada por uma queda na quantidade de pessoas ocupadas e um aumento na procura por trabalho”.

Ela explica que, ao contrário do que costuma ocorrer no início do ano, quando são demitidos os funcionários contratados temporariamente para o Natal, o comércio não foi o setor responsável pelo aumento na desocupação. A alta foi puxada pelos setores de construção (-4,4%), que não sustentou a recuperação apresentada no fim do ano, serviços domésticos (-2,4%), relacionado ao período de férias das famílias e a dispensa das diaristas, e administração pública (-2,3%).

“A administração pública tem uma sazonalidade, pois ela dispensa pessoas no fim e no início do ano em função de términos nos contratos temporários das prefeituras, nas áreas de educação e saúde, retomando as contratações a partir de março, após a aprovação dos orçamentos municipais”, afirma Adriana.

Na comparação anual, a desocupação apresentou queda em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2019, quando a taxa ficou em 12,4%. Adriana explica que houve aumento de 1,8 milhão de pessoas ocupadas.

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Fonte: IstoÉ

XP vê desemprego atingir 40 milhões no Brasil sem ‘Plano Marshall de verdade’

Crédito: Agência Brasil

O presidente da XP Investimentos, Guilherme Benchimol, disse que vê a possibilidade de crescimento do desemprego para mais de 40 milhões de brasileiros em decorrência da pandemia do coronavírus. “É um número assustador”, disse ele neste domingo, 22, em uma live com outros empresários.

“Eu vi hoje uma entrevista do presidente regional do Fed de St. Louis, James Bullard (banco central norte-americano), dizendo que a taxa de desemprego irá subir de 3% para mais de 30% nos Estados Unidos por causa da crise”, afirmou. “No Brasil, onde há mais de 10 milhões de desempregados, acredito que o impacto será muito maior”, disse.

Benchimol defendeu a criação de um plano Marshall – pacote de reconstrução da Europa depois da Segunda Guerra Mundial. “O que temos até agora é uma gota no oceano. Tem de ser um plano de verdade, os números são assustadores, o buraco é muito mais embaixo”, disse.

Na live, promovida pela XP Investimentos na qual participaram o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, o presidente da Stone, André Street, o presidente da MRV, Rubens Menin, Benchimol cobrou medidas mais robustas do governo federal para evitar o alta do desemprego e do caos social no país. “O risco é aumento de pessoas passando fome e no número de assassinatos.”

Em resposta ao questionamentos do CEO da XP, o presidente da Caixa Econômica Social, Pedro Guimarães, afirmou que mais de 20 a 30 milhões de brasileiros serão impactados com as medidas atuais. “Provavelmente vai se precisar de mais e vamos ajudar. Já estamos postergando os pagamentos, reduzindo a taxas de juros”, disse. “Isso nos preocupa e está sendo liderado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.”

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Fonte: IstoÉ

Caixa prepara plano de demissão voluntária e mudança na estrutura

A proposta será apresentada ao Conselho de Administração do banco, mas prevê a criação de 3,6 mil vagas para gerente

Raimundo Sampaio/Esp. Metrópoles

RAIMUNDO SAMPAIO/ESP. METRÓPOLES

A Caixa Econômica Federal está preparando uma reformulação na estrutura administrativa da instituição, incluindo um plano de demissão voluntária (DPV), o fechamento de agências e a criação de superintendências menores de rede e de varejo. São informações do UOL.

Dessa forma, o número de superintendências de rede e varejo deve subir de 92 para 412. Além disso, a instituição criará 57 superintendências de governo e 54 de habitação, hoje inexistentes na atual estrutura.

MAIS SOBRE O ASSUNTO

“Somos o banco de todos os brasileiros, em especial, dos que mais precisam e, por isso, iremos garantir o atendimento de excelência para todos os nossos clientes“, diz o documento que descreve a nova estrutura da Caixa.

A direção do banco vai propor a redução de pelo menos 30 das 184 superintendências regionais, que hierarquicamente são cargos que ficam logo abaixo da diretoria. A ideia é que cada novo superintendente fique responsável por, no máximo, 15 agências.

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Fonte: Metropoles

Iges-DF abre seleção para 600 vagas temporárias de nível médio

Os salários variam entre R$ 1,7 mil e R$ 2 mil. As inscrições começam nesta sexta-feira (31/01/2020) e vão até 2 de fevereiro

JP RODRIGUES/METRÓPOLES

JP RODRIGUES/METRÓPOLES

O Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF) abriu processo seletivo simplificado para preencher 600 vagas de nível médio. As oportunidades são para os cargos de agente comunitário de saúde e agente de vigilância ambiental em saúde, além de formação de cadastro de reserva. Os aprovados atuarão por tempo determinado de seis meses, em caráter improrrogável.

A responsabilidade do processo seletivo é do Iges-DF. As inscrições podem ser feitas a partir das 9h desta sexta-feira (31/01/2020) e vão até as 23h59 de 2 de fevereiro. Elas serão realizadas, exclusivamente, via internet, por meio do endereço eletrônico do instituto.

REPRODUÇÃO

Reprodução

A autorização para as contratações tinha sido divulgada na manhã dessa quinta-feira (29/01/2020), uma semana depois de o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), assinar decreto declarando situação de emergência na saúde do Distrito Federal por risco de epidemia de dengue.

No último recrutamento do tipo, em 2014, o salário oferecido para jornada de 40 horas era de R$ 1.506,60. Houve contratação de banca para elaborar e aplicar prova objetiva de múltipla escolha com duração de 3h30.

Os profissionais vão reforçar o trabalho de orientar a comunidade no combate ao mosquito transmissor da dengue. Eles visitarão residências para esclarecer a população sobre os locais de risco e eliminar os focos do inseto, com a administração de produtos biológicos.
Fonte: Metropoles