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quarta-feira, setembro 23, 2020

‘Multa’ por GPS pode acabar com os radares; entenda

Guilherme Preta, editado por Cesar Schaeffer
Europa planeja controlar velocidade dos veículos acima do permitido de forma remota usando um sistema implantando nos carros

 

Com exceção de algumas estradas na Alemanha (e somente em alguns momentos), é normal que todas as vias tenham um limite de velocidade imposta para a segurança dos motoristas e passageiros. Tão normal quanto, é as pessoas acelerarem mais que o permitido e reduzir apenas quando passam por algum radar ou pela polícia. Esta ação contribui para aumentar o número de acidentes, e diversos lugares do mundo estão pensando em formas de limitar esta prática.

Em algumas vias de São Paulo, por exemplo, a prefeitura calcula, desde 2017, a velocidade média do veículo entre dois radares e, caso seja maior que o permitido, envia uma advertência ao motorista. Não há multas nesse caso porque não há regulamentação federal que autorize esta forma de punição. A partir de 2022, porém, a Europa promete ir ainda mais longe.

Reprodução

No início de 2019, a União Europeia aprovou uma nova regra, com previsão para entrar em vigor em 2022, que vai obrigar as montadoras a colocar mecanismos que detectem o limite de velocidade da pista e ajustar automaticamente a do carro. O programa, denominado ISA (Assistente Inteligente de Velocidade), vai utilizar câmeras, que vão ler as placas que informam o limite, e um GPS para descobrir se o carro está respeitando a velocidade permitida. Caso negativo, um dispositivo vai reduzir a potência do motor até que o veículo fique no limite.

A medida, porém, não vai limitar o alcance do carro, cabendo ao motorista voltar a acelerar se quiser se manter mais rápido que o permitido. A expectativa é que o novo recurso possa conscientizar os motoristas a se manter na lei. Porém, caso não tenha o resultado esperado, que é uma redução entre 20 e 30% de acidentes e zerar as mortes no trânsito em alguns anos, a União Europeia estará a meio caminho de uma medida ainda mais radical.

Reprodução

Com a informação da velocidade dos carros em um GPS, não será muito difícil integrar esses dados com o sistema de controle de tráfego dos países. Se isso realmente ocorrer, medidas como a da Volvo, que limitou a velocidade dos seus carros, podem ser cada vez mais comuns. Caso contrário, cada vez que um motorista ultrapassar o limite da via, uma multa seria automaticamente gerada. Além disso, os radares de velocidades, que hoje são facilmente driblados como dito anteriormente, vão se tornar uma tecnologia ultrapassada e não serão mais necessários.

Via: UOL

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Fonte: Olhar Digital

Estudos descobrem nova via de entrada do coronavírus no corpo

Funcionários de uma empresa chinesa que fabrica exames de diagnóstico para o coronavírus.

ROMA, 01 ABR (ANSA) – Dois estudos do Instituto Italiano de Tecnologia (IIT) descobriram que o novo coronavírus (Sars-CoV-2) tem uma segunda via de entrada nas células do corpo humano, além da conhecida Ace2: o receptor de ácido siálico, presente nos tecidos das vias aéreas altas.

O receptor é usado também por outro vírus, o Mers-CoV, que causa a Síndrome Respiratória do Oriente Médio, que também provocou uma epidemia em 2012. Segundo as pesquisas, depois que o Sars-CoV-2 entra no organismo para reproduzir-se, ele usa diversas proteínas, entre as quais, algumas comuns do vírus da imunodeficiência humana (HIV).

A descoberta feita pelos estudos, que ainda precisam de mais testes para serem confirmados pela comunidade científica, abre novas possibilidade sobre o nível de contágio do novo coronavírus e sobre o uso de novos medicamentos. “Nós desenvolvemos um novo modelo preditivo para entender como as proteínas na superfície do vírus interagem com os receptores humanos”, explica o diretor do IIT, Giancarlo Ruocco. No primeiro estudo, feito na capital italiana com o apoio da Universidade Sapienza, os pesquisadores analisaram as interações da proteína Spike, com a qual o vírus conecta o receptor Ace2 (o mesmo usado como alvo pelos medicamentos da família sartan e anti-hipertensivos), e confrontaram a sua capacidade de permanecer conectado. Com surpresa, os estudiosos viram que essa capacidade era muito inferior àquela do vírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars). Por isso, tiveram a ideia de buscar um segundo receptor envolvido.

“Assim, nós descobrimos que para entrar na célula, o vírus Sars-CoV-2 também usa o ácido siálico, presente nas vias respiratórias, e usado pelo vírus Mers”, diz ainda Ruocco.

Conforme o pesquisador, agora é preciso entender se a diferente mortalidade e infecciosidade da Covid-19 depende desses dois caminhos de entrada. “Isso poderá esclarecer porque há tantos casos assintomáticos, mas essa é só uma hipótese que deve ser confirmada, assim como os resultados do estudo”, esclarece ainda o italiano.

Já a outra pesquisa, coordenada pelo diretor do IIT de Gênova, Gian Gaetano, descobriu que parte da proteína Spike que interage com o receptor do ácido siálico muda muito entre as várias cepas de vírus, o que poderia explicar as grandes diferenças de comportamento da doença observadas nas diversas populações.

Também analisou como o vírus age quando entra na célula e começa a se reproduzir.

“Nós vimos assim que, além de se servir de algumas proteínas já conhecidas e comuns em outros vírus, que ele pega algumas outras específicas. Nessas últimas, uma dezena são compartilhadas com o vírus do HIV”, precisa Tartaglia.

A sugestão dos pesquisadores é “tentar usar, entre os antivirais desenvolvidos nos últimos anos contra o HIV, aqueles que agem de maneira pontual em cima dessas proteínas. Também nesse caso, os dados precisam ser confirmados, e esperamos que a nossa publicação chegue aos termos científicos e que receba comentários úteis para compreensão”, finaliza. (ANSA)

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Fonte: IstoÉ

Covid-19: saiba a diferença entre quarentena e isolamento

Em meio à pandemia do novo coronavírus pelo mundo, uma das grandes dúvidas está na diferença entre quarentena e isolamento. De acordo com a Portaria nº 356/3020 do Ministério da Saúde, a quarentena tem como objetivo garantir a manutenção dos serviços de saúde em local certo ou determinado.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A medida é um ato administrativo, estabelecido pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios ou do ministro da Saúde e quem determina o tempo são essas autoridades. “A medida é adotada pelo prazo de até 40 dias, podendo se estender pelo tempo necessário”, diz o documento.

Isolamento

Já o isolamento serve para separar pessoas sintomáticas ou assintomáticas, em investigação clínica e laboratorial, de maneira a evitar a propagação da infecção e transmissão. Neste caso, é utilizado o isolamento em ambiente domiciliar, podendo ser feito em hospitais públicos ou privados.

Ainda segundo a norma do Ministério da Saúde, o isolamento é feito por um prazo de 14 dias – tempo em que o vírus leva para se manifestar no corpo – podendo ser estendido, dependendo do resultado dos exames laboratoriais.

Casos suspeitos que estão sendo investigados também devem ficar em isolamento. Se o exame der negativo, a pessoa é liberada da precaução.

“O isolamento não é obrigatório, não vai ter ninguém controlando as ações das pessoas. Ele é um ato de civilidade para a proteção das outras pessoas”, orientou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira. Já a quarentena, segundo o Ministério da Saúde, é uma medida obrigatória, restritiva para o trânsito de pessoas, que busca diminuir a velocidade de transmissão do novo coronavírus. Ambas são medidas de saúde pública consideradas fundamentais para o enfrentamento da pandemia e Covid-19.

Viagem

Desde 13 de março, o Ministério da Saúde incluiu todos os viajantes internacionais na lista de pessoas que devem ficar isoladas. Ao retornarem, eles precisam permanecer em casa por sete dias. Se febre com tosse e falta de ar surgirem, a recomendação é procurar uma unidade de saúde. Se a pessoa manifestar apenas tosse, ou coriza, ou mal-estar, ou febre, uma opção é ligar para o 136 para que uma equipe de saúde passe as devidas orientações.

Antes mesmo dessa determinação do Ministério da Saúde, a servidora da Câmara dos Deputados Keila Santana foi orientada a trabalhar de casa depois de que, no último dia 10, chegou de Portugal com os dois filhos de 5 e 8 anos. “Fui informada pelo meu chefe sobre o ato do presidente da Câmara dos Deputados que, entre outras medidas, determinou o isolamento por 14 dias de pessoas que chegam de viagens ao exterior. Só no meu setor, somos cinco nessa situação”, disse.

Higiene

Para evitar a disseminação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas. Lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo.
Karine Melo – Agência Brasil
Fonte: https://www.bonde.com.br/

Em 24 horas Brasil tem 1.803 pessoas curadas de covid-19

Coronavirus

O ministério da saúde atualizou os números de pessoas que foram curadas da Covid-19 no Brasil.

De acordo com o boletim divulgado nesta quinta (30), o Brasil chegou a um total de 35.935 pessoas curadas da covid-19 no país.

Na quarta (29), o total de curados era 34.132 pessoas. Ou seja, com os números desta quinta (30), foram 1.803 pessoas curadas de covid-19 no Brasil.

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Fonte: Conexção Politica

Da peste bubônica ao novo coronavírus: as maiores pandemias da história

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou o novo coronavírus uma pandemia na última semana. A doença foi registrada pela primeira vez na China, na província de Wuhan no final de 2019. Entretanto, devido à alta taxa de transmissibilidade, o vírus se espalhou pelo mundo e chegou aos cinco continentes.
US Army/Domínio Público

US Army/Domínio Público

Devido ao risco de morte que oferece a determinados grupos, como idosos, doentes crônicos e pacientes oncológicos, o novo coronavírus foi a causa de cancelamentos de eventos esportivos, culturais e sociais. Além disso, muitos países, inclusive o Brasil, decretaram estado de calamidade pública e as pessoas têm recebido orientações para não sair de casa e entrar em quarentena.

O novo coronavírus tem índice de letalidade de 3,4%, conforme apontado pela OMS em 3 de março, mas este salta para 15% quando direcionado aos grupos de risco, especialmente aos idosos. Um grupo de pesquisadores da Universidade Harvard, os Estados Unidos, estima que, graças à alta taxa de transmissibilidade, o vírus pode infectar até 70% da população mundial, ou seja, mais de 5 bilhões de pessoas.

Diante desse cenário, o novo coronavírus já é tido como uma das maiores pandemias da história da humanidade. Mas você conhece quais outras pandemias marcaram o cenário mundial? Veja abaixo uma lista com outras grandes pandemias da história:

Peste bubônica

A peste bubônica teve sua origem no continente asiático e é causada pela bactéria Yersinia pestis, que foi transmitida às pessoas por ratos e pulgas infectadas. A doença chegou à Europa por meio de navios que chegavam da Ásia pelo Mar Mediterrâneo.

Os sintomas da peste bubônica são semelhantes aos da gripe: febre, dores de cabeça e vômitos. A prevenção da doença consiste em adoção de hábitos de higiene e saúde pública, o que era bastante precário na Europa na época em que a pandemia ocorreu.

A doença é chamada de peste bubônica porque, dentre os sintomas, é caracterizada por inchaços dos gânglios do sistema linfático, que são conhecidos como bubões. Estima-se que aproximadamente 50 milhões de pessoas tenham morrido de 1333 a 1351, ou seja, cerca de um terço da população mundial da época.

Cólera

A primeira epidemia global de cólera aconteceu em 1817. A doença é causada por uma bactéria, o vibrião colérico. A doença se espalha através de água ou alimentos contaminados e provoca uma diarreia intensa no indivíduo, que morre de desidratação. O tratamento é feito a partir de antibióticos, por ser uma doença bacteriana, mas sua prevenção é eficaz com o acesso a saneamento básico.

A doença teve várias outras pandemias regionais e globais e ainda não foi erradicada. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), de 100 a 120 mil pessoas morrem todos os anos contaminadas pelo cólera.

O escritor Gabriel García Márquez escreveu um best-seller chamado “O amor nos tempos do cólera”, que conta o romance de Florentino Ariza e Fermina Daza na América Latina do século XIX, que vivia um surto da doença.

Tuberculose

A tuberculose é uma antiga doença da humanidade, já que sinais da contaminação foram encontrados em esqueletos de mais de sete mil anos. Definida como o “Mal do Século” pelos poetas do romantismo brasileiro, a doença ataca o sistema respiratório e fez milhões de vítimas em todo o mundo, inclusive no Brasil.

A tuberculose é causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, conhecido como bacilo Koch. O surto de tuberculose ocorreu de 1850 a 1950 e somente começou a ser controlado após a descoberta do agente causador. Entretanto, a cura veio somente quando Alexandre Fleming descobriu a penicilina, em 1928. No período de surto, estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas tenham morrido pela doença.

Altamente contagiosa, a doença é transmitida de pessoa para pessoa e, apesar de ser considerada controlada atualmente, afeta países pobres.

Varíola

A varíola é uma doença que esteve presente em grande parte da história da humanidade. Registros históricos mostram que o faraó Ramsés II morreu da doença em 1.145 a.C. Entretanto, o último caso natural da doença foi registrado em outubro de 1977, o que levou a OMS a certificar a varíola como erradicada na década de 1980.

A erradicação da doença ocorreu em virtude de uma campanha de vacinação em massa que ocorreu em todo o mundo. Estima-se que, de 1896 a 1980, mais de 300 milhões de pessoas tenham morrido por varíola.

A vacina contra a doença foi descoberta por Edward Jenner em 1796. Causada pelo vírus Orthopoxvírus variolae, os principais sintomas eram: febre, erupções na garganta, na boca e no rosto. O risco de morte da doença era de 30%, sendo superior em bebês.

Gripe Espanhola

Causada pelo vírus Influenza, é uma gripe forte que se propaga pelo ar. A epidemia do começo do século XX foi batizada de “Gripe Espanhola” em virtude do surto ter se iniciado, com mais intensidade, na Espanha. Contudo, o vírus não tem origem em terras espanholas.

Estima-se que mais de 50 milhões de pessoas morreram em todo o mundo vítimas dessa pandemia. Como o Influenza é um vírus que está em constante mutação, não existe um tratamento completamente eficaz para ele. Contudo, existem vacinas antigripais que impedem um novo surto de gripe espanhola.

Estima-se que 35 mil brasileiros morreram nessa pandemia – dentre eles, o presidente Rodrigues Alves, em 1919.

HIV

O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) foi declarado pandêmico após 1980, quando os primeiros casos surgiram. O vírus leva à Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) e ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de infecções e doenças.

Considerado uma IST (Infecção Sexualmente Transmissível), o HIV é transmitido por meio do sangue, do esperma, da secreção vaginal e do leite materno contaminados com o vírus. Apesar de ter começado há mais de 30 anos, a pandemia de HIV ainda não foi dada como encerrada, já que a doença é recorrente em muitas regiões do mundo. Esse fato pode ser explicado porque ainda não foi descoberta uma cura para a doença.

Desde o início da pandemia, estima-se que mais de 22 milhões de pessoas tenham morrido em decorrência de doenças e complicações causadas pela Aids, como tuberculose e infecções. Apesar de ainda não existir cura para o HIV, o tratamento atual é altamente eficaz e pode, inclusive, baixar a carga viral para níveis indetectáveis, o que contribui para que a expectativa de vida de uma pessoa com HIV seja semelhante à de uma pessoa que não tem a doença.

Gripe Suína – H1N1

Assim como o coronavírus, essa epidemia se alastrou ao redor do mundo em poucos dias, trazendo sintomas similares aos de uma gripe forte. Foi causada por uma mutação do vírus Influenza que até então habitava apenas suínos, passando a atingir também humanos. Por isso, foi dado o nome de “Gripe Suína”.

Entre 2009 e 2010, estima-se de 17 a 18 mil pessoas morreram em todo o mundo vítimas dessa epidemia, que teria começado a se espalhar no México. Muitas pessoas morreram cerca de 48h depois dos primeiros sintomas.

A descoberta de vacinas contra o vírus impediu que novos surtos ocorressem. Contudo, o vírus continua sofrendo mutações e atingindo pessoas, de forma isolada, em todo o mundo.

Coronavírus

Os coronavírus são uma família viral conhecida pela ciência desde os anos 60, responsáveis por causar infecções respiratórias leves em humanos e animais. Em dezembro de 2019, uma nova modalidade desses vírus passou a se espalhar com muita rapidez a partir da China, causando uma epidemia global.

Apesar do vírus, por si só, não ser letal, ele se espalha com muita rapidez e causa morte principalmente entre pessoas consideradas dentro do grupo de risco – idosos, portadores de doenças respiratórias, diabéticos, cardíacos e outras doenças crônicas.

Até o momento há mais de 220 mil casos confirmados e quase 10 mil mortos no mundo todo. O Brasil, assim como vários países, tem adotado medidas para restringir a circulação de pessoas. A quarentena abrange o fechamento de comércios e de repartições públicas, suspensão de aulas e fechamento de fronteiras. Segundo os especialistas, o isolamento social é a melhor medida para frear a disseminação do vírus.

*Sob supervisão de Larissa Ayumi Sato.
Caroline Knup e Isabella Alonso Panho – Estagiárias*
Fonte: https://www.bonde.com.br/  

China faz festa de virada do ano com 2 mil drones; assista

Guilherme Preta, editado por Liliane Nakagawa 02/01/2020 12h01
Equipamentos substituíram os fogos e fizeram um show de luzes sincronizadas

China surpreendeu ao mundo na comemoração de Ano Novo. Em vez dos tradicionais fogos de artifício, o país usou dois mil drones para criar diversas imagens no céu de Xangai.

Uma das figuras formadas foi a de um homem correndo, que representou as conquistas do país em 2019. Os drones ainda mostraram uma contagem regressiva e simularam as explosões dos tradicionais fogos. No fim, a mensagem “Zhui Meng” (“persiga seus sonhos”, em tradução livre) foi formada em caracteres chineses.

Veja o espetáculo no vídeo abaixo.

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Fonte: Olhar Digital Via: CGTN America

Covid: Curados que testaram positivo não se reinfectaram

Descoberta foi anunciada pela Organização Mundial da Saúde

Curados da Covid-19 que testaram positivo não foram reinfectados Foto: EFE/Zsolt Czegledi

Pessoas que se recuperaram da Covid-19 (doença provocada pelo coronavírus) e, depois de semanas, tiveram resultado positivo para o vírus não foram reinfectadas, disse neste domingo (3) em entrevista a líder técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria van Kerkhove.

No programa Andrew Marr Show, da TV britânica BBC, ela afirmou que os testes estão reagindo com células mortas que emergem durante o processo de cicatrização dos pulmões.

– Não são vírus ativos, não é reinfecção, nem reativação – afirmou ela.

Os resultados positivos em pessoas já curadas acontecem porque os testes do tipo PCR , ou moleculares, são mais complexos e analisam o material genético do coronavírus.

Depois de várias etapas de processamento, fragmentos são lidos pelo exame. O material genético do vírus presente nas células mortas de pulmão expelidas depois de algumas semanas pelos recuperados acaba sendo detectado nesse processo, segundo a líder técnica da OMS.

Maria afirmou, no entanto, que os cientistas ainda não sabem com certeza se doentes que se curaram e desenvolveram anticorpos estão imunizados, qual a potência da imunidade e por quanto tempo ela dura.

*Folhapress

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Fonte: Pleno.News

Brasileiros já trabalham em candidata a vacina contra coronavírus

Coronavírus: estratégia de brasileiros na busca por uma vacina é diferente das adotadas por indústrias farmacêuticas e grupos de pesquisa em diversos países. Crédito: Pete Linforth/Pixabay
Pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) estão desenvolvendo uma vacina contra o coronavírus da síndrome respiratória aguda grave, o Sars-CoV-2.

Por meio de uma estratégia diferente das adotadas por indústrias farmacêuticas e grupos de pesquisa em diversos países, os cientistas brasileiros esperam acelerar o desenvolvimento e conseguir chegar, nos próximos meses, a uma candidata a vacina contra o novo coronavírus que possa ser testada em animais.

“Acreditamos que a estratégia que estamos empregando para participar desse esforço mundial para desenvolver uma candidata à vacina contra o Covid-19 é muito promissora e poderá induzir uma resposta imunológica melhor do que a de outras propostas que têm surgido, baseadas fundamentalmente em vacinas de mRNA”, disse à Agência Fapesp Jorge Kalil, diretor do Laboratório de Imunologia do Incor e coordenador do projeto, apoiado pela Fapesp.

LEIA TAMBÉM: Cientistas identificam proteína que transporta o novo coronavírus

Utilizada no desenvolvimento da primeira vacina experimental contra o Sars-CoV-2, anunciada no fim de fevereiro nos Estados Unidos, a plataforma tecnológica de mRNA se baseia na inserção na vacina de moléculas sintéticas de RNA mensageiro (mRNA) – que contêm as instruções para produção de alguma proteína reconhecível pelo sistema imunológico.

Método seguro

A ideia é que o sistema imunológico reconheça essas proteínas artificiais para posteriormente identificar e combater o coronavírus real. Já a plataforma que será utilizada pelos pesquisadores do Incor é fundamentada no uso de partículas semelhantes a vírus (VLPs, na sigla em inglês de virus like particles).

Estruturas multiproteicas, as VLPs possuem características semelhantes às de um vírus e, por isso, são facilmente reconhecidas pelas células do sistema imune. Porém, não têm material genético do vírus, o que impossibilita a replicação. Por isso, são seguras para o desenvolvimento de vacinas.

“Em geral, as vacinas tradicionais, baseadas em vírus atenuados ou inativados, como a do influenza [causador da gripe], têm demonstrado excelente imunogenicidade, e o conhecimento das características delas serve de parâmetro para o desenvolvimento bem-sucedido de novas plataformas vacinais”, afirmou Gustavo Cabral, pesquisador responsável pelo projeto.

Eficiência e segurança

“Mas, neste momento, em que estamos lidando com um vírus pouco conhecido, por questões de segurança é preciso evitar inserir material genético no corpo humano para evitar eventos adversos, como multiplicação viral e possivelmente reversão genética da virulência. Por isso, as formas alternativas para o desenvolvimento da vacina antiCovid-19 devem priorizar, além da eficiência, a segurança”, ressaltou Cabral.

A fim de permitir que sejam reconhecidas pelo sistema imunológico e gerem uma resposta contra o coronavírus, as VLPs são inoculadas juntamente com antígenos – substâncias que, ao serem introduzidas no corpo humano, fazem com que o sistema imune produza anticorpos.

Dessa forma, é possível unir as características de adjuvante dos VLPs com a especificidade do antígeno. Além disso, as VLPs, por serem componentes biológicos naturais e seguros, são facilmente degradadas, explicou Cabral.

“Com essa estratégia, é possível direcionar o sistema imunológico para reconhecer as VLPs conjugadas a antígenos como uma ameaça e desencadear a resposta imune de forma eficaz e segura”, disse.

Concepção artística de uma VLP conjugada ao antígeno (figura adaptada de artigo publicado pelo grupo de pesquisadores na revista “Vaccines” em julho de 2019). Via Agência Fapesp
Plataforma de antígenos

O pesquisador fez nos últimos cinco anos pós-doutorados nas universidades de Oxford, na Inglaterra, e de Berna, na Suíça, onde desenvolveu candidatas a vacinas utilizando VLPs contra doenças, como a causada pelo vírus zika.

Por meio de um projeto apoiado pela Fapesp, Cabral retornou ao Brasil, onde iniciou, no Laboratório de Imunologia do Incor, no começo de fevereiro, um estudo voltado a desenvolver vacinas contra Streptococcus pyogenes – causador da febre reumática e da cardiopatia reumática crônica – e chikungunya utilizando VLPs.

Com a pandemia de Covid-19, o projeto foi redirecionado para desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus.

“O objetivo é desenvolver uma plataforma de entrega de antígenos para células do sistema imune de forma extremamente fácil e rápida e que possa servir para desenvolver vacina não só contra o Covid-19, mas também para outras doenças emergentes”, ressaltou Cabral.

Os antígenos do novo coronavírus estão sendo produzidos a partir da identificação de regiões da estrutura do vírus que interagem com as células e permitem a entrada dele, as chamadas proteínas spike.

Essas proteínas, que são protuberâncias pontiagudas ao redor do envelope viral, resultam no formato de coroa, que conferiu o nome corona a esse grupo de vírus.

Resposta protetora

Após a identificação dessas proteínas spike, são extraídos fragmentos delas que são conjugadas às VLPs.

Por meio de testes com o plasma sanguíneo de pacientes infectados pelo novo coronavírus, é possível verificar quais fragmentos induzem uma resposta protetora e, dessa forma, servem como potenciais candidatos a antígenos.

“Já estamos sintetizando esses antígenos e vamos testá-los em soro de pacientes infectados”, afirmou Cabral.

Após a realização dos testes em camundongos e comprovada a eficácia da vacina, os pesquisadores pretendem estabelecer colaborações com outras instituições de pesquisa para acelerar o desenvolvimento.

“Após comprovarmos que a vacina neutraliza o vírus, vamos procurar associações no Brasil e no exterior para encurtar o caminho e desenvolver o mais rápido possível uma candidata à vacina contra o Covid-19”, disse Kalil.

O pesquisador é coordenador do Instituto de Investigação em Imunologia, sediado no Incor – um dos INCTs apoiados pela Fapesp no Estado de São Paulo.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Planeta

Brasil já tem 234 casos de coronavíros

Número de casos de coronavírus no Brasil sobe para 234

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O número de casos confirmados do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil subiu de 200 para 234, segundo a atualização divulgada pelo Ministério da Saúde.

São Paulo é responsável por mais da metade dos casos (152). Em seguida aparece Rio de Janeiro (31), Distrito Federal (13), Santa Catarina e Paraná (6) e Minas Gerais (5).

Já os casos suspeitos ultrapassaram os 2 mil, chegando a 2.064.São Paulo lidera com 1.177, seguido por Rio Grande do Sul (119), Santa Catarina (109), Distrito Federal (107) e Rio de Janeiro (96).

Os casos descartados são de 1.624. Ainda não houve mortes em razão da doença. Todos os estados do Brasil já existem casos do coronavírus.

Fonte: http://egnews.com.br

Pesquisadores criam os primeiros robôs vivos

Criados com células-tronco de embriões de sapos, os Xenobots podem ser programados para se locomover ou trabalhar em grupo dentro de um organismo

 

Rafael Rigues

Pesquisadores da Universidade de Vermont e da Universidade Tufts, nos EUA, desenvolveram os primeiros “robôs” programáveis construídos com tecido vivo. Batizados de Xenobots, eles são construídos a partir de células-tronco embriônicas de uma espécie de sapo africano e podem trabalhar grupos, caminhar e nadar em um organismo e sobreviver semanas sem comida.

Segundo os pesquisadores, eles são “formas de vida completamente novas, nunca vistas na natureza”, com corpos projetados por um supercomputador. “Eles não são um robô tradicional nem uma espécie conhecida de animal. São uma nova classe de artefato: um organismo vivo e programável”, disse Joshua Bongard, um dos líderes da pesquisa na Universidade de Vermont, em um comunicado à imprensa.

Os robôs tradicionais “degradam-se com o tempo e podem produzir efeitos colaterais prejudiciais à saúde e ao ecossistema”, disseram os pesquisadores no estudo, publicado na segunda-feira no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences. Como máquinas biológicas, os xenobots são mais “amigáveis” ao meio-ambiente e mais seguros para a saúde humana, segundo o estudo.

Os xenobots podem sobreviver em ambientes aquosos sem nutrientes adicionais por dias ou semanas – tornando-os adequados para a administração interna de medicamentos. Também podem se “consertar” quando danificados. Mas uma coisa que não podem fazer, por decisão dos cientistas, é se reproduzir. Eles se alimentam de lipídios e depósitos de proteína em suas células, e podem viver cerca de uma semana sem alimentos extras, ou mais tempo em um ambiente rico em nutrientes.

Os robôs poderiam potencialmente ser usados para uma série de tarefas, como limpar resíduos radioativos, coletar microplásticos nos oceanos, transportar remédios para dentro de corpos humanos ou até mesmo viajar para nossas artérias para remover placas de gordura. Além disso, também podem nos ajudar a compreender melhor os mecanismos da biologia celular.

“Se pudéssemos criar uma forma biológica em 3D sob demanda, poderíamos reparar defeitos de nascimento, reprogramar tumores em tecidos normais, regenerá-los após lesões traumáticas ou doenças degenerativas e derrotar o envelhecimento”, disseram os pesquisadores. Esta pesquisa pode ter “um enorme impacto em áreas da medicina regenerativa como construção de partes do corpo e indução da regeneração”.

Fonte: Olhar Digital