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domingo, dezembro 15, 2019

É isso mesmo! Mac Pro chegará ao Brasil custando até R$ 429 mil

O valor poderá ser parcelado em até 12x sem juros e para pagamento a vista há um desconto de 10%

Já virou tradição na imprensa tech no Brasil comentar sobre os preços infames dos produtos da Apple, e com o lançamento do Mac Pro alcançamos um novo patamar na escala de perplexidade em relação a política de preços dos dispositivos da gigante de Cupertino. Este computador lançado anunciado em junho chegará por aqui custando até R$ 428.799, em sua versão mais parruda. O valor poderá ser parcelado em até 12x sem juros e para pagamento a vista há um desconto de 10%.

Mac Pro anunciado este ano redefiniu a linha, inclusive com uma mudança radical no design, saiu o formato cilíndrico e entrou em cena essa nova versão com chassi retangular em aço inoxidável, design que chamado por alguns de ralador de queijo (pior que parece mesmo!). Independente da versão em termos de hardware do novo Mac Pro o preço no Brasil assusta. A versão mais básica do computador custa R$ 55.999. Nos EUA a configuração inicial sai por US$ 6 mil (R$ 24.678, em conversão direta).

Leia a matéria completa no Hardware, parceiro do Metrópoles.

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Fonte: Metropoles

Cientistas criam neurônios artificiais pra tratar Alzheimer

Os chips também poderiam tratar condições como insuficiência cardíaca

Um feito inédito da equipe de pesquisadores da Universidade de Bath (Inglaterra) conseguiu reproduzir a atividade biológica de neurônios usando chips de silicone.

Os “neurônios artificias” requerem apenas 140 nanoWatts para funcionar, o que é um bilionésimo da energia necessária a microprocessadores utilizados em outros estudos.

Os chips tem a função de curar doenças crônicas como o Alzheimer que faz com que os neurônios não funcionem adequadamente.

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Fonte: Metropoles

Bebês chineses geneticamente modificados podem ter mutações acidentais

Controverso estudo liderado pelo Dr. He Jiankui visava criar bebês geneticamente resistentes ao HIV. Mas segundo cientistas ocidentais, os pesquisadores “erraram o alvo” e tentaram esconder o fato

 

Um controverso experimento chinês para a criação de bebês geneticamente modificados para resistir ao vírus HIV, divulgado como um sucesso em novembro passado, pode ter gerado “mutações inesperadas”, segundo cientistas ocidentais.

A ideia do Dr. He Jiankui era usar a técnica CRISPR para reproduzir uma mutação no gene CCR5 conhecida como Delta 32, que confere resistência natural ao HIV em alguns indivíduos. Mas embora sua equipe tenha atingido o gene correto, ela não conseguiu criar a mutação desejada.

A afirmação foi feita após trechos de dois manuscritos do Dr. He, criados para divulgação de sua pesquisa e inéditos até agora, terem sido publicados pelo site MIT Technology Review. Os documentos foram submetidos a uma análise por um professor de direito, um especialista em fertilização in-vitro, um geneticista e um embriologista.

Os especialistas concluíram que as alegações feitas por He e sua equipe não são suportadas pelos dados, os pais dos bebês foram pressionados a participar do experimento, o benefício médico é no mínimo duvidoso e os cientistas tentaram aplicar a técnica em seres humanos sem compreender completamente os efeitos das modificações que fizeram.

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Fonte: MIT Technology Review

Motorola lança o One Hyper, aparelho com câmera frontal pop-up

Grande destaque do aparelho são as câmeras; sensor traseiro principal possui 64 MP e o frontal, pop-up, possui 32 MP

Motorola lançou nesta quarta-feira (4) o novo integrante da sua linha One, o Motorola One Hyper. O aparelho, que conta com a câmera traseira mais potente da empresa até o momento, possui 64 MP de resolução em seu sensor principal.

A grande novidade do One Hyper, no entanto, fica por conta da câmera frontal pop-up. Com 32 MP, ela não ocupa espaço de tela, já que está localizada em um compartimento que se expande quando acionado.

Essa tecnologia permite aproveitamento total da tela full HD+ de 6,5 polegadas presente no aparelho. Além disso, o smartphone possui tecnologia “Night Vision” em ambas as câmeras e recurso Quad Pixel – que proporciona uma sensibilidade à luz até quatro vezes maior para garantir fotos mais nítidas.

Em sua parte interna, o aparelho foi equipado com processador Snapdragon 675 octa-core com sistema de inteligência artificial integrado. O smartphone possui 4GB de RAM e armazenamento interno de 128 GB (expansível até 1 TB via cartão de memória).

A bateria deste modelo possui 4.000 mAh com suporte a carregamento rápido de 45W. A empresa promete até 12 horas de uso com apenas 10 minutos de carga. Além de ter a bateria carregada com 75% de sua capacidade após apenas 30 minutos plugada à tomada.

Reprodução

Motorola se orgulha em dizer que possui um Android puro, que permite o uso simultâneo de diversos aplicativos. Falando em Android, o Android 10 será o sistema operacional do dispositivo, fazendo com que ele seja o primeiro aparelho do portfólio da empresa a sair de fábrica com o novo SO.

Como informado, o grande destaque desse dispositivo são suas câmeras. O sistema de Moto Ações está disponível para facilitar a maneira como os usuários utilizam cada uma delas. Ao chacoalhar o pulso, a câmera pop-up é mostrada; ao girar uma segunda vez, a câmera traseira é acionada com o sensor principal e um sensor ultra wide de 118º.

Para os mais desastrados, a câmera retrátil pode ser um problema. Porém, a Motorola implementou um sistema que, se o aparelho detecta que está em queda, a câmera é fechada automaticamente.

O smartphone traz outros detalhes em sua composição, como a luz de notificação localizada na parte traseira do aparelho, em volta do sensor de impressão digital. O dispositivo também possui proteção contra respingos de água.

O Motorola One Hyper está disponível a partir de hoje (4) com preço sugerido de R$ 2.499. O produto chega primeiro na cor azul oceano. Em janeiro, ele estará disponível nas cores vermelho âmbar e rosa boreal.

  • Tela: 6,5 polegadas Full HD+
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 675
  • Memória e armazenamento: 4 GB de RAM + 128 GB de espaço interno
  • Câmeras: 64 MP + 32 MP
  • Bateria: 4.000 mAh

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Olhar Digital

Fora do ar. Facebook e Instagram instáveis no Brasil e no mundo

A falha foi registrada na manhã desta quinta-feira (28/11/2019)

ReproduçãoREPRODUÇÃO

O Facebook e o Instagram estão fora do ar em diversas regiões do mundo. A instabilidade foi registrada na manhã desta quinta-feira (28/11/2019).

De acordo com o site DownDetector, a instabilidade começou por volta das 10h (horário de Brasília).

O Facebook ainda não se pronunciou sobre as falhas.

Fora do ar. Facebook e Instagram instáveis no Brasil e no mundo
Fonte: Metropoles

Novo adesivo regenera pele de diabéticos e evita amputação

A regeneração com o adesivo demora no máximo de 21 dias e dá aos pacientes a oportunidade de recuperar logo a qualidade de vida

Ele foi criado por especialistas do Instituto de Pesquisa de Materiais (IIM) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) e contém nanofibras que ajudam na regeneração da pele, que sofre com feridas que não cicatrizam.

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Fonte: Metropoles

Quase metade da população mundial não tem acesso à internet

A informação é apresentada e discutida no relatório Estado da Banda Larga 2019 por grupo formado por empresas e membros das Nações Unidas

Michael Melo/MetrópolesMICHAEL MELO/METRÓPOLES

Em 2019, o acesso à internet passou a estar disponível a 51% da população mundial. Foi o primeiro ano em que a conectividade ultrapassou a casa dos 50%. Contudo, o índice mostra que, a despeito da Rede Mundial de Computadores ter ganhado importância nas mais diversas esferas sociais nos últimos 20 anos, quase metade da população ainda não dispõe desse recurso. A informação é apresentada e discutida no relatório Estado da Banda Larga 2019, da Comissão de Banda Larga, grupo que reúne representantes de empresas e das Nações Unidas.

Quando considerados os domicílios, o índice aumenta, chegando a 57,8%. Em 2005, 19% das casas conseguiam navegar na web. Contudo, quando considerada a banda larga fixa, o percentual cai para 14%. Já o ritmo de crescimento de conectividade em lares desacelerou, tendo saído de 53% para 54,8% entre 2017 e 2018. Em países mais pobres, a taxa de crescimento caiu de 19% em 2017 para 17,5% em 2018.

A análise sobre a presença de lares atendidos por serviços de fixas de banda larga é considerada importante por pesquisadores uma vez que as conexões móveis em geral possuem limitações para a fruição plena de serviços, como franquias que restringem o consumo, por exemplo, de vídeos em quantidade razoável.

Desigualdades

O relatório aponta que para além de metade da população estar fora da internet, entre os conectados há desigualdades importantes. “As distâncias existentes na adoção de conectividade são conduzidas por brechas de diferentes tipos: geografias (áreas urbanas x rurais), renda (ricos x pobres), idade e gênero, entre outros”, destaca o relatório.

Enquanto a conexão de baixa qualidade foi apontada por 43% em países mais pobres, o problema foi mencionado 25% de entrevistados em nações mais ricas. Outro exemplo mais claro é no preço dos pacotes entre diferentes regiões do globo. Enquanto o preço de uma franquia de 1 giga em países do Sul da Ásia consome 1,2% da renda mensal média, na África Subsaariana o serviço custa o equivalente a 6,8% da receita média mensal.

Redes

Contudo, conforme o relatório a infraestrutura avançou e hoje está presente em localidades abrangendo 96% da população mundial. O tráfego internacional de dados é realizado por 400 cabos submarinos, abarcando 1,2 milhão de quilômetros, e por 775 satélites com atuação em serviços de comunicação na órbita da Terra.

No ecossistema móvel, 2018 foi o ano em que a tecnologia 4G se tornou hegemônica, ultrapassando a 2G, sendo responsável por 44% das conexões móveis. Citando dados da consultoria GSMA, o documento ressalta que o 5G, o novo paradigma tecnológico dos serviços móveis, tornou-se “uma realidade”.

No ano passado, o novo padrão foi lançado nos Estados Unidos e na Coreia do Sul. Em 2019, a previsão é que ele passe a ser ofertado em 16 novos países. A expectativa da GSMA é que em 2025 haja 1,4 bilhão de conexões, cerca de 15% da base total.

Para os autores, a internet se encontra em uma “encruzilhada”. “Há um reconhecimento crescente de que os desafios e riscos demandam políticas e regulações específicas, assim como novas abordagens de negócio e iniciativas industriais voltadas a mitigar efeitos não intencionados e resultados negativos da adoção da internet”.

O documento ressalta que as pessoas não podem apenas ser divididas entre usuários e não-usuários, mas deve ser entendida a diversidade de formas de conectividade e experiências online. O reconhecimento dessas especificidades passa pela consideração de públicos mais vulneráveis em sua presença na web. Mulheres estão sujeitas a perseguição, assédio e discurso de ódio na web. Já crianças são vítimas de abusos, exploração e bullying.

Modalidades de uso

Considerando a variedade de experiências, o relatório traz dados sobre diferentes modalidades de atividades na web (ver gráfico). A troca de mensagens por apps como Whatsapp e FB Messenger é o mais popular, seguida por redes sociais, ligações online e ler notícias. As ações variam conforme a renda, com a prática de obter informação e comprar produtos sendo mais comum em países mais ricos.

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Fonte: Metropoles

Mega-robôs russos: avanço tecnológico ou ‘Frankenstein’ de sucata?

Mega-robôs russos: avanço tecnológico ou ‘Frankenstein’ de sucata?

22 setembro 2019
Robô russo FedorDireito de imagemEPA
Image captionFedor fez história como o primeiro robô enviado pela Rússia ao espaço – o problema é que ele não tinha muito o que fazer por lá

No meio científico, a Rússia é conhecida por se vangloriar de seus robôs – ao mesmo tempo em que tem uma relação ambivalente com eles.

O país enfrentou uma série de reveses públicos com seus artefatos tecnológicos, por exemplo com o robô Fedor, lançado ao espaço a bordo da aeronave Soyuz em agosto com muita publicidade e empolgação por parte da agência espacial russa Roscosmos.

Fedor de fato fez história: foi o primeiro robô a ser enviado ao espaço pela Rússia, mas a missão que começou bem enfrentou um obstáculo crucial na reta final. A tentativa de acoplar o robô à Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês) teve de ser abortada por causa de um problema técnico.

Fazendo justiça a Fedor, ele não foi o culpado pelo imprevisto. Apesar de a imprensa estatal russa tê-lo apresentado como uma revolução tecnológica – e de outros relatos incorretos terem apontado o robô como o responsável por pilotar a Soyuz –, o artefato fazia poucas coisas além de falar.

O projetista do Fedor, Yevgeny Dudorov, explica que o robô não foi sequer idealizado para trabalhar no ambiente espacial. À imprensa especializada, Dudorov afirmou que suas pernas longas (Fedor tem 1,8 metro) não tinham utilidade em missões fora da Terra.

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Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Para muitos entusiastas da Mercedes-Benz e AMG, a notícia não é nada boa. A Daimler confirmou à revista alemã Auto Motor und Sport o fim do desenvolvimento de motores a combustão. Ou seja, daqui para a frente não haverá mais propulsores a gasolina e diesel de projetos novos.

A informação partiu de Markus Schaefer, chefe de desenvolvimento da Daimler, que enfatizou a importância de se transferir os fundos necessários para o desenvolvimento de carros elétricos, com motores mais possantes e baterias com capacidade ampliada. O passo dado pela Mercedes-Benz não é estranho, visto que Volkswagen e Volvo já o fizeram.

Tanto na rival alemã quanto no fabricante sueco, o desenvolvimento de novos motores a gasolina e diesel parou, sendo os investimentos direcionados para eletrificação. Schaefer revelou também que uma atualização foi feita recentemente nos motores usados atualmente e que o orçamento para pesquisa e desenvolvimento continuará no mesmo nível daqui para frente.

Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Schaefer diz que não existem planos para novos motores de ciclos Otto e Diesel, mas não exclui a possibilidade de um dia a Daimler voltar a desenvolver algum propulsor do tipo. Bom, pelo menos isso deverá se manter na linha de veículos comerciais pesados, onde o diesel será mandatório por muito mais tempo que nos automóveis.

O último projeto da Daimler é o novo motor de seis cilindros em linha 3.0 M256, que já foi projetado para ser eletrificado, trabalho com propulsor de energia auxiliar para reduzir emissão e consumo, ganhando até em performance. Ao contrário da Volkswagen, a Mercedes-Benz não datou sua atuação com motores convencionais.

A produção seguirá normalmente nos próximos anos, mas é evidente que o volume deverá ser gradualmente reduzido até converter-se completamente em elétrico. Na VW, a produção deverá se encerrar completamente em 2040, sendo que a última plataforma MQB/MLB deve surgir em 2026. Ou seja, a partir daí, apenas bases de propulsão elétrica serão desenvolvidas.

Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Na Volvo, os modelos “D3/4/5” saem do portfólio da marca sueca em 2023, ficando apenas o motor Drive-E a gasolina por mais alguns anos, quando também sairá de cena. A partir daí, só elétricos. Na Alemanha, a resistência vem da BMW, que acredita que os motores diesel terão vida de pelo menos 20 anos, enquanto os com gasolina sobreviverão nos próximos 30 anos.

A BMW confirmou que continuará o desenvolvimento de motores comuns enquanto inicia seu processo de eletrificação, que está bem mais lento que o das rivais VW e Daimler.

[Fonte: Auto Motor und Sport]

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Revelada a face dos hominídeos de Denisova, parentes perdidos do ser humano

Revelada a face dos hominídeos de Denisova, parentes perdidos do ser humano

  • 19 setembro 2019
Reconstrução do hominídeo de DenisovaDireito de imagemMAAYAN HAREL
Image captionAcredita-se que os hominídeos de Denisova foram extintos cerca de 50 mil anos atrás – ainda não se sabe como

Pouco mais de uma década depois da descoberta de restos dos hominídeos de Denisova em uma caverna da Sibéria, pesquisadores fizeram a primeira reconstrução do rosto destes “parentes distantes” dos humanos modernos.

Por meio de análises de DNA do material encontrado em 2008 — três dentes, um osso de dedo mindinho e uma mandíbula —, cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém reconstituíram os traços da espécie, extinta há cerca de 50 mil anos.

Acredita-se que os hominídeos de Denisova habitaram a região da atual Sibéria e parte do leste da Ásia.

Também há evidências de que eles viveram em regiões altas do Tibete, passando adiante genes que ajudaram humanos modernos a se adaptar a regiões de altitude.

Cerca de 5% do DNA da população nativa da Oceania pode ser ligado aos hominídeos de Denisova, dizem estudos.

Semelhanças e diferenças

“Os hominídeos de Denisova se assemelhavam aos Neandertais de várias maneiras, mas alguns de seus traços se aproximavam mais aos dos humanos modernos — outros eram únicos”, diz o professor Liran Carmel, um dos autores do estudo e pesquisador da Universidade Hebraica de Jerusalém.

trabalho foi publicado na revista científica Cell nesta quinta-feira (19).

Aproximadamente 100 mil anos atrás, grupos diferentes de hominídeos — incluindo os seres humanos modernos, Neandertais e os Denisova — conviviam no planeta.

Reconstrução do hominídeo de DenisovaDireito de imagemMAAYAN HAREL
Image captionOs hominídeos de Denisova foram contemporâneos dos Neandertais e dos humanos modernos

A reconstrução — baseadas em complexas análises de DNA dessas espécies e de outro homínideo, os chimpanzés — mostram que o crânio do hominídeo de Denisova era provavelmente mais largo do que o dos humanos modernos ou dos Neandertais. Eles também tinham o queixo “para dentro”.

Assim como os Neandertais, tinham a testa protuberante e o rosto largo. Como os humanos modernos, a arcada dental ampla.

Para Carmel, o trabalho é apenas o começo de uma longa pesquisa sobre os Denisova, sobre a qual a Ciência ainda sabe muito pouco.

“Eles eram muito semelhantes a nós em alguns aspectos. Por isso, é fundamental entender as diferenças para tentar compreender como nos adaptamos no mundo”, disse à BBC.