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segunda-feira, setembro 21, 2020

Primeiro caça Gripen da Força Aérea chega ao Brasil de navio

Aeronave deve entrar em operação na Força Aérea Brasileira no segundo semestre de 2021

Primeiro caça Gripen chegou ao Brasil Foto: Reprodução

A primeira unidade do novo caça da Força Aérea Brasileira chegou ao país na manhã deste domingo (20) a bordo de um navio vindo da Suécia, onde foi fabricado o Gripen de matrícula FAB4100.

A aeronave sueca foi transportada no navio Elke, de bandeira de Antígua e Barbuda, que havia saído deixado o porto de Norrköping (Suécia) no dia 29 de agosto.

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Ele chegou ao Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes, que ocupa as margens da foz do rio Itajaí-açu, separando as cidades catarinenses.

Uma delicada operação de transporte, com segurança reforçada, levará o caça até aeroporto de Navegantes, que fica próximo ao terminal privado no qual está atracado.

A aeronave será rebocada pelas ruas de Navegantes assim que a Receita Federal a liberar. No aeroporto, uma equipe de técnicos da fabricante sueca Saab e de sua parceira brasileira Embraer irão fazer a montagem final e testes na aeronave –imagens mostram o Gripen sem os trens de pouso completos, por exemplo.

De lá, o avião levantará voo provavelmente na sexta (25) para Gavião Peixoto (SP), onde fica a fábrica da Embraer que irá no futuro produzir as versões nacionais do Gripen.

Lá existe um centro conjunto da fabricante brasileira e da Saab. Dos 36 Gripen encomendados em 2014 pelo Brasil por 39,3 bilhões de coroas suecas (R$ 24,2 bilhões hoje), 15 deverão ser produzidos lá.

O avião chegou de navio por diversos motivos. O principal, é mais barato e seguro. Mas também se trata de uma aeronave de testes, ainda não considerada operacional. O FAB4100 voou pela primeira vez em agosto de 2019 e, em setembro daquele ano, foi apresentada oficialmente.

Agora, o avião continuará sua campanha de ensaios no Brasil, devendo entrar em operação na FAB no segundo semestre de 2021, quando devem ser entregues outras unidades do Gripen.

Ele é o modelo E, de um assento. Foram comprados 28 desses. Já o Gripen F, de dois lugares, está sendo desenvolvido em conjunto pela Saab, Embraer e duas outras empresas. As primeiras peças dele já estão sendo fabricadas na Suécia, e sua fuselagem adaptada foi desenhada no Brasil.

As dúvidas sobre o fluxo financeiro do programa por ora estão resolvidas, dado que o governo Bolsonaro privilegiou a execução de programas militares nas rubricas de investimento do Orçamento.

No Brasil, o Gripen ganhará a denominação F-39 na FAB. Ele é o resultado de uma longa novela para a renovação da frota brasileira de aviões de combate, iniciada com uma concorrência frustrada em 2001 e por outra, que se arrastou de 2006 a 2014.

Até aqui, mais de 230 engenheiros brasileiros foram treinados para o desenvolvimento do projeto conjunto. As entregas devem ocorrer de 2021 a 2026, e o pagamento será amortizado por 25 anos.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, já se queixou de que o país perdeu uma década no processo. Do lado positivo, a escolha tardia permitiu uma grande integração com a indústria nacional, Embraer à frente, em especial no desenvolvimento conjunto da versão de dois lugares do avião.

Foram produzidos até aqui 271 aviões. Seis Aeronáuticas operam o Gripen, nas suas duas primeiras gerações (A/B e C/D). A Suécia encomendou 60 caças da nova versão, incorporando algumas das soluções brasileiras, como uma tela única multifuncional no painel de controle da aeronave, em vez das três dos modelos anteriores.

Outros países analisam a possibilidade de comprar o modelo, como Finlândia e Canadá. O Gripen, um aparelho leve e de um motor, tem como ponto de venda a tecnologia embarcada, que o permite operar de forma conectada a outras caças e aviões-radar como o Embraer R-99, usado pela FAB.

Hoje, toda a defesa aérea do Brasil recai sobre os 46 antigos F-5 americanos, caças recebidos nos anos 1970, parte deles modernizada pela Embraer.

*Folhapress/Igor Gielow

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Fonte: Pleno.News

Incêndios: É falso que Bolsonaro não enviou militares ao Pantanal

Publicação afirma que Forças Armadas não foram utilizadas para combater as chamas

Militares estão atuando nos combates aos incêndios no Pantanal Foto: EFE/Rogério Florentino

Nos últimos dias, circulou, pelas redes sociais, a informação de que o governo do presidente Jair Bolsonaro não havia enviado militares para ajudar no combate aos incêndios no Pantanal. A informação, no entanto, é falsa, já que o Exército está atuando nas regiões atingidas pelas chamas.

De acordo com a Agência Lupa, a atuação de militares no Pantanal foi confirmada pelo Ministério da Defesa, pelo Comando Militar do Oeste e pelo Corpo de Bombeiros do Mato Grosso. Eles atuam no combate aos incêndios desde julho. E somente na semana passada, foram enviados 90 homens para o município de Alcinópolis (MS).

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Em nota, o Comando Militar do Oeste afirmou que “com o agravamento do cenário de queimadas na região, inclusive no estado de Mato Grosso do Sul, o Comando Militar do Oeste participa, também, com um helicóptero Pantera e um grupo de militares, da Operação Pantanal, na região de Corumbá (MS). Ainda, atendendo solicitação do governo do Estado de Mato Grosso do Sul, desde o dia 13 de setembro de 2020, deslocou 90 militares para a região de Alcinópolis (MS), no combate aos focos de incêndio”.

Ao veículo, o Comitê Temporário Integrado Multiagências de Coordenação Operacional do Estado de Mato Grosso (CIMAN), que é coordenado pelo Corpo de Bombeiros do MT afirmou que “na região do Pantanal Matogrossense, especificamente, militares do Exército Brasileiro têm sido empregados principalmente no Parque Estadual do Guirá, próximo ao município de Cáceres”.

Já o Ministério da Defesa afirmou que as operações de combate aos incêndios contam com o apoio de todas as Forças Armadas; Marinha, Exército e Aeronáutica.

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Fonte: Pleno.News

Bolsonaro diz que agronegócio evitou que Brasil entrasse em colapso econômico: “não entraram na conversinha mole de fica em casa”

Bolsonaro e agronegócio

O presidente Jair Bolsonaro disse que o agronegócio evitou que o Brasil entrasse em colapso econômico durante o período da pandemia da covid-19. A declaração ocorreu durante entrega de cerca de 1.800 títulos de propriedade rural a agricultores familiares, em Sorriso, no Mato Grosso.

“O agronegócio em grande parte evitou que Brasil entrasse no colapso econômico e mais do que nos deu segurança alimentar, não só a 210 milhões de brasileiros bem como a mais de um bilhão de outras pessoas que vivem ao redor desse enorme mundo. Vocês estão de parabéns. Vocês são nosso orgulho”, disse.

 “O vírus, eu sempre disse, era uma realidade e tínhamos que enfrentá-lo, nada de se acovardar perante aquilo que não podemos fugir, essa região, esse Estado, agiu dessa maneira (…) Vocês não pararam durante a pandemia, vocês não entraram na conversinha mole de fica em casa a economia vemos depois, isso é para os fracos”, disse.

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Fonte: Gazeta Brasil

Com emenda da Deputada Julia Lucy, CDDF em parceria com LUMIART e Secretaria de Cultura lançam o Projeto Mega Pacote de Combate ao Covid-19

CDDF mobilizará empreendedores culturais em 10 cidades para receberem mentorias

O projeto vai estimular novos negócios na educação empreendedora dos profissionais de cultura | Foto: Lumiart
“Um momento importante para darmos apoio aos profissionais de cultura que em tempo de pandemia foram prejudicados sócio e economicamente”, disse a deputada Julia Lucy.
Será criada a plataforma digital Portal Simples para inscrições e formação dos empreendedores culturais das 10 regiões administrativas do Distrito Federal e serão selecionadas 50 vagas (05 para cada cidade) para receberem mentorias e consultorias online e, assim, os profissionais de cultura empreenderem os seus negócios na pós-pandemia.

O projeto Mega Pacote de Combate ao Covid-19 desenvolverá conhecimentos e serviços tecno-pedagógicos para a educação empreendedora, em especial na área cultural, baseada nas competências empreendedoras e o despertar das habilidades socioemocionais voltadas ao empreendedorismo em tempos de Covid-19.

A metodologia de ensino será ministrada pelos melhores profissionais na área de educação empreendedora e estará dividida em cinco grandes blocos de conhecimento e consultorias como Economia e Finanças, Gestão Empreendedora, Vendas, Marketing Digital e Atendimento Individualizado, todas com subcategorias por assuntos pertinentes ao desenvolvimento de cada área de atuação.

“O Conselho de Desenvolvimento do DF (CDDF) tem o foco no desenvolvimento das cidades em parceria com o governo e a sociedade civil, sempre buscando o empreendedorismo, a capacitação e o turismo, uma grande oportunidade para os profissionais de cultura melhorarem suas vidas socioeconômicas”, disse o Presidente do CDDF, Eugênio Piedade.

O Presidente Eugênio, em conversa com a deputada Julia Lucy, a parlamentar que cedeu a emenda para o projeto, escolheram as seguintes regiões administrativas que serão beneficiadas:

01) Samambaia;
02) Santa Maria;
03) Planaltina;
04) Recanto das Emas;
05) Sobradinho;
06) São Sebastião;
07) Gama;
08) Taguatinga;
09) Guará;
10) Ceilândia

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Fonte: BSB TIMES

Com a aprovação do Sandbox, Julia Lucy e Bbanking juntos para desburocratizar iniciativas tecnológicas e empreendedoras

Sandbox: DF sai na frente como a primeira unidade da federação a desburocratizar iniciativas tecnológicas e empreendedoras

Da esquerda para direita: (Deputada) Júlia Lucy, (CTO do Bbanking) José Lino, (Sócio Zaki Marketing & Branding ) Matheus Santos e (CEO Bbanking) Derson Oliveira | Foto: BBANKING
A deputada distrital e pioneira do projeto, Júlia Lucy, reuniu-se com o 1º Banco Digital de Brasília ‘Bbanking’ para debater as possibilidades de expansão local através da nova lei

No início de setembro, a deputada distrital Júlia Lucy (Partido Novo) e o CEO do Bbanking, Derson Oliveira, falaram sobre a possibilidade de uma possível parceria entre o banco digital e a parlamentar no que se refere à criação do Banco de Testes Regulatórios. Após aprovação do Projeto de Lei (PL nº 399/19), de autoria da parlamentar.

Na prática, a proposta permite a criação de áreas em que novas empresas possam se estabelecer de forma experimental, sem se submeterem a regulamentações que restrinjam seu funcionamento.

Assim, empresas locais terão menos burocracia para lançar produtos os serviços. De acordo com a deputada, a aprovação do Sandbox tem como finalidade desburocratizar a inovação tecnológica, científica e empreendedora no DF.

Quando o assunto é empreendedorismo, o Bbanking tem um alto engajamento. Afinal, a fintech foi fundada com o propósito de compartilhar soluções financeiras, incentivando iniciativas de micro, médios e grandes empreendedores.

“Por meio do projeto ‘Sandbox’, vimos uma excelente oportunidade de fomentar novos negócios. Desburocratizando os processos primordiais para startups chegarem aonde o Bbanking chegou. Nós nascemos de uma ideia e sabemos a importância de todo início”, afirma Derson Oliveira.

A ideia é criar um Centro de Capacitação e Desenvolvimento na área de tecnologia para fomentação de novas fintechs e startups de tecnologia.

Segundo o empresário Derson, o brasileiro está cada vez mais interessado em empreender, mesmo sem formação técnica ou conhecimento direcionado, e as burocracias intimidavam essas pessoas.

“Entendemos que o mundo é cada vez mais digital. Investir nesse segmento é uma urgência”, afirma o CEO.

Após esse primeiro encontro, o Bbanking está com foco total em apresentar para a deputada Júlia Lucy um projeto em parceria com o Conselho de Desenvolvimento do Distrito Federal que viabilize na prática essa junção. Uma coisa é certa: Brasília só tem a ganhar!

Thálita Roberta

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Sequência de A Paixão de Cristo será “o maior filme da história”

Próximo longa protagonizado por Jim Caviezel vai focar nos fatos após a ressurreição de Cristo

Jim Caviezel voltará a interpretar Jesus na sequência de A Paixão de Cristo Foto: Reprodução

Mais de 15 anos após atuar em A Paixão de Cristo, o ator Jim Caviezel deve reprisar o papel de Jesus Cristo em breve. De acordo com entrevista dada ao portal Breitbart News, a sequência do elogiado filme dirigido por Mel Gibson é mais do que certa. Jim, inclusieve, já recebeu o terceiro rascunho do roteiro do longa.

– Mel Gibson acabou de me enviar o terceiro rascunho. Está chegando! Chama-se A Paixão de Cristo: Ressurreição. Vai ser o maior filme da história mundial.

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Como diz o título, a sequência vai se concentrar nos fatos que sucederam a ressurreição do Filho de Deus. Ainda não há previsão do início das filmagens nem de quando o filme chega aos cinemas.

Jim Caviezel também poderá ser visto no filme Infidel, que chega aos cinemas americanos na próxima sexta-feira (18) e aborda o drama da igreja perseguida. Cristão, ele relatou ao Breitbart News como A Paixão de Cristo mexeu com sua fé.

– O que eu faço como ator é a minha habilidade que foi dada a mim por Deus. Não dei para mim, mas é algo em que tenho um grande alcance. Eu realmente senti que a fé era muito maior do que a indústria e Hollywood, maior do que o Partido Republicano ou Democrata ou qualquer coisa assim.

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Fonte: Pleno.News

Médica denuncia China por criar o coronavírus e esconder a doença

Li-Meng sofreu ameaças e precisou fugir para os Estados Unidos

Li-Meng Yan denunciou esquema de acobertamento da Covid-19 por parte da China Foto: Reprodução

Uma médica virologista chinesa, que vem trabalhando na linha de frente dos estudos sobre o novo coronavírus, denunciou que o vírus da Covid-19 foi produzido em um laboratório mantido pelo governo chinês na província de Wuhan. Segundo Li-Meng Yan, as autoridades do país sabiam muito antes dos primeiros casos que a doença tinha grande potencial de propagação e ainda assim escondeu informações da comunidade internacional.

As revelações foram feitas ao programa britânico Loose Women recentemente.

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Ainda segundo a cientista, os registros confirmam a origem artificial do vírus no genoma do microorganismo. Ela e um grupo de pesquisadores pretendem divulgar os estudos em breve.

– A sequência do genoma é como a impressão digital humana. Com base nisto, pode reconhecer e identificar esta coisa. Assim, utilizei as provas existentes na sequência do genoma de Sars-CoV-2 para dizer às pessoas porque é que isto veio da China, porque é que eles são os únicos que o fizeram – afirmou.

Ainda em seu relato, Li-Meng diz que fez duas investigações secretas por contra própria sobre o vírus da Covid-19 na China. A primeira delas aconteceu entre 1º de dezembro e janeiro deste ano, ainda no início do contágio. A segunda foi feita em meados de janeiro.

A conclusão das investigações Li-Meng levaram a crer que “este vírus não é da natureza”. De acordo com a virologista, o novo coronavírus é resultado de um experimento do Instituto Militar da China, que modificou artificialmente dois organismos, dando origem a um novo vírus, o causador da Covid-19.

AMEAÇA DE SUPERIORES
Li-Meng denuncia também uma suposta omissão e até a tentativa de intimidação por parte de seu supervisor, que é consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS). Após compartilhar os estudos com ele, para que fosse feita “a coisa certa em nome do governo chinês e da OMS”, a médica foi surpreendida com o aviso de que deveria “manter o silêncio ou então seria obrigada a desaparecer”.

A cientista contou ainda que a descoberta a obrigou a fugir para os Estados Unidos, onde ela compartilhou as informações com um grupo de cientistas. Ela afirmou que pretende divulgar em breve as conclusões dos estudos.

– Há dois relatórios, o primeiro virá dentro de alguns dias e informará as pessoas sobre as provas científicas. Qualquer pessoa, mesmo aqueles sem qualquer conhecimento de biologia, pode lê-lo – disse.

Em nota, o governo chinês negou todas as acusações de Li-Meng e disse que o país agiu contra a Covid-19 assim que descobriu o problema.

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Fonte: Pleno.News 

Ministro admitiu na decisão que Bolsonaro tem o direito de não depor

Celso de Mello até citou decisões de outros ministros sobre o direito de não comparecer ao ato

Na mesma decisão em que obriga o presidente da República a realizar depoimento presencial, o ministro Celso de Mello reconhece que Jair Bolsonaro tem o direito de não comparecer ao ato, sem sofrer condução coercitiva, ou de exercer o direito ao silêncio, caso compareça.

O mesmo STF reconheceu no então presidente Michel Temer o direito de depor por escrito, mesmo indiciado e denunciado, bem diferente de Bolsonaro.

Mas advogados advertem que não depor pode prejudicar o investigado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Mello também cita matéria pacificada no STF, que ele próprio já relatou, para lembrar que caso Bolsonaro opte por depor, pode ficar em silêncio.

Celso de Mello cita decisões de vários ministros assegurando esses direitos, como Gilmar Mendes, Sepúlveda Pertence e ele próprio.

Fonte: Diário do Poder

Deputados definem estratégia por reajuste na área de segurança do DF, AP, RO e RR

Polícias cil e militar e corpo de bombeiros ganharam aumento linear de 8%

O relator da medida provisória que trata do reajuste das forças de segurança pública do Distrito Federal e dos estados do Amapá, Roraima e Rondônia, o deputado Luis Miranda (DEM-DF) vai acatar as emendas ao texto que não produzam impactos financeiros.

A MP deu aumento linear e de 8% para policiais civis. No caso de bombeiros e policiais militares terão um “aumento-jumbo” de 25% sobre a vantagem pecuniária especial (VPEs). Na prática, o valor final dos contracheques será cerca de 8% maior para todos.

A medida foi decidida em comum acordo com membros da bancada do DF no Congresso, em reunião nesta sexta-feira (11). Os parlamentares saíram da reunião com a promessa de acelerar a tramitação do texto.

Muito próxima do Palácio do Planalto, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) vai tratar do assunto com o governo federal e seus colegas de bancada governista.

Já Érika Kokay (PT) será responsável por articular a aprovação da MP com a oposição. Tadeu Filippelli (MDB-DF) prometeu obter a orientação do partido para aprovação integral e célere da matéria. Da mesma forma agirá Paula Belmonte (Cidadania-DF) e Júlio César (Republicanos-DF) assumiram idêntico compromisso.

Caberá à deputada Flavia Arruda (PL-DF), coordenadora da bancada do DF, levar ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o pedido para uma reunião na segunda-feira (14).

“A reunião foi muito produtiva. Temos certeza que estamos construindo um texto bem lapidado para que consigamos aprovar a MP o quanto antes. Será uma vitória para a Segurança Pública e à população do DF”, diz.

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Fonte: Diário do Poder

Novo presidente do STF, Fux defende Lava Jato e cobra Congresso e Executivo

Ministro assume no lugar de Dias Toffoli como presidente do STF. Ele é conhecido pela postura rígida e reservada entre os colegas da Corte

 

Cerimônia posse do ministro Luiz Fux na presidência do Supremo Tribunal Federal STFIGO ESTRELA/METRÓPOLES

Com poucos convidados presenciais, em um plenário dividido com placas de acrílico como medida contra o contágio pelo coronavírus, o ministro Luiz Fux toma posse, nesta quarta-feira (10/9), como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o biênio 2020-2022, no lugar do ministro Dias Toffoli. A ministra Rosa Weber será conduzida ao cargo de vice-presidente das duas Casas.

Assista:

“Essa disfuncionalidade desconhece que o Supremo Tribunal Federal não detém o monopólio das respostas – nem é o legítimo oráculo – para todos os dilemas morais, políticos e econômicos de uma nação. Tanto quanto possível, os poderes Legislativo e Executivo devem resolver interna corporis seus próprios conflitos e arcar com as consequências políticas de suas próprias decisões. Imbuído dessa premissa, conclamo os agentes políticos e os atores do sistema de Justiça aqui presentes para darmos um basta na judicialização vulgar e epidêmica de temas e conflitos em que a decisão política deva reinar.”

“Nós somos guardiões desse mais sagrado documento democrático (a Constituição Federal). Por essa razão, cabe ao STF assegurar aos brasileiros uma sociedade fraterna, pluralista e despida de preconceitos. Democracia não é silêncio, mas voz ativa”, disse o ministro.

E demonstrou apoio à Lava Jato: “Não mediremos esforços para o combate à corrupção. A sociedade brasileira não aceita mais o retrocesso e a escuridão. Não vamos aceitar lavagem de dinheiro e corrupção. Não permitiremos que se obstruam os avanços que a sociedade brasileira conquistou em razão das operações, como ocorreu no Mensalão e na Operação Lava Jato”.

Recados de Marco Aurélio

O ministro Marco Aurélio, decano (mais antigo na Corte) em exercício, no lugar do ministro Celso de Mello, que está em licença médica, fez o discurso de boas-vindas ao novo presidente do STF. Ao cumprimentar o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), Marco Aurélio mandou alguns recados:

“Vossa Excelência foi eleito com mais de 57 milhões de votos. Mas é presidente de todos os brasileiros. Continue na trajetória à vida. Busque corrigir as desigualdades sociais que tanto nos envergonham. Cuide, especialmente, dos menos afortunados”, disse o ministro ao chefe do Poder Executivo.

O ministro também falou sobre o ofício da magistratura, dizendo que o Judiciário não pode fechar-se em si mesmo. “O magistrado deve ser sensível ao cotidiano da comunidade em que vive, mas sem fazer concessão ao que não é certo, sem se preocupar em agradar”, afirmou.

Ao falar sobre as autoridades do país, o ministro Marco Aurélio afirmou que “fora da Carta da República, há apenas abuso e autoritarismo”. Ele afirmou ainda que vivemos “tempos estranhos” e que a Constituição deve ser seguida.

“Constatamos tempos estranhos. Crise economia e financeira e efeitos de pandemia sem precedentes. A sociedade exige a correção de rumos, mas essa deve acontecer sem atropelos. Não se avança ultrapassando a Constituição”, declarou.

O magistrado também avaliou que o futuro é incerto. “Aonde vamos parar? Não se sabe. O horizonte é sombrio. Fora da carta da República não há salvação, apenas abuso e autoritarismo”, avaliou.

Marco Aurélio enfatizou a importância da figura do presidente do STF e afirmou que “todo comandante deve saber ouvir, sem deixar de ser a referência maior e, ao mesmo tempo, marinheiro como outro qualquer. Vela pelo entendimento no colegiado, considerando diferentes estilos. Deve ser um algodão entre cristais”.

A trajetória de Fux

Fux, que foi indicado pela então presidente Dilma Rousseff (PT), em 2011, é conhecido pela postura reservada e rigorosa que costuma adotar nos julgamentos da Corte. Ao contrário de Toffoli, que impôs derrotas à Operação Lava Jato, Fux segue uma linha mais “lavajatista”

Nascido no Rio de Janeiro, no dia 26 de abril de 1963, Luiz Fux conquistou, aos 27 anos, o primeiro lugar em concurso público para juiz de direito nas comarcas de Niterói, Caxias, Petrópolis e Rio de Janeiro. Depois, seria nomeado como desembargador do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ).

Na sequência, em 2001, o magistrado assumiu o cargo de ministro no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde permaneceu por 10 anos. Nas três ocasiões, ele foi o mais jovem a ingressar nas carreiras, conforme o STF.

No Supremo, Fux foi nomeado em 2011, para o lugar de Eros Grau. De acordo com o STF, desde que assumiu o cargo na Corte, até março deste ano, o gabinete dele emitiu cerca de 77 mil despachos e decisões. O ministro ocupou a presidência da 1ª Turma e presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2018.

Nos bastidores, a expectativa é de que o magistrado se afaste ao máximo do mundo político, tirando os holofotes da Corte em relação às polêmicas entre os Três Poderes. Com perfil técnico, o ministro deve mantar o diálogo com o Executivo e o Legislativo apenas em questões relacionadas ao trabalho, sem visitas ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e às autoridades do Congresso Nacional.

Fonte: Metropoles