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sexta-feira, julho 10, 2020

Programa de consultas virtuais do Ministério da Saúde têm 5,9 mil profissionais cadastrados

Foto: Divulgação

Anunciada no final de abril, a iniciativa do Ministério da Saúde que visa ofertar consultas não presenciais a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito da Atenção Primária, já conta com mais de 5.956 profissionais cadastrados para esse tipo de atendimento. A ideia é que o serviço ajude a diminuir a propagação do novo coronavírus, além de aprimorar a assistência à população.

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O Consultório Virtual de Saúde da Família, como é denominado, está sendo implementado em três etapas. Na primeira fase, os gestores municipais cadastraram os profissionais da APS que vão atender remotamente. A segunda fase é a validação da lista dos profissionais cadastrados em duas bases de dados: Conselho Federal de Medicina (CFM) e Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Essa é a etapa atual em que se encontra o projeto.

Na terceira e última fase, após todo o processo de conferência dos dados, é feito contato com os médicos para passar informações sobre a certificação digital ICP-Brasil e sobre o uso da plataforma.

Na avaliação da enfermeira e professora de saúde coletiva da Universidade de Brasília (UnB), Carla Pintas, a medida representa uma evolução no que diz respeito à comodidade do paciente, pois ele não precisa se deslocar até uma unidade de saúde, o que reduz riscos durante a pandemia.

“Incorporar a telemedicina é fundamental hoje na atenção primária. A gente deve dar conta de fazer o acompanhamento regular desses pacientes. Muitas vezes, não é só a consulta em si, é também a unidade retornar a ligação para o paciente, perguntar como tem sido a utilização de alguns medicamentos, como ele tem se sentido”, explica.

O cidadão poderá marcar a consulta ao fazer uma solicitação de agendamento junto à equipe de saúde que, normalmente, o atende no dia-a-dia. A consulta virtual poderá ocorrer tanto por telefone, quanto por videoconferência. Vai depender da familiaridade do paciente com cada canal de comunicação. No caso de atendimento por vídeo, os médicos vão enviar o endereço eletrônico da consulta aos pacientes.

Quem teve uma experiência semelhante ao que o Ministério da Saúde pretende implantar foi Maria Eunice Fernandes, de 73 anos, moradora de Sobral, no Ceará. A professora aposentada conta que já teve câncer e sofre com outros problemas de saúde, como pressão alta.

Com receio de estar contaminada com covid-19, Eunice foi atendida por médicos especialistas via teleconsulta. Com todas as informações e orientações recebidas pelos profissionais, conta que ficou satisfeita com atendimento à distância.

“Eles me deram dicas de como lavar bem as mãos, usar máscaras, álcool em gel e como higienizar a casa de modo geral. Para mim, foi ótimo falar com eles, pois me senti bem assistida”, relata a paciente.

No Ceará, o teleatendimento, por meio da plataforma Plantão Coronavírus, já realizou cerca de 360 mil atendimentos via chat automatizado e 63 mil por meio do WhatsApp (85) 98439-0647. A iniciativa teve início em abril e trata-se de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (SESA) e o Laboratório de Inovação e Dados do Governo do Ceará.

A secretária Executiva de Vigilância e Regulação da SESA, Magda Almeida, esclarece que as dúvidas mais frequentes das pessoas atendidas são referentes à covid-19. Ressalta que a plataforma ajuda a detectar casos suspeitos, oferece orientação especializada com profissionais de saúde e informa sobre medidas de enfrentamento à pandemia.

“Nesse momento, foi importante evitarmos aglomerações, diminuir as filas dos serviços de saúde e manter uma avaliação de qualidade por profissionais da saúde. O telessaúde e o coronabot permitiram isso”, acredita.

Outro exemplo semelhante é praticado em Uberlândia (MG). A prefeitura disponibilizou um meio virtual para que as pessoas com sintomas suspeitos da covid-19 pudessem receber mais informações sobre a doença e atendimento médico por meio de uma consulta virtual. As consultas são realizadas por meio do WhatsApp (34) 9.9774-0616.

A assessora técnica da rede de urgência e emergência da Secretaria Municipal de Saúde, Soraya Guimarães, garante que a iniciativa foi bem aceita pela população e acredita que a medida pode ser estendida para além da pandemia.

“Isso facilitaria o acesso do usuário e diminuiria o número de pessoas dentro das unidades, reduzindo assim o risco de contaminação e transmissão da covid-19”, avalia.

Os atendimentos virtuais vão além de consultas para pacientes infectados pelo novo coronavírus. A jornalista Thays Estarque, 28 anos, mora em Brasília e conta que, ao perceber aumento do seu peso durante a pandemia, teve uma experiência positiva ao consultar uma nutricionista por meio de uma plataforma de videoconferência.

“Foi a primeira vez que fiz uma consulta virtual e eu não senti nenhuma diferença, tirando a fato de não poder me pesar ou colher o índice de massa corporal. Isso foi novo para mim. A questão de montar meu plano alimentar, de conversar como está minha alimentação, minha rotina, meu corpo e meu organismo, foi tudo a mesma coisa de uma consulta presencial, inclusive o mesmo tempo de duração”, revela.

Para o Consultório Virtual elaborado pelo Ministério da Saúde, a ideia é que sejam treinados cerca de 20 mil profissionais que atuam nas unidades de Saúde da Família para que possam acessar e navegar no sistema. O projeto prevê manutenção e suporte técnico aos médicos e enfermeiros por 24 horas, todos os dias.

Funcionamento

Por meio do Consultório Virtual, médicos, enfermeiros e multiprofissionais vão poder fazer teleconsultas e dar continuidade ao tratamento de pacientes com hipertensão e diabetes, por exemplo. A ferramenta on-line busca dar agilidade, comodidade e segurança no âmbito da Atenção Primária em Saúde.

O Ministério vai certificar, gratuitamente, os profissionais que aderirem às práticas de telemedicina e telessaúde. O Consultório Virtual é uma parceria entre a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) e o Hospital Albert Einstein. De acordo com o Ministério da Saúde, a iniciativa deve custar pouco mais de R$ 4 milhões.

A ferramenta vai permitir que os profissionais da Atenção Primária registrem a consulta à distância e emitam atestados e receitas. Para garantir a segurança dos dados, o suporte da plataforma vai permitir a emissão de certificação digital gratuita, com validade de cinco anos. Após o atendimento, a pessoa vai receber o resultado da consulta e uma pesquisa de satisfação.

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Fonte: Brasil 61 

Governo libera R$ 45,1 milhões para o saneamento básico de municípios

Ministério do Desenvolvimento Regional enviou a 19 estados e ao Distrito Federal R$ 45,1 milhões para a melhoria do saneamento básico. O recurso é direcionado a obras de abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado, manejo de águas pluviais, além da realização de estudos e projetos e em melhorias na gestão dos serviços.

Novo marco do saneamento pode sofrer vetos

São Paulo é o estado que vai receber a maior fatia desses recursos. São R$ 22,5 milhões – cerca de metade do valor total. O valor é destinado a obras na capital do estado: a canalização, implantação de reservatórios de amortecimento e de sistemas de galerias de águas pluviais no Córrego Ipiranga. Para esse fim foram reservados R$ 7,7 milhões. Parte do investimento também vai para o município de São Bernardo do Campo, que vai receber  R$ 7,3 milhões para integrar o saneamento e fazer obras de urbanização nos assentamentos Sítio Bom Jesus, Alvarenga Peixoto, Divinéia, Pantanal I e II e Jardim Ipê.

No Nordeste, R$ 4,7 milhões irão para dois municípios de Sergipe: Lagarto, no agreste sergipano, e Nossa Senhora do Socorro, na região leste do estado. O dinheiro será aplicado na ampliação do sistema de abastecimento de água da Adutora do Piauitinga e para a complementação do sistema de esgotamento sanitário da Bacia do Poxim.

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Fonte: Brasil 61

Carteira Verde e Amarela atenderá 30 milhões do auxílio emergencial

Crédito: Mateus Bonomi/AGIF

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje (30) que o programa para geração de empregos formais, com a retomada do projeto Carteira Verde e Amarela, vai atender cerca de 30 milhões de trabalhadores que estão recebendo o auxílio emergencial de R$ 600, por parcela, pago em razão da pandemia da covid-19. A afirmação foi feita em audiência pública virtual, promovida pela Comissão do Congresso que acompanha a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao novo coronavírus (covid-19).

Segundo o ministro, com o pagamento do auxílio emergencial o governo descobriu “38 milhões de invisíveis no Brasil”. “Simplesmente não há registro. Isso vai desde a pessoa humilde, do faxineiro, do vendedor de balas nos sinais de trânsito que a gente encontra – ou encontrava – todo dia”, disse.

“Entre esses invisíveis, 8, 9, 10 milhões são realmente muito pobres. Já os outros 25 a 30 milhões são empreendedores, são trabalhadores por conta própria, é gente que está por aí se virando, ganhando a vida, e que vai ser objeto de um próximo programa nosso, que vai ser o Verde e Amarelo, para darmos dignidade a essas pessoas que lutam em defesa da própria vida, da vida das suas famílias e que estão completamente desassistidas pelo estado”, disse, na audiência virtual.

Programas sociais

No dia 9 deste mês, Guedes havia informado que haverá a unificação de vários programas sociais para a criação do programa Renda Brasil, que deve incluir os beneficiários do auxílio emergencial.

Já com o programa Carteira Verde e Amarela, umas das bandeiras de campanha de Bolsonaro, o governo pretende flexibilizar direitos trabalhistas como forma de facilitar novas contratações.

Em novembro de 2019, o governo editou a Medida Provisória nº 905, que criou o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo, para facilitar a contratação de jovens entre 18 a 29 anos, mas ela perdeu a validade antes de ser aprovada pelo Congresso, em abril deste ano.

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Fonte: IstoÉ

Após revelação de falsidades no currículo, Decotelli pede demissão do MEC

Em menos de uma semana no cargo, ele teve o doutorado e o pós-doutorado questionados, além de ter o cargo de professor desmentido

ministro educação DecotelliHUGO BARRETO/METRÓPOLES

Poucos dias depois de ter sido escolhido como o novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli entregou a sua carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A informação foi confirmada por auxiliares do presidente da República. A Secretaria de Comunicação (Secom) do Planalto, porém, ainda não se manifestou.

Segundo pessoas próximas a ele, antes de ir ao encontro do presidente, o professor já teria redigido uma carta pedindo a sua saída do governo.

Decotelli entrou no lugar de Abraham Weintraub, que foi exonerado da pasta após chamar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de “vagabundos”.

A revelação de uma série de informações incorretas prestadas por Dacotelli sobre sua carreira acadêmica deflagrou uma crise dentro do Palácio do Planalto e o governo decidiu adiar a posse do ministro e fazer um pente-fino em sua carreira.

Após ter o seu doutorado e o seu pós-doutorado desmentidos entre sexta-feira (26/06) e segunda (29/06), nesta terça, foi a vez foi de a Fundação Getúlio Vargas (FGV) informar que, diferentemente do que constava em seu currículo, Carlos Alberto Decotelli não foi pesquisador ou professor da instituição.

Decotelli é próximo de Eduardo Bolsonaro e também do secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim, que chegou a ser cotado para a pasta.

Na semana passada, o nome de Renato Feder, secretário de Educação do Paraná, ganhou força, mas ele acabou não sendo escolhido pelo presidente. Ele é um dos cotados para a substituição. O Metrópoles revelou, no entanto, que Feder foi denunciado por uma fraude milionária com governos estaduais quando era administrador de uma empresa.

Os militares do governo apoiam o nome do educador Antônio Freitas, que também estava entre os avaliados antes da nomeação de Decotelli, e de Antônio Testa, que chegou a fazer parte do MEC e foi demitido pelo ex-ministro Ricardo Vélez Rodríguez.

Fonte: Metropoles

Senado aprova PEC que adia eleições para 15 de novembro

Texto segue para análise da Câmara dos Deputados, onde precisa passar também por dois turnos e ter os votos de ao menos 308 parlamentares

53ª Sessão Deliberativa do Senado Federal - jaques wagner
FOTO: LEOPOLDO SILVA/AGÊNCIA SENADO

O Senado aprovou, nesta terça-feira (23/06), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2020, que adia as eleições deste ano de 4 de outubro para dia 15 de novembro – e segundo turno em 29 de novrmbro, onde necessário – por causa da pandemia do novo coronavírus. A proposta passou em dois turnos.

A PEC segue para análise da Câmara dos Deputados, onde precisa passar também por dois turnos e obter o apoio de no mínimo três quintos dos parlamentares, ou seja, 308 deles.

O texto prevê, ainda, que o segundo turno fique para o dia 29 de novembro. Além das datas do pleito, a PEC altera uma série de outras etapas do calendário eleitoral e permite que partidos façam convenções e reuniões para escolha de candidatos e formação de coligações virtualmente.

O relatório do senador Weverton Rocha (PDT-MA) também permite ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelecer outra data para as eleições, desde que sejam realizadas até dia 27 de dezembro, no caso dos municípios que não tenham condições sanitárias de fazer no dia definido pela PEC.

Se o cenário for desfavorável no nível do estado como um todo, caberá ao Congresso, provocado pelo TSE e com parecer da autoridade sanitária nacional, estabelecer nova data via decreto legislativo.

Confira os prazos definidos pela PEC:

  • A partir de 11 de agosto, emissoras ficam proibidas de transmitir programas que sejam apresentados ou comentados por pré-candidatos;
  • Entre 31 de agosto e 16 de setembro serão realizadas as convenções partidárias;
  • 26 de setembro: prazo final para que partidos e coligações solicitem o registro de candidatos à Justiça Eleitoral; início da propaganda eleitoral, inclusive na internet; prazo final da elaboração de plano de mídia para emissoras de rádio e televisão;
  • 27 de outubro: data para que partidos, coligações e candidatos divulguem relatório de transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha;
  • 15 de dezembro: prazo final para que partidos e candidatos prestem contas de campanha.
Fonte: Metropoles

Allan sugere que ‘alguém do STF’ está por trás de facada

Fundador do Terça Livre disse que há “peixe grande” envolvido

Allan dos Santos, fundador do site Terça Livre Foto: Reprodução/Alessandro Dantas

O blogueiro Allan dos Santos, fundador do site Terça Livre, sugeriu, nesta segunda-feira (22), que alguém do Supremo Tribunal Federal (STF) ou “ligado a partidos políticos” poderia estar envolvido na facada ao então candidato à Presidência Jair Bolsonaro.

A suspeita foi levantada durante o “Boletim da Manhã” do Terça Livre. Segundo Allan, “um pessoal de Juiz de Fora”, onde aconteceu o atentado, disse na ocasião que “um homem tentou entrar no hospital onde estava Bolsonaro internado, armado”.

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– [O homem] foi preso pela Polícia Militar, preciso averiguar isso daí, foi o pessoal de Juiz de Fora que comentou isso comigo, não queremos ficar aqui divulgando boatos, mas se isso ocorreu, o que que falta? Por que tanto mistério envolto nesse caso do Adélio Bispo? Será que tem tanto peixe grande assim lá no meio? Será que esse peixe grande seria alguém do STF? Alguém ligado a partidos políticos? Nós não sabemos. Estamos às cegas – apontou.

Recentemente, Allan dos Santos foi alvo de um mandado de busca e apreensão assinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Allan é investigado em duas ações na corte: o inquérito que investiga fake news e ameaças contra os ministros do Supremo e o inquérito que investiga o financiamento de manifestações antidemocráticas.

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Fonte: Pleno.News

Ibaneis critica proibição da reabertura do comércio: “Tiraram meus poderes”

Governador do DF disse que não pode mais dar previsão de retomada das atividades no DF por causa de “uma intervenção indevida”

homensRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), voltou a reclamar, nesta segunda-feira (22/06), da decisão da juíza federal titular da 3ª Vara Federal Cível do DF, Kátia Balbino de Carvalho Ferreira, de proibir a reabertura de atividades não essenciais. Na entrada do evento Agro+, ele disse que não pode dar mais previsões para setores que estão fechados.

A sentença foi publicada na noite de sábado (20/06) e a magistrada deu 10 dias para apresentação de gráfico atualizado sobre o percentual de isolamento no DF e planejamento com critérios técnico-científicos que embasem medidas de abertura de novas atividades não essenciais, incluindo cronograma de liberação.

O governador confirmou ter pedido para a Procuradoria Geral do DF para recorrer da decisão. E afirmou que não estava trabalhando com a reabertura do comércio, mas com mais leitos. “O prazo previsto seria do dia 25 (de junho) a 1º (de julho), mas de acordo com a quantidade de leitos que nós tivermos pra atender a população”, explicou.

Manifestações na Esplanada

Após fechar a Esplanada dos Ministérios na última semana por causa das manifestações que tiveram como bandeira pedidos anti-democráticos, como o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, Ibaneis avaliou como positiva a experiência do último fim de semana.

Ainda sobre assuntos relacionados ao governo federal, Ibaneis foi perguntado se as relações entre GDF e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ficaram abaladas após a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do atual senador Flávio Bolsonaro. “Não tenho nenhum problema com o presidente, pelo contrário: tenho muito carinho e respeito bastante”, disse.

De acordo com o governador, todo o caso Queiroz diz respeito apenas ao filho do presidente. “Um dos principais artigos da Constituição é que a pena não ultrapassa a pessoa que cometeu o crime. Essa relação entre Flávio e Queiroz precisa ser bastante esclarecida para que a gente não tenha uma criminalização da postura do presidente com seus filhos”, finalizou.

Fonte: Metropoles

Estreia de Moro na Crusoé leva enxurrada de descurtidas

Ex-ministro lançou coluna na publicação semanal na última sexta-feira

Ex-ministro Sergio Moro Foto: Reprodução/GloboNews

A decisão do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, de aceitar ser colunista da revista Crusoé continua repercutindo muito mal nas redes sociais. No YouTube, por exemplo, o vídeo de lançamento da coluna de Moro já aparece com mais de 160 mil descurtidas em apenas três dias de publicação.

Moro teve chuva de descurtidas no vídeo de lançamento de sua coluna Foto: Reprodução

Desde que aceitou a parceria com a publicação semanal, Moro já foi alvo de uma série de críticas por se aliar, em menos de dois meses após sair do governo, a um veículo que ataca com frequência o presidente Jair Bolsonaro, a quem o ex-juiz da Lava Jato respondeu como ministro durante 16 meses.

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Nos comentários do vídeo de lançamento da coluna, vários usuários chamaram o ex-ministro de traidor e lembraram da fala que Moro fez em seu discurso de saída do governo de que tinha uma “biografia a zelar”.

– Entre a biografia e a honestidade, escolheste a biografia. E terminaste sem nenhum dos dois – disse um dos internautas.

Outros comentários criticaram a falta de lealdade do ministro.

– A lealdade mandou lembranças, nunca me decepcionei tanto na vida com uma pessoa – escreveu outro.

A coluna de estreia do ex-ministro foi publicada na última sexta-feira (19), com o título “Honra e Fuzis”. No texto, Moro falou do papel dos militares na democracia brasileira e criticou as pessoas que defendem a “intervenção militar constitucional contra o Judiciário”.

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Fonte: Pleno.News 

Arrependido, Moro pede desculpas a Carla Zambelli (veja o vídeo)

Em todo imbróglio de sua demissão, o episódio com a deputada federal Carla Zambelli, sua afilhada de casamento, foi um dos mais chocantes.

Moro, além de expor publicamente a afilhada, tentando denegrir a sua imagem, mostrou um tratamento ‘impessoal’, com quem deveria ter – pelo menos – um mínimo de respeito e consideração.

Em certo ponto, o ex-ministro chegou a dizer que apenas aceitou ser padrinho de casamento da parlamentar para evitar “constrangimento”.

Com toda a repercussão negativa e vendo sua tão preservada biografia indo por água abaixo, Moro está arrependido.

Em entrevista esta manhã a Rádio Jovem Pan de Curitiba – PR, o ex-ministro pediu desculpas a Zambelli e a seu marido e os desejou felicidades e sucesso.

“Eu até usei mal a palavra (constrangimento) e peço ‘excusas’. Quero todo o bem para a Carla Zambelli e o marido dela. […] Não tenho nenhuma questão pessoal, quero que sejam felizes e bem sucedidos”, disse Moro.

Confira:

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Fonte: Jornal das Cidades On Line

Por que temos que confiar nos ministros do STF?

Temos no STF um ministro que não admite interferência na PF por parte do Presidente da República, mas num passado recente ele antecipou a imprensa uma operação da Lava Jato e há poucas semanas designou delegados específicos para atuar no inquérito da Fake News.

Temos no STF um ministro que se diz ofendido por conta de ter visto um vídeo do qual Abraham Weintraub disse que os ministros do STF deveriam ser presos, mas num passado recente esse mesmo ministro do STF disse que o Presidente da República “não está a altura do cargo” e, noutro momento, comparou ele a Hitler.

Temos no STF ministros que querem fazer uma devassa na vida do Presidente da República e seus aliados para tentar encontrar algo errado, mas não admitem que a Receita Federal verifique suas movimentações financeiras com suspeitas de incompatibilidade de renda, tendo punido os servidores da Receita por ter descoberto as irregularidades.

Temos no STF ministros que inadmitem a prisão de condenados até a finalização de todos os recursos cabíveis, mas que ao mesmo tempo mandam prender ativistas que exerciam seu direito da liberdade de expressão criando o crime de opinião e prisão política no Brasil.

Temos no STF uma fila gigantesca de processos criminais contra dezenas de políticos engavetadas há anos, mas a prioridade é cassar parlamentares sem nenhum histórico penal que se opõem ao sistema político corrupto que vigorou no país por anos.

Por fim, se temos no STF um ministro que José Dirceu chamou de “charlatão”, outro que Renan Calheiros chamou de “chefete de polícia”, outro que Marcelo Odebrecht chamou de “amigo do amigo de meu pai”, outro que Saulo Ramos chamou de “juiz de merda”, por que temos que confiar neles?

Pierre Lourenço. Advogado. Diretor Jurídico do INAD (Instituto Nacional de Advocacia)

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Fonte: Jornal das Cidades On Line