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quarta-feira, novembro 25, 2020

Nova Hilux: tapa no visual, motor 15% mais potente e som premium JBL

Picape da Toyota chega às lojas semana que vem. Versão topo de linha ganha pacote de segurança ativa. Preços: de R$ 145.390 a R$ 241.990

FOTO: TOYOTA/DIVULGAÇÃO

A Toyota começa a vender no Brasil, a partir da próxima quinta-feira (26), a picape Hilux reestilizada vinda da Argentina. E com algumas poucas, mas boas, alterações: do design ao pacote de equipamentos de segurança e do motor mais potente ao sistema de som.

FOTO: TOYOTA/DIVULGAÇÃO

Conjunto mecânico
O motor 2.8 turbodiesel foi mantido – e atualizado. Agora, entrega 204cv de potência, com 50,9 kgfm de torque. Isso significa 27cv e 5kgfm de torque a mais. A empresa japonesa também informa que o câmbio (automático de 6 marchas) passou por uma recalibração (no software) – e isso deixaria as trocas mais rápidas.

Segurança
Toda a linha recebe mais atenção relacionada à segurança. Até mesmo as versões cabine simples terão, por exemplo, controle eletrônico de estabilidade (VSC), assistente de subida (HAC), controle eletrônico de tração (A-TRC) e luz de frenagem emergencial automática.

E, até que enfim, a Toyota adotou o Safety Sense (disponível apenas na SRX), com sistema de pré-colisão frontal (PCS), sistema de alerta de mudança de pista (LDA) e cruise control adaptativo (ACC).


Versões e preços

SR 4×2 Flex AT 2021
R$ 145.390

SRV 4×2 Flex AT 2021
R$ 157.490

SRV 4×4 Flex AT 2021
R$ 169.790

STD Power Pack 4×4 Diesel MT 2021
R$ 188.990

SR 4×4 Diesel AT 2021
R$ 201.790

SRV 4×4 Diesel AT 2021
R$ 216.990

SRX 4×4 Diesel AT 2021
R$ 241.990


Conectividade

Todas as versões cabine dupla da linha Hilux 2021 possuem mais conectividade. As SRX, SRV e SR, diesel e flex, ganham conexão para smartphones e tablets através do espelhamento Android Auto e Apple CarPlay.

A versão Standard Power Pack está equipada com display áudio com tela de 8” sensível ao toque com rádio com MP3, entrada USB, conexão Bluetooth e também conexão para smartphones e tablets através do espelhamento Android Auto e Apple CarPlay.


E mais
 A picape é produzida na fábrica de Zárate, na Argentina, e exportada para 23 mercados da América Latina e Caribe

√ Os bancos dianteiros da versão SRX contam agora com sistema de ventilação

√ As versões SRX e SRV passam a ter sensores de estacionamento dianteiros e traseiros

Fonte: Metropoles

Chevrolet Cruze tenta se mostrar ‘vivo’ em uma categoria à beira da extinção

Testamos a versão topo de linha do sedã, um dos poucos que ainda consegue ter volume de venda

Quando os SUVs começaram o “plano de dominação” global, uma das primeiras categorias a sucumbir às forças dos utilitários foi a de station wagons, principalmente no Brasil. As famosas peruas simplesmente sumiram do mercado. O segmento seguinte a “sair de cena” foi o dos hatches médios. Agora, mais um corre sério risco de extinção, os sedãs médios.

A categoria que já foi a mais desejada das famílias brasileiras, está ficando de lado. Atualmente, apenas quatro modelos têm um volume significativo de vendas — se é que podemos chamar menos de quatro mil unidades de expressivo. Toyota Corolla, Honda Civic, Volkswagen Jetta e Chevrolet Cruze ainda lutam bravamente para “sobreviver”. Testamos a versão topo de linha deste último.

O modelo é um três volumes clássico.

Nos últimos anos, a categoria vem perdendo espaço aos poucos, vendo seu — até então — fiel público debandar para o lado dos SUVs. Mas a crise causada pela pandemia do novo coronavírus “abriu a ferida” do segmento. Para se ter uma ideia, até o momento, pouco mais de 40 mil sedãs médios foram vendidos no Brasil. O Onix Plus sozinho quase emplacou isso.

O Cruze, sempre isolado no terceiro lugar, até que está encostando no segundo colocado, o Civic. No entanto, mesmo sendo um veículo muito bom, um detalhe pesa contra, o preço. A versão topo de linha do sedã, a Premier II, custa salgados R$ 128.990, se adicionarmos a pintura metálica (como a Marrom Capuccino da versão testada), pula para insanos R$ 130.390.

Tecnológico

A câmera de ré tem uma qualidade acima da média.

Não é de hoje que o Cruze é bem equipado. O modelo foi o primeiro a receber o sistema OnStar, ainda na geração anterior. A nova trouxe o carregador sem fio para smartphones e, para a linha 2020, ganhou wifi nativo integrado e uma nova câmera traseira que impressiona pela qualidade.

Ainda falando em comodidade, o sedã conta com ar-condicionado digital (aqui um dos maiores deslizes da marca, ele não é dual zone e não tem saída para o banco traseiro), abertura das portas e partida com chave por sensor, assento do motorista com ajuste elétrico, retrovisores externos elétricos, aquecidos e com rebatimento.

O ar-condicionado é digital mas de apenas uma zona. 

Ele ainda conta com central multimídia com tela de oito polegadas, navegador nativo, conectividade com smartphones via Android Auto e Apple CarPlay e duas portas USB, painel de instrumentos com display TFT e velocímetro digital e partida remota.

O sedã conta com carregamento sem fio para smartphones.

Completa os equipamentos: monitoramento de pressão dos pneus, assistente de permanência em faixa, farol alto adaptativo, frenagem de emergência, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, crepuscular e de chuva, piloto automático, luz de circulação diurna e lanternas em LED.

Os auxiliares de condução, apesar de não serem semi-autônomos, ajudam muito na direção, principalmente os alertas de ponto cego e de mudança de faixa. Um item que evoluiu é a câmera de ré, em alta definição, é uma das melhores do mercado.

A cabine é muito bem acabada, com uso abundante de couro. 

O Cruze é um sedã clássico, com os três volumes bem definidos (motor, cabine, porta-malas). O visual pega para um lado mais esportivo, com uma dianteira mais curta e caída suave do teto em direção a traseira. O modelo, que recebeu a última grande alteração visual há quatro anos, ainda tem um estilo moderno.

A imponente grade frontal, mesmo o uso — quase — exagerado de cromado, não destoa do resto do veículo. Gosto é sempre uma questão pessoal, mas ele não faz feio perante os principais concorrentes, mesmo os recém atualizados.

Espaço traseiro ideal para até quatro adultos. 

Por dentro, um detalhe interessante é a cor do acabamento dos bancos, painel e portas, em marrom. Em um primeiro momento, pode ser estranho, mas a cor não é cansativa e deixa o sedã com um ar mais premium. Com o uso generoso de couro, o interior é muito bem montado, sem rebarbas ou peças mal encaixadas.

Como em quase todo veículo a venda no país, o ideal é levar quatro passageiros. Nessa configuração, há bastante conforto. Um quinto, gera aperto, principalmente por causa do túnel central. O porta-malas, apesar de ter um tamanho bom, é um dos menores da categoria. Ainda assim, são 440 litros de espaço.

Força econômica

Motor turbo de 153 cavalos trabalha bem. 

O Cruze foi o primeiro modelo da categoria a contar 100% com versões turbinadas. O sedã, assim como o irmão hatch, utiliza um motor 1.4 turbo de 153/150 cavalos e 24,5/24kgfm de torque. A transmissão é automática de seis velocidades e a direção elétrica.

Com essa combinação, o sedã consegue otimizar dois fatores importantes: dirigibilidade e consumo. Com o propulsor trabalhando em baixa rotação, basta um leve toque no acelerador para ele disparar pelo asfalto. Todas as manobras são feitas com extrema facilidade e segurança, de ultrapassagens a retomadas de velocidade.

O sedã é uma boa aposta para quem quer “fugir” dos SUVs.

A direção elétrica atua muito bem também, leve em baixas e firme em altas velocidades. A suspensão absorve bem as imperfeições do asfalto, sem repassá-las para a cabine. Mas como nem tudo são flores, falta uma coisa no sedã: borboletas no volante.

Ele até tem opção de trocas, mas é na alavanca do câmbio. O que não tem muita graça. Afinal, um veículo turbo, com apelo mais esportivo merecia os paddle shift, otimizaria ainda mais a já boa condução do modelo.

As trocas de marchas só podem ser realizadas no câmbio. 

Outro ponto positivo do conjunto mecânico foi o consumo. Rodando pelas largas e planas ruas de Brasília, ele chegou a marcar acima dos 14km/l. Por fim, o consumo médio ficou em excelentes 12,7km/l, isso com uma misto de tocada mais agressiva e mais tranquila.

A opinião do Diário Motor

Chevrolet Cruze Premier.

No geral, o Cruze é um veículo bom. O acabamento interno é muito bem feito, o espaço é correto. A lista de equipamentos é completa e conjunto mecânico atende muito bem ao sedã. O grande problema é o preço e a concorrência “desleal” dos SUVs.

Mesmo com todos os adjetivos, está longe de valer R$ 130 mil. Quando a linha 2020 foi apresentada no fim do ano passado, o valor já assustava, com a alta do dólar, ficou ainda pior. O que mostra que, mesmo sendo uma categoria com bons representantes, os sedãs médios deve ter o mesmo fim das peruas e dos hatches médios: o ostracismo.

Chevrolet Cruze Premier.

Ainda assim, quem quer fugir da moda dos utilitários — e tiver disposto a gastar todo esse valor — pode encontrar no modelo uma boa solução, qualidades para isso ele tem. Pode valer a compra! Nota: 8.

Ficha Técnica

Chevrolet Cruze Premier.

Motor: 1.4 turbo

Potência máxima: 153/150cv

Torque máximo: 24,5/24kgfm

Transmissão: automática de 6 velocidades

Direção: elétrica

Suspensão: independente na dianteira e semi-independente na traseira

Freios: a disco nas quatro rodas

Porta-malas: 440 litros

Dimensões (A x L x C x EE): 1.484 x 1.807 x 4.665 x 2.700mm

Preço: R$ 130.390

Tempo entre captação e venda de carros usados no DF dobrou na pandemia

Em janeiro, as concessionárias mantinham seus veículos nos pátios por 36 dias, em média; em maio, chegou a 79, segundo estudo da MegaDealer

FOTO: FREEPIK

Em janeiro deste ano, o governo da China designou uma equipe de médicos especialistas para investigar o início de uma pandemia assustadora, a do novo coronavírus. As concessionárias de automóveis do Distrito Federal mantinham seus carros no estoque, naquele mês, por 36 dias (média). Esse era o tempo médio entre a captação e a venda de um carro usado.

Em março, o presidente da República, Jair Bolsonaro, começou a minimizar a pandemia, com várias declarações do tipo “É uma gripezinha”. Em maio, com o auge do isolamento social, o estoque das concessionárias do Distrito Federal já não girava por 79 dias.

Segundo o Estudo de Performance de Veículos Usados (PVU) 2020, produzido pela empresa de consultoria e pesquisa de mercado MegaDealer, em parceria com a startup AutoAvaliar, em todo o país, esse período bateu nos 69 dias em maio – aumento de mais de 60% na comparação com os 42 dias de março, mês em que teve início a quarentena.

E o Centro-Oeste, segundo a pesquisa, foi uma das regiões mais prejudicadas pela pandemia. O período de estadia dos automóveis nos estoques das concessionárias já chega a 62 dias na região.

O trabalho apontou que, entre e março e maio deste ano, 45.147 veículos foram avaliados pelas concessionárias locais – que efetivaram 8.146 captações. Neste mesmo período, o lucro médio bruto por cada veículo chegou a R$ 5.072, com uma margem de lucro média de 10,8%.

Mas a margem bruta em maio retornou para um patamar superior a 11% e o preço médio de venda no mês chegou a R$ 46.134 por unidade, o mais alto no ano.

Os números foram obtidos a partir de 650 mil operações analisadas em mais de 2 mil concessionárias. A média de 2019 apontava mais de 153 mil avaliações e 41 mil captações por mês; em abril de 2020, esses números haviam caído, respectivamente, para 38,1 mil e 11,3 mil.

A partir de maio, com a flexibilização da quarentena, reabertura parcial das concessionárias e Detrans, as avaliações subiram para 80 mil; as captações, para 19 mil.

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Fonte: Metropoles

Comércio de veículos usados no DF despenca 37,6% no 1º semestre de 2020

Brasilienses comparam 70.614 unidades, contra 113.242 no passado. Foi o pior desempenho do Centro-Oeste; em Goiás, queda foi de 21,2%

FOTO: FREEPIK

A pandemia do coronavírus, causador da Covid-19, fez lojas fecharem, mudar o foco de vendas para as plataformas online e encher as redes sociais de promoções. Mesmo assim, as vendas de veículos usados no Distrito Federal caíram 37,6% no primeiro semestre de 2020, ante o mesmo período do ano passado: foram apenas 70.614 unidades comercializadas, contra 113.242.

FOTO: FREEPIK

Em relação aos veículos pesados – fator que avalia o desempenho da economia – caiu pela metade: foram somente 475 caminhões ou carretas mudando de dono nestes seis primeiros meses de 2020, contra 967 no ano anterior.

Os dados foram divulgados pela Fenauto, a federação da associações dos revendedores de veículos.

Em todo o país, junho teve resultado surpreendente, com 69,2% a mais nas vendas do que o registrado em maio(752.173 veículos, contra 444.653 de maio).

O presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, diz que a entidade se foca nos estímulos que governos (nos três níveis) e empresas têm desenvolvido para aquecer a economia e flexibilizar a quarentena.

“Estamos também analisando, com atenção e sensibilidade, os novos hábitos e comportamentos dos consumidores, fruto da experiência vivida nesse período da Covid-19”, comentou.

Parado no pátio
Apesar de mostrar claros sinais de reação em maio, com um aumento significativo de avaliações e captações, o mercado de carros usados no Brasil apresenta dados preocupantes no cenário pós-Covid-19.

Um estudo de performance de veículos usados, produzido pela empresa de soluções MegaDealer, em parceria com a plataforma AutoAvaliar, mostra que o período de estadia dos automóveis nos estoques das concessionárias cresceu 43% no primeiro mês pós-pandemia. Isso faz com que o tempo entre captação e venda chegue a 69 dias.

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Fonte: Metropoles

Produção industrial cai 18,8% com pandemia em abril e tem pior resultado em 18 anos

Quando a comparação é feita com abril de 2019, a queda na indústria foi maior, de 27,2%, atingindo o sexto resultado negativo seguido nesse recorte

A produção industrial registrou queda de 18,8% em abril, na comparação com o mês de março de 2020. O resultado teve a interferência dos efeitos causados pelo isolamento social, iniciado em meados do terceiro mês do ano. O recuo foi o mais intenso da indústria desde o início da série histórica, em 2002. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE.

Entre janeiro e abril deste ano, o setor apresentou redução de 8,2%, e nos últimos 12 meses, recuou 2,9%. Quando a comparação é feita com abril de 2019, a queda na indústria foi maior, de 27,2%, atingindo o sexto resultado negativo seguido nesse recorte e o mais alto desde o início da série registrada pelo IBGE.

Em relação às atividades, o pior resultado veio de veículos automotores, reboques e carrocerias, com queda de 88,5%, pressionada pelas interrupções da produção dos automóveis, caminhões e autopeças em várias fábricas do país.

Houve, no entanto, alta, em abril, nas atividades que produzem itens de consumo essenciais.  Os produtos alimentícios, por exemplo, registraram elevação de 3,3%, enquanto produtos farmoquímicos e farmacêuticos subiram 6,6%, que voltaram a crescer após recuarem em março.

Novo Porsche 911 Targa surge mais charmoso do que nunca. E o melhor: Vai desfilar no Brasil

Variante “semi-conversível” terá três versões – uma delas com 450 cv e transmissão manual; data de estreia no Brasil ainda não foi definida

Aos poucos, a família da nova geração do Porsche 911 (conhecida como 992) vai crescendo. Depois dos Carrera – e suas variantes – e o potente Turbo S, agora é a vez do charme e elegância dar o ar da graça. Eis novo 911 Targa. E preparem-se: o semi-conversível, digamos, está confirmado para chegar ao Brasil.

A data, preços e versões permanecem misteriosas. Mas na Europa o modelo terá três variantes: Targa 4 PDKTarga 4S manual e Targa 4S PDK. Sim, haverá uma variante com câmbio manual de sete velocidades.Todas são equipadas com o motor seis cilindros 3.0 biturbo e tração integral.

Porsche 911 Targa (Foto:  Divulgação)

Só que na configuração Targa 4 – assim como os Carrera – são 385 cv e 45,9 kgfm de torque. Com a transmissão PDK de dupla embreagem e oito marchas, o zero a 100 km/h acontecem em 4,2 segundos. A máxima é de 289 km/h. As demais versões têm 450 cv, 54 kgfm e vão até os 100 km/h em 3,6 segundos – com máxima de 304 km/h.

O charme do Targa, claro, é a capota. A tradicional carroceria pareceu pela primeira vez no final dos 1960 no 911 e, desde então, não saiu mais da linha. A estilosa barra metálica no lugar da coluna B (central) foi criada para proteger os ocupantes em caso de capotagem – e também para dar uma força na rigidez.

Agora, que os conversíveis têm colunas A ultraresistentes e barras anticapotagem retráteis, a proteção que dá ao nome ao carro passou a ser uma arma de estilo, acima de tudo. E que estilo! Para fechar/abrir o mecanismo leva 19 segundos.

Porsche 911 Targa (Foto:  Divulgação)

De resto, o Targa traz a sopa de letrinhas da Porsche: Porsche Stability Management (PSM), Porsche Traction Management (PTM) e o Porsche Active Suspension Management (PASM).

Ou seja, controles dinâmicos de tração e estabilidade, e a suspensão adaptativa que altera os parâmetros de rigidez. O Porsche Dynamic Chassis Control (PDCC), o sistema de controle dinâmico do chassi, é opcional.

A novidade é o opcional controle de cruzeiro adaptativo otimizado, que calcula os melhores valores de aceleração e desaceleração “olhando” o tráfego 3 km à frente. Outra é o controle de mudança involuntária de faixa de rodagem, que faz pequenos ajustes no volante de forma autônoma.

Porsche 911 Targa (Foto:  Divulgação)

Mais um item comprado à parte é o Smart Lift. Com o sistema eletro-hidráulico no eixo dianteiro, a  parte dianteira do 911 pode ser “erguida” 4 cm para vencer obstáculos mais pronunciados. Preço? Ainda é cedo para falar – ainda mais com a atual flutuação cambial. Mas a linha Targa pode ficar na faixa dos R$ 700 mil.

Veja a linha do 911 vendida atualmente no Brasil:

911 Carrera – R$ 519.000
911 Carrera S – R$ 679.000
911 Carrera S Cabriolet – R$ 729.000
911 Carrera 4S – R$ 719.000
911 Carrera 4S Cabriolet – R$ 769.000
911 Turbo S – R$ 1.329.000

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Fonte: Auto Esporte

E-tron, primeiro carro 100% elétrico da Audi, é lançado no Brasil

Novo SUV tem dois motores que, combinados, chegam a 408cv. Veículo tem autonomia de 436 km e preço inicial é de R$ 499 mil

DIVULGAÇÃO/AUDI

A Audi anunciou nesta quarta-feira (29/04/2020) o início da comercialização do E-tron, primeiro modelo 100% elétrico da fabricante no Brasil. Altamente tecnológico e aguardado pelos fãs desde o Salão do Automóvel de 2018, o SUV alemão chega ao país com preços a partir de R$ 499.990 e em duas versões: Performance e Performance Black.

Para nós, o E-tron não é apenas um carro. Ele é o protagonista da nova era e inicia a ofensiva elétrica da Audi de zero CO2 no Brasil

OHANNES ROSCHECK, CEO E PRESIDENTE DA AUDI DO BRASIL

DIVULGAÇÃO/AUDIDivulgação/Audi
E-tron é o primeiro modelo 100% elétrico da Audi

Roscheck também ressalta a maior rede de recarga instalada no país. “Investimos mais de R$ 10 milhões em infraestrutura na instalação de 200 pontos distribuídos pelo Brasil”.

Potência esportiva

Outros pontos a serem destacados são a recuperação de energia durante a desaceleração e a autonomia alcançada. Segundo a fabricante, o E-tron pode fazer até 436 quilômetros com uma carga completa. Já o sistema de recarga rápida, em carregador 150 kW, permite a alimentação de até 80% da bateria em apenas 30 minutos.

Entre as tecnologias oferecidas está a suspensão a ar adaptativa, que permite o ajuste em até 7,6 cm para cima ou para baixo, garantindo maior agilidade e adaptabilidade em diferentes tipos de terrenos. Ao todo, são sete modos de condução: auto, comfort, efficiency, offroad, all road, individual e dynamic.

Design futurista

Sem dúvidas, o design completo do novo E-tron é um destaque a parte. A começar pela substituição dos espelhos retrovisores por duas câmeras com transmissão da imagem, em tempo real, para dentro do automóvel em uma tela de 7 polegadas. No interior, outras três telas ajudam o motorista. A do quadro de instrumentos tem 12,3 polegadas, enquanto duas touchscreen de 10,1 polegadas e 8,6 polegadas compõem a central multimídia.

DIVULGAÇÃO/AUDIDivulgação/Audi
O retrovisor virtual é uma das grandes novidades do E-tron

A lataria parruda e esportiva também chama a atenção. Na parte traseira, a lanterna é dividida em sete filetes de led, dando a sensação de amplitude do carro. Para completar o visual imponente, o farol dianteiro aponta para a grade do veículo, que possui o típico formato octogonal dos SUVs da fabricante.

Por dentro, o acabamento utiliza materiais como couro, alumínio e madeira, que dão o charme final para conquistar o motorista. O E-tron possui ajustes elétricos nos bancos, comando de voz inteligente, teto solar panorâmico, oito airbags, controle de cruzeiro adaptativo com assistente de faixa e frenagem automática emergencial, quatro entradas USB, câmeras 360º, iluminação interna com ajustes de cores e porta-malas com abertura elétrica.

O carro também promete ser totalmente silencioso. E não apenas por ser elétrico, mas porque traz tecnologia de isolamento acústico e resistência ao vento. A área ganha por meio do retrovisor virtual, por exemplo, resulta em uma aerodinâmica mais sofisticada e menos resistência do ar, diminuindo assim os ruídos.

Audi E-tron

  • Motor: dianteiro, elétrico, transversal, trifásico
  • Potência: combinada de 408 cv e torque combinado de 67,5 kgfm
  • Bateria: 36 módulos de íons de lítio, 95 kWh. Autonomia de 436 km em ciclo WLTP
  • Câmbio: automático, 1 marcha, tração AWD
  • Suspensão: duplo-A (dianteira)/multilink (traseira)
  • Freios: discos ventilados
  • Rodas e pneus: liga leve, 265/45 R21
  • Dimensões: 490,1 cm (comprimento) x 193,5 cm (largura) x 161,1 cm (altura). E 292,8 cm (entre-eixos)
  • Porta-malas: 660 litros
  • Preços: a partir de R$ 499.990

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Fonte: Metropoles

Primeira edição limitada da Ram 2500 no Brasil custa R$ 327 mil

Versão especial da picape, batizada de Night Edition, tem acabamento escuro e ganha degrau retrátil para acesso à caçamba e roda redesenhada

FOTO: FCA PRESS/DIVULGAÇÃO

A picape Ram 2500 ganhou uma série especial exatamente para oferecer o que muitos dos seus compradores exigem: personalização, customização, tunagem – tudo extra que é posto apenas por razões estéticas, sem nada a melhorar a performance. A versão, baseada na Laramie, tem a mesma imensa lista de equipamentos e detalhes como o acabamento escuro nas peças que são cromadas.

Mas, ficou bonita? Sim: o design já imponente da picape ganhou faróis e lanternas com máscara negra, grade com desenho exclusivo em preto brilhante e rodas com novo estilo – além de capas dos retrovisores e estribos com pintura preta. O tema “all-black” entra pelos para-choques, maçanetas e vai para a cabine, no forro de teto e os revestimentos da coluna.

A Ram, por si só, é uma picape de respeito: tem um sistema de informações e entretenimento de qualidade. O Uconnect 4C NAV vem com tela de 12 polegadas e sistema de som com cancelamento de ruídos externos e até alerta de tráfego traseiro cruzado – e ainda monitora pontos cegos e câmeras 360° e de caçamba.

Fonte: Metropoles

China: Venda de veículos caem 48,4% em março ante mesmo mês de 2019

Apesar do declínio, houve uma melhora em relação ao ritmo verificado em fevereiro, quando as vendas caíram 81,7% na comparação anual

As vendas de utilitários totalizaram pouco mais de 1 milhão, informou a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis. As vendas totais de veículos, incluindo caminhões e ônibus, caíram 43,3%, para 1,4 milhão.

Apesar do declínio, houve uma melhora em relação ao ritmo verificado em fevereiro, quando as vendas caíram 81,7% na comparação anual. As concessionárias de automóveis e outras empresas foram fechadas para combater a tentativa de impedir a propagação do vírus. As vendas de automóveis nos primeiros três meses de 2020 caíram 45,4%, para 2,9 milhões.

O governo chinês começou a reabrir fábricas, restaurantes e lojas em março, depois de declarar vitória sobre o surto. Mas os consumidores ainda não se sentem confiantes para fazer grandes compras, com receios de perda de empregos ou de uma segunda onda de propagação da covid-19. Fonte: Associated Press.

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Fonte: Jornal de Brasilia

Venda de carros deve cair 40% este ano, projeta Fiat

Missão Digital
O mercado de carros novos deve registrar um tombo de 40% neste ano em relação a 2019, segundo prevê o presidente para a América Latina da FCA Fiat Chrysler, Antonio Filosa. Para ele, mesmo que a pandemia da covid-19 seja controlada a partir do segundo semestre, muitos pequenos empreendedores e mesmo as famílias vão priorizar a recomposição financeira antes de decidir pela compra de um automóvel zero quilômetro.

O executivo também afirma que, em razão da crise provocada pela novo coronavírus, a empresa adiou projetos e investimentos previstos para este ano. “Nosso plano de investir R$ 16 bilhões até 2024 será estendido até 2025”, informa. O lançamento da nova picape Strada, considerada estratégica para a marca, estava agendado para abril mas só deve ocorrer entre junho ou julho.

Recentemente, a General Motors também afirmou que o investimento de R$ 10 bilhões para o período 2020-2024 foi adiado.

A previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), era de alta de 9% em relação aos 2,665 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos em 2019. Nos próximos dias é provável que a expectativa seja revista.

Em março as vendas somaram cerca de 154 mil automóveis e comerciais leves, a maior parte ocorrida até o dia 20. Depois, com o fechamento da maioria das lojas e dos postos de emplacamentos, a média de vendas diárias ficou em 1 mil unidades. “Houve retração de 90% nos negócios a partir da segunda quinzena do mês”, diz Filosa. Em relação a fevereiro, a queda total foi de 20% e, na comparação com março de 2019, de 23%. No trimestre a retração é de 8,6%, para 531,7 mil unidades.

Foi o período em que se intensificaram as medidas de restrição e isolamento para evitar a propagação da covid-19 e quanto as montadoras suspenderam a produção e deram férias coletivas aos funcionários. Filosa acredita que as vendas continuarão em queda drástica neste segundo trimestre. “Abril deve cair 90% em relação a abril de 2019; maio deve cair 60% e junho talvez 50%”, prevê. “Nossa expectativa é que 2021 seja um ano de grande aceleração nas vendas.”

Mais paradas. Já prevendo que a crise vai se prolongar, montadoras começam a negociar a extensão do período de paralisação. A GM negocia com trabalhadores de suas cinco fábricas um período de lay-off (suspensão de contratos de trabalho) por até quatro meses após o fim das férias coletivas.

A proposta prevê redução de salário de 5% a 25%, dependendo da faixa salarial. O presidente do sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana, também avalia com empresas e governo do Estado medidas a serem adotadas após o fim das férias coletivas na região. “É preciso pensar em alternativas, mas sem reduzir salários.”

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Fonte:IstoÉ