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segunda-feira, maio 25, 2020

Pesquisadores da USP desenvolvem “capacete-respirador” para tratar pacientes com a covid-19

Uma parceria da USP com a iniciativa privada deverá resultar, em breve, em mais uma arma na luta contra a covid-19. Uma equipe multidisciplinar da universidade formada por pesquisadores da Escola Politécnica (Poli), Faculdade de Medicina (FM) e da Faculdade de Odontologia (FO) está desenvolvendo um capacete que, adaptado ao respirador artificial, dispensa o uso do tubo endotraqueal em pacientes internados nas UTIs. O protótipo está em fase final de desenvolvimento e deverá estar concluído ainda neste mês de maio.

“Trata-se de uma opção menos invasiva, já que em muitos casos pode ser uma alternativa para evitar a necessidade de utilização do tubo endotraqueal introduzido no paciente”, descreve o professor Raul Gonzales Lima, coordenador da iniciativa que vem sendo viabilizada no âmbito do Projeto Inspire – Ventilador Pulmonar de Baixo Custo, que é mantido na Poli. De acordo com o professor, o projeto vem sendo desenvolvido a pedido dos pesquisadores da Faculdade de Medicina e além de seu desenvolvimento tecnológico, “há os trâmites junto à Anvisa e comissões de pesquisas, que já estão também em andamento”.

O protótipo do capacete está em sua terceira versão. “A cada protótipo vamos aperfeiçoando e melhorando as funções. Desta vez estamos trabalhando para reduzir a complacência no equipamento, que resulta da movimentação do capacete de acordo com a entrada e saída do ar. “Denominamos ‘complacência’ o espaço morto instrumental que acaba armazenando o CO2 que é retirado dos pulmões. Se isso ocorrer, parte desse CO2 acaba retornando ao órgão, o que é prejudicial ao paciente que utiliza o respirador. Por isso é importante utilizar materiais mais rígidos para que o volume do capacete varie pouco”, explica Gonzales.

“Escafandro”

Pesquisadores da USP desenvolvem 'capacete-respirador' para ...

O equipamento, batizado inicialmente como “Escafandro” − por parecer a vestimenta usada por mergulhadores −, é composto de uma cúpula redonda de acrílico, por uma membrana de látex que se ajusta ao pescoço do paciente, uma almofada inflável sobre os ombros, e filtros e válvulas de acesso. “O acrílico é um material translúcido que pode ser higienizado até mesmo com bactericidas”, descreve Gonzales.

O capacete possui dois tubos que são ligados ao respirador artificial que funcionam como entrada e saída de ar. O sistema precisa ser conectado a um respirador artificial que faça com que o ar que entra tenha concentração e pressão controlados para melhorar a oxigenação sanguínea. “Outra vantagem do equipamento é que ele impede a contaminação no ambiente de uma UTI, já que o ar é filtrado. Assim, possíveis partículas da covid-19 não serão dispersadas no ambiente hospitalar, e isso resultará em mais segurança aos que atuam diretamente com esses pacientes”, lembra o pesquisador. “Além disso, como a estrutura permite a higienização poderá ser reutilizada para outros pacientes depois de descontaminada, reduzindo custos e descartes”, explica Gonzales.

De acordo com Gonzales, os próximos passos do projeto consistem em otimizar ainda mais a complacência e avaliar o uso de outros materiais. “Estamos na etapa que podemos chamar de física e biomédica que deve ser concluída nesta semana para, assim que aprovado pela Comissão de Ética, passarmos aos testes clínicos”, diz Gonzales, lembrando que a produção, após o projeto definitivo, poderá ser rápida e em larga escala pois utiliza materiais e infraestrutura de fabricação disponíveis no mercado nacional.

Os pesquisadores preferem não estimar custos, mas segundo informações já veiculadas na imprensa por representantes das indústrias parceiras, o equipamento poderá custar menos de R$ 400.

Mais informações: https://www.poli.usp.br/inspire/contato-projeto-inspire

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Fonte: USP

Esperança! Brasil tem mais de 125 mil recuperados da Covid

Número representa mais de um terço do total de casos
Brasil tem mais de 125 mil curados da Covid-19 Foto: Divulgação

O Brasil alcançou, nesta quinta-feira (21), a marca de 125.960 pessoas recuperadas da Covid-19. O número representa mais de um terço dos 310 mil casos registrados desde o início da pandemia.

Com 20.047 mortes no total e 310.087 casos confirmados, o Brasil é o terceiro com mais casos no mundo, mas nesse ritmo deve se tornar o segundo na sexta (22). Foram registrados 18.508 novos casos em um dia.

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Os dois países à frente do Brasil em número de casos são EUA (cerca de 1,5 milhão) e Rússia (317 mil), segundo a Universidade Johns Hopkins (EUA), que monitora dados da pandemia de Covid-19.

São Paulo chegou a 5.558 mortos em decorrência do novo coronavírus. Na sequência, em relação ao total de óbitos, aparecem Rio de Janeiro (3.412), Ceará (2.161), Pernambuco (1.925) e Pará (1.852).

Em relação ao número de casos, São Paulo também é o estado mais afetado, com um total de 73.739 pessoas infectadas desde o início da pandemia. O Rio de Janeiro voltou a ser o segundo em número de casos, com 32.089. Na sequência aparecem Ceará, com 31.413; Amazonas, com 25.367; e Pernambuco, com 23.911.

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Fonte: Metropoles

Veja os cinco computadores mais vendidos da história

Embarque conosco nesse artigo que relembra esta década essencial para o mercado dos computadores

Não é de surpreender que os cinco computadores mais vendidos da história tenham sido lançados na mesma década. Os anos 80 pavimentaram o mercado da computação pessoal, com empresas, outrora muito fortes, e que hoje em dia estão relegadas ao livros e artigos, como a Commodore e Sinclair, e outras que continuaram sendo figurinhas tarimbadas, como IBM, Apple e Microsoft.

Os grandes astros de uma época em que o público, mídia e até os próprios participantes dessa indústria descobriam todo um novo universo. O universo em que o computador em cada lar se tornou uma ideia tangível.

Leia a reportagem completa no site do nosso parceiro Hardware.

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Fonte: Metropoles

Mais de 626 mil pessoas já foram vacinadas contra a gripe no DF

Levantamento mostra que já foram vacinadas 13.674 crianças de até 2 anos, correspondendo a 21% da meta estabelecida para esse público

Foto: Breno Esaki/Saúde-DF

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal imunizou 626.346 pessoas durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza – o equivalente a 79,9% da meta estabelecida. Para os grupos cuja vacinação foi iniciada no dia 4 de maio, a cobertura vacinal foi de 18,7% para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, 22,3% para gestantes e 28,3% para puérperas.

Levantamento mostra que já foram vacinadas 13.674 crianças de até 2 anos, correspondendo a 21% da meta estabelecida para esse público. Os menores de cinco anos totalizaram 19.323, chegando a 16,5% de cobertura vacinal. A partir dos cinco anos, foram vacinadas 7.920 crianças, alcançando 19,9% de cobertura.

O secretário de Saúde, Francisco Araújo, lembrou que os índices estão abaixo das metas estabelecidas. “Por isso, é importante que as mães e os responsáveis levem as crianças para vacinação”, disse ele. Araújo acrescentou que a vacinação contra a Influenza é mais ainda importante neste momento que estamos vivendo de pandemia da Covid-19 e para a qual ainda não existe vacina.

A gerente de Imunização da Secretaria de Saúde, Renata Brandão, também alerta que os números estão bem abaixo do esperado. “Infelizmente, esse é um grupo de risco para a Influenza – principalmente crianças menores de 2 anos, que podem vir a morrer caso sofram complicações. Por isso, pedimos que as mães levem seus filhos para se vacinar”, alerta.

Até sexta-feira, 7.235 gestantes procuraram as salas de vacina do DF, alcançando 22,3% da meta estabelecida. Enquanto isso, 1.514 puérperas foram vacinadas no momento, correspondendo a 28,3% do público-alvo estimado.

“Esses grupos são o de maior vulnerabilidade e risco, com mais dificuldade de vacinação. Como podem morrer em casos de complicações, devem ir para as salas de vacina o quanto antes e se proteger contra a Influenza”, diz Renata.

No dia 11 de maio começou a etapa de vacinação para pessoas com deficiência – desse público, 745 já foram vacinadas, representando apenas 0,8% da cobertura vacinal estimada.

A cobertura vacinal dos grupos prioritários vacinados na segunda fase da campanha foi de 95,4% para população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e jovens sob medidas socioeducativas, 75,1% para pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, 94,7% para forças de segurança e salvamento, 23,3% para caminhoneiros e portuários e 44,9% para trabalhadores de transporte coletivo (motoristas e cobradores).

Moradores do Riacho Fundo I foram imunizados contra o influenza neste sábado (16). O atendimento ocorreu por drive-thru, no estacionamento da Administração Regional. Foram vacinados, ao todo, 950 pessoas – sendo 276 crianças e 683 adultos. A ação foi coordenada pela diretoria de Atenção Primária da Região de Saúde Centro-Sul, que contou com 15 servidores da UBS 1, em parceria com a Administração Regional e Detran.

Professores

A partir de 18 de maio, serão incluídos os professores da rede pública e privada e as pessoas de 55 a 59 anos de idade. Apesar da organização por fases, todos os grupos prioritários poderão ser vacinados até o final da campanha, previsto para 05 de junho.

Em decorrência da pandemia do novo coronavírus, com a finalidade de evitar aglomerações, o Ministério da Saúde decidiu cancelar o Dia de Mobilização Nacional, dia D, que estava previsto para 9 de maio e prorrogar o final da campanha para dia 5 de junho.

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Fonte: Agência Brasília

Covid: Curados que testaram positivo não se reinfectaram

Descoberta foi anunciada pela Organização Mundial da Saúde

Curados da Covid-19 que testaram positivo não foram reinfectados Foto: EFE/Zsolt Czegledi

Pessoas que se recuperaram da Covid-19 (doença provocada pelo coronavírus) e, depois de semanas, tiveram resultado positivo para o vírus não foram reinfectadas, disse neste domingo (3) em entrevista a líder técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria van Kerkhove.

No programa Andrew Marr Show, da TV britânica BBC, ela afirmou que os testes estão reagindo com células mortas que emergem durante o processo de cicatrização dos pulmões.

– Não são vírus ativos, não é reinfecção, nem reativação – afirmou ela.

Os resultados positivos em pessoas já curadas acontecem porque os testes do tipo PCR , ou moleculares, são mais complexos e analisam o material genético do coronavírus.

Depois de várias etapas de processamento, fragmentos são lidos pelo exame. O material genético do vírus presente nas células mortas de pulmão expelidas depois de algumas semanas pelos recuperados acaba sendo detectado nesse processo, segundo a líder técnica da OMS.

Maria afirmou, no entanto, que os cientistas ainda não sabem com certeza se doentes que se curaram e desenvolveram anticorpos estão imunizados, qual a potência da imunidade e por quanto tempo ela dura.

*Folhapress

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Fonte: Pleno.News

Em 24 horas Brasil tem 1.803 pessoas curadas de covid-19

Coronavirus

O ministério da saúde atualizou os números de pessoas que foram curadas da Covid-19 no Brasil.

De acordo com o boletim divulgado nesta quinta (30), o Brasil chegou a um total de 35.935 pessoas curadas da covid-19 no país.

Na quarta (29), o total de curados era 34.132 pessoas. Ou seja, com os números desta quinta (30), foram 1.803 pessoas curadas de covid-19 no Brasil.

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Fonte: Conexção Politica

Mais de um milhão de pessoas no mundo já estão curadas do coronavírus

Número equivale a cerca de um terço de todos os casos confirmados, que já chega a 3,2 milhões

Coronavírus mundo ilustraçãoMETRÓPOLES

 

Cerca de um terço das pessoas que contraíram o coronavírus no mundo inteiro já são consideradas recuperadas: de acordo com a plataforma Johns Hopkins, 1.024.529 pacientes são considerados curados no mundo inteiro. No total, 3.276.373 casos foram confirmados e 233.998 falecimentos, registrados.

No Brasil, segundo informações repassadas pelo Ministério da Saúde nesta quinta (30/04), 35.935 pacientes são considerados recuperados, o que representa 42% dos 85.380 casos confirmados até o momento.

A plataforma informa ainda que 233.998 pacientes já faleceram no mundo inteiro por conta da doença.

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Fonte: Metropoles

Exército já fez 2,2 milhões de comprimidos de cloroquina

Pedido foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro e produção deve aumentar nos próximos dias

Exército está fabricando comprimidos de cloroquina Foto: Pixabay

Após determinação feita pelo presidente Jair Bolsonaro e o início dos trabalhos, o laboratório do Exército já produziu cerca de 2,2 milhões de comprimidos de cloroquina para uso no tratamento de coronavírus no Brasil.

A produção, que deve ser expandida nos próximos dias para até 1 milhão de comprimidos por semana, tem custo unitário de R$ 0,20. Segundo o Ministério da Defesa, a destinação dos medicamentos será feito pela própria pasta.

A fabricação da cloroquina recebeu um reforço nos últimos dias com a chegada de 530 quilos de insumos, vindos da Índia, para a produção do fármaco. O carregamento é suficiente para produzir medicamentos para 60 mil pacientes.

A importação só foi possível por causa de um acordo elaborado entre o próprio Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

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Fonte: Pleno.News

Paracetamol é ‘tão perigoso’ quanto a cloroquina. Você já viu alguma campanha da mídia contra o paracetamol?

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Um dos analgésicos mais populares do mundo, o paracetamol deve ser usado com muita moderação.

Utilizado principalmente como analgésico e antipirético, o medicamento se mostrou prejudicial para o coração.

Seu uso prolongado, pode aumentar os riscos de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Só isso? Não! Pode também aumentar os riscos de desenvolver úlceras e hemorragias.

Um dos fármacos mais utilizados no mundo, se mostra, como todas as outras drogas, absolutamente nocivo.

Este é a quadro que sai de um estudo realizado por pesquisadores britânicos do Instituto Leeds for Rheumatoc e Musculockeletal Medecine realizado em 666 mil pacientes acompanhados em oito pesquisas diferentes.

Os pacientes tomaram paracetamol diariamente [durante anos] para o alívio da dor causada pela artrite ou para tratar as dores nas costas.

O resultado é que o próprio princípio ativo aumentou em 68% o risco de ataque cardíaco ou de acidente vascular cerebral, e em 50% o risco de ocorrerem úlceras ou hemorragia, porque o medicamento age inibindo a ação das prostaglandinas (mediadores de processos inflamatórios).

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Fonte: Diário do Brasil

Como apagar dados pessoais que não deveriam estar na rede

À medida que navega e compartilha informações na web, você deixa uma trilha que qualquer pessoa no mundo pode acessar sem se levantar do sofá

JUAN IGNACIO RONCORONI / EFE

É provável que se você digitar seu nome no Google encontre registros que nem sabia que existiam. De páginas da web com dados pessoais, como seu endereço ou telefone, a fotografias que na época você não se preocupou em postar na Internet. E até contas que criou em aplicativos que mal chegou a usar. À medida que navega e compartilha informações na web, você deixa uma trilha que qualquer pessoa no mundo pode acessar sem se levantar do sofá. Apagar por completo a pegada digital é complicado. Mas existem opções para eliminar e controlar as informações pessoais que aparecem sobre você na Internet.

Tudo o que um usuário escreve em redes sociais, blogs, fóruns ou outros serviços pode aparecer na Internet. É possível editar ou excluir grande parte desta pegada de forma manual. “Para localizar esse conteúdo, o mais recomendável é ir ao Google e pesquisar por si mesmo, escrevendo seu nome e sobrenome entre aspas, e depois, com muita paciência, eliminar todas essas informações”, explica Fernando Suárez, presidente do Conselho de Faculdades de Engenharia da Computação (CCII, na sigla em espanhol), da Espanha.

O usuário pode excluir uma a uma cada conta que criou nas redes sociais e outros serviços. Mas há ferramentas que facilitam o trabalho. Por exemplo, o Deseat.me oferece uma lista de todas as contas que uma pessoa criou com um email específico e permite solicitar a exclusão bastando pressionar um botão. Já o AccountKiller compila links diretos para facilitar a qualquer usuário excluir sua conta em sites como Gmail, Instagram, Netflix e Microsoft. “Você quer se livrar da sua conta online? Não deveria ser um problema, certo? Infelizmente, em muitos sites, incluindo os populares, como o Facebook, apagar sua conta pode ser uma verdadeira dor de cabeça”, explica ele em seu próprio site.

“Eliminar completamente a pegada digital é praticamente impossível: depois que publicamos informações na Internet, perdemos o controle sobre elas e não sabemos quem pode acessá-las e para qual finalidade”, alerta Suárez. Ele dá o seguinte exemplo: “Se postamos uma foto em uma rede social e posteriormente a excluímos, não podemos ter certeza de que as pessoas que tiveram acesso a essa fotografia não a publicaram em outras páginas e, portanto, sua exclusão seria muito mais complicada. “

Como apagar a informação que aparece na Internet

A lei europeia do direito ao esquecimento permite que você peça diretamente ao Google que desindexe determinadas informações. Ou seja, que quando alguém usar o mecanismo de pesquisa, um site específico não apareça entre os resultados. Existe um formulário para isso. O usuário deve assinalar um por um os links que deseja remover e indicar o motivo.

O Google pode retirar informações pessoais que representem um risco significativo de roubo de identidade, fraude financeira ou outros tipos de danos específicos. Suárez explica: “Por exemplo, números de identificação, como o do documento de identidade ou informações de cartões de saúde, números de contas bancárias ou de cartões de crédito, históricos médicos, imagens de assinaturas ou fotografias de conteúdo sexual explícito postado na Internet sem o nosso consentimento”.

Mas a opção de pedir ao Google que exclua determinadas informações tem limitações. Juana María Perea, reitora da Faculdade Oficial de Engenharia da Computação das Ilhas Baleares, observa que o preenchimento do formulário não garante que os dados sejam desindexados. A empresa de Mountain View analisa os links um por um e escolhe se os desindexa ou não. “Quando você envia uma solicitação, no Google procuramos o equilíbrio entre os direitos à privacidade dos usuários afetados, o interesse público que essas informações podem ter e o direito de outros usuários de distribuí-las”, afirma a gigante da tecnologia em seu site.

A empresa pode se recusar, por exemplo, a retirar informações sobre fraudes financeiras, negligência profissional, condenações criminais ou conduta de funcionários públicos. Além disso, este formulário apenas garante a remoção de dados na União Europeia. Portanto, os dados continuarão a aparecer nas versões internacionais do mecanismo de busca.

Outros buscadores

O Google é o líder indiscutível dos mecanismos de busca. Em 2018, totalizou 96% das pesquisas de usuários, segundo a Statista. São seguidos pelo Bing, com 3%, e o Yahoo, com 1%. Mesmo assim, os especialistas também recomendam controlar o que aparece nesses alternativos. “O processo mencionado só se aplica ao Google. O Yahoo e o Bing têm seu próprio formulário para que exerçamos nosso direito de desaparecer da rede”, diz Perea. Nos dois mecanismos de busca, se aceitarem a solicitação, o conteúdo será removido apenas na Europa.

Tanto Perea como Suárez concordam com a importância de controlar em quais sites você se registra. O presidente do CCII aconselha, antes de tudo, “a prudência ao usar as ferramentas da Internet”: “Não apenas aquelas em que publicamos informações diretamente, como blogs ou redes sociais, mas também a própria trilha que deixamos, por exemplo, ao pesquisar ou navegar “. Nesse sentido, é recomendável excluir periodicamente os cookies, usar VPNs (rede virtual privada, na sigla em inglês) ou optar por mecanismos de busca alternativos ao Google, projetados para navegar sem deixar vestígios.

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Fonte: El País