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terça-feira, fevereiro 18, 2020

Empresa anuncia primeira clonagem de gato na China


O laboratório Sinogene espera que o avanço científico possa facilitar o processo de reprodução de outros animais, como os pandas. Gata adulta, mãe portadora do clone produzido pelo laboratório chinês Sinogene
STR/AFP
Uma empresa de Pequim conseguiu clonar um gato pela primeira vez na China, um avanço científico que poderia levar à clonagem de outros animais, como os pandas, informou a agência France Presse.
Sete meses depois da morte de seu gato, Ajo, o proprietário do animal, Huang Yu, passou a conviver com uma cópia do felino.
“Se parece em mais de 90%”, afirmou o jovem chinês de 23 anos, que espera que o gato, nascido em julho de uma gata portadora, tenha a mesma personalidade que o original.
Clonagem de cães, gatos e até macacos
Ajo é o primeiro gato clonado pela Sinogene, uma empresa que desde 2017 já clonou mais de 40 cães.
Em 2018, a mesma empresa clonou Juice, um vira-lata de 30 centímetros de altura e 9 anos de idade, famoso por aparecer em centenas de filmes e produções no país.
No caso do Juice, amostras de pele foram coletadas do abdômen inferior do cão e, em algumas semanas, a empresa Sinogene foi capaz de isolar o DNA e fertilizar um óvulo.
O óvulo fertilizado foi inserido cirurgicamente no útero de uma cachorra que seria a ‘mãe’ substituta – neste caso, o NTR1917, uma beagle.
Little Juice nasceu em meados de setembro e ficou com beagle no laboratório de Sinogene por cerca de um mês.
Também em 2018, pesquisadores do Instituto de Neurociência da Academia Chinesa de Ciências, em Xangai, anunciaram a clonagem de macacos usando a mesma técnica aplicada na ovelha Dolly.
Os primatas, dois macacos de cauda comprida, foram criados através da transferência nuclear de células somáticas, ou seja, a partir de células do tecido de um macaco adulto
Como os macacos são primatas – ordem dos mamíferos que inclui macacos, símios e humanos –, o experimento foi visto como um passo em direção à clonagem de humanos, o que abre uma discussão sobre a ética do procedimento.
Os macacos foram os primeiros a serem clonados de uma célula não-embrionária.
Qiang Sun e Mu-ming Poo/Academia Chinesa de Ciência/ Reuters
O mercado dos pets na China
Nas últimas décadas os chineses se apaixonaram pelos animais domésticos, que eram proibidos durante o período do governo de Mao Tsé Tung.
Quando eles morrem, os proprietários destes pets, com frequência traumatizados pela perda de seus mascotes, estão dispostos a pagar 250 mil yuanes (35 mil dólares) pela clonagem de um gato ou 380 mil (53 mil dólares) por um cão.
De acordo com um relatório da organização “Pet Fair Asia” e do site “Goumin.com”, os gastos relacionados com animais domésticos representaram no ano passado 171 bilhões de yuanes (23,7 bilhões de dólares).
Companhia chinesa Sinogene já clonou mais de 40 cães
STR/AFP
Avanço da técnica
A clonagem de um gato poderia permitir o avanço no processo para clonar um panda, algo que a China tenta fazer há 20 anos.
Chen Dayuan, da Academia Chinesa de Ciências, afirmou no mês passado que a organização estava estudando a possibilidade de clonar um panda utilizando uma gata como mãe portadora.
Embora um panda seja muito maior que um gato na idade adulta, ao nascer o seu tamanho é similar e a gestação dura entre dois e três meses.
Cientistas chineses clonam macacos com mesma técnica da ovelha Dolly
Gato é personagem ilustre da política britânica

https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/09/05/empresa-anuncia-primeira-clonagem-de-gato-na-china.ghtml

Lutadores fazem pesagem para o MTL

Equipes de Wanderlei e Murilo estão prontas para o combate deste sábado

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Pride deixa EUA e volta ao Japão em abril

Um dos motivos do desentendimento seria o interesse de Fishman no Pride

http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/0,,AA1478077-5859,00.html

Marcos Pontes recebe alta após atendimento em hospital de Brasília


Segundo boletim médico, ministro teve náusea, vômito, sudorese e dificuldade de andar. Ele deixou hospital no início da tarde. O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, recebeu alta na tarde desta quinta-feira (12), após receber atendimento no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília. Segundo boletim médico divulgado pelo HFA, o ministro teve náusea, vômito, sudorese e dificuldade de andar.
O boletim afirma que Pontes deve ficar pelo menos 48 horas em repouso absoluto. Ele passou por exames e deixou a unidade no início da tarde. Ao sair do hospital, ele disse que “são coisas que vem com a idade” e que “vai passar”.
Inicialmente, o Ministério da Ciência e Tecnologia divulgou que o ministro havia sido internado na noite de quarta (11). No entanto, segundo o HFA, ele foi admitido às 7h45 desta quinta.
Ainda de acordo com o boletim médico, Marcos Pontes começou a sentir os sintomas na semana passada, mas eles se agravaram na última madrugada.
Ausência na Câmara
O ministro era esperado nesta quinta Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, para uma audiência sobre a exoneração de Ricardo Galvão, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A audiência será remarcada.
A notícia da internação foi dada pelo deputado que presidia a mesa, Rodrigo Agostinho (PSB-SP). Ele afirmou: “Nós estamos com um problema, o ministro Marcos Pontes foi internado no Hospital das Forças Armadas por um problema de saúde. Nós estamos aqui com a equipe técnica do ministério”.
Na mesma sessão, a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) disse: “Nós sabemos que foi um motivo de força maior a não vinda do ministro. Um mal súbito, que o ministro inclusive está internado. Estimamos que o ministro melhore o mais rápido possível”.
Ricardo Salles
A internação de Marcos Pontes é a segunda de um ministro de Estado no Hospital das Forças Armadas em 15 dias. Em 27 de agosto, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, deu entrada na Unidade de Emergência “com quadro de mal estar”. Ele recebeu alta no dia seguinte.
Ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, tem alta do Hospital das Forças Armadas, em Brasília
Brenda Ortiz/G1
Segundo o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, Salles fez exames que foram considerados “normais”. Em tom de brincadeira, o general classificou o episódio como “estresse ambiental”.
O Ministério da Defesa divulgou nota na qual o médico responsável pela alta do ministro, Nestor Francisco Miranda Júnior, recomendava “repouso pelo prazo de cinco dias”.
Na época da internação, Salles havia entrado em evidência por causa das queimadas na Amazônia.
*Sob supervisão de Maria Helena Martinho
Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/09/12/marcos-pontes-recebe-alta-apos-atendimento-em-hospital-de-brasilia.ghtml

Mudanças climáticas não são causadas pela ação humana, diz presidente de Comissão de Mudanças Climáticas do Congresso


Para Zequinha Marinho (PSC-SE), atividade humana não é o principal fator do aquecimento do planeta; à BBC News Brasil, ele diz que chamará meteorologista que não crê em mudanças climáticas para audiência. ‘Tem muita coisa que é muito folclórica nessa questão de mudança climática’, afirmou Zequinha Marinho à BBC News Brasil
Waldemir Barreto/Agência Senado
Semanas atrás, o Congresso Nacional instalou uma comissão de deputados e senadores para discutir o tema das mudanças climáticas e o aumento recente no número de queimadas da Amazônia. É a Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMMC).
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Mas, ao contrário do que seria de se esperar, a comissão é presidida por um senador que duvida do consenso científico sobre a influência humana nas mudanças climáticas – isto é, alterações no clima e na temperatura do planeta e suas regiões particulares intensificadas pela ação do homem.
Para o senador Zequinha Marinho (PSC-PA), que preside a CMMC, “a influência humana é muito pequena” nas alterações do clima. “Algumas estatísticas dizem que não chega a 4%”, disse ele em entrevista à TV Senado no dia 28 de agosto, quando a comissão foi instalada.
“Tem muita coisa que é muito folclórica nessa questão de mudança climática. O mundo vai acabar, as calotas de gelo vão derreter tudo… o que derrete, na estação adequada torna a congelar. Se você pegar ao longo da história, vai ver que não tem muita diferença do que já foi (o clima). Essa questão climática ela é cíclica, naturalmente. A história mostra isso”, disse ele.
A CMMC é formada por 12 senadores e 12 deputados federais. Tem até o fim do ano para produzir um relatório sobre a questão – inclusive com sugestões de medidas a serem tomadas pelo governo.
Este ano, excepcionalmente, o grupo também é o responsável por coordenar a resposta do Congresso ao aumento do desmatamento e do número de queimadas na região amazônica.
Na próxima quarta-feira (19), o grupo vai revisar e bater o martelo sobre o plano de trabalho a ser seguido nos próximos meses.
A comissão não tem poder de investigação para identificar os responsáveis pelas queimadas ou pelo desmatamento – papel que seria de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O relator do colegiado é o deputado federal Edilázio Júnior (PSD-MA).
Marinho já sabe quem quer chamar para a primeira audiência pública da comissão: o meteorologista e professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Luiz Carlos Molion – conhecido por desafiar o consenso científico e negar a existência das mudanças climáticas.
“Estamos buscando um cientista da Universidade Federal de Alagoas (Molion) para que ele venha a fazer um comentário sobre tudo isso, a fim de que a gente possa se situar no tempo e no espaço (…). É uma autoridade”, disse Marinho à BBC News Brasil na tarde de quinta-feira (12).
Ao falar com a reportagem, Marinho não se lembrava o nome exato do cientista – arriscou que seria algo como “Polion”, mas reafirmou que se tratava de um professor da Ufal.
“Vamos ouvir os setores mais importantes. Vamos ouvir o agronegócio, vamos ouvir os movimentos sociais, representados por uma entidade, e vamos ouvir o governo”, disse, sobre os trabalhos da comissão.
‘Praticamente natural’
À BBC News Brasil, o senador reafirmou seu ponto de vista e algo que já tinha dito à TV Senado: uma coisa é a mudança no microclima das cidades; a outra, o aquecimento do planeta como um todo.
“Olha, a mudança climática eu acho (que é) praticamente natural. Por quê? Porque à medida que a população aumenta, faz as cidades crescerem, isso vai aquecendo. Uma coisa é você ter uma mata virgem, um campo… o calçamento, o microclima de qualquer lugar ele é afetado”, disse ele.
Ao contrário do que diz Marinho, a maioria absoluta dos pesquisadores que estudam o tema afirma que a temperatura média do planeta está aumentando, e que este aumento é provocado pela ação humana. Principalmente por meio da emissão em larga escala dos chamados gases do efeito estufa – sobretudo o dióxido de carbono.
Martin Beniston é ex-diretor do Instituto de Ciências Ambientais da Universidade de Genebra, na Suíça, e um dos maiores especialistas sobre clima no mundo. Em julho deste ano, ele disse à BBC News Brasil que os dias que quebram o recorde de maior temperatura têm se tornado mais frequentes desde a década de 1980.
“Diversos estudos apontam que o mundo ficou 1ºC mais quente no último século. Em alguns países do mundo, como na Suíça, essa variação chegou a 3º C”, disse ele.
“Se analisarmos as últimas décadas, percebemos que os dias com recorde de temperatura máxima vêm acontecendo com muito mais frequência do que os dias com recorde de temperatura mínima. Também são mais prolongados”, disse o especialista.
‘Debate qualificado e moderado’
Zequinha Marinho diz que vai buscar um debate moderado na comissão.
“Nós vamos buscar fazer um debate qualificado (na Comissão) que não embarque na emoção de que o mundo vai se acabar, que o clima vai cozinhar todo mundo… não é assim também. Todo mundo sabe disso. Nós queremos trabalhar um equilíbrio entre as partes, de modo que a gente possa ajudar o governo a ter uma percepção real daquilo que tem que ser feito. A política pública tem que entrar em campo”, disse.
Luiz Carlos Molion, o meteorologista mencionado por Zequinha Marinho, esteve no Senado em maio deste ano para falar sobre o tema das mudanças climáticas.
“Até hoje, na série americana, o ano mais quente da história foi 1934. Dos dez anos mais quentes, quatro se deram durante aquela década. Faço parte da vertente de pesquisa científica que não nega que existem períodos de aquecimento”, disse ele na ocasião.
“A diferença fundamental entre o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, órgão da ONU) e nós é que eles dizem que essas alterações são provocadas pela atividade humana. Enquanto nós apresentamos evidências físicas de que a variabilidade é natural. O homem não tem nada a ver com a ocorrência dessas alterações”, afirmou.
À frente da comissão, Zequinha Marinho diz que vai propor ao governo medidas para regularizar a propriedade das terras dos moradores e produtores rurais, além de medidas para melhorar a qualidade técnica da agricultura desenvolvida na região.
O problema das queimadas, por exemplo, precisa ser enfrentado com treinamento e mais acesso a equipamentos para que os agricultores usem o fogo de forma controlada, segundo ele.
“Todas as tentativas que o governo faz aqui dão errado. Por que dá errado? Porque a Amazônia tem 23,5 milhões de habitantes, nove Estados. Como é que vamos fazer política ambiental se a gente não leva em conta o homem? Tenho que levar em conta a presença humana. Não tem como negar um debate que diz respeito à sobrevivência dos habitantes. Se algum governo quiser fazer algo que dê resultado na Amazônia, vai ter que discutir com o amazônida, com o ser humano”, disse ele.
‘Governo Bolsonaro manobrou para eleger Marinho’, diz adversário
A chegada de Zequinha Marinho à presidência da Comissão se deu por meio de uma eleição – rompendo um acordo anterior anunciado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O amapaense queria o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) como presidente do colegiado.
“Nas últimas horas antes da instalação (da Comissão) teve uma interferência do governo, inclusive com troca de integrantes, e surgiu esse nome, do Zequinha, para participar de uma disputa que não estava prevista”, disse Vieira. “Ninguém sabia que teria eleição, foi uma interferência do governo realmente na busca de ter o controle sobre a comissão.”
“Ele (Zequinha) acha que não tem aquecimento”, diz Vieira à BBC News Brasil. “É um retrato daquilo que o governo quer. Um controle sobre as informações, negando inclusive a ciência.”
Zequinha Marinho nega que sua eleição tenha a ver com o Executivo. Por ser natural do Estado do Pará e ter passado a vida toda na região, ele se considera apto a conduzir os trabalhos do grupo.
“Não. Não foi o governo. Veja só: eu sou amigo do Alessandro, o Alessandro é de Sergipe. Eu sou nascido e criado e militante político aqui (em Belém) há muitos anos. Então eu me julguei, como alguém nascido aqui, capaz de fazer esse debate. Tenho toda uma vivência, tenho 60 anos de idade (…). Então me julgo qualificado para conversar sobre o assunto”, diz.
Negacionismo climático
Ao longo dos últimos meses, várias figuras do governo de Jair Bolsonaro ou ligadas ao presidente colocaram em dúvida a existência da mudança climática provocada pela ação humana.
Na próxima quinta-feira (19), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, deve se encontrar em Washington DC (EUA) com representantes do Competitive Enterprise Institute (CEI), uma entidade que “questiona o alarmismo sobre o aquecimento global” e “opõe-se ao Acordo do Clima de Paris”, segundo sua própria página na internet. A reunião foi noticiada pelo jornal Folha de S.Paulo.
Em meados de julho, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente, também pôs em dúvida a existência do aquecimento global. “Só por curiosidade: quando está quente a culpa é sempre do possível aquecimento global e quando está frio fora do normal como é que se chama”, escreveu ele no Twitter.
Usar dias frios para negar aquecimento global não faz sentido, indica pesquisa
A alegação não faz sentido, segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil à época.
Logo depois das eleições de 2018, Bolsonaro ameaçou retirar o Brasil do Acordo de Paris, um tratado assinado por 195 países e que pretende reduzir a emissão de gases de efeito estufa. O presidente, porém, voltou atrás na decisão.
No cenário mundial, o presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, é conhecido por negar a existência da mudança climática provocada pelo homem. Em novembro deste ano, Trump disse não acreditar em um relatório de seu próprio governo sobre a mudança do clima.

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/09/12/mudancas-climaticas-nao-sao-causadas-pela-acao-humana-diz-presidente-de-comissao-de-mudancas-climaticas-do-congresso.ghtml

Noruega tem surto de doença misteriosa que mata dezenas de cães


Patologistas examinaram três cachorros que tinham sinais de sangue nas vísceras –análise afasta causas comuns, como salmonela ou veneno de rato. Imagem de um cachorro na neve; na Noruega, dezenas de animais morreram em decorrência de uma doença que ainda não foi identificada
Steven Watt/Reuters
A Noruega identificou uma doença misteriosa que atinge os cachorros do país.
De acordo com o jornal inglês “The Telegraph”, ao menos 200 ficaram doentes, com diarreia e vômitos. Segundo o “The Guardian”, 25 cães morreram.
As autoridades pedem para que os donos mantenham os animais de estimação em coleiras e evitem a interação com outros cachorros.
A agência de segurança alimentar norueguesa divulgou um comunicado na sexta (6) no qual afirma que ainda busca as causas da doença –incluindo vírus, bactérias, fungos e parasitas.
O instituto veterinário da Noruega afirmou que os patologistas examinaram três cachorros que tinham sinais de sangue nas vísceras e que isso elimina causas comuns, como salmonela ou veneno de rato.

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/09/09/noruega-tem-surto-de-doenca-misteriosa-que-mata-dezenas-de-caes.ghtml

Motorola lança o One Hyper, aparelho com câmera frontal pop-up

Grande destaque do aparelho são as câmeras; sensor traseiro principal possui 64 MP e o frontal, pop-up, possui 32 MP

Motorola lançou nesta quarta-feira (4) o novo integrante da sua linha One, o Motorola One Hyper. O aparelho, que conta com a câmera traseira mais potente da empresa até o momento, possui 64 MP de resolução em seu sensor principal.

A grande novidade do One Hyper, no entanto, fica por conta da câmera frontal pop-up. Com 32 MP, ela não ocupa espaço de tela, já que está localizada em um compartimento que se expande quando acionado.

Essa tecnologia permite aproveitamento total da tela full HD+ de 6,5 polegadas presente no aparelho. Além disso, o smartphone possui tecnologia “Night Vision” em ambas as câmeras e recurso Quad Pixel – que proporciona uma sensibilidade à luz até quatro vezes maior para garantir fotos mais nítidas.

Em sua parte interna, o aparelho foi equipado com processador Snapdragon 675 octa-core com sistema de inteligência artificial integrado. O smartphone possui 4GB de RAM e armazenamento interno de 128 GB (expansível até 1 TB via cartão de memória).

A bateria deste modelo possui 4.000 mAh com suporte a carregamento rápido de 45W. A empresa promete até 12 horas de uso com apenas 10 minutos de carga. Além de ter a bateria carregada com 75% de sua capacidade após apenas 30 minutos plugada à tomada.

Reprodução

Motorola se orgulha em dizer que possui um Android puro, que permite o uso simultâneo de diversos aplicativos. Falando em Android, o Android 10 será o sistema operacional do dispositivo, fazendo com que ele seja o primeiro aparelho do portfólio da empresa a sair de fábrica com o novo SO.

Como informado, o grande destaque desse dispositivo são suas câmeras. O sistema de Moto Ações está disponível para facilitar a maneira como os usuários utilizam cada uma delas. Ao chacoalhar o pulso, a câmera pop-up é mostrada; ao girar uma segunda vez, a câmera traseira é acionada com o sensor principal e um sensor ultra wide de 118º.

Para os mais desastrados, a câmera retrátil pode ser um problema. Porém, a Motorola implementou um sistema que, se o aparelho detecta que está em queda, a câmera é fechada automaticamente.

O smartphone traz outros detalhes em sua composição, como a luz de notificação localizada na parte traseira do aparelho, em volta do sensor de impressão digital. O dispositivo também possui proteção contra respingos de água.

O Motorola One Hyper está disponível a partir de hoje (4) com preço sugerido de R$ 2.499. O produto chega primeiro na cor azul oceano. Em janeiro, ele estará disponível nas cores vermelho âmbar e rosa boreal.

  • Tela: 6,5 polegadas Full HD+
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 675
  • Memória e armazenamento: 4 GB de RAM + 128 GB de espaço interno
  • Câmeras: 64 MP + 32 MP
  • Bateria: 4.000 mAh

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Olhar Digital

Associação com futebol é vista com cautela

Lutadores dizem que MMA tem identidade própria e não precisa do futebol

http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/0,,AA1608268-5533,00.html

Cientistas chineses usam método de edição de DNA para tratar paciente com HIV


Tentativa era curar ao mesmo tempo leucemia e infecção pelo HIV em uma pessoa de 27 anos. Estudo não chegou à cura para a Aids, mas obteve avanços. Células do vírus HIV (viriões), em imagem microscópica produzida em 2011
Maureen Metcalfe, Tom Hodge/CDC/AP
Pela primeira vez, cientistas chineses conseguiram usar o método Crispr de edição de DNA para tentar curar uma pessoa que vive com o vírus HIV. Eles implantaram no paciente células de sangue alteradas em laboratório para serem resistentes à infecção do vírus. Embora não tenham conseguido a cura para o HIV, o método se mostrou um avanço na pesquisa, segundo o grupo de cientistas.
O estudo foi publicado na revista “The New England Journal of Medicine”, na quarta-feira (11).
O método Crispr vem sendo amplamente usado em pesquisas de laboratório, e esse grupo de cientistas chineses foi bastante criticado pela comunidade científica, no ano passado, quando revelou ter usado esse método em embriões, levando ao nascimento de duas meninas gêmeas. A edição do DNA de embriões ainda é considerada arriscada demais, em parte porque as mudanças provocadas no genoma podem passar para futuras gerações.
Como foi usado o método
A edição de genes altera permanentemente o DNA, o “código da vida” de um organismo. O método Crispr ainda é relativamente novo. Por meio dele, cientistas podem cortar um pedaço do DNA e inserir outro, em um ponto específico.
Método Crispr permite ‘editar’ o DNA
Betta Jaworski
Neste caso específico, um homem de 27 anos que vive com o vírus HIV precisava de um transplante de células tronco de sangue para tratar uma leucemia – um transplante de medula óssea. Ao mesmo tempo, em tratamentos anteriores, dois outros homens parecem ter sido curados tanto do câncer quanto do HIV, por meio de transplantes de células vindas de doadores com resistências naturais ao HIV.
Como esse tipo de doador é extremamente raro, os cientistas chineses tiveram a ideia de criar uma resistência parecida ao HIV, editando o gene específico que possibilita essa resistência. Eles conseguiriam, em laboratório, imitar uma mutação genética.
O transplante colocou, de fato, o câncer em remissão. E as células que foram alteradas para resistir ao HIV continuam funcionando, mesmo 19 meses depois. Mas elas correspondem a somente 5% a 8% dessas células sanguíneas. Portanto, a quantidade delas foi superada pelas células que ainda estão infectadas com o HIV.
“Elas precisariam alcançar 90% ou mais para que realmente tivéssemos a chance de curar o HIV”, explica June.
Agora, cientistas estão testando diferentes alternativas para que o método seja mais eficiente. Um dos líderes do estudo, Hongkui Deng, da universidade de Pequim, afirmou que o princípio fundamental da pesquisa estava correto.
Sem efeitos indesejados
Um dos resultados mais estimulantes, segundo os pesquisadores, é que a edição do DNA neste caso não teve efeitos não desejados sobre outros genes do corpo. June comentou que “uma das preocupações é que formassem uma ‘célula Frankestein’, que atingiria outros genes em vez daqueles desejados”, mas isso não ocorreu.
A China está avançando rapidamente nesse tipo de pesquisa e pode chegar a tratamentos viáveis antes que outros países, como os Estados Unidos, segundo a pesquisadora.
Grupo de cientistas polêmico
O artigo publicado esta semana, cujos autores são vários cientistas chineses, é o primeiro a relatar o uso do método Crispr para tratar uma doença em uma pessoa adulta e, portanto, as mudanças no DNA ficam limitadas àquela única pessoa.
A tentativa foi um sucesso em alguns aspectos, mas não é ainda uma cura para o HIV.
De qualquer forma, segundo Carl June, pesquisadora da Universidade da Pensilvânia (EUA), o estudo mostra que a edição genética é uma promessa e parece ser uma técnica precisa e segura em pacientes. June é uma especialista em genética que escreveu um comentário na mesma revista científica.
“Isso é muito bom para esse campo de pesquisa”, afirmou. “Não há nenhuma preocupação com esse estudo, do ponto de vista genético.”
O governo chinês incentivou financeiramente a pesquisa e manifestou estar de acordo com os procedimentos. Na pesquisa anterior do mesmo grupo, com embriões, esses apoio não foi feito abertamente em todas as etapas.

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/09/13/cientistas-chineses-usam-metodo-de-edicao-de-dna-para-tratar-paciente-com-hiv.ghtml