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sábado, dezembro 14, 2019

A dança antiestupro

Vídeo de música e coreografia criadas por militantes chilenas viraliza, inspira mulheres em várias capitais do mundo e deflagra manifestações globais contra o estupro e a violência machista

Crédito: GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP

BASTA! Em Paris, mulheres vão às ruas para se manifestar contra a violência machista (Crédito: GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP)

Luisa Purchio

Foi de arrepiar. Tudo começou com um pequeno grupo de mulheres com roupas irreverentes, olhos cobertos por vendas pretas, marchando firmemente pela rua de Valparaíso, no litoral do Chile, e cantando uma canção de denúncia: “a culpa não era minha, nem onde eu estava, nem como eu me vestia. O estuprador era você. O estuprador é você”. A sincronia da coreografia, estrategicamente pensada, e as vozes em uníssono mostraram que as mulheres são realmente poderosas e capazes de enfrentar os abusos masculinos. A apresentação foi gravada em vídeo e viralizou, tornando-se um hino antiestupro em vários lugares. Alguns dias depois, dez mil pessoas repetiram o canto em frente ao Estádio Nacional em Santiago, capital do país. Em menos de 48 horas, passou a ser ouvida em Buenos Aires, na Cidade do México, Paris, Madri e Sidney. O que era um protesto local ganhou dimensão planetária. No Brasil, elas marcharam por todas as partes. Em São Paulo, centenas de mulheres entoaram o hino no vão do Masp e no Largo da Batata. No Rio de Janeiro, a manifestação aconteceu na Cinelândia e, em Porto Alegre, na Redenção e no Largo Expedicionário, com apoio de umo Centro Acadêmico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A música se chama “El violador eres tu” (“O estuprador é você”) e foi apresentada pela primeira vez na cidade chilena no dia 20 de novembro por militantes feministas. Foi criada pelo coletivo interdisciplinar “Las Tesis”, que traduz em linguagem acessível e artística estudos acadêmicos sobre a violência contra a mulher. A princípio, a letra e a coreografia tinham como objetivo apenas fazer uma apresentação local em meio a uma série de outros eventos realizados no Chile. Mas o grito isolado ganhou força. “Não pensamos nisso como uma música de protesto, era parte do nosso espetáculo performático”, disse Paula Cometa, desenhista, uma das quatro artistas que compõem o grupo. Ao lado dela, fazem parte do coletivo a figurinista Lea Cáceres e as artistas Sibila Sotomayor e Dafne Valdés, todas com 31 anos. A ideia das artistas de criar um hino surgiu quando, em meio aos temas estudados, encontraram a tese de Rita Segato, antropóloga argentina que estuda a desmistificação do estuprador como um sujeito que comete a agressão em busca de prazer sexual e não como uma exibição de poder. Ao se depararem com o tema, o quarteto se impressionou com os altos índices de violência sexual no Chile. E ainda descobriu que as denúncias não são devidamente punidas pela Justiça. A partir daí, vários fatores deram força ao movimento. A manifestação feminista se somou aos protestos sociais que tomam o Chile. O espetáculo de dança, programado para acontecer em um contexto acadêmico no dia 24 de outubro, foi cancelado. Depois, a ideia era fazer a apresentação no dia 25 de novembro, Dia Internacional do Combate à Violência Contra a Mulher. Mas as denúncias de abusos nos protestos no país foram tantas que elas resolveram antecipá-la.

Apesar de fazer referência ao contexto político específico do Chile (em determinado momento, a coreografia se refere à posição que as mulheres devem ficar para serem revistadas pelos policiais e aos abusos que sofrem nessas situações), a música encontrou identificação feminina em todo o mundo. A força estratosférica com a qual cresceu é um reflexo do quanto a mulher se sente oprimida e tem a necessidade de expressar sua indignação através da arte. “Quando o vídeo se torna viral, provavelmente é porque a violência sistemática que os seres-humanos sofrem a partir de estruturas do Estado moderno é viral. E se torna internacional porque, finalmente, é como um grito que cabe a todas nós dar”, diz Patrícia.

REVOLTA No Rio de Janeiro, mulheres cantam o hino antiestupro das chilenas (Crédito:Divulgação)

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F
onte: IstoÉ

Juliana Paes posa de lingerie e fãs não aguentam: “Muita beleza”

A atriz apareceu nas redes sociais para celebrar a sexta-feira

Reprodução/InstagramREPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Juliana Paes agraciou os fãs nesta sexta-feira (13/12/2019). A atriz postou uma foto ousada e comemorou o dia da semana.

“Sextou”, escreveu na legenda. No clique, Ju surgiu apenas de lingerie e com um delineador forte.

A musa, claro, encantou os fãs com a postagem. “Você é linda sempre”, falou uma. “Mas é muita beleza”, respondeu outra.

No fim de ano, a atriz tem aproveitado para descansar depois de protagonizar A Dona do Pedaço. Nesse tempo, ela tem curtido a família.

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Fonte: Metropoles

É isso mesmo! Mac Pro chegará ao Brasil custando até R$ 429 mil

O valor poderá ser parcelado em até 12x sem juros e para pagamento a vista há um desconto de 10%

Já virou tradição na imprensa tech no Brasil comentar sobre os preços infames dos produtos da Apple, e com o lançamento do Mac Pro alcançamos um novo patamar na escala de perplexidade em relação a política de preços dos dispositivos da gigante de Cupertino. Este computador lançado anunciado em junho chegará por aqui custando até R$ 428.799, em sua versão mais parruda. O valor poderá ser parcelado em até 12x sem juros e para pagamento a vista há um desconto de 10%.

Mac Pro anunciado este ano redefiniu a linha, inclusive com uma mudança radical no design, saiu o formato cilíndrico e entrou em cena essa nova versão com chassi retangular em aço inoxidável, design que chamado por alguns de ralador de queijo (pior que parece mesmo!). Independente da versão em termos de hardware do novo Mac Pro o preço no Brasil assusta. A versão mais básica do computador custa R$ 55.999. Nos EUA a configuração inicial sai por US$ 6 mil (R$ 24.678, em conversão direta).

Leia a matéria completa no Hardware, parceiro do Metrópoles.

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Fonte: Metropoles

Flamengo: Bruno Henrique é flagrado em antidoping, diz jornalista

De acordo com Fábio Sormani, do canal Fox Sports, o atacante rubro-negro testou positivo para a substância brinzolamida

Buda Mendes/Getty ImagesBUDA MENDES/GETTY IMAGES

O atacante do Flamengo Bruno Henrique foi flagrado em exame antidoping durante o Campeonato Brasileiro. A informação é do comentarista da Fox Sports Fábio Sormani.

De acordo com ele, o jogador do Flamengo testou positivo para a substância brinzolamida, durante o clássico contra o Vasco, no Maracanã.

URGENTE! Segundo Fábio Sormani, o atacante Bruno Henrique foi pego no exame antidoping após partida contra o Vasco, no Maracanã, pela substância “brinzolamida”. No entanto, o jornalista traz a informação que o jogador não corre riscos de ficar de fora do Mundial de Clubes.

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Ainda conforme informações de Sormani, Bruno Henrique não corre o risco de ficar fora do Mundial de Clubes, competição na qual o Flamengo estreia nesta terça-feira (17/12/2019).
“Recebi uma informação no fim da tarde de que o atacante Bruno Henrique teria caído no antidoping no jogo contra o Vasco, no 4 x 4. Chequei a informação e ela procede. Apareceu no exame do Bruno Henrique um diurético chamado brinzolamida. É um diurético que aparece também na composição de remédios para quem tem glaucoma. Como ele teve um descolamento de retina quando estava no Santos, pode ser que essa brinzolamida seja fruto de um remédio que ele usa para esse problema no olho”, afirmou Sormani, durante o programa Central Fox.

Ainda de acordo com o jornalista, a comissão antidopagem do futebol brasileiro aguarda um parecer do Bruno Henrique e do Flamengo sobre a questão. “Eles têm que mostrar um exame ou um laudo que comprove que ele está usando esse remédio por conta do glaucoma. Por isso apareceu esse diurético no exame. Se a necessidade de uso for comprovada, não há problema algum”, explica Sormani.

O Flamengo se pronunciou sobre o caso. Por meio da assessoria de imprensa em contato com o canal, o Rubro-Negro informou que o caso foi encerrado em novembro deste ano. Conforme publica a Fox Sports, o time carioca atestou a necessidade do uso do medicamento por parte do jogador e tem a anuência da CBF e do controle antidopagem.

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Fonte: Metropoles

“Pensam que todos nós, negros, somos empregadas ou motoristas”, diz desembargadora do TJDFT

Recém-empossada no Tribunal de Justiça do DF, Maria Ivatônia Barbosa dos Santos contou já ter sido vítima de preconceito racial

André Borges/Esp. MetrópolesANDRÉ BORGES/ESP. METRÓPOLES

Após 59 anos de história, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) tem a primeira mulher negra a vestir a toga de desembargadora. Nascida em Arraias (TO), cidade do interior, de família humilde, formada pela rede pública de ensino municipal, filha de pai professor e mãe dona de casa, Maria Ivatônia Barbosa dos Santos passou a compor o pleno da Corte e atuará nas decisões de segunda instância.

Mas a vida dedicada aos estudos e à carreira de servidora do Estado não fizeram a magistrada e ex-delegada da Polícia Civil de Goiás evitar situações enfrentadas por boa parta da população do país: o racismo e o preconceito social.

“O racismo, que nós teimamos em não entender e não aceitar, é disfarçado. Sempre pensam que nós, negras, somos empregadas. No caso dos homens, pensam que são motoristas ou seguranças”, afirmou ao Metrópoles.

Na noite de quinta-feira (12/12/2019), Maria Ivatônia foi promovida do cargo de juíza de direito substituta de 2º grau ao de desembargadora, em cerimônia conduzida pelo presidente do TJDFT, Romão Cícero de Oliveira.

Reconhecida pelo trabalho, formação, competência e seriedade dentro da Corte, a magistrada relatou que até hoje passa por momentos de discriminação, e que negar a existência do racismo é o mesmo que reforçá-lo.

Quando morava no interior do Tocantins, ainda pequena e na família com sete irmãos, Maria Ivatônia não sabia o que era preconceito. As primeiras situações de discriminação ocorreram quando se mudou para Goiânia, onde cursou o ensino superior. “Na cidade grande você percebe [o racismo]”, disse.

Confira a entrevista:

Como foi a trajetória até o cargo de desembargadora?

Tive uma infância simples. Estudei na escola municipal, pública. Depois, no único colégio de ensino médio que havia na cidade, das Irmãs Dominicanas. Mais tarde nos mudamos para Goiânia, onde cursei faculdade. A infância simples me preparou para a vida com muita propriedade.

No início, na minha cidade pequena, não percebia muito a discriminação, porque todo mundo é muito próximo, todo mundo é parente. Essa dificuldade, o racismo que nós teimamos em não entender e não aceitar, é disfarçado. Quando se vai para a cidade grande, você percebe. Sempre pensam que nós, negras, somos empregadas. No caso dos homens, pensam que são motoristas ou seguranças. Temos que fazer valer o nosso espaço.

A senhora é a primeira desembargadora negra do TJDFT. Como vê este momento?

É uma alegria grande ser promovida a desembargadora, tomar posse e poder dedicar isso a todas as meninas e meninos, negros e negras deste Brasil continental, que tem 56% de população negra e tão pouca gente em lugares de projeção. Esse é o recado que queria dar: dizer que nós podemos e devemos ocupar nosso espaço.

Como será a atuação no cargo de desembargadora?

Pretendo continuar a atuar como sempre: com a Justiça da forma que tem de ser feita. O princípio da igualdade é tratar igualmente os iguais e desigualmente os diferentes na medida de suas igualdades e desigualdades. Me perguntam sempre: “A senhora é contra o merecimento?”. Eu respondo: “Não”. Mas merecimento pressupõe, necessariamente, que nós estejamos em absoluta igualdade de condições. Não podemos simplesmente pegar duas pessoas que estão desiguais e compará-las, igualá-las. A Justiça precisa fazer essa diferenciação.

A senhora já sofreu algum tipo de preconceito?

Não neste tribunal. O TJDFT não tem essa visão preconceituosa. O preconceito velado está na sociedade. Vou dar um exemplo: em um restaurante no Rio de Janeiro, num hotel cinco estrelas, cheguei e desci do táxi logo após meu amigo e colega loiro descer. O segurança abriu a porta para ele e disse: “Pois não, doutor?”. Eu cheguei em seguida, o mesmo segurança se postou na minha frente e disse: “A senhora deseja o quê?”. Respondi: “Que você me conduza até a piscina do hotel ou até o gerente, que irei reclamar de você”.

“São situações que a gente convive. Quando estou com menos paciência, chego falando outra língua e pensam que sou uma estrangeira rica. Não se trata de desabafo furioso, é só uma constatação. Temos que entender que o fato de negar o racismo não significa que ele não exista. Parece que é o contrário, faz com que ele cresça.”

Formação

Maria Ivatônia se graduou em direito pela Universidade Católica de Goiás (UCG) e não parou mais de estudar. A magistrada tem pós-graduação em direito constitucional eleitoral pela Universidade de Brasília (UnB); em direito penal e direito administrativo pela Universidade Católica de Brasília; e em direito penal, direito processual penal e direito constitucional pela UCG.

Ocupou o cargo de delegada da Polícia Civil de Goiás e coordenou a Central de Guarda de Objetos de Crime (Cegoc), tendo sido condecorada com a Medalha do Mérito Policial Civil Juscelino Kubitschek de Oliveira pelos relevantes serviços prestados à frente da Cegoc; entre outras atividades.

Ela ingressou na magistratura do Distrito Federal em 7 de maio de 1993, como juíza de direito substituta. Em fevereiro de 1996, foi promovida a juíza de direito e, em abril de 2014, tomou posse no cargo de juíza de direito substituta de 2º grau, que exercia até a quinta-feira (12/12/2019).

A magistrada atuou na 2ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do DF. Foi titular da Auditoria Militar e da 2ª Vara Criminal de Taguatinga, além de diretora do Fórum de Taguatinga e do Fórum Desembargador José Júlio Leal Fagundes.

No Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), a magistrada ocupou os cargos de desembargadora eleitoral titular e substituta, bem como o de ouvidora, e foi condecorada com a medalha do Mérito Eleitoral do DF na classe jurista. Além disso, foi coordenadora da Revista da Escola da Magistratura do Distrito Federal.

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Fonte: Metropoles

Pintou reforço? Edmundo indica Ricardo Oliveira no Vasco em 2020

O atacante de 39 anos tem contrato para até o fim de 2020 com o Atlético-MG, mas não deve permanecer no Galo

Pedro Vilela/Getty ImagesPEDRO VILELA/GETTY IMAGES

Edmundo, ídolo do Vasco da Gama, ex-jogador e comentarista da Fox Sports disse que o próximo destino de Ricardo Oliveira pode ser o Gigante da Colina. Atualmente no Atlético-MG, o atacante de 39 anos tem contrato para até o fim de 2020 com o Galo, mas não deve permanecer no alvinegro mineiro.

No ano de 2019, Ricardo Oliveira disputou 46 partidas e marcou 14. Em dois anos de Atlético-MG ele somou 102 jogos e foi às redes 36 vezes. Com a chegada do argentino Franco Di Santo ele perdeu espaço e pode ser negociado nesta janela de transferência.

Durante a carreira, ele passou por times de São Paulo, como o próprio tricolor, Portuguesa e o Santos, passou os últimos dois em Minas Gerais, mas nunca teve a oportunidade de jogar por um clube carioca. E o Vasco está carente de um atacante goleador.

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Fonte: Metropoles

‘O absurdo que é sexualizar este ato tão saudável’, responde Ísis Valverde

Foto em que ela aparece amamentando o filho gerou uma matéria de cunho sensacionalista cujo título sexualizava o momento maternal


”Obrigada a todas as pessoas que apontaram o absurdo que é sexualizar este ato tão saudável e natural da amamentação”, escreveu Ísis(foto: Reprodução/Instagram )

A atriz Ísis Valverde se manifestou, em sua conta no Instagram, a respeito da manchete que um site de fofocas fez sobre uma foto em que ela aparece amamentando o filho, Rael. A fotografia gerou uma matéria de cunho sensacionalista cujo título sexualizava o momento maternal da artista com o bebê. “Ísis Valverde mostra os peitos em foto íntima e faz grande anúncio: ‘hoje tem’, dizia a chamada da notícia. 

“Uma foto minha amamentando meu filho foi completamente deturpada. O que me deixa aliviada é que não nos calamos mais diante disso. Obrigada a todas as pessoas que apontaram o absurdo que é sexualizar este ato tão saudável e natural da amamentação”, respondeu a atriz, compartilhando uma ilustração, que reproduz a foto original, feita pela artista Vanessa Padilha.

Na publicação feita pela atriz, Ísis aparece com os seios cobertos, tanto pela sua roupa, tanto pelo bebê, que se alimentava na hora do clique. Na legenda, a artista escreveu “Hoje tem AMOR DE MÃE”, em referência à novela das 21h, onde interpreta a médica Betina.

A manchete recebeu muitos comentários negativos ao longo do dia, de artistas e pessoas anônimas que se mostraram indignadas com a hipersexualização do corpo feminino e do ato de amamentar.

 

Depois dos comentários negativos, o site de fofocas mudou o título da matéria para  “Isis Valverde aparece amamentando o filho em foto encantadora”. No entanto, o texto não sofreu alterações e classifica a fotografia da amamentação como “polêmica” e “íntima”.

Confira a resposta da atriz:

 

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Fonte: Correio Brasiliense

RECORDE DE PÚBLICO NO MARACANÃ! Gols e Melhores Momentos de Vasco x Chapecoense (HD)

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Tinha tudo para ser uma grande festa de despedida da temporada. No último jogo do ano, os vascaínos lotaram o Maracanã na tarde deste domingo, viram a equipe abrir o placar com Pikachu de pênalti, mas saíram frustrados com o gol de empate da Chapecoense no apagar das luzes. Vini Locatelli, de cabeça, selou o 1 a 1 do duelo válido pela rodada derradeira do Campeonato Brasileiro 2019.

ASSISTA AOS MELHORES MOMENTOS:

Os vascaínos lotaram o Maracanã. Foram 61.021 pagantes e um total de 67.395 presentes na tarde deste domingo. Uma mar de gente que cantou quase que durante o jogo inteiro e fez o estádio tremer com o gol de Pikachu de pênalti. Mas o gol de empate da Chape, aos 47 do segundo tempo, esfriou a festa. Fez-se um silêncio que só foi interrompido depois do apito final com gritos de “Queremos jogador!”.

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Fonte: Sou Vascaino

CDDF presente na caminhada pelo fim da Violência contra a mulher

Hoje (08/12) aconteceu na Esplanada dos Ministérios a caminhada pelo fim da Violência contra a mulher. Esse evento foi realizado em aproximadamente 20 Estados mais o DF e contou com apoio de atores, cantores, sociedade civil, delegados, parlamentares e a população em geral.

Presente ao evento a Dra. Janete Vaz, presidente do grupo SABIN (eleita por dois anos consecutivos a melhor empresa para MULHER trabalhar), o Conselho de Desenvolvimento do DF esteve representado por sua Assessora Especial da Presidência, a empresária Maria Angelica e também sua filha a jornalista e também empreendedora Jordana Saldanha.

A Delegada da DEAM, Dr. Sandra Costa falou sobre a importância desse ato, veja em vídeo sua falar:

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Cientistas criam neurônios artificiais pra tratar Alzheimer

Os chips também poderiam tratar condições como insuficiência cardíaca

Um feito inédito da equipe de pesquisadores da Universidade de Bath (Inglaterra) conseguiu reproduzir a atividade biológica de neurônios usando chips de silicone.

Os “neurônios artificias” requerem apenas 140 nanoWatts para funcionar, o que é um bilionésimo da energia necessária a microprocessadores utilizados em outros estudos.

Os chips tem a função de curar doenças crônicas como o Alzheimer que faz com que os neurônios não funcionem adequadamente.

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Fonte: Metropoles