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segunda-feira, setembro 21, 2020

Chevrolet Cruze tenta se mostrar ‘vivo’ em uma categoria à beira da extinção

Testamos a versão topo de linha do sedã, um dos poucos que ainda consegue ter volume de venda

Quando os SUVs começaram o “plano de dominação” global, uma das primeiras categorias a sucumbir às forças dos utilitários foi a de station wagons, principalmente no Brasil. As famosas peruas simplesmente sumiram do mercado. O segmento seguinte a “sair de cena” foi o dos hatches médios. Agora, mais um corre sério risco de extinção, os sedãs médios.

A categoria que já foi a mais desejada das famílias brasileiras, está ficando de lado. Atualmente, apenas quatro modelos têm um volume significativo de vendas — se é que podemos chamar menos de quatro mil unidades de expressivo. Toyota Corolla, Honda Civic, Volkswagen Jetta e Chevrolet Cruze ainda lutam bravamente para “sobreviver”. Testamos a versão topo de linha deste último.

O modelo é um três volumes clássico.

Nos últimos anos, a categoria vem perdendo espaço aos poucos, vendo seu — até então — fiel público debandar para o lado dos SUVs. Mas a crise causada pela pandemia do novo coronavírus “abriu a ferida” do segmento. Para se ter uma ideia, até o momento, pouco mais de 40 mil sedãs médios foram vendidos no Brasil. O Onix Plus sozinho quase emplacou isso.

O Cruze, sempre isolado no terceiro lugar, até que está encostando no segundo colocado, o Civic. No entanto, mesmo sendo um veículo muito bom, um detalhe pesa contra, o preço. A versão topo de linha do sedã, a Premier II, custa salgados R$ 128.990, se adicionarmos a pintura metálica (como a Marrom Capuccino da versão testada), pula para insanos R$ 130.390.

Tecnológico

A câmera de ré tem uma qualidade acima da média.

Não é de hoje que o Cruze é bem equipado. O modelo foi o primeiro a receber o sistema OnStar, ainda na geração anterior. A nova trouxe o carregador sem fio para smartphones e, para a linha 2020, ganhou wifi nativo integrado e uma nova câmera traseira que impressiona pela qualidade.

Ainda falando em comodidade, o sedã conta com ar-condicionado digital (aqui um dos maiores deslizes da marca, ele não é dual zone e não tem saída para o banco traseiro), abertura das portas e partida com chave por sensor, assento do motorista com ajuste elétrico, retrovisores externos elétricos, aquecidos e com rebatimento.

O ar-condicionado é digital mas de apenas uma zona. 

Ele ainda conta com central multimídia com tela de oito polegadas, navegador nativo, conectividade com smartphones via Android Auto e Apple CarPlay e duas portas USB, painel de instrumentos com display TFT e velocímetro digital e partida remota.

O sedã conta com carregamento sem fio para smartphones.

Completa os equipamentos: monitoramento de pressão dos pneus, assistente de permanência em faixa, farol alto adaptativo, frenagem de emergência, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, crepuscular e de chuva, piloto automático, luz de circulação diurna e lanternas em LED.

Os auxiliares de condução, apesar de não serem semi-autônomos, ajudam muito na direção, principalmente os alertas de ponto cego e de mudança de faixa. Um item que evoluiu é a câmera de ré, em alta definição, é uma das melhores do mercado.

A cabine é muito bem acabada, com uso abundante de couro. 

O Cruze é um sedã clássico, com os três volumes bem definidos (motor, cabine, porta-malas). O visual pega para um lado mais esportivo, com uma dianteira mais curta e caída suave do teto em direção a traseira. O modelo, que recebeu a última grande alteração visual há quatro anos, ainda tem um estilo moderno.

A imponente grade frontal, mesmo o uso — quase — exagerado de cromado, não destoa do resto do veículo. Gosto é sempre uma questão pessoal, mas ele não faz feio perante os principais concorrentes, mesmo os recém atualizados.

Espaço traseiro ideal para até quatro adultos. 

Por dentro, um detalhe interessante é a cor do acabamento dos bancos, painel e portas, em marrom. Em um primeiro momento, pode ser estranho, mas a cor não é cansativa e deixa o sedã com um ar mais premium. Com o uso generoso de couro, o interior é muito bem montado, sem rebarbas ou peças mal encaixadas.

Como em quase todo veículo a venda no país, o ideal é levar quatro passageiros. Nessa configuração, há bastante conforto. Um quinto, gera aperto, principalmente por causa do túnel central. O porta-malas, apesar de ter um tamanho bom, é um dos menores da categoria. Ainda assim, são 440 litros de espaço.

Força econômica

Motor turbo de 153 cavalos trabalha bem. 

O Cruze foi o primeiro modelo da categoria a contar 100% com versões turbinadas. O sedã, assim como o irmão hatch, utiliza um motor 1.4 turbo de 153/150 cavalos e 24,5/24kgfm de torque. A transmissão é automática de seis velocidades e a direção elétrica.

Com essa combinação, o sedã consegue otimizar dois fatores importantes: dirigibilidade e consumo. Com o propulsor trabalhando em baixa rotação, basta um leve toque no acelerador para ele disparar pelo asfalto. Todas as manobras são feitas com extrema facilidade e segurança, de ultrapassagens a retomadas de velocidade.

O sedã é uma boa aposta para quem quer “fugir” dos SUVs.

A direção elétrica atua muito bem também, leve em baixas e firme em altas velocidades. A suspensão absorve bem as imperfeições do asfalto, sem repassá-las para a cabine. Mas como nem tudo são flores, falta uma coisa no sedã: borboletas no volante.

Ele até tem opção de trocas, mas é na alavanca do câmbio. O que não tem muita graça. Afinal, um veículo turbo, com apelo mais esportivo merecia os paddle shift, otimizaria ainda mais a já boa condução do modelo.

As trocas de marchas só podem ser realizadas no câmbio. 

Outro ponto positivo do conjunto mecânico foi o consumo. Rodando pelas largas e planas ruas de Brasília, ele chegou a marcar acima dos 14km/l. Por fim, o consumo médio ficou em excelentes 12,7km/l, isso com uma misto de tocada mais agressiva e mais tranquila.

A opinião do Diário Motor

Chevrolet Cruze Premier.

No geral, o Cruze é um veículo bom. O acabamento interno é muito bem feito, o espaço é correto. A lista de equipamentos é completa e conjunto mecânico atende muito bem ao sedã. O grande problema é o preço e a concorrência “desleal” dos SUVs.

Mesmo com todos os adjetivos, está longe de valer R$ 130 mil. Quando a linha 2020 foi apresentada no fim do ano passado, o valor já assustava, com a alta do dólar, ficou ainda pior. O que mostra que, mesmo sendo uma categoria com bons representantes, os sedãs médios deve ter o mesmo fim das peruas e dos hatches médios: o ostracismo.

Chevrolet Cruze Premier.

Ainda assim, quem quer fugir da moda dos utilitários — e tiver disposto a gastar todo esse valor — pode encontrar no modelo uma boa solução, qualidades para isso ele tem. Pode valer a compra! Nota: 8.

Ficha Técnica

Chevrolet Cruze Premier.

Motor: 1.4 turbo

Potência máxima: 153/150cv

Torque máximo: 24,5/24kgfm

Transmissão: automática de 6 velocidades

Direção: elétrica

Suspensão: independente na dianteira e semi-independente na traseira

Freios: a disco nas quatro rodas

Porta-malas: 440 litros

Dimensões (A x L x C x EE): 1.484 x 1.807 x 4.665 x 2.700mm

Preço: R$ 130.390

Tempo entre captação e venda de carros usados no DF dobrou na pandemia

Em janeiro, as concessionárias mantinham seus veículos nos pátios por 36 dias, em média; em maio, chegou a 79, segundo estudo da MegaDealer

FOTO: FREEPIK

Em janeiro deste ano, o governo da China designou uma equipe de médicos especialistas para investigar o início de uma pandemia assustadora, a do novo coronavírus. As concessionárias de automóveis do Distrito Federal mantinham seus carros no estoque, naquele mês, por 36 dias (média). Esse era o tempo médio entre a captação e a venda de um carro usado.

Em março, o presidente da República, Jair Bolsonaro, começou a minimizar a pandemia, com várias declarações do tipo “É uma gripezinha”. Em maio, com o auge do isolamento social, o estoque das concessionárias do Distrito Federal já não girava por 79 dias.

Segundo o Estudo de Performance de Veículos Usados (PVU) 2020, produzido pela empresa de consultoria e pesquisa de mercado MegaDealer, em parceria com a startup AutoAvaliar, em todo o país, esse período bateu nos 69 dias em maio – aumento de mais de 60% na comparação com os 42 dias de março, mês em que teve início a quarentena.

E o Centro-Oeste, segundo a pesquisa, foi uma das regiões mais prejudicadas pela pandemia. O período de estadia dos automóveis nos estoques das concessionárias já chega a 62 dias na região.

O trabalho apontou que, entre e março e maio deste ano, 45.147 veículos foram avaliados pelas concessionárias locais – que efetivaram 8.146 captações. Neste mesmo período, o lucro médio bruto por cada veículo chegou a R$ 5.072, com uma margem de lucro média de 10,8%.

Mas a margem bruta em maio retornou para um patamar superior a 11% e o preço médio de venda no mês chegou a R$ 46.134 por unidade, o mais alto no ano.

Os números foram obtidos a partir de 650 mil operações analisadas em mais de 2 mil concessionárias. A média de 2019 apontava mais de 153 mil avaliações e 41 mil captações por mês; em abril de 2020, esses números haviam caído, respectivamente, para 38,1 mil e 11,3 mil.

A partir de maio, com a flexibilização da quarentena, reabertura parcial das concessionárias e Detrans, as avaliações subiram para 80 mil; as captações, para 19 mil.

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Fonte: Metropoles

Comércio de veículos usados no DF despenca 37,6% no 1º semestre de 2020

Brasilienses comparam 70.614 unidades, contra 113.242 no passado. Foi o pior desempenho do Centro-Oeste; em Goiás, queda foi de 21,2%

FOTO: FREEPIK

A pandemia do coronavírus, causador da Covid-19, fez lojas fecharem, mudar o foco de vendas para as plataformas online e encher as redes sociais de promoções. Mesmo assim, as vendas de veículos usados no Distrito Federal caíram 37,6% no primeiro semestre de 2020, ante o mesmo período do ano passado: foram apenas 70.614 unidades comercializadas, contra 113.242.

FOTO: FREEPIK

Em relação aos veículos pesados – fator que avalia o desempenho da economia – caiu pela metade: foram somente 475 caminhões ou carretas mudando de dono nestes seis primeiros meses de 2020, contra 967 no ano anterior.

Os dados foram divulgados pela Fenauto, a federação da associações dos revendedores de veículos.

Em todo o país, junho teve resultado surpreendente, com 69,2% a mais nas vendas do que o registrado em maio(752.173 veículos, contra 444.653 de maio).

O presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, diz que a entidade se foca nos estímulos que governos (nos três níveis) e empresas têm desenvolvido para aquecer a economia e flexibilizar a quarentena.

“Estamos também analisando, com atenção e sensibilidade, os novos hábitos e comportamentos dos consumidores, fruto da experiência vivida nesse período da Covid-19”, comentou.

Parado no pátio
Apesar de mostrar claros sinais de reação em maio, com um aumento significativo de avaliações e captações, o mercado de carros usados no Brasil apresenta dados preocupantes no cenário pós-Covid-19.

Um estudo de performance de veículos usados, produzido pela empresa de soluções MegaDealer, em parceria com a plataforma AutoAvaliar, mostra que o período de estadia dos automóveis nos estoques das concessionárias cresceu 43% no primeiro mês pós-pandemia. Isso faz com que o tempo entre captação e venda chegue a 69 dias.

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Fonte: Metropoles

Produção industrial cai 18,8% com pandemia em abril e tem pior resultado em 18 anos

Quando a comparação é feita com abril de 2019, a queda na indústria foi maior, de 27,2%, atingindo o sexto resultado negativo seguido nesse recorte

A produção industrial registrou queda de 18,8% em abril, na comparação com o mês de março de 2020. O resultado teve a interferência dos efeitos causados pelo isolamento social, iniciado em meados do terceiro mês do ano. O recuo foi o mais intenso da indústria desde o início da série histórica, em 2002. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE.

Entre janeiro e abril deste ano, o setor apresentou redução de 8,2%, e nos últimos 12 meses, recuou 2,9%. Quando a comparação é feita com abril de 2019, a queda na indústria foi maior, de 27,2%, atingindo o sexto resultado negativo seguido nesse recorte e o mais alto desde o início da série registrada pelo IBGE.

Em relação às atividades, o pior resultado veio de veículos automotores, reboques e carrocerias, com queda de 88,5%, pressionada pelas interrupções da produção dos automóveis, caminhões e autopeças em várias fábricas do país.

Houve, no entanto, alta, em abril, nas atividades que produzem itens de consumo essenciais.  Os produtos alimentícios, por exemplo, registraram elevação de 3,3%, enquanto produtos farmoquímicos e farmacêuticos subiram 6,6%, que voltaram a crescer após recuarem em março.

Novo Porsche 911 Targa surge mais charmoso do que nunca. E o melhor: Vai desfilar no Brasil

Variante “semi-conversível” terá três versões – uma delas com 450 cv e transmissão manual; data de estreia no Brasil ainda não foi definida

Aos poucos, a família da nova geração do Porsche 911 (conhecida como 992) vai crescendo. Depois dos Carrera – e suas variantes – e o potente Turbo S, agora é a vez do charme e elegância dar o ar da graça. Eis novo 911 Targa. E preparem-se: o semi-conversível, digamos, está confirmado para chegar ao Brasil.

A data, preços e versões permanecem misteriosas. Mas na Europa o modelo terá três variantes: Targa 4 PDKTarga 4S manual e Targa 4S PDK. Sim, haverá uma variante com câmbio manual de sete velocidades.Todas são equipadas com o motor seis cilindros 3.0 biturbo e tração integral.

Porsche 911 Targa (Foto:  Divulgação)

Só que na configuração Targa 4 – assim como os Carrera – são 385 cv e 45,9 kgfm de torque. Com a transmissão PDK de dupla embreagem e oito marchas, o zero a 100 km/h acontecem em 4,2 segundos. A máxima é de 289 km/h. As demais versões têm 450 cv, 54 kgfm e vão até os 100 km/h em 3,6 segundos – com máxima de 304 km/h.

O charme do Targa, claro, é a capota. A tradicional carroceria pareceu pela primeira vez no final dos 1960 no 911 e, desde então, não saiu mais da linha. A estilosa barra metálica no lugar da coluna B (central) foi criada para proteger os ocupantes em caso de capotagem – e também para dar uma força na rigidez.

Agora, que os conversíveis têm colunas A ultraresistentes e barras anticapotagem retráteis, a proteção que dá ao nome ao carro passou a ser uma arma de estilo, acima de tudo. E que estilo! Para fechar/abrir o mecanismo leva 19 segundos.

Porsche 911 Targa (Foto:  Divulgação)

De resto, o Targa traz a sopa de letrinhas da Porsche: Porsche Stability Management (PSM), Porsche Traction Management (PTM) e o Porsche Active Suspension Management (PASM).

Ou seja, controles dinâmicos de tração e estabilidade, e a suspensão adaptativa que altera os parâmetros de rigidez. O Porsche Dynamic Chassis Control (PDCC), o sistema de controle dinâmico do chassi, é opcional.

A novidade é o opcional controle de cruzeiro adaptativo otimizado, que calcula os melhores valores de aceleração e desaceleração “olhando” o tráfego 3 km à frente. Outra é o controle de mudança involuntária de faixa de rodagem, que faz pequenos ajustes no volante de forma autônoma.

Porsche 911 Targa (Foto:  Divulgação)

Mais um item comprado à parte é o Smart Lift. Com o sistema eletro-hidráulico no eixo dianteiro, a  parte dianteira do 911 pode ser “erguida” 4 cm para vencer obstáculos mais pronunciados. Preço? Ainda é cedo para falar – ainda mais com a atual flutuação cambial. Mas a linha Targa pode ficar na faixa dos R$ 700 mil.

Veja a linha do 911 vendida atualmente no Brasil:

911 Carrera – R$ 519.000
911 Carrera S – R$ 679.000
911 Carrera S Cabriolet – R$ 729.000
911 Carrera 4S – R$ 719.000
911 Carrera 4S Cabriolet – R$ 769.000
911 Turbo S – R$ 1.329.000

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Fonte: Auto Esporte

E-tron, primeiro carro 100% elétrico da Audi, é lançado no Brasil

Novo SUV tem dois motores que, combinados, chegam a 408cv. Veículo tem autonomia de 436 km e preço inicial é de R$ 499 mil

DIVULGAÇÃO/AUDI

A Audi anunciou nesta quarta-feira (29/04/2020) o início da comercialização do E-tron, primeiro modelo 100% elétrico da fabricante no Brasil. Altamente tecnológico e aguardado pelos fãs desde o Salão do Automóvel de 2018, o SUV alemão chega ao país com preços a partir de R$ 499.990 e em duas versões: Performance e Performance Black.

Para nós, o E-tron não é apenas um carro. Ele é o protagonista da nova era e inicia a ofensiva elétrica da Audi de zero CO2 no Brasil

OHANNES ROSCHECK, CEO E PRESIDENTE DA AUDI DO BRASIL

DIVULGAÇÃO/AUDIDivulgação/Audi
E-tron é o primeiro modelo 100% elétrico da Audi

Roscheck também ressalta a maior rede de recarga instalada no país. “Investimos mais de R$ 10 milhões em infraestrutura na instalação de 200 pontos distribuídos pelo Brasil”.

Potência esportiva

Outros pontos a serem destacados são a recuperação de energia durante a desaceleração e a autonomia alcançada. Segundo a fabricante, o E-tron pode fazer até 436 quilômetros com uma carga completa. Já o sistema de recarga rápida, em carregador 150 kW, permite a alimentação de até 80% da bateria em apenas 30 minutos.

Entre as tecnologias oferecidas está a suspensão a ar adaptativa, que permite o ajuste em até 7,6 cm para cima ou para baixo, garantindo maior agilidade e adaptabilidade em diferentes tipos de terrenos. Ao todo, são sete modos de condução: auto, comfort, efficiency, offroad, all road, individual e dynamic.

Design futurista

Sem dúvidas, o design completo do novo E-tron é um destaque a parte. A começar pela substituição dos espelhos retrovisores por duas câmeras com transmissão da imagem, em tempo real, para dentro do automóvel em uma tela de 7 polegadas. No interior, outras três telas ajudam o motorista. A do quadro de instrumentos tem 12,3 polegadas, enquanto duas touchscreen de 10,1 polegadas e 8,6 polegadas compõem a central multimídia.

DIVULGAÇÃO/AUDIDivulgação/Audi
O retrovisor virtual é uma das grandes novidades do E-tron

A lataria parruda e esportiva também chama a atenção. Na parte traseira, a lanterna é dividida em sete filetes de led, dando a sensação de amplitude do carro. Para completar o visual imponente, o farol dianteiro aponta para a grade do veículo, que possui o típico formato octogonal dos SUVs da fabricante.

Por dentro, o acabamento utiliza materiais como couro, alumínio e madeira, que dão o charme final para conquistar o motorista. O E-tron possui ajustes elétricos nos bancos, comando de voz inteligente, teto solar panorâmico, oito airbags, controle de cruzeiro adaptativo com assistente de faixa e frenagem automática emergencial, quatro entradas USB, câmeras 360º, iluminação interna com ajustes de cores e porta-malas com abertura elétrica.

O carro também promete ser totalmente silencioso. E não apenas por ser elétrico, mas porque traz tecnologia de isolamento acústico e resistência ao vento. A área ganha por meio do retrovisor virtual, por exemplo, resulta em uma aerodinâmica mais sofisticada e menos resistência do ar, diminuindo assim os ruídos.

Audi E-tron

  • Motor: dianteiro, elétrico, transversal, trifásico
  • Potência: combinada de 408 cv e torque combinado de 67,5 kgfm
  • Bateria: 36 módulos de íons de lítio, 95 kWh. Autonomia de 436 km em ciclo WLTP
  • Câmbio: automático, 1 marcha, tração AWD
  • Suspensão: duplo-A (dianteira)/multilink (traseira)
  • Freios: discos ventilados
  • Rodas e pneus: liga leve, 265/45 R21
  • Dimensões: 490,1 cm (comprimento) x 193,5 cm (largura) x 161,1 cm (altura). E 292,8 cm (entre-eixos)
  • Porta-malas: 660 litros
  • Preços: a partir de R$ 499.990

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Fonte: Metropoles

Primeira edição limitada da Ram 2500 no Brasil custa R$ 327 mil

Versão especial da picape, batizada de Night Edition, tem acabamento escuro e ganha degrau retrátil para acesso à caçamba e roda redesenhada

FOTO: FCA PRESS/DIVULGAÇÃO

A picape Ram 2500 ganhou uma série especial exatamente para oferecer o que muitos dos seus compradores exigem: personalização, customização, tunagem – tudo extra que é posto apenas por razões estéticas, sem nada a melhorar a performance. A versão, baseada na Laramie, tem a mesma imensa lista de equipamentos e detalhes como o acabamento escuro nas peças que são cromadas.

Mas, ficou bonita? Sim: o design já imponente da picape ganhou faróis e lanternas com máscara negra, grade com desenho exclusivo em preto brilhante e rodas com novo estilo – além de capas dos retrovisores e estribos com pintura preta. O tema “all-black” entra pelos para-choques, maçanetas e vai para a cabine, no forro de teto e os revestimentos da coluna.

A Ram, por si só, é uma picape de respeito: tem um sistema de informações e entretenimento de qualidade. O Uconnect 4C NAV vem com tela de 12 polegadas e sistema de som com cancelamento de ruídos externos e até alerta de tráfego traseiro cruzado – e ainda monitora pontos cegos e câmeras 360° e de caçamba.

Fonte: Metropoles

China: Venda de veículos caem 48,4% em março ante mesmo mês de 2019

Apesar do declínio, houve uma melhora em relação ao ritmo verificado em fevereiro, quando as vendas caíram 81,7% na comparação anual

As vendas de utilitários totalizaram pouco mais de 1 milhão, informou a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis. As vendas totais de veículos, incluindo caminhões e ônibus, caíram 43,3%, para 1,4 milhão.

Apesar do declínio, houve uma melhora em relação ao ritmo verificado em fevereiro, quando as vendas caíram 81,7% na comparação anual. As concessionárias de automóveis e outras empresas foram fechadas para combater a tentativa de impedir a propagação do vírus. As vendas de automóveis nos primeiros três meses de 2020 caíram 45,4%, para 2,9 milhões.

O governo chinês começou a reabrir fábricas, restaurantes e lojas em março, depois de declarar vitória sobre o surto. Mas os consumidores ainda não se sentem confiantes para fazer grandes compras, com receios de perda de empregos ou de uma segunda onda de propagação da covid-19. Fonte: Associated Press.

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Fonte: Jornal de Brasilia

Venda de carros deve cair 40% este ano, projeta Fiat

Missão Digital
O mercado de carros novos deve registrar um tombo de 40% neste ano em relação a 2019, segundo prevê o presidente para a América Latina da FCA Fiat Chrysler, Antonio Filosa. Para ele, mesmo que a pandemia da covid-19 seja controlada a partir do segundo semestre, muitos pequenos empreendedores e mesmo as famílias vão priorizar a recomposição financeira antes de decidir pela compra de um automóvel zero quilômetro.

O executivo também afirma que, em razão da crise provocada pela novo coronavírus, a empresa adiou projetos e investimentos previstos para este ano. “Nosso plano de investir R$ 16 bilhões até 2024 será estendido até 2025”, informa. O lançamento da nova picape Strada, considerada estratégica para a marca, estava agendado para abril mas só deve ocorrer entre junho ou julho.

Recentemente, a General Motors também afirmou que o investimento de R$ 10 bilhões para o período 2020-2024 foi adiado.

A previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), era de alta de 9% em relação aos 2,665 milhões de automóveis e comerciais leves vendidos em 2019. Nos próximos dias é provável que a expectativa seja revista.

Em março as vendas somaram cerca de 154 mil automóveis e comerciais leves, a maior parte ocorrida até o dia 20. Depois, com o fechamento da maioria das lojas e dos postos de emplacamentos, a média de vendas diárias ficou em 1 mil unidades. “Houve retração de 90% nos negócios a partir da segunda quinzena do mês”, diz Filosa. Em relação a fevereiro, a queda total foi de 20% e, na comparação com março de 2019, de 23%. No trimestre a retração é de 8,6%, para 531,7 mil unidades.

Foi o período em que se intensificaram as medidas de restrição e isolamento para evitar a propagação da covid-19 e quanto as montadoras suspenderam a produção e deram férias coletivas aos funcionários. Filosa acredita que as vendas continuarão em queda drástica neste segundo trimestre. “Abril deve cair 90% em relação a abril de 2019; maio deve cair 60% e junho talvez 50%”, prevê. “Nossa expectativa é que 2021 seja um ano de grande aceleração nas vendas.”

Mais paradas. Já prevendo que a crise vai se prolongar, montadoras começam a negociar a extensão do período de paralisação. A GM negocia com trabalhadores de suas cinco fábricas um período de lay-off (suspensão de contratos de trabalho) por até quatro meses após o fim das férias coletivas.

A proposta prevê redução de salário de 5% a 25%, dependendo da faixa salarial. O presidente do sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana, também avalia com empresas e governo do Estado medidas a serem adotadas após o fim das férias coletivas na região. “É preciso pensar em alternativas, mas sem reduzir salários.”

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Fonte:IstoÉ

Bill Gates dirige um Porsche Taycan, e Elon Musk não ficou feliz

Carro da montadora alemã é o principal concorrente do Model S, da Tesla

Bill Gates, co-fundador da Microsoft e atualmente mais conhecido por seus esforços para promoção do saneamento básico e saúde pública em países em desenvolvimento, acabou se envolvendo em uma pequena polêmica com Elon Musk, CEO da Tesla. Tudo por causa de um carro.

Em uma entrevista ao YouTuber Marques Brownlee (MKBHD), Gates falou sobre carros elétricos e reconheceu o mérito da Tesla na promoção desta tecnologia. Entretanto, revelou que sua mais recente aquisição foi um Porsche Taycan, o primeiro elétrico da montadora alemã, que é “muito, muito legal”.

Gates é um aficionado por carros, e uma de suas fotos mais famosas é de quando foi preso e fichado pela polícia de Albuquerque, no Novo México, em 1977 por dirigir em alta velocidade. Durante 13 anos o bilionário lutou contra o governo dos EUA para conseguir importar um Porsche 959, um supercarro alemão do final da década de 80, com menos de 500 unidades produzidas em todo o mundo.

Ou seja, Gates entende do assunto, e seu endosso é um belo “troféu” para qualquer montadora. Mas em vez de se concentrar no elogio de Gates pelo trabalho de sua empresa na disseminação dos elétricos, Elon Musk resolveu alfinetar o colega. Provavelmente porque o Porsche Taycan é um dos principais concorrentes do Tesla Model S: os veículos estão envolvidos em uma luta pelo título de “sedã de quatro portas mais rápido do mundo” há alguns meses.

I’m disappointed because a lot of people are going to watch the interview and they are going to trust Bill’s word for it and not even consider EVs. Why? Because Bill Gates is a really smart guy!

My conversations with Gates have been underwhelming tbh

906 pessoas estão falando sobre isso

O Tesla Model S (na versão P100D, a mais potente) tem uma grande vantagem sobre o Porsche Taycan Turbo S: o preço. Os carros têm desempenho semelhante, mas o modelo da Tesla sai por US$ 95.000, enquanto o Porsche custa US$ 185.000. Mas para Gates, que é o segundo homem mais rico do mundo (atrás de Jeff Bezos, fundador da Amazon), isso é um mero detalhe.

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Fonte: Olhar Digital Inc.