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domingo, dezembro 15, 2019

Venda de veículos novos cresce 4,38% em novembro frente a 2018

Agência Brasil

Em novembro, a venda de veículos novos no Brasil, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), cresceu 4,38% sobre novembro de 2018, mas com retração de 4,24% ante outubro, com o emplacamento de 230.923 unidades. O dado foi divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Considerando o emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), houve crescimento de 7,81% em comparação ao mesmo mês do ano passado e queda de 6,05% em relação a outubro, com a venda de 345.386 unidades. Segundo a Fenabrave, a queda em relação a outubro se explica pelo menor número de dias úteis.

“Faltando apenas um mês, para o fechamento do ano, notamos a estabilidade do mercado. Isso é positivo, pois não houve grandes oscilações durante o ano, o que confirma as nossas expectativas para 2019, que deve crescer 10,76% sobre 2018”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Acumulado do ano

Entre janeiro e novembro deste ano, a venda de todos os segmentos registrou alta de 10,3%, com o total de 3.665.370 veículos novos emplacados. Considerando-se apenas os emplacamentos de automóveis e comerciais leves no acumulado do ano, houve alta de 7,21% sobre o mesmo período do ano anterior, com 2.406.984 unidades licenciadas.

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Fonte: IstoÉ

Comitê do grupo europeu da PSA aprova fusão com Fiat-Chrysler

Comitê do grupo europeu da PSA aprova fusão com Fiat-Chrysler

(Arquivo) Fábrica do grupo PSA em Trnava, Eslováquia – AFP/Arquivos

AFP

Representantes da equipe do grupo europeu PSA aprovaram nesta terça-feira o projeto de fusão entre a fabricante francesa e sua concorrente ítalo-americana Fiat-Chrysler (FCA), informaram fontes sindicais.

O projeto foi “aprovado pela grande maioria dos representantes dos funcionários”, disse Patrick Michel, do sindicato Força Trabalhista, secretário do comitê do grupo europeu, cuja opinião era consultiva e que “reuniu os 28 representantes de 150.000 funcionários europeus da Peugeot, Citroën, DS, Opel e Vauxhall”.

Além da CGT (Confederação Geral do Trabalho, França), que não era “favorável” e do IG Metall (sindicato metalúrgico alemão) que “não se pronunciou”, as “outras organizações sindicais, que são 15 de 17, deram uma opinião favorável” ao projeto, disse Anh-Quan Nguyen, representante do quadro francês de quadros CFE-CGC, membro do comitê.

Na semana passada, o PSA já obteve a aprovação unânime dos representantes da equipe francesa.

Essa fusão permitirá à PSA e à FCA formar uma nova gigante automobilística, com capital igual e sem fechamento de fábrica.

O novo grupo, com mais de 400.000 funcionários, se tornará o quarto maior do mundo, com 8,7 milhões de veículos vendidos sob as marcas Fiat, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS, Jeep, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot e Vauxhall.

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Fonte: IstoÉ

VW Golf GTE faz até 66 km/l e chega para brigar com Corolla híbrido e companhia

Fonte: portal IG
Por Guilherme Menezes
04/11/2019 17:02

Desembarca no Brasil a única versão do hatch , vinda da Alemanha. Lote inicial de 100 unidades pode aumentar conforme a demanda, diz a fabricante a sétima geração chega ao Brasil como primeiro modelo híbrido da marca no País
A Volkswagen começa a vender no Brasil, a partir do próximo dia 11, a versão híbrida do Golf, com certo apelo esportivo, já que o carro promete ter desempenho compatível com o do GTI. A fabricante reservou um lote inicial de 100 unidades, todas feitas na Alemanha, onde a sétima geração deixará de ser fabricada em dezembro para dar lugar à nova, cujo lançamento na Europa será apenas na segunda metade de 2020.

O VW Golf GTE será vendido no Brasil em versão única, sem opcionais, pelo preço sugerido de R$ 199.990. Trata-se de um dos seis modelos híbridos e elétricos que a marca alemã vai lançar no País até 2023.

A marca diz que o carro tem 900 km de autonomia e pode acelerar de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos. Ao rodar apenas no modo elétrico, a autonomia é de 50 km. Mas utilizando o motor a combustão alternadamente o carro pode chegar a rodar 900 km, com consumo de até 66 km/l pisando de leve no acelerador e usando a eletricidade na maior parte do tempo, de acordo com números da fabricante. Em média, o consumo fica nos 22 km/l.

Até o banco de tecido xadrez lembra o GTI entre os detalhes do interior do Golf GTE que chega ao Brasil
Com potência combinada de 204 cv, o hatch médio híbrido vem com motor 1.4 turbo, de 150 cv, que funciona em conjunto com outro elétrico e ambos tracionam as rodas dianteiras. A fabricante diz que a aceleração de 0 a 100 km/h pode ser feita em 7,6 segundos, com máxima de 222 km/h, números um pouco distantes dos 6,6 s e 237 km/h do GTI , respectivamente.

Junto com o Golf GTE, a marca começa a vender no Brasil um patinete dobrável e uma bicicleta de aro 29, também elétricos. O primeiro custa R$ 3.399 e a “magrela”, R$ 11.499, novidades que já começaram a ser vendidos nos concessionários.

Ao entrar a nova era da mobilidade no Brasil com o VW Golf GTE , a marca investe na instalação de 30 carregadores nas principais rodovias nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Paraná, capazes de dar 80% da carga total das baterias em apenas 25 minutos. De acordo com a fabricante, até 2023, todos estarão disponíveis.

Link deste artigo: https://carros.ig.com.br/lancamentos/2019-11-04/vw-golf-gte-chega-para-brigar-com-corolla-hibrido-e-companhia.html

Baterias de carros elétricos devem causar nova crise de poluição

Universidade de Birmingham

Aclamados como uma das principais tecnologias na luta contra as mudanças climáticas, os carros elétricos podem gerar uma nova crise de poluição no mundo, alertam cientistas em um estudo publicado nesta quinta-feira (07/11/2019) pela Universidade de Birmingham. Segundo a pesquisa, feita no Reino Unido, as baterias descartadas estão criando uma enorme montanha de resíduos e a tecnologia de reciclagem delas não acompanha o ritmo de produção destes veículos.

Os cientistas registraram toneladas de resíduos de baterias não processadas que estão se acumulando no meio ambiente e liberando substâncias químicas potencialmente perigosas. O estudo destaca que é necessário, urgentemente, ação de governos e indústrias “para desenvolver um plano de reciclagem robusto que possa atender às necessidades futuras”.

Dr. Gavin Harper, autor do estudo, disse que, sem um grande desenvolvimento de tecnologia de reciclagem, um milhão de carros elétricos vendidos em 2017 produzirá 250 mil toneladas de resíduos de baterias. Acrescentou que o desafio, no entanto, não é direto, pois há uma enorme variedade na química, forma e design das baterias de íon-lítio usadas pelos veículos elétricos.

Na reciclagem com eficiência, praticamente tudo pode ser reutilizado. “As células individuais são formadas em módulos, que são então montados em baterias. Para reciclá-los eficientemente, eles devem ser desmontados e os fluxos de resíduos resultantes separados. Além do lítio, essas baterias contêm vários outros metais valiosos, como cobalto, níquel e manganês, que podem ser reutilizados”, destacou.

Uma análise da Faraday Institution, o instituto independente do Reino Unido para pesquisa de armazenamento de energia eletroquímica, destaca que a demanda por baterias de veículos elétricos pode ser uma oportunidade para o Reino Unido. Somente para a região será necessária a construção de ao menos oito fábricas até 2040, para atender à demanda. Segundo o Dr. Harper, o Reino Unido precisará desenvolver fontes de suprimento para os materiais críticos necessários para essas baterias e o material reciclado poderá desempenhar um papel importante.

O professor Andrew Abbott, da Universidade de Leicester, que colaborou com a pesquisa, ressalta que a eletrificação de apenas dois por cento da atual frota mundial de carros representaria uma linha de carros que poderiam se estender pela circunferência da Terra. “Serão cerca de 140 milhões de veículos”, alertou. Reciclar, segundo ele, é evitar um “fardo enorme” em aterros sanitários, além de garantir o suprimento de materiais críticos necessários para a produção futura de baterias.

Os especialistas são unânimes sobre o pensamento de que a indústria precisa de métodos rápidos de reparo e reciclagem, principalmente porque o armazenamento em larga escala de baterias elétricas é potencialmente inseguro.

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Projeção antecipa linha de novo SUV compacto da Fiat com novos motores turbo

Projeção antecipa linha de novo SUV compacto da Fiat com novos motores turbo

Por iG Carros 

Marca terá três novos modelos a partir de 2021 em uma nova era no portifólio da marca depois de Palio Weekend, Doblò e companhia

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Fiat Argo crossover
Kleber Silva

Projeção antecipa linhas do novo SUV compacto da Fiat, com frente que segue o estilo da picape Toro

A Fiat prepara três novos modelos a partir de 2021 para renovar sua linha de modelos e entrar com mais força no segmento de SUVs, algo que a FCA (Fiat Chrysler Automóveis) havia deixado com a Jeep, marca cujo menor modelo no Brasil continuará sendo o Renegade. Além do modelo médio baseado no protótipo Fastback a marca terá um compacto, cujas projeções feitas pelo designer Kleber Silva revelam alguns detalhes.

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FCA quadro
Caue Lira/iG

imagem mostra que a FCA planeja lançar três novos modelos no Brasil , na última linha, com capa preta

Durante a apresentação do Centro de Design da FCA, em Betim (MG), a reportagem de iG Carros fotografou uma imagem mostrada pela fabricante que confirma que estão planejados os três novos modelos. Todos deles deverão utilizar a nova leva de motores 1.0 e 1.3 turbo que também vão ser feitos em Minas Gerais. E um será o novo SUV compacto da Fiat.

A chegada nos novos modelos estão atrelados aos grandes investimentos da FCA em Betim (MG). Além de R$ 500 millhões para fabricação dos novos motores, outros R$ 8 bilhões serão utilizados para desenvolvimento e fabricação dos novos modelos. Trata-se do maior investimento da história da marca no Brasil.

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Fiat SUV compacto
Kleber Silva

Traseira do novo SUV compacto da Fiat lembra do do hatch médio Tipo vendido na Europa

Ao todo, ainda o que já foi anunciado oficialmente, serão 15 novidades até 2024. E a nova linha de produtos vai implicar no fim de modelos como os antiquados Palio Weekend e Doblò, a partir do fim de 2020 ou início de 2021. A perua ainda é vendida em duas versões (Attractive e Adventure) e a multivan apenas na Essence, de 7 lugares.

As imagens feitas pelo designer Kleber Silva mostram que o novo SUV compacto da Fiat poderá ser vendido também na Europa, onde deverá entrar nmo lugar do hatch médio Tipo. A frente segue o estilo adotado na picape Toro , que foi um sucesso de vendas. Mas com faróis um pouco maiores.

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Na traseira, as lanternas do novo SUV compacto da Fiat lembram as do Tipo hatch vendido no mercado europeu, onde a Fiat também vai mudar ser portifólio, concentrando-se em novas versões do 500 e nos carros compactos e médios. Esportivos e grandes não farão mais parte da linha da marca italiana.

Projeções Kleber Silva

Fonte: Carros – iG @ https://carros.ig.com.br/segredos/2019-08-23/projecao-antecipa-linha-de-novo-suv-compacto-da-fiat.html

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Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

O Novo Hyundai HB20 2020 está aí e agora quer bater de frente com seus principais rivais, embora a limitação do produto não esteja exatamente a bordo, mas na capacidade produtiva, sempre no limite, em Piracicaba. Mas, antes de pensarmos nisso, temos que ver exatamente como sua mudança radical de estilo impactou o consumidor brasileiro.

Com um design que era como time rumo ao título, “imexível”, o HB20 passou seus sete anos de mercado nacional como se tivesse chegado há pouco tempo. Agora, a Hyundai vira a página para outra ousadia, que é exatamente meter a mão naquilo que você sabe que não deve mexer, mas precisa.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

A marca coreana tinha que mexer no HB20, afinal, a filial brasileira segue a tendência global de estilo, mesmo que a estratégia dentro da Hyundai seja de produtos diferentes para cada mercado ou região. É assim como o i10 na Europa e o mesmo com o Grand i10 na Índia, por exemplo. Nem é preciso citar a China, onde o estilo da marca sofre um impacto bem maior que aqui.

De qualquer forma, o Hyundai HB20 mudou e agora quer mostrar a que veio. Com diversas versões e preços, o compacto manteve sim a mesma designação para sedã e aventureiro, ou seja, HB20S e HB20X, embora inicialmente tenham falando em “HB20 Cross”. Cada um agora tem personalidades diferentes e a marca arriscou muito nisso ao determinar que cada um teria um padrão interno próprio.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Assim, se você quer o Novo HB20 hatch, ele só terá interior marrom. Todo marrom! No HB20S, o ambiente é “todo” cinza, não em 50 tons, mas dois estão bem definidos. De quebra ainda possui detalhes em preto brilhante para dar uma cara mais premium. Lembra muito o Hyundai Nexo, mas sem a guarnição metálica e suas linhas dos anos 80 do SUV movido por hidrogênio.

Ousou também no HB20X, que é “quase todo” preto, já que os bancos são em cinza escuro. Também arriscou ao não oferecer o desejável motor 1.0 T-GDi do aventureiro. Agora, o Novo HB20 aumenta de tamanho, ganha motor potente e melhora muitas coisas que o anterior estava em pendência com o consumidor.

Das novidades, a principal é a redenção da Hyundai com o motor Kappa 1.0 T-GDi, finalmente a bordo do vice-líder de mercado e ainda com tecnologia flex. Como cada marca quer inovar em alguma área sem bater de frente com as rivais, o Novo HB20 escolheu oferecer frenagem automática de emergência e alerta de faixa em seu compacto.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Oferta boa, mas é preciso lembrar que airbags laterais só nas versões mais caras, assim como não se encontra controles de tração e estabilidade, com o assistente de partida em rampa, nas versões mais baratas. Mas, ter uma direção elétrica, partida a frio sem tanquinho, carroceria com mais aço de ultra resistência e do o resto de coisas focadas no conforto, segurança e entretenimento também é importante ressaltar.

Para um carro que não tinha tudo isso de modo geral, é um ganho. No entanto, sabemos que o consumidor está exigente e quer pagar um preço bom por um conteúdo maior e melhor. O Hyundai HB20 tem muitas versões e sua distribuição de itens, elaborada para haver certo equilíbrio entre as opções, dilui muito o conteúdo. Estratégia da marca que segue o que já existia no passado.

À luz do dia, vemos que as impressões são diferentes, os detalhes são mais claros e ressaltados. Desenhos de portas podem enganar, assim como a vigia traseira que na fase pré-lançamento parecia ir até quase o fim do porta-malas. O tal aplique preto nunca vimos antes. Pelo menos não lembramos de algo assim.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

O HB20S é o mais estiloso do trio, exatamente por sua solução exótica para ter mais identidade e tirar aquela impressão de “face-family”, que muita gente critica. É diferente, isso não resta dúvida. No hatch, as colunas C dão seu recado para manter certo equilíbrio nas formas, enquanto o “Cross” é uma estranha mescla de exagero e fluidez visual. As peças não se encaixam, mas isso não parece ser um problema.

O Novo HB20 não é tão espaçoso e nem tão confortável para quem vai atrás. O espaço ainda é limitado e faltam comodidades já mencionadas. Tudo vai depender da rapidez do ar refrigerado e da boa vontade de quem está na frente para aquela recarga de celular. Sem comparações, o cluster tem boa visualização de informações e se presta ao que propõe.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Não tem firulas, mas existe o analógico tradicional, para quem vai nas versões mais simples. O volante é gostoso de empunhar e vem com os ajustes necessários, assim como o banco do motorista, agora só com alavancas. O ar condicionado automático com display circular não é uma solução nova e destoa bastante do conjunto frontal.

A multimídia com tela de 8 polegadas, nem todo mundo pode gostar, mas bem que Waze e Google Maps ficam interessantes ali no alto. Ela está mais intuitiva e fácil de usar, tendo agora até imagem da câmera de ré para monitoramento rápido da traseira.

Porta-luvas tem luz, mas os dois compartimentos entre os bancos da frente são pequenos demais. Aquele da cobertura nem cabe um smartphone de tamanho médio. Em contrapartida, o acabamento dos bancos melhorou, assim como detalhes dos revestimentos nas portas e outras partes.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Ainda que não agrade a todos, o Novo HB20 tem algo que realmente é bom, seu conjunto mecânico turbinado. Nada de Kappa 1.0 modificado e que anda como se fosse um Gamma 1.6 mais fraco. Agora é realmente um “TGDI”. Com quase tudo igual nos Kappa 1.0 aspirado e Gamma 1.6 de até 130 cavalos, o compacto não arriscou em nada, só fez aquilo que já deveria ter feito, que era oferecer seu “melhor de dois mundos”.

Com esse “downsizing”, o Novo HB20 vai de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos. Parece pouco e realmente é. Com o 1.6 movido por etanol e na versão manual, o hatch precisa de apenas 9,3 segundos. Ou seja, os ovos não estão na mesma cesta e os 10 cavalos de potência, no final, fazem alguma diferença.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

O HB20S faz o mesmo nos dois casos, mas tem final de 191 km/h contra 190 km/h do hatch. O HB20X precisa de 9,7 segundos na sua versão manual com etanol. Nele, como já falamos, só há o 1.6 litro. Quem não liga para o tempo vai ver que os HB20/HB20S 1.0 precisam de 14,5 segundos no etanol.

Então, indo de R$ 46.490 até R$ 81.290, existe “muito chão” coberto pelo trio da Hyundai. Mas, e na prática?

Novo Hyundai HB20 2020 – Impressões ao dirigir

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Canavieiras-BA – O Novo HB20 teve duas atividades diferentes no test drive para a imprensa brasileira e estrangeira. A primeira foi executada no aeroporto de Comandatuba, onde foi possível testar o alerta de pedestre/veículo com frenagem autônoma. O dispositivo que utiliza uma câmera inteligente, parou o carro totalmente rodando a 35 km/h (vai até 50 km/h) bem próximo do obstáculo.

É um recurso importante para a cidade, onde qualquer distração – por menor que seja – pode gerar um acidente com potenciais vítimas. O outro teste foi experimentar a performance do HB20 T-GDi na pista de pouso, onde conseguimos alcançar 176 km/h. O exercício ainda consistia em slalom.

O HB20 T-GDi tem boa saída, mas sua relação de marchas é bem mais longa em alta, demorando bastante para chegar na final, mas para uma condução normal, longe de um extremo como é ir até o “fim da linha”, ele se comporta diferente, como vamos ver mais abaixo. No slalom, a direção elétrica muito leve tem ajuste para conforto e isso significa cruzar os braços em velocidade moderada.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

O conjunto de suspensão focado no conforto, permite boa inclinação da carroceria, mas não exageradamente. Sem proposta esportiva, o HB20 T-GDi cumpriu o que se esperava, anda bem, mas seu foco é na economia e no conforto. Então, fomos para a vida real, iniciando pelo HB20 T-GDi.

O hatch compacto da Hyundai tem uma posição de dirigir confortável para qualquer perfil e estatura, já que banco e o volante apresentam bons ajustes para quem é baixinho e bem alto. A regulagem final do assento chega muito perto do banco traseiro, mas quem vai usar isso tem que ter pelo menos 2 m de altura.

Bem encontrado dentro, o condutor tem um conjunto mecânico que é “vibrante” logo de cara. O propulsor de três cilindros vibra bastante em marcha lenta, perceptível em volante, assento e pedal do freio. Todo “tricilíndrico” mexe muito por seu desequilíbrio natural, por isso se faz necessário coxins hidráulicos e uma boa calibração, no mínimo.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Ao engatar o Drive, ainda com o pé no freio, nota-se um pequeno movimento (e ruído) intermitente que, na verdade, é o conjunto mecânico tentando a saída normal, mas isso não deveria existir. E não é barulho de freio. Bom, rodando, o HB20 T-GDi é muito mais agradável que o finado HB20 Turbo…

Com bom torque em baixa rotação, ele é esperto o suficiente para reagir com mais ímpeto ao afundar do pedal do acelerador, ganhando aquele impulso típico de motores turbinados, mas sem soco para colar no banco. Ele apenas tem mais altivez na resposta, progredindo suavemente até as trocas por volta de 2.500 rpm, sempre suaves e sem sensação de perda.

É como se fosse uma caixa de dupla embreagem, sensação esta já percebida no Creta 2.0 AT, por exemplo. O ponteiro do conta-giros sobe e desce sem que o carro mude sua postura, continuando a ganhar velocidade. Com aceleração vigorosa, o hatch tem força de sobra, evitando gritos exagerados do motor em subidas longas ou pouco íngremes.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Ele trabalha suave e lá pelo seus 2.000 rpm em média. Ultrapassagem? Nem é preciso chegar nos 3.000 rpm para deixar um carro lento para trás. São 120 cavalos e 17,5 kgfm realmente aproveitáveis. Claro, pode-se botar o giro lá em cima para sair com mais vigor ou andar mais rápido, de forma esportiva.

O câmbio de seis marchas pode ser manuseado livremente por paddle shifts ou na alavanca, permitindo extrair mais do Kappa turbinado e injetado. O giro corta em 6.500 rpm, então você já usou a potência toda. Em 110 km/h, o HB20 T-GDi roda tranquilamente a 2.400 rpm. O alerta de faixa atuou exemplarmente nos trechos onde havia faixas, mesmo que bem apagadas. Ele só emite aviso sonoro e visual, no painel.

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

O nível de ruído é aceitável para sua proposta, assim como o conforto da suspensão, que filtra razoavelmente as irregularidades da estrada. A direção elétrica poderia ser mais progressiva em velocidade, embora seja bem gostosa em baixa. Os freios são bons e seguram bem o hatch. Na curvas, ele apresenta equilíbrio satisfatório para sua proposta. Ficou apenas um pouco mais firme.

Na volta, retornamos com o HB20S T-GDi (o HB20X não estava disponível no test drive). O sedã compacto ficou mais confortável e seu desempenho é bem parecido com o hatch, tendo mais tendência de sair de traseira com motivos óbvios, mas ainda assim, a boa calibração da suspensão o deixa bem ágil.

Tendo retomadas muito boas, o três volumes agradou também pela habitabilidade em viagem, com um ambiente mais claro e acolhedor. A dupla enfrentou bem os paralelepípedos de Canavieiras, Bahia, assim como as lombadas visíveis e invisíveis (existente sem placa e inexistente com placa).

Novo Hyundai HB20 2020: Impressões ao dirigir

Mesmo essas “surpresas” não foram suficientes para que o conjunto batesse no fim do curso ou raspasse o fundo, por exemplo. Dos dois, o HB20S T-GDi agradou um pouco mais, talvez por seu ambiente mais agradável em tons de cinza que o marrom do hatch. A dirigibilidade é praticamente a mesma, somente a sensação a bordo que muda nesse caso.

De modo geral, a mudança obrigatória do HB20 resultou em um carro melhor, mais na mão e gostoso de dirigir, especialmente agora com seu “melhor de dois mundos”. Quem não quiser, o 1.6 se mantém e é até mais rápido, porém, agora ele não é mais o topo de linha, exceto no HB20X, onde ele é a única opção. Ousada ela foi ao mudar completamente um carro que muitos adoram. Agora, vamos ver como isso se traduzirá em vendas.

Novos Hyundai HB20 e HB20S 2020 – Galeria de fotos

 

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Chery: Exeed VX será um SUV de cinco metros – Será que vem?

Chery: Exeed VX será um SUV

de cinco metros – Será que vem?

Chery: Exeed VX será um SUV de cinco metros - Será que vem?

A marca Exeed pertence à Chery e é a aposta da chinesa em uma linha de produtos premium para atuar em mercados como o europeu, assim como no Brasil, segundo promessa de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o CAOA. Além dos modelos TX e TXL, já prontos e iniciando suas vendas por lá, existe ainda o LX.

Este último não passa de um Chery Tiggo 7 renomeado como Exeed e que não deve chegar por estas bandas por motivo óbvio. Agora, mais um SUV surge e desta vez bem maior que os demais, o chamado VX. O modelo foi revelado pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China.

Chery: Exeed VX será um SUV de cinco metros - Será que vem?

O novo modelo da Exeed é bem grande, medindo 4,970 m de comprimento, 1,940 m de largura, 1,795 m de altura e 2,900 m de entre eixos. O VX terá espaço para sete pessoas e mais um bom porta-malas, pesando 1.771 kg e equipado com motor 1.6 T-GDI de 185 cavalos e transmissão automática, alcançando 180 km/h e com consumo médio de 12,7 km/l de gasolina.

Com frente imponente, o Exeed VX terá faróis full LED, assim como lanternas em LED. As rodas podem ser aros 18, 19 ou 20 polegadas, calçadas com pneus 235/60 R18, 235/55 R19 e 245/45 R20, respectivamente. Comenta-se que este SUV chinês terá monitoramento em 360 graus, teto solar panorâmico, acabamento geral em couro, entre outros.

Chery: Exeed VX será um SUV de cinco metros - Será que vem?

Enquanto isso, na China, a marca utiliza os modelos TX e TXL de sete lugares para atuar no mercado local. Ambos usam motor 1.6 T-GDI de 197 cavalos e 29,5 kgfm, o mesmo que o Chery Tiggo 8. A Exeed havia anunciado um modelo diferente para a Europa, mas sua execução ainda não foi ordenada.

Espera-se que a Exeed atue na Europa até 2020. Caso contrário, isso demonstrará mais uma vez que a Chery usou o velho continente para promover carros premium para o mercado chinês, como nos casos de Riich e Qoros. E aqui? A promessa está feita, agora vamos ver se será cumprida. No panorama atual, a opção mais óbvia é a chegada do Tiggo 8, o que já está de bom tamanho.

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Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Para muitos entusiastas da Mercedes-Benz e AMG, a notícia não é nada boa. A Daimler confirmou à revista alemã Auto Motor und Sport o fim do desenvolvimento de motores a combustão. Ou seja, daqui para a frente não haverá mais propulsores a gasolina e diesel de projetos novos.

A informação partiu de Markus Schaefer, chefe de desenvolvimento da Daimler, que enfatizou a importância de se transferir os fundos necessários para o desenvolvimento de carros elétricos, com motores mais possantes e baterias com capacidade ampliada. O passo dado pela Mercedes-Benz não é estranho, visto que Volkswagen e Volvo já o fizeram.

Tanto na rival alemã quanto no fabricante sueco, o desenvolvimento de novos motores a gasolina e diesel parou, sendo os investimentos direcionados para eletrificação. Schaefer revelou também que uma atualização foi feita recentemente nos motores usados atualmente e que o orçamento para pesquisa e desenvolvimento continuará no mesmo nível daqui para frente.

Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Schaefer diz que não existem planos para novos motores de ciclos Otto e Diesel, mas não exclui a possibilidade de um dia a Daimler voltar a desenvolver algum propulsor do tipo. Bom, pelo menos isso deverá se manter na linha de veículos comerciais pesados, onde o diesel será mandatório por muito mais tempo que nos automóveis.

O último projeto da Daimler é o novo motor de seis cilindros em linha 3.0 M256, que já foi projetado para ser eletrificado, trabalho com propulsor de energia auxiliar para reduzir emissão e consumo, ganhando até em performance. Ao contrário da Volkswagen, a Mercedes-Benz não datou sua atuação com motores convencionais.

A produção seguirá normalmente nos próximos anos, mas é evidente que o volume deverá ser gradualmente reduzido até converter-se completamente em elétrico. Na VW, a produção deverá se encerrar completamente em 2040, sendo que a última plataforma MQB/MLB deve surgir em 2026. Ou seja, a partir daí, apenas bases de propulsão elétrica serão desenvolvidas.

Mercedes-Benz confirma o fim do desenvolvimento de motor a combustão

Na Volvo, os modelos “D3/4/5” saem do portfólio da marca sueca em 2023, ficando apenas o motor Drive-E a gasolina por mais alguns anos, quando também sairá de cena. A partir daí, só elétricos. Na Alemanha, a resistência vem da BMW, que acredita que os motores diesel terão vida de pelo menos 20 anos, enquanto os com gasolina sobreviverão nos próximos 30 anos.

A BMW confirmou que continuará o desenvolvimento de motores comuns enquanto inicia seu processo de eletrificação, que está bem mais lento que o das rivais VW e Daimler.

[Fonte: Auto Motor und Sport]

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Relembre 5 carros vendidos Brasil que deixaram saudades

Relembre 5 carros vendidos Brasil que deixaram saudades

Por iG Carros 

Nem sempre os novos modelos são melhores que os anteriores. Há exceções, como os modelos que mostramos na lista a seguir

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Há carros que saem de linha de deixam saudades, seja porque eram até melhores que os substitutos ou simplesmente por serem bons o suficiente para fazem falta. Na lista a seguir, a reportagem de iG Carros reuniu 5 modelos, a maioria do início dos anos 2000, que foram muito bem aceitos tanto pela crítica quanto pelo público na época do lançamento.

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1 – Chevrolet Vectra CD 2000

Chevrolet Vectra
Divulgação

Chevrolet Vectra da segunda geração tinha visual arrojado e boa dose de sofisticação para o início dos anos 2000

A segunda geração do sedã da GM foi lançada no Brasil como parte da linha 1996, mas apenas quatro anos depois é que recebeu retoque no desenho que deixaram o carro com aspecto mais arrojado. Entre outros itens, tinha suspensão traseira do tipo multilink, traços dos retrovisores externos que faziam parte das linhas do capô, além de airbag duplo e ABS, itens que eram novidade há quase 20 anos no País e contribuem para o sedã estar entre os 5 carros vendidos no Brasil e que deixaram saudades,

 Na versão tipo de linha CD, o modelo da GM vinha com rodas de aro 16, computador de bordo, porta-luvas refrigerado, retrovisor interno eletrocrômico, além de poder vir com volante revestido de couro com os principais comandos do som e até um subwoofer no porta-malas. O motor era 2.0, de 16 válvulas no cabeçote, que rendia 138 cv acoplado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro.

2 – VW Golf da quarta geração

VW Golf GTI prata
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VW Golf GTI da quarta geração acabou se tornando referência em qualidade e desempenho assim que chegou ao Brasil

 Foi o primeiro feito no Brasil, a partir de 1999.  Antes disso, o hatch médio era trazido apenas importado. Com a plataforma PQ24, o VW Golf se tornou referência em comportamento dinâmico, conforto e desempenho no segmento no início dos anos 2000. Tinha versão 1.6, com o motor EA 111, que vinha com comando de válvulas roletado e logo se tornou um dos mais robustos da mesma cilindrada.

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No caso do esportivo GTI, o Golf IV contava com o 1.8, turbo, o mesmo utilizado pela Audi no A3. Na versão mais potente rendia 180 cv, com cinco válvulas por cilindro que podia ser combinado ao câmbio automático de cinco marchas, com trocas sequenciais no volante. Ar-condicionado digital, bluetooth e faróis com superfície complexa faziam parte do repertório do saudoso Golf.

3 – Ford Focus

Ford Focus prata
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O Focus chegou ao mercado brasileiro no ano 2000 como um projeto global da Ford para carros médios

Rival do VW Golf, o hatch médio da marca americana sempre veio da Argentina. Na primeira geração chamou bastante atenção pelo estilo ousado com detalhes como a luz da marcha à ré na parte de baixo do para-choque e as lanternas traseiras embutidas nas colunas, além da trava do capô, aberto com chave e com fechadura escondida atrás do logo da grade frontal.

Por dentro, o Ford Focus também tinha estilo arrojado. Havia versões com sistema de som do tipo Doble DIN, que ocupava um espaço maior que o convencional no painel. Quadro de instrumentos com iluminação indireta e bom espaço interno eram outras características marcantes do carro. Acabamento caprichado, bom isolamento acústico e conjunto mecânico bem acertado também mereciam elogios. Tinha motores Zetec 1.8 ou 2.0 no início e, a partir de 2004, com o 1.6 Zetec Rocam.

4 – Fiat 500 Sport Multiair

Fiat 500 vermelho
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Fiat 500 1.5 Sport Multiair chegou ao Brasil importado da Polônia nas primeiras unidades com ares mais sofisticados

A primeira leva do subcompacto que veio ao Brasil, no início desta década, era importado da Polônia. E tinha a saudosa versão Sport com motor 1.4 Multiair, de 105 cv.  Era um sistema de variador de fase do comando de válvulas eletro-hidráulico, que atuava em cada cilindro e a cada ciclo, melhorando o rendimento do motor.

Essa versao Sport 1.4 Multiar do 500 também vinha com belas rodas de aro 16 e acabamento mais caprichado. A alavanca de câmbio bema o alcance das mãos e a agilidade no dia a dia eram pontos que agradavam bastante no carrinho que deixou de ser vendido no Brasil.

5 – Renault Mégane Grand Tour

Renault Mégane Grand Tour
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Renault Mégane Grand Tour 2.0 com câmbio manual de seis marchas foi uma das mais raras e memoráveis peruas

A perua do Renault Mégane foi fabricada no Brasil até 2011. Foi um dos melhores carros feitos no País. Uma das versões mais raras é a Extreme 2.0, com câmbio manual de seis marchas e frente da versão R26 vendida na Europa, com entradas de ar mais largas. Contava com 138 cv e podia acelera de 0 a 100 km/h em 10 segundos. Toda pintada de preto, vinha também com rodas grafite.

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Mas a versão mais comum era a 1.6, com câmbio manual de cinco marchas. Rendia 115 cv e fazia 8,5 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada com gasolina, conforme o Inmetro. Espaçosa, podia levar até 520 litros de bagagem no porta-malas com todo conforto e praticidade. Por esses e outros motivos é que a perua está entre os 5 carros vendidos no Brasil que deixaram saudades.

Fonte: Carros – iG @ https://carros.ig.com.br/2019-09-19/relembre-5-carros-vendidos-brasil-que-deixaram-saudades.html

Edição limitada da Honda CB1100 RS 5Four revive a linhagem da ícone 7 Galo

Edição limitada da Honda CB1100 RS 5Four revive a linhagem da ícone 7 Galo

Por iG Carros 

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Modelo tem todos os componentes modernos da fabricante japonesa mas segue o estilo clássico que consagrou as esportivas entre os anos 70 e 80

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Honda CB1100 RS 5Four
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Honda CB1100 RS 5Four: Apesar de ter sido inspirada na CB 750, nos lembramos mais da sua “prima”, a CBX 750

A divisão de motos da Honda acaba de apresentar o renascimento de um clássico dos anos 70 e 80. Para comemorar o 50º aniversário da CB750 Four — uma prima próxima da CBX 750F (a “7 Galo”) — a unidade da fabricante no Reino Unido se juntou à loja de customização 5Four Motorcycles Limited para criar apenas 54 unidades do modelo, batizado de Honda CB1100 RS 5Four.

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Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
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Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
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Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
Honda CB1100 RS 5Four. Foto: Divulgação
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A Honda CB1100 RS 5Four recebeu um esquema de pintura moderno, mas com visual clássico da prima da Honda 7 Galo , que foi considerada a primeira supermoto bem sucedida para as ruas. Para preservar a autenticidade da máquina, ela adota retrovisores redondos, os painéis de alumínio feitos à mão para a cobertura do farol e a unidade do assento — ao invés do plástico que é usado atualmente. Além disso, o assento tem estofamento de couro Alcantara costurado à mão.

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Mais equipamentos e números

Honda CB1100 RS 5Four
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Além do clássico, possui ares modernos, que remetem também à “doadora” de peças CB 1000 atual

A lista se completa com pinças de freio douradas, amortecedores Showa com garfo dianteiro dourado e traseiro amarelo. Além disso, conta com guidão Renthal completo que traz alças de mão Tomaselli e escapamento Racefit 4 em 2 de alto desempenho. O preço que está sendo cobrado pela Honda CB1100 RS 5Four é de US$ 19.400, ou R$ 80.600 em uma conversão direta. Como não virá ao Brasil, quem quiser uma, deverá recorrer aos classificados e fechar negócio com uma 7 Galo clássica por valores que variam entre R$ 20 mil e R$ 60 mil.

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Honda 7 Galo
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A famosa 7 Galo dos anos 70, motivo de nostalgia e inspiração para a CB1100 RS 5Four

Como base, a Honda CB1100 RS 5Four segue com o mesmo motor atual da CB1000. Com 4 cilindros em linha e 1.140 cc, rende 90 cv e 9,27 kgfm. Isso é o bastante para assegurar um desempenho atual, bem superior em relação ao modelo clássico, que tinha 82 cv (na sua última geração) e uma potência média menor, devido ao sistema de alimentação ainda ser carburado. Ainda sim, tinha uma aceleração até 100 km/h em apenas 5,4 segundos e uma velocidade máxima de 209 km/h. Veja o vídeo abaixo.

Fonte: Carros – iG @ https://carros.ig.com.br/motos/2019-09-19/edicao-limitada-da-honda-cb1100-rs-5four-revive-a-linhagem-da-icone-7-galo.html