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segunda-feira, outubro 21, 2019

Novacap contraria Justiça e paga R$ 200 milhões a servidores

Auditoria na folha da estatal flagra pagamentos indevidos de adicional de tempo de serviço, PDV e antecipação de acordos em gestões passadas

Andre Borges/Esp. MetrópolesANDRE BORGES/ESP. METRÓPOLES

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) flagrou o descumprimento de sentenças judiciais durante auditoria na folha de pagamento da estatal referente a gestões passadas. Ao menos nove anormalidades nos contracheques foram descortinadas e, segundo o controlador-geral do DF, Aldemario Araújo Castro, “a situação da Novacap é periclitante e caso de polícia”.

De acordo com o controlador-geral, os pagamentos indevidos contribuem para os altos salários da estatal. A empresa desembolsa R$ 16 milhões por mês para pagar aproximadamente 2 mil servidores. Houve casos em que funcionários chegaram a receber contracheques acima de R$ 176 mil, conforme noticiado pelo Metrópoles.

“Aí se tem uma situação extremamente grave. Certas parcelas remuneratórias estavam sendo pagas há pelo menos 10 anos, mesmo com sucessivas decisões judiciais dizendo que esses pagamentos não deveriam ser feitos. E, mesmo assim, as direções da Novacap liberavam o dinheiro”

ALDEMARIO ARAÚJO CASTRO, CONTROLADOR-GERAL DO DF

De acordo com a CGDF, os pagamentos indevidos foram mantidos por sucessivos governos do DF e seguiram em marcha até 2019, começo da administração do governador Ibaneis Rocha (MDB). Segundo o órgão de controle, a atual direção da Novacap está empenhada em estancar os pagamentos indevidos para poupar os cofres públicos. Neste contexto, a estatal vai negociar as mudanças no acordo coletivo deste ano.

A ideia é evitar a repetição dos problemas identificados até agora. Segundo a auditoria, que ainda está sendo finalizada pela CGDF, um dos ralos por onde escorreu dinheiro público foi a distribuição da participação de resultados da estatal aos servidores. Os desembolsos foram concedidos sem o respaldo da devida legislação distrital. Inicialmente, o benefício estava previsto em acordo coletivo, mas a Justiça determinou a suspensão em 2018. Só neste caso, o pagamento indevido foi de R$ 12 milhões no ano passado.

Outro problema apontado é o adicional de tempo de serviço, que também despertou a atenção da controladoria. “A remuneração é um conjunto: envolve vencimento básico e gratificações. O normal é que o adicional sobre tempo de serviço incida sobre o vencimento básico. Mas no caso da Novacap, o cálculo é feito sobre toda a remuneração. Dessa forma, o adicional fica turbinado”, explicou Araújo.

MAIS SOBRE O ASSUNTO
Pagamento por acordos não assinados

A auditoria identificou outro fato curioso: a antecipação de pagamentos referentes a acordos coletivos que ainda não tinham sido assinados. “Várias dessas parcelas foram pagas antecipadamente ao acordo. É algo como: já que vai estar no acordo, a gente já começa a pagar”, destacou.

“A direção pediu o relatório preliminar só com os pontos que têm relação direta com o acordo coletivo. Eles estão na iminência de fazer o próximo. Pediram os itens que já poderiam e deveriam ser discutidos. A gente tem objetivamente o comprometimento da atual direção em corrigir essas falhas”

ALDEMARIO ARAÚJO CASTRO, CONTROLADOR-GERAL DO DF

O corpo técnico da CGDF ainda calcula o impacto desta situação, bem como sobre Planos de Demissão Voluntária. “Temos uma situação estranhíssima, para dizer o mínimo. Foram feitos PDVs com servidores que estavam na iminência de se aposentar”, contou o controlador-geral. “Às vésperas da aposentadoria, muitos entraram no programa para receber parcelas de, no mínimo 60%, da remuneração por 100 meses. O PDV teria que ser feito com restrição dessas hipóteses”, ponderou.

O relatório final recomendará providências. Além de estancar a sangria, a CGDF avalia a cobrança de ressarcimento aos cofres públicos. Como a situação é delicada, a Procuradoria-Geral do DF (PGDF) será consultada para executar uma análise jurídica cuidadosa.

Na avaliação do professor de direito administrativo e financeiro Rui Magalhães, o descontrole dos gastos públicos no DF ao longo dos últimos anos é assustador. Segundo o especialista, a atual direção da CGDF conseguiu uma expressiva evolução na fiscalização, mas o GDF deve investir ainda mais no controle e proteção dos cofres públicos. “O cenário é grave. Foi herdado de décadas e décadas atrás”, afirmou.

No caso dos pagamentos à revelia de sentenças da Justiça, Magalhães lembrou que é importante consultar se as diretorias passadas tinham em mãos pareceres jurídicos justificando os pagamentos. Se havia manifestação jurídica recomendando o cumprimento da decisão, o caso é de dolo, na avaliação do especialista.

“Esse cenário relatado aponta para um desorganização administrativa, porque o ato culposo é a negligencia, uma má interpretação, a imperícia não programada. Agora, na medida em que os atos começam a se avolumar, o indício de dolo é mais forte. Eventualmente, pode haver crime contra a administração pública”, acrescentou Magalhães.

Procurada pela reportagem, a Novacap disse, por meio de nota, “que não comentará sobre o assunto até que os trabalhos da Controladoria-Geral do Distrito Federal estejam concluídos e o relatório final seja apresentado”.

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Fonte: https://www.metropoles.com

BRB lança cartão para ajudar programas de empoderamento da mulher

Desenvolvido em parceria com a Mastercard, o BRBCard Mulher tem todas as funções de um cartão de crédito, além de viés social

Vinícius Santa Rosa/MetrópolesVINÍCIUS SANTA ROSA/METRÓPOLES

O produto integra plano de ação para fomentar o Programa Rede Sou Mais Mulher, da Secretaria da Mulher do Distrito Federal, com o objetivo de estimular ações voltadas à igualdade de gênero, ao empreendedorismo feminino e à autonomia econômica das mulheres.

Para fomentar a iniciativa do Governo do Distrito Federal, acionista majoritário do BRB, o valor arrecadado a partir da anuidade do cartão BRBCard Mulher será destinado à rede Sou Mais Mulher e viabilizará diversas modalidades de suporte e assistência às mulheres em situação de vulnerabilidade social.

“Não podemos pensar o desenvolvimento do Distrito Federal sem investimento no público feminino, pois as mulheres são a maior potência para crescimento da nossa cidade. É isso que o BRB está fazendo quando lança um produto que vai ajudar a fomentar políticas para este público”, enfatizou Ericka Filippelli, secretária da Mulher.

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Fonte: https://www.metropoles.com  (Com informações do BRB)

Finalizadas as obras nas passarelas aéreas da Estrutural

Liberado o acesso, pedestres agora podem utilizar as passagens de forma segura

AGÊNCIA BRASÍLIA *
Com a estrutura renovada, passarela aérea da Estrutural garante mais segurança a toda a população local |Foto: DER / Divulgação

Mais segurança para atravessar as pistas é o que conquistaram, nesta semana, os moradores da Estrutural. As obras nas duas estruturas das passarelas aéreas locais, situadas no Km 8 e no Km 10 da Estrada Parque Ceilândia (EPCL), foram concluídas e entregues à população nesta semana. Ao custo de R$ 461 mil, a obra foi executada em 90 dias. É mais qualidade de vida para a população.

“Todos os dias era uma aventura tensa, porque eu não sabia se chegaria viva do outro lado”, conta a balconista Juliana Ramos, de 21 anos, que trabalha em Vicente Pires e atravessa a rodovia todos os dias para chegar a Águas Lindas, onde mora. “Já cheguei a passar 25 minutos para conseguir atravessar, perdi vários ônibus e quase morri atropelada algumas vezes. Agora, economizo tempo e poupo minha vida.”

Em junho deste ano, o DER/DF assinou a ordem de serviço para que a empresa Olímpio Construções Eireli iniciasse a obra de calçamento e acessibilidade nas passarelas.  As passagens estavam sem condições de uso desde o fim do ano passado, quando foram finalizados os serviços previstos no primeiro contrato.

As duas estruturas ganharam baias de ônibus, calçadas da passarela até as paradas, meios-fios e instalação de rampas e escadas nas passagens, além da pintura dos abrigos de passageiros de ônibus.

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Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br   Com informações do DER/DF

HRT reduz superlotação no Pronto-socorro

Unidade, que ainda aumentou o número de pacientes atendidos, é um dos casos de sucesso entre 20 hospitais públicos brasileiros que adotaram a metodologia Lean

AGÊNCIA BRASÍLIA *

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Redução na superlotação, diminuição no tempo de internação e aumento no número de pessoas atendidas no Pronto-socorro são os resultados alcançados pelo Hospital Regional de Taguatinga (HRT) a partir da implantação do projeto Lean nas Emergências.

Apesar de ter sido adotada em outubro de 2018, a ferramenta só foi colocada formalmente em prática em fevereiro deste ano, alcançando resultados acima da média nacional, se comparado a outros 20 hospitais públicos que também aderiram à metodologia.

Dados registrados no sistema do HRT mostram que houve uma queda de 76,63% na lotação – embora a unidade permaneça atendendo acima da sua capacidade; diminuição de 49,39% no tempo de internação, com queda de 14 para sete dias; e redução de 65,66% no tempo de passagem pela urgência sem internação.

16,87%Percentual de aumento no número de internações no HRT

Isto significa que esse paciente, antes, ficava por até 20 horas e 29 minutos para concluir seu atendimento. Agora, ele permanece na unidade por 7 horas e 2 minutos.

Outro dado relevante é o aumento de 16,87% no número de internações. De janeiro a setembro de 2018, foram 19.918 pacientes internados no Pronto-socorro. No mesmo período de 2019, esse número saltou para 23.962.

Os números da unidade do Distrito Federal superam os avanços da média nacional. No mesmo ciclo que o HRT, outros 20 hospitais públicos de todo o Brasil foram selecionados para o programa Lean nas Emergências.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, as unidades que participaram do 2º ciclo do projeto conseguiram uma redução média de 55% do indicador de lotação, 44% na diminuição do tempo de permanência na internação e 40% na redução do tempo de passagem pela urgência até a alta.

Fotos: Breno Esaki/Saúde-DF​

O diretor do HRT, Wendel Moreira, descreve o impacto que a metodologia Lean vem provocando no dia a dia do hospital. “Internamos mais, mas ficamos menos superlotados, resolvemos mais e diminuímos a mortalidade”, diz ele.

Ao longo desse tempo, lembra Moreira, houve períodos críticos. “Mas, agora, conseguimos alcançar níveis de rotina, que é a nossa capacidade plena de 68 leitos do Pronto-socorro ocupados (o mesmo espaço já abrigou até 180 pacientes no passado).”

Para ele, isto é um avanço em termos de emergência hospitalar pública. “E sem utilizar mais recurso, porém otimizando o trabalho, a participação e, sobretudo, a resolutividade”, enfatiza o gestor.

Case de sucesso
Os resultados positivos da unidade de Taguatinga foram apresentados no 2º Workshop de Capacitação sobre a Metodologia Lean, ocorrido em São Paulo no dia 11 de outubro. O caso de sucesso do HRT foi alcançado no 2º ciclo do projeto Lean nas Emergências, implantando no Pronto-socorro.

Fotos: Breno Esaki/Saúde-DF​

As gerentes do Lean no HRT Juliana Leão e Ana Maria de Faria representaram a unidade no workshop de capacitação sobre a metodologia, em São Paulo. Entusiasta da ferramenta, Juliana destaca: “É um momento importante de reconhecimento do trabalho executado – que salva mais vidas, atende mais pacientes e com melhor qualidade, inclusive melhorando as rotinas para quem trabalha”, comemora.

Tutoria
“Eu acredito que, apesar dos inúmeros desafios, a equipe do HRT está muito engajada”, avaliou o especialista em Medicina de Urgência e Emergência e Metodologia Lean Healthcare, Alisson Veríssimo, um dos tutores na implantação da metodologia no HRT.

Para ele, a alta liderança apoiou muito as entregas das ações planejadas, o que foi essencial para o êxito do projeto. “Além disso, em uma crescente, vários servidores se sensibilizaram e se envolveram nas ações de melhoria”, ressaltou


O que é

Foto: Breno Esaki/Saúde-DF​

O Lean nas Emergências é um projeto conduzido pelo Hospital Sírio Libanês e financiado pelo Ministério da Saúde via Proadi-SUS. Trata-se de uma filosofia de gestão destinada à melhoria de processos, baseada em tempo e em valor, desenhada para assegurar fluxos contínuos e eliminar desperdícios e atividades de baixo valor agregado.


O HRT

A unidade dispõe de 464 leitos e 32 especialidades ambulatoriais, as quais funcionam das 7h às 12h e das 13h às 19h. A área total do hospital corresponde a 33 mil m², sendo que o Pronto-socorro possui 1.407 m², onde há 68 leitos adultos, mais um de isolamento e outros 20 leitos de Pediatria. De janeiro a setembro de 2018, o hospital registrou 1.029 óbitos no Pronto-socorro, em 2019, no mesmo período, houve 775 mortes – uma redução de 24,68%.


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Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br  Com informações da Secretaria de Saúde/DF

Saúde quer fazer 100 mil exames de prevenção ao câncer 

Secretaria intensifica o atendimento este mês, acolhendo e avaliando as usuárias nas unidades básicas de saúde e policlínicas, independentemente do motivo da consulta

AGÊNCIA BRASÍLIA *

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Os cuidados com a saúde da mulher estão sendo intensificados no Outubro Rosa. Durante este mês, todas as unidades básicas de saúde (UBS) e policlínicas​ estão de portas abertas para acolher e avaliar quem quiser realizar exames de prevenção ao câncer de mama.

Um dos exemplos das ações em curso vem da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Norte. Por lá, independentemente do atendimento ou do motivo da ida à unidade, as mulheres são orientadas e estão percebendo a importância dos cuidados com a saúde. Como resultado desse esclarecimento, elas procuram o atendimento, fazem exames preventivos e recebem encaminhamento para realizar a mamografia.

Foto: Mariana Raphael/Saúde-DF

“Uma das vantagens desse atendimento é facilitar a acessibilidade do público que, às vezes, não vem para esse tipo de serviço, e aproveita a oportunidade, já que não tem uma fila de espera. Isso facilita a captação e há uma intervenção mais imediata e precoce”, ressalta a supervisora de Serviços de Atenção Primária da UBS 1 da Asa Norte, Flávia Lemos.

Aproveitando a ocasião
A dona de casa Talassa Nogueira, 26 anos, esteve na UBS para uma consulta de rotina do filho. Ao ouvir a equipe de saúde explicar sobre a importância de a mulher manter os exames em dia, a mãe do pequeno Miguel já se colocou como paciente para a consulta e os exames preventivos.

“Acho extremamente importante esse alerta. Faz com que a mulher se sinta valorizada. Também é muito bom saber que o sistema de saúde está preocupado e voltado para a saúde da mulher”, aprova Talassa.

A psicóloga Tarsila Flores, 42 anos, que tem a recomendação médica de fazer acompanhamento anual da mama, buscou a UBS para uma consulta e ficou satisfeita com o atendimento. “Fui acompanhada nesta unidade desde criança, mas havia um ano que não vinha aqui. Hoje, percebi que o atendimento estava sendo realizado na hora e rápido, e já fui atendida”, informou a psicóloga.

Por causa do histórico familiar e de sua faixa etária, Tarsila saiu da consulta com a solicitação e o encaminhamento de mamografia e já com o exame citopatológico (Papanicolau) realizado.

Durante o atendimento, Tarsila recebeu orientações sobre o autoexame, o que considera de grande importância para as mulheres, assim como a iniciativa do Outubro Rosa da Secretaria de Saúde. “O autoexame e a campanha trazem orientações para que as mulheres percebam a importância de se tocarem e se avaliarem, tirando qualquer tabu em relação a tocar o próprio corpo”.

Com a força-tarefa criada pela Saúde neste mês, cada paciente que passar por consulta terá o retorno agendado e os encaminhamentos garantidos. A expectativa é de realizar 100 mil atendimentos.

Devem se submeter à mamografia mulheres com idade entre 50 a 69 anos ou as que tenham histórico de casos de câncer de mama na família. E o médico pode solicitar o exame para aquelas mais jovens e em intervalos mais frequentes.

Ações perenes
Apesar de algumas ações acontecerem excepcionalmente neste mês, o apoio às pacientes, que fazem tratamento contra o câncer de mama, acontece durante o ano todo na rede pública de saúde do Distrito Federal.

A autônoma Antônia Ferreira, 61 anos, sabe bem como é receber esse cuidado e o apoio da Secretaria de Saúde. Em 2013, ela descobriu um câncer de mama em grau mais avançado e hoje é atendida em unidade pasta.

59,7 milQuantidade de casos novos estimados para o Brasil, em 2019, de câncer de mama

“À época, para conseguir uma vaga na rede pública, era muito difícil. Aí, fiz consulta particular. Este ano, estou na rede pública e quero continuar aqui”, elogia a paciente, durante a realização da mamografia no Hospital da Região Leste, antigo Hospital Regional do Paranoá.

Para se preocupar
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o de mama é segundo tipo que mais acomete as brasileiras, representando em torno de 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino. Para o Brasil, foram estimados 59,7 mil casos novos de câncer de mama em 2019, com risco estimado de 56 casos por grupo de 100 mil mulheres.

Os principais sinais da doença são caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; a pele da mama fica avermelhada ou parecida com casca de laranja, há alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região das axilas.

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Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br

Artesãos recebem carteiras profissionais da Setur

Documento permite que artistas participem de eventos do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e da Secretaria de Turismo

AGÊNCIA BRASÍLIA *
Foto: Luís Tajes / Setur

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O trabalho de 70 artesãos que atuam nas regiões administrativas de Brasília, do Guará, do Riacho Fundo II e de Santa Maria foi reconhecido em uma cerimônia realizada pela Secretaria de Turismo (Setur), nesta terça-feira (15). A titular da pasta, Vanessa Mendonça, entregou pessoalmente carteiras aos que se inscreveram em um mutirão cadastramento.

O documento possibilita aos artesãos pleitear espaço para expor seus produtos em eventos promovidos pela Setur e pelo Programa de Artesanato Brasileiro (PAB). Desde o início deste ano, a secretaria tem trabalhado junto aos organizadores desses eventos no sentido de garantir espaço para que profissionais do DF comercializem seu trabalho.

R$ 500 milRenda movimentada por artesãos do DF em eventos locais e nacionais realizados neste ano

A iniciativa já apresenta resultados. Em 29 eventos locais e nacionais, 402 artesãos movimentaram quase R$ 500 mil. “Nós desejamos que todos exponham e comercializem seus trabalhos para brasilienses e turistas do Brasil e do mundo”, afirmou a secretária de Turismo. “Queremos e devemos gerar empregos para cada um dos artesãos. Todos têm talento, mas precisam de oportunidade e pontos de venda”.

Movimento comercial

Atualmente, o Distrito Federal conta com cerca de 11 mil artesãos. Desse total, 1.366 estão cadastrados no Plano Piloto, Guará, Riacho Fundo II e Santa Maria. Em nível nacional, o artesanato, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), movimenta R$ 50 bilhões por ano, sendo responsável pelo sustento de 10 milhões de pessoas.

11 milTotal aproximado de artesãos do DF

 “Um artesão não é apenas uma pessoa que gera emprego e renda para si mesmo, mas que gera renda para toda a sua família e sua vizinhança”, ressaltou o presidente da Federação das Associações de Artesanato do DF, Herbert Amorim. “A Secretaria de Turismo tem sido uma grande aliada na busca de espaços.”

“Um artesão não é apenas uma pessoa que gera emprego e renda para si mesmo, mas que gera renda para toda a sua família e sua vizinhança”Herbert Amorim, presidente da Federação das Associações de Artesanato do DF

Também presente à cerimônia de entrega das carteiras aos artesãos, o secretário-executivo da Setur, Estêvão Reis, reforçou a ação de sua pasta:  “Sabemos da importância dos artesãos como artistas e como agentes de desenvolvimento econômico do DF. Por isso, a Secretaria de Turismo tem canalizado esforços para esses profissionais”.

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Fonte:  https://www.agenciabrasilia.df.gov.br   * Com informações da Setur

Hospital da Criança reúne especialistas em saúde para pensar o futuro

Encontro de comunicação falará sobre o bem-estar do idoso e da criança

AGÊNCIA BRASÍLIA *
Foto: Arquivo/Agência Brasília
Hospital da Criança será sede de evento, com especialistas em comunicação, que discutirá a saúde no Distrito Federal. Foto: Arquivo/Agência Brasília

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O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) reunirá especialistas em comunicação e saúde, entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro, no Auditório Dr. Moren, para o IV Encontro de Comunicação e Saúde. O evento abrirá o debate sobre os cenários prospectivos e as ações que possam ser realizadas no presente, para que as crianças de hoje possam viver melhor o amanhã. As inscrições podem ser feitas por aqui.

A unidade, que pertence à rede pública de saúde do Distrito Federal, promoverá o debate entre especialistas de diversas áreas – jornalistas, publicitários, pediatras, gerontólogos, gestores de saúde, assessores de comunicação. Eles serão convidados a responder à pergunta: qual país as crianças que hoje enfrentam doenças complexas vão encontrar no futuro?

Palestras
O evento terá mesas-redondas, palestras e entrevistas sobre comunicação de risco e de crise, gestão em saúde pública, pesquisas de satisfação, boas práticas para a divulgação de casos clínicos, comunicação para mudança de práticas e comportamentos e a interação humanizada na Clínica Pediátrica. Durante o encontro haverá também um curso de técnicas de mágica para profissionais da assistência do Hospital da Criança de Brasília e da Fundação Hemocentro do DF.

Estão confirmadas as presenças dos publicitários André Torreta, Bob Vieira da Costa e Edson Campos; dos jornalistas Heraldo Pereira e Rita Yoshimine; do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira; da médica especialista em Geriatria e Gerontologia, Andrea Prates; dos assessores de comunicação da Anvisa, Isabel Pimentel, da Secretaria de Vigilância à Saúde, Alexandre Magno, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Nadja Maria Souza Araújo, do Instituto de Gestão Estratégia de Saúde do Distrito Federal, José Américo Moreira da Silva e do Instituto Brasileiro de Organizações Sociais em Saúde, Helton Zuccon; além do pesquisador do Senado Federal, Thiago Cortez, e do mágico profissional Rapha Santacruz.

O evento é aberto a todos os estudantes e profissionais de saúde e de comunicação do país.

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Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br   Com informações da Secretaria de Saúde

Cliente da CAESB pode receber conta em braile

Para receber nesse formato, é necessário se cadastrar. Serviço não gera nenhum custo adicional ao consumidor

AGÊNCIA BRASÍLIA *

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Os consumidores da Caesb com deficiência visual podem solicitar a emissão da conta de água em braile. O serviço não gera nenhum custo adicional. A Caesb foi a primeira empresa pública do DF a cumprir a legislação; hoje, possui quatro clientes portadores de deficiência visual que recebem mensalmente a conta em braile.

Para manifestar a opção pelo recebimento da fatura em braile é necessário se cadastrar junto em um dos 13 escritórios regionais da empresa, nos postos do Na Hora, pela agência virtual ou pelo telefone 115.

O cliente precisa certificar a deficiência visual apresentando laudo médico ou carteira de identificação fornecida pelo GDF e, ainda, ser responsável pelo imóvel e ter a conta de água em seu nome.

O leiturista colherá os dados para o faturamento da conta no endereço do imóvel e, posteriormente, irá entregar a conta padrão da Caesb e a conta em braile, que é impressa em parceria com a Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV).

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Fonte:https://www.agenciabrasilia.df.gov.br   com informações da Caesb

Rede pública de saúde recebe R$ 43 milhões para melhorar estrutura e serviços

Manutenções avançaram em 13 unidades hospitalares em pouco mais de três meses

AGÊNCIA BRASÍLIA *
| Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde

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Após anos sem realizar manutenção predial, a rede pública de saúde do Distrito Federal tem passado por melhorias para garantir mais qualidade na assistência prestada à população. Ao todo, R$ 43.283.430,30 estão sendo investidos nas intervenções em mais de 200 edificações, entre unidades básicas de saúde, hospitais e policlínicas.

A prioridade são os casos mais urgentes, como revitalização de telhados, reparos nos pisos, revisão das partes elétrica e hidráulica, além dos locais que possibilitarão a reabertura de mais leitos.

As ações são uma resposta aos resultados encontrados no levantamento preliminar feito em janeiro deste ano, que mostrou os pontos críticos de cada unidade de saúde.

As melhorias tiveram início assim que foi assinado o contrato de manutenção predial de emergência, no final de julho. Tais benfeitorias já podem ser vistas em 13 hospitais públicos, em pouco mais de três meses de atuação.

“Nosso objetivo é recuperar todas as estruturas da Secretaria de Saúde para oferecer um atendimento digno ao paciente e proporcionar melhores condições de trabalho aos servidores. Com essas manutenções, damos um basta em uma série histórica de descaso e falta de cuidado com as nossas unidades e reafirmamos o compromisso do governador Ibaneis Rocha em recuperar o setor de saúde”, frisou o titular da pasta, Osnei Okumoto.

Região Norte

Na Região de Saúde Norte, o Hospital Regional de Planaltina (HRPl) inaugurou recentemente, por exemplo, uma nova estrutura para enfermarias de internação.

Nesta revitalização foram investidos R$ 100.639,00. O montante possibilitou a manutenção de 32 leitos, dos quais seis da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), três da enfermaria, seis das clínicas cirúrgicas, 14 da ortopedia e mais três leitos pediátricos.

O hospital ainda recebeu a instalação de dois postes de eletricidade; troca de todas as luminárias e da fiação na área externa; limpeza e impermeabilização de calhas; manutenção de toda a rede de incêndio; substituição de vidros quebrados e das portas mais antigas.

Está em andamento a desobstrução das redes de esgoto, além da troca da tubulação antiga e da revitalização dos banheiros do pronto-socorro, centro obstétrico, copa e administração, com pinturas e troca de azulejos.

Na mesma região, o Hospital Regional de Sobradinho (HRS) vem avançando na recuperação do telhado da UTI e dos núcleos de hematologia e hemoterapia. Também fez limpeza da rede de esgoto nas alas da maternidade, cozinha e nos núcleos de hematologia e hemoterapia; impermeabilizou com manta asfáltica o telhado da UTI; retirou infiltrações na canalização do almoxarifado; e está readequando a estrutura física de uma das alas para receber a nova autoclave. Até o momento, R$ 260.589,81 foram investidos nessas manutenções.

Região Sudeste

| Foto: Breno Esaki /Secretaria de Saúde

Outra unidade que tem passado por mudanças estruturais – e que necessitava, há anos, de reparo – é o Hospital Regional de Taguatinga (HRT), localizado na Região de Saúde Sudoeste.

Agora está em andamento a substituição de tubulações antigas por novas, impermeabilização de reservatórios inferiores com vazamentos e troca da fiação antiga para evitar incêndios.

Ainda no HRT foi necessário adaptar uma ala no pronto-socorro para instalar os monitores multiparamétricos, com novo layout e reorganização do espaço com divisórias. Desta forma, a unidade ganhou mais um leito na emergência.

A administração do hospital também refez toda a instalação de cabos de energia da subestação, colocou novos quadros de distribuição na sala do mamógrafo; revitalizou o abrigo para resíduos, com restauração completa do piso; retirou vazamentos e infiltrações nas emergências, portaria central, pronto-socorro e ambulatório; e concluiu a revitalização do parque da pediatria, com manutenção e pintura dos brinquedos. O investimento total foi de R$ 414.632,02. E ainda há mais mudanças e recursos programados.

Também na região Sudoeste, o Hospital Regional de Samambaia (HRSam) passou igualmente por mudanças na estrutura física. Com o aporte de R$ 440 mil previstos neste primeiro momento, foi possível pintar e trocar o piso na triagem de pacientes, na sala de pós-alta para mães, nas portarias central e do pronto-socorro; instalar novas portas de fuga no centro obstétrico; pintar as grades externas; substituir telhas antigas; retirar materiais inservíveis; trocar a porta de acesso externo; e revitalizar a fachada externa do hospital.

Região Sul

Na Região de Saúde Sul, que abrange Santa Maria e Gama, os hospitais das duas localidades também foram beneficiados. Na primeira, 30 leitos de internação foram abertos e pinturas foram feitas nos blocos da emergência e do ambulatório.

Também foi criada, no HRSM, uma cozinha para servir, por dia, 2,8 mil refeições a pacientes e acompanhantes, e a 350 para profissionais da unidade. Foram substituídos o piso, as paredes ganharam revestimento e parte das redes elétrica e hidráulica receberam manutenção. Houve investimento de R$ 1,5 milhão nesta unidade.

Já no Hospital Regional do Gama, um leito na UTI foi reaberto após o conserto do teto, que estava com infiltração. Aproximadamente, R$ 800 mil foram utilizados em várias intervenções, entre elas, a troca de telhas em pontos críticos, como no pronto-socorro, UTI e centro cirúrgico; impermeabilização de calhas; e limpeza de seis quilômetros de rede de esgoto do hospital.

Estão em andamento as revitalizações das duas enfermarias, da radiologia, dos corredores centrais e do laboratório de análises clínicas, com pinturas, manutenção dos banheiros e trocas de piso, do forro do teto e das partes hidráulica e elétrica.

Região Oeste

Os dois hospitais da Região de Saúde Oeste têm passado por intensas modificações em suas estruturas físicas. Em Ceilândia, mais de R$ 4 milhões foram reservados para melhorar o hospital e demais unidades de saúde da cidade.

Até o momento, foram concluídas a troca da rede elétrica de várias áreas do hospital. Enquanto isso, estão em curso as revitalizações do refeitório, com 95% do serviço concluídos; dos banheiros das pacientes do centro obstétrico, com troca de piso e azulejos; e do telhado, que nunca tinha passado por melhorias e está sendo impermeabilizado.

Além disso, para eliminar vazamentos, as tubulações antigas das instalações hidráulicas prediais do hospital estão sendo trocadas.

Em Brazlândia, pinturas e demais revitalizações estão sendo feitas nos pisos, redes elétrica e hidráulica do hospital. Em fase final, estão os serviços de impermeabilização das calhas, troca das telhas antigas por novas e as adequações na estrutura do sistema de esgoto da unidade.

Os banheiros do bloco materno, enfermarias e corredores centrais também têm passado por intervenções, com a troca de azulejos, pinturas e substituição da fiação antiga. Para estas e outras mudanças foram alocados aproximadamente R$ 400 mil.

Demais hospitais

Outros hospitais da rede também estão com suas manutenções em estágio avançado. Entre eles, é possível citar o da Região Leste (HRL, antigo Hospital do Paranoá); de Apoio de Brasília (HAB); São Vicente de Paulo (HSVP); Materno-Infantil de Brasília (Hmib); e Regional da Asa Norte (Hran).

No Hospital da Região Leste, foram revitalizados o telhado, com impermeabilização de todas as calhas; revisada a rede elétrica do ar-condicionado central; reformulado o centro cirúrgico, com adequação das estruturas física, elétrica, hidráulica, bem como a ampliação do box de emergência, demolindo-se algumas paredes para aumentar a capacidade de quatro para oito leitos. Foram alteradas duas portas na ortopedia para facilitar o trânsito de cadeirantes; além da pintura das áreas com fissuras ou mofo.

Revitalizações já foram concluídas nos pontos mais críticos do telhado do Hospital de Apoio, com troca de telhas, limpeza e desobstrução de calhas; e recuperação e impermeabilização da caixa d’água, que estava rachada. Também houve alterações em cinco enfermarias, com pintura, troca das redes elétrica e hidráulica, além da substituição de lâmpadas antigas por lâmpadas de LED, mais econômicas. A previsão é de que mais 15 enfermarias sejam revitalizadas.

No HSVP, foram concluídas as melhorias nas redes elétrica e hidráulica, com troca de fiações e de disjuntores antigos, além da limpeza das redes de esgoto e pluvial, e substituição de tubulações antigas por novas. A pintura do Ambulatório está perto de ser finalizada. O pronto-socorro e a fachada da unidade serão os próximos locais a receberem atenção.

Continua em andamento o ajuste de bancadas e intervenções nos banheiros, como pinturas, troca de pisos, de sanitários, dos azulejos e das portas antigas.

Outra unidade que concluiu algumas das intervenções propostas foi o Hospital Materno-Infantil de Brasília. Lá, a revitalização foi finalizada na odontologia, com pintura, troca do piso e das redes elétrica e hidráulica.

Também terminaram a troca das telhas quebradas e a impermeabilização das calhas; a desobstrução de dutos para reduzir prejuízos no período de chuvas; e a substituição do conjunto de tubulações nas instalações hidráulicas. E continua a revitalização da Radiologia, almoxarifado e lavanderia, com pintura e substituição da rede elétrica.

Por fim, no Hran vem recebendo tubulações novas de esgoto e substituição das fiações deterioradas na rede elétrica; limpeza das calhas e dutos, para reduzir prejuízos no período de chuvas; e retirada de vazamentos e infiltrações em vários pontos do hospital.

Está em andamento a manutenção de quatro banheiros, um no pronto-socorro da obstetrícia e três no pronto-socorro da clínica médica, com pinturas, troca de azulejos e de sanitários. Ainda será iniciada a revitalização da recepção do pronto-socorro da obstetrícia, que receberá pintura e reparos pontuais.

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Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br com informações da Secretaria de Saúde

CEB anuncia conta de energia mais baixa no DF

Brasília (DF), 07/03/2017 - Energia - Fachada Ceb - Foto, Michael Melo/Metrópoles

Redução na tarifa para o consumidor final não significa impacto na arrecadação da companha

AGÊNCIA BRASÍLIA *

A Companhia Energética de Brasília (CEB) comunicou nesta terça-feira (15/10) a deliberação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por reajustar as tarifas de energia da CEB Distribuição (CEB-DIS), a partir de 22 de outubro, com efeito médio de – 6,79% ao consumidor.

Apesar da redução na conta de energia para o consumidor final, o reajuste negativo não impactará na arrecadação da CEB, que tem realizado uma gestão focada na otimização dos recursos, redução da inadimplência e combate às perdas.

O Reajuste Tarifário Anual (RTA) é um dos mecanismos de atualização do valor da energia paga pelo consumidor, aplicado de acordo com fórmula prevista no contrato de concessão. Ao calcular o reajuste, a Aneel considera vários fatores não gerenciáveis pelas distribuidoras, como o custo para aquisição de energia, os serviços de transmissão e os encargos setoriais. São valores que não entram no caixa da empresa – é, em vez disso, arrecadado e repassado para outros agentes do setor elétrico, como usinas geradoras, transmissoras etc.

Os fatores que mais contribuíram para o índice global negativo foram os percentuais de – 5,92% para o CDE (Conta-ACR e de – 1,90% para o CDE (Decreto 7945/2013), ambos encargos setoriais do sistema elétrico brasileiro.

No cálculo da nova tarifa, foi considerado um reajuste positivo de 0,65% na Parcela B, que representa os valores que remuneram o serviço prestado pela CEB-DIS. Na prática, a distribuidora deve arrecadar, nos próximos 12 meses, cerca de R$ 17 milhões a mais, sem impacto na conta de energia do consumidor final.

Os consumidores com fornecimento em baixa tensão (residências e comércio de pequeno porte) terão reajuste de – 6,91%, enquanto para os clientes conectados em alta tensão (indústrias e os grandes comércios) o reajuste será de – 6,52%.

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Fonte: Agência Brasilia com informações da CEB