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sexta-feira, julho 10, 2020

FGTS pode injetar R$22 bilhões na economia brasileira

Brasília(DF), 2/1/2019 - Transmissão de cargo para Paulo Guedes - ministro da Economia. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Governo quer liberar recursos das contas inativas do fundo para dar fôlego ao consumo

A vantagem da liberação das contas inativas é trazer ânimo à economia, sem prejudicar a sustentabilidade do fundo e o uso de recursos como fonte de financiamento para a construção civil. O FGTS tem R$ 525 bilhões em estoque, e o valor que o governo pretende liberar representa menos de 5% desse montante.

A medida faz parte de um cardápio de iniciativas que a equipe econômica prepara dentro de uma agenda além da reforma da Previdência. O pacote inclui, ainda, a liberação do saque das contas dos trabalhadores no PIS/Pasep, dinheiro novo para os Estados com novos empréstimos e maior partilha de recursos de pré-sal com os governos regionais.

O momento do envio de cada uma das medidas, porém, vai depender de uma “calibragem” política, à medida que a reforma da Previdência avance no Congresso. Tudo isso para evitar que um pequeno fôlego agora seja passageiro e resulte em nova queda do PIB mais à frente, avalia o governo. Em conversas com interlocutores, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem comparado a situação à de um carro sem bateria para dar a partida no motor — ele precisa de uma “chupeta” para fazer o carro pegar. Mas o ministro tem dito que essa “chupeta” só será feita pelo governo caso haja segurança de que a reforma vai ser aprovada.

Apesar da cautela na liberação das medidas, o tom nos bastidores é de otimismo. Após uma série de encontros com bancadas, Guedes prevê a aprovação rápida de uma reforma com a potência fiscal necessária para implementar o regime de capitalização, segundo o qual o trabalhador contribui para uma conta individual, que bancará sua aposentadoria. A expectativa da equipe do ministro é a de que a aprovação da capitalização levará o país a crescer 3% ao ano, em média. Sem isso, a estagnação permaneceria, com PIB avançando a menos de 1%.

Ânimo. No governo Michel Temer, a liberação das contas inativas do FGTS pôs R$ 44 bilhões para circular na economia. O saque foi limitado a contas inativas até 31 de dezembro 2015. Cerca de 26 milhões de trabalhadores sacaram os recursos, o que contribuiu com 0,7 ponto porcentual no PIB de 2017, que registrou crescimento de 1,1%.

Agora, o prazo deve englobar contas inativas nos últimos três anos (2016, 2017 e 2018). O trabalhador que tiver trocado de emprego voluntariamente nesse período pode resgatar o valor do FGTS. A vantagem é que o fundo tem remuneração baixa com relação a outros investimentos, até mesmo a poupança. Os recursos poderão ser aplicados ou então usados para quitar dívidas.

Após o anúncio dos dados do PIB, o ministro falou a jornalistas e sinalizou que o governo estudava também liberar o saque para contas ativas. Essa medida, porém, ainda está em análise porque teria um impacto bem maior no fundo, que é a principal fonte de recursos para o crédito imobiliário no país.

Embora Guedes já fale abertamente sobre o assunto, a iniciativa está nos primeiros estágios de discussão. Os volumes a serem liberados e o cronograma para os saques, por exemplo, ainda estão sendo avaliados. Segundo fontes, o tema vem sendo debatido nas reuniões entre Guedes e os presidentes dos bancos públicos, mas ainda não chegou até a área técnica da Caixa Econômica Federal — que é quem administra os recursos do FGTS. É o banco, por exemplo que deve definir o cronograma dos saques, conforme a capacidade operacional de suas agências.

Outra fonte, próxima a Guedes, deixou claro que não haverá saques em massa do fundo, que prejudiquem o financiamento de imóveis. “Não vai ser um ‘libera geral’”, definiu a fonte.

A primeira medida que o governo vai adotar para dar fôlego à economia é a liberação do saque das contas dos trabalhadores no PIS/Pasep. Hoje, esse fundo ainda reúne aproximadamente R$ 21 bilhões de trabalhadores que tiveram a carteira assinada entre 1971 e 1988 e não sacaram os recursos. A expectativa do governo é a de que, do total liberado, serão sacados entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões.

Nesse caso, o governo tem uma expectativa mais baixa de saques porque parte dos beneficiários já faleceu ou nem sabe que tem direito ao dinheiro. Foi assim quando a medida foi lançada no governo Temer, em 2018.

Outras iniciativas que devem entrar nessa “calibragem” são a divisão de recursos do pré-sal com Estados e municípios e o “Plano Mansueto” de socorro a Estados com dificuldades de caixa. Essas medidas são consideradas “balões de oxigênio” para os governos regionais. Havia uma expectativa de que o socorro aos Estados sairia nas próximas semanas. Mas o Estado apurou que a medida só será lançada com o avanço das mudanças nas regras da Previdência. Primeiro, os governadores terão de ajudar o governo a aprovar a reforma.

Articulação. Guedes tem se mostrado animado com a aprovação da reforma da Previdência. O ministro se reuniu anteontem com o líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL), em busca de votos. O PP forma com o PL o núcleo do Centrão, bloco informal que hoje representa uma grande força política dentro da Casa.

No encontro, Lira disse que o partido vai votar a reforma, mas apelou para que o ministro convença o presidente Jair Bolsonaro (PSL) a não estimular manifestações contra o Congresso. Bolsonaro, por sua vez, tem afirmado que não partiu dele a ordem para as manifestações.

O líder do PP também relatou ao ministro que ninguém do governo havia se disposto a recebê-los para o diálogo.

Fonte: Metropoles

Ernesto Araújo: “Emoção de sentir a esperança do povo”

Ministro de Relações Exteriores compartilhou foto ao lado do presidente Jair Bolsonaro em ato a favor do governo

Ministro Ernesto Araújo Foto: Reprodução

Neste domingo (17), o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, compareceu à manifestação a favor do governo ao lado do presidente Jair Bolsonaro e de outros ministros de governo. Ele publicou uma foto do momento em suas redes sociais.

Eles foram à rampa do Palácio do Planalto e cumprimentaram o público presidente. Para o chanceler, os atos mostram que o Brasil é uma verdadeira democracia.

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– Com presidente Jair Bolsonaro na rampa do Planalto, a imensa honra de acenar para aquele de quem todo o poder emana. Emoção de sentir diretamente a esperança e confiança viva, profunda, do povo brasileiro no seu Presidente. O Brasil mostra-se ao mundo: “Olha uma verdadeira democracia” – escreveu.

Fonte: Pleno.News

Eleição de Leila volta a afastar Chico Leite de Rollemberg

Brasília(DF), 06/08/2018 Anúncio da "Coligação Mãos limpas" na Sede do PSB. Candidato ao governo do DF Rodrigo Rollemberg anuncia coligação. Eduardo Brandão, Chico Leite e Leila Barros. Local: Asa Norte. Foto: Igo Estrela/Metrópoles
Igo Estrela/Metrópoles

O deputado distrital Chico Leite, da Rede Sustentabilidade, demonstrou nos últimos meses ser um exemplo acabado desse oportunismo. Em menos de um ano, em função apenas de seus interesses, Chico Leite fez seu partido romper, reatar e romper de novo com o governador Rodrigo Rollemberg, do PSB. Tudo isso graças ao domínio que exerce sobre as instâncias de decisão da Rede, embora não conte com a simpatia da maioria dos militantes.

Liderada por Marina Silva, a Rede foi constituída com a proposta de ser um novo tipo de organização partidária, democrática, aberta e moderna. Em Brasília, porém, tornou-se um partido igual a tantos outros, com um cacique que mantém seu domínio graças ao mandato de deputado distrital e a seus fiéis servidores comissionados, espalhados pelas instâncias que decidem.

O controle exercido pelo distrital Chico Leite sobre a Rede é semelhante ao que tantos outros exercem em vários partidos. A diferença é que as demais legendas em que os caciques imperam não têm a proposta de renovar a política e construir um partido diferente. No PDT, por exemplo, o também distrital Joe Valle exerce o comando graças a seu mandato de distrital e, em boa parte, aos servidores comissionados que mantém na estrutura partidária. Mas o PDT nunca foi um exemplo de democracia interna.

Chico Leite e Joe Valle ficarão sem mandato parlamentar nos próximos quatro anos, o primeiro porque foi derrotado na eleição para o Senado e o segundo porque, talvez prevendo a derrota, desistiu das anunciadas candidaturas para governador e para senador. Assim, provavelmente ambos perderão o comando sobre seus partidos, abrindo, quem sabe, a possibilidade de haver democracia interna na Rede e no PDT.

Rompe, volta, rompe
No final de 2017, quando já se via que o governador Rodrigo Rollemberg teria grandes dificuldades para ser reeleito, Chico Leite pregou o rompimento com o governo e a entrega dos cargos exercidos por filiados. Sua motivação foi eleitoreira: articulava-se, à época, uma coligação de centro-esquerda que teria Joe Valle como candidato ao governo e ele ao Senado. O PDT, de Valle, também rompeu com o governo Rollemberg para favorecer a candidatura de seu cacique.

Havia um grupo minoritário na Rede que igualmente defendia o rompimento com o governador, mas que propunha o lançamento de um candidato próprio ao governo, para dar sustentação local à candidatura de Marina à presidência e favorecer a eleição de um deputado federal e pelo menos dois distritais. Nesse grupo estava o único distrital que veio a ser eleito pela Rede, Leandro Grass.

Chico Leite, porém, insistia na coligação com Joe Valle, alegando haver um compromisso entre ambos: um deles seria candidato ao governo e outro ao Senado. Como Chico Leite queria o Senado, estava tudo bem – até que Joe Valle o traiu, anunciando que não seria mais candidato a governador e, sim, ao Senado, mas na coligação liderada por Jofran Frejat, do PR. Os dois passaram de aliados a adversários.

Chico Leite então se colocou como candidato ao governo, mas sem assumir efetivamente essa condição. Foi apenas uma maneira de impedir o lançamento de outro candidato ao governo pela Rede, ou por um dos partidos potencialmente aliados – PDT, PCdoB e PPL — enquanto ele articulava o apoio a Rollemberg, favorecido pela presença no governo de seu irmão, Valdir de Oliveira, secretário de Economia.

Ao aprovar na Rede o apoio ao governador e sua presença na coligação, Chico Leite mais uma vez se impôs com a maioria que tem nos órgãos decisórios, garantida por servidores de seu gabinete e aliados conquistados graças aos benefícios dados pelo mandato parlamentar. A minoria, que na verdade é maioria no partido, se opôs a essa aliança, que escondeu a Rede dos eleitores e prejudicou a eleição de deputados pelo partido.

O que Chico Leite não esperava é que, nos últimos momentos antes do registro das chapas, o governador lançasse pelo PSB a candidatura ao Senado de sua ex-secretária Leila Barros, a Leila do Vôlei. Até aquele momento, a candidata à segunda cadeira no Senado seria a ex-secretária Leany Lemos, e Leila postularia a Câmara Legislativa.

Leila logo assumiu a liderança da disputa, o que muito provavelmente não aconteceria com Leany, e Chico ficou para trás. O governador, buscando não só a vitória de Leila como o impulso que ela poderia dar à sua candidatura ao governo, jogou mais recursos na campanha dela, e Chico Leite ficou no sétimo lugar, com apenas 7,43% dos votos.

Foi alegando a preferência de Rollemberg por Leila que Chico Leite, que havia rompido e reatado com ele para favorecer sua candidatura ao Senado, resolveu romper de novo com o governador. Agora, apenas por vingança. Com a maioria que tem no comando regional, não teve dificuldades em aprovar o rompimento, apesar de estar contrariando uma decisão de convenção do partido.

Alguns militantes, porém, protestaram contra mais essa manobra do cacique Chico Leite. Entre eles, um dos porta-vozes da Rede, Pedro Ivo, e o distrital eleito Leandro Grass, que mostraram a incoerência da decisão. Grass, que não queria estar na coligação de Rollemberg, se dispõe a manter o apoio ao governador desde que ele concorde em não nomear nenhum deputado distrital ou indicados por ele para cargos no governo, o que dificilmente conseguirá.

Marina teve apenas um por cento dos votos, a Rede elegeu somente um deputado federal e não conseguiu superar a cláusula de barreira, o que lhe tira o acesso ao fundo partidário. Por isso, agora está abrindo discussões internas e com outros partidos para sobreviver. Há a alternativa de se fundir com outra legenda ou juntar-se em uma frente, mantendo a identidade própria.

Em Brasília, Leandro Grass, como único eleito, terá o papel de protagonista que teve Chico Leite. Os comportamentos de ambos, porém, são bem distintos, pois Grass, ao contrário do distrital derrotado, representa o espírito de democracia interna, abertura à sociedade e modernidade política que formaram a Rede.

Fonte: Metropolis

Eduardo Pedrosa: GDF contrata empresa que será responsável pela realização dos levantamentos ambientais para regularização do Itapoã

Eduardo Pedrosa fala sobre a regularização da Cidade do Itapoã

A imagem pode conter: atividades ao ar livre

A luta pelo processo de regularização do Itapoã continua! O GDF contratou, por meio de licitação, a empresa Terra Estudos e Projetos Ambientais que ficará responsável pela realização dos levantamentos ambientais. Destinei recursos, por meio de emenda parlamentar, para a realização desses estudos ambientais que viabilizarão a entrega das escrituras aos moradores, cada vez mais próxima. Acompanhe nossas ações. Cobre, sugira, participe!

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Assessoria Eduardo Pedrosa

Parceria entre CDDF, Instituto Vanessa Ribeiro e Coordenação de Ensino do Paranoá capacitará mulheres do Itapoã/Paranoá e DF

Parceria do CDDF com o Instituto Vanessa Ribeiro capacitará mulheres no DF

CDDF integra todas as regiões do DF e Região Metropolitana

Ontem (12/02), o professor Isaac, Coordenador da Regional de Ensino do Paranoá e Região, recebeu com muito alegria o Projeto “Defesa da Mulher”, já liberado pelo SICONV (Sistema de Convênios) de valorização às mulheres vitimas de violência.

O Projeto será executado pelo Instituto Vanessa Ribeiro em uma parceria com o Conselho de Desenvolvimento do DF – CDDF, onde será levado para 20 escolas em diversas Cidades do DF.

A parceria CDDF e Instituto Vanessa Ribeiro, articulada e sugerida pela Presidente do Conselho de Desenvolvimento de Planaltina, Keila Rocha, ao Presidente do CDDF Eugênio Piedade prontamente aceita e já colocada em pratica, irá capacitar mais de 3.000 mulheres. O Instituto Vanessa Ribeiro promoverá palestras, workshops e encaminhará mulheres para cursos profissionalizantes e vocacionais, bem como à empregabilidade.

Presentes á reunião com o Coordenador de Ensino do Paranoá e Região Professor Isaac, o Coordenador Técnico do Instituto Vanessa Ribeiro, Fernando Matos, o presidente do CDDF Eugênio Piedade, o Vice-Presidente do CDDF, Hélio Rosa, a Presidente do CDP professora Keila Rocha, os diretores de fiscalização e de eventos, Milton Benício e Maria Angélica.

Foi dado um passo muito importante para a inclusão de 20 escolas de regiões administrativas como Paranoá, Itapoã, Planaltina, Ceilândia Riacho Fundo II e outras com  altos índices de violência contra a mulher.

As escolas indicadas pelo professor Isac foram a Escola Zilda Arns no Itapoã e a Escola Darcy Ribeiro no Paranoá.

Na oportunidade professor Isac ofereceu o espaço da Regional de Ensino para  futuros cursos, palestras, eventos que o Conselho de Desenvolvimento do Distrito Federal venha a desenvolver nas Cidades do Itapoã e Paranoá.

CONHEÇA UM POUCO DO PROJETO:

O projeto Defesa de Mulheres, será executado em 20 escolas de ensino médio do DF, beneficiando 3.200 mulheres (três mil e duzentas mulheres).

Com o objetivo de desenvolver em Brasília atendimento a professoras e meninas do ensino médio nas escolas, conscientizando as mulheres através de palestras e workshops. Um dos temas que será abordado é ensinar na identificação e defesa frente a agressores que se aproximam usando as redes sociais.

O ambiente virtual faz parte cada vez mais do dia a dia, sendo utilizados por agressores e molestadores; entender como eles agem, vai servir de prevenção.

O instituto Vanessa Ribeiro, tem vasta experiência no enfrentamento á violência contra a mulher.
O projeto terá início em Março, mês que se comemora o dia internacional da mulher, mês que marca várias ações de alusão ao tema.

Na Regional de Ensino de Planaltina:
O professor Bento Alves, Coordenador Regional de Ensino de Planaltina, ficou entusiasmado com a ação e mobilizará as professoras e as alunas para participarem das palestras.

O Coordenador Bento Alves, citou o CEF 01 (Centrinho), como a escola vencedora de um prêmio nacional, “Construindo a igualdade de gênero”, tornando-se referência na rede pública no DF.

A Presidente do Conselho de Desenvolvimento de Planaltina-CDP/CDDF, Keila Rocha, vê na cooperação entre o terceiro setor (CDP/CDDF, Instituto Vanessa Ribeiro e o Governo), como uma das mais contundentes ações no enfrentamento á violência contra a mulher, que estatisticamente termina de forma trágica, inseticídio.

A professora Keila Rocha, Vanessa Ribeiro e o CDDF, são entusiastas e acreditam que o projeto Defesa de Mulheres, fará a diferença na vida de milhares de mulheres no DF.
Será um exército de 3.200 mulheres, que após as palestras e treinamentos, serão facilitadoras, transmitindo o conhecimento a familiares e amigos.

Governo de Brasilia

O Governo do DF na pessoa do seu Governador Ibaneis Rocha, também tem tomado medidas importantíssimas que mostram a preocupação com a violação aos direitos das mulheres.
Logo nos primeiros dias do seu governo, liberou:

  • O atendimento de parte do espaço da casa da Mulher Brasileira, que estava totalmente interditada.
  • Anunciou também a construção de 4 casas abrigo à mulher:
  • Determinou a abertura de salas de atendimento às mulheres, nas estações do metrô no Plano Piloto, Águas Claras, Samambaia, Taguatinga e Ceilândia:
  • Lançou o selo, empresa amiga da mulher, onde valoriza as empresas que tem ações e projetos que valorizem as mulheres.

Fonte: EG NEWS/CDDF com informações do Blog Edimilson News.

5ª Turma do STJ deve julgar recurso que pode libertar Lula

DNT 05-05-2017 SAO PAULO - SP / POLITICA OE / LULA E MUJICA - Ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva participa com ex-presidente uruguaio Mujica do 6o. Congresso Marisa Letícia da Silva do PT na quadra do Sindicato dos Bancários na R. Tabatinguera, 192 no centro de São Paulo - FOTO DANIEL TEIXEIRA/ESTADAO

Defesa pede que ele responda em liberdade até o trâmite em julgado do processo


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A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai julgar um pedido de tutela provisória apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na petição, a defesa do petista solicita a atribuição de “efeito suspensivo” ao recurso especial apresentado contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que condenou Lula a 12 anos e um mês de cadeia e determinou o imediato cumprimento da pena.
SAIBA MAIS

O pedido de tutela foi negado no dia 11 de junho pelo ministro Felix Fischer. O magistrado alegou que a admissibilidade do recurso não tinha sido julgado ainda pelo TRF-4 — o que ocorreu na sexta-feira (22/6). Com a decisão do TRF-4 em admitir o recurso especial, os advogados do ex-presidente ingressaram com um agravo solicitando que o pedido de tutela tenha andamento no STJ.

Fonte: Correio Brasiliese

Quem vencerá na Justiça, A Onça ou Penelope Charmosa??


O PTB tenta reverter na justiça o resultado da ultima eleição para deputado distrital, que teve uma das vagas conquistada pela deputada Telma Rufino (11.715). O partido alega que a vaga pertence a sua filiada Jaqueline Silva (13.000) que obteve maior votação que Telma Rufino .O partido teve 32 candidaturas rejeitadas pelo TRE-DF por problemas nos registros de candidatura de seus filiados.

O processo foi levado ao TSE e, nesta segunda-feira (15/10), o advogado do PTB no caso, Francisco Emerenciano, pediu à Corte que julgue todos de uma só vez. A previsão é de que a matéria entre em pauta ainda nesta semana.

Perguntado a Deputada Telma Rufino o que ele pensa sobre o assunto, disse que esta tranquila e confiante na justiça.

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Fonte: EG NEWS

Bolsonaro escolhe brasiliense Izalci como um dos vice-líderes no Senado

O senador brasiliense Izalci Lucas (PSDB) foi escolhido na tarde de hoje como um dos vice-líderes do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) no Senado. O encarregado pelo anúncio foi o líder da bancada governista, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Izalci espera o encontro com o presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (13), quando sera oficializado o convite no Palácio do Planalto.

“Tive a alegria de receber hoje a aceitação dos convites que fiz em nome do presidente Bolsonaro para compor a minha equipe de vice-líderes aqui no Senado Federal”, comemorou Bezerra.

Fonte: Blog do Callado

TJDFT acata recurso de sindicato e nega indenização a Rollemberg

Ex-governador processou entidade representativa de servidores da saúde por críticas veiculadas em site no período pré-eleitoral

Michael Melo/MetrópolesMICHAEL MELO/METRÓPOLES

A Justiça acatou, nesta terça-feira (22/10/2019), recurso do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços e Saúde do Distrito Federal (SindSaúde), que havia sido condenado, em primeira instância, a indenizar o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) em R$ 20 mil. Por unanimidade, os desembargadores da 4ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) negaram reparação ao ex-titular do Palácio do Buriti.

Rollemberg queria indenização em razão de postagens veiculadas no site da instituição em 2018, no período pré-eleitoral, com críticas ao então chefe do Executivo.

Na primeira instância, o SindSaúde foi condenado a excluir postagens em que a imagem do político era associada à do diabo e ao recebimento de propina. As publicações incluíam fotos e textos que, segundo Rollemberg, denegririam sua imagem.

No recurso, contudo, a entidade argumentou que não houve ofensa pessoal ao ex-governador, uma vez que noticiou apenas fatos relacionados à sua atuação pública, e que críticas feitas a uma pessoa pública “estariam compreendidas dentro do contexto da liberdade de expressão”.

Na análise do relator, desembargador James Eduardo Oliveira, as matérias contrárias a Rollemberg não extrapolaram os limites dos direitos de informação e de crítica, amparados pela Constituição Federal.

“As veiculações ocorreram no contexto da representatividade sindical do réu e contêm narrativa fática que demonstraria tratamento discriminatório dispensado pelo autor aos servidores da saúde e o desleixo proposital com a própria saúde pública para justificar sua ‘entrega para a rede privada’”, destacou o magistrado.

Conforme o desembargador, as publicações “exprimem manifestação de pensamento e atividade informativa que não podem ser consideradas ilícitas, ainda que desprovidas de embasamento técnico ou de imparcialidade”.

De acordo com Oliveira, embora tenha reconhecido “críticas acesas à performance política e administrativa do ex-governador”, as matérias publicadas no contexto de atuação do sindicato não configuram ato ilícito passível da indenização pretendida.

O que dizem os envolvidos

A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, recebeu “com tranquilidade” a sentença da 4ª Turma Cível do TJDFT. “O governador Rollemberg sempre teve dificuldades em lidar com críticas”, disse a sindicalista.

Fonte: https://www.metropoles.com  (Com informações do TJDFT)

Eleições Municipais decisivas

As disputas municipais devem redesenhar o panorama político e definir até onde o radicalismo pode se manter no País

Eleições decisivas

EM CONSTRUÇÃO Começa agora a composição dos candidatos: ilustração simboliza a formatação do projeto democrático

Guilherme Sette

É comum encarar as eleições municipais como um teste para as forças políticas, verificando a adesão popular à situação ou oposição. Em 2016, por exemplo, os resultados catastróficos dos partidos de esquerda na corrida para as prefeituras, influenciados pelo processo de impeachment, já apontavam para a grande derrota sofrida para os cargos do executivo dois anos depois. Em 2020, não deve ser muito diferente.

O presidente Jair Bolsonaro terá dificuldade em garantir prefeituras importantes para nomes alinhados politicamente com ele. Além da popularidade baixa para o primeiro ano de mandato (30%, uma das piores entre os presidentes desde a abertura democrática), Bolsonaro precisa correr contra o tempo para conseguir registrar o seu partido recém-fundado, o Aliança pelo Brasil. Não deve conseguir. Portanto, precisará contar com nomes abrigados em outras legendas. O ex-presidente Lula também deve ter dificuldades para voltar a fortalecer o PT. Para isso, tem insistido que seu partido lance candidatos próprios. Mas com isso afasta ainda mais as legendas de esquerda que estão cansadas de viver — e perecer — à sombra do seu partido. Os extremos não vão ter um caminho tranquilo. Candidatos abertamente alinhados a Bolsonaro ou Lula não terão vida fácil. O pleito vai definir até onde o radicalismo pode se manter no País.

Na cidade de São Paulo, os obstáculos do presidente estão bem representados. A eleição na capital paulista é crucial pela importância política da cidade, que representa o terceiro maior orçamento do País. O governador João Doria aposta na reeleição de Bruno Covas, que ganhou mais simpatia do eleitorado depois da revelação de sua doença. Doria gostaria de vê-lo na cabeça de chapa, tendo como vice a deputada federal Joice Hasselmann (PSL), sua amiga. Mas ela rechaça essa articulação, por enquanto. Se antes o PSL tinha chances reais de vitória com ela, o racha no partido e a consequente perda do apoio de Bolsonaro diminuíram as suas chances. Uma das mais recentes pesquisas, divulgada pela XP/Ipespe, aponta que o apresentador de TV José Luiz Datena, cortejado por vários partidos, está na frente com 22% das intenções de voto. Ele é o nome que mais agradaria Bolsonaro. No campo da esquerda, há poucos nomes expressivos. O PT até considerou não lançar candidatos na cidade devido à baixa expectativa de vitória, já que o ex-prefeito Fernando Haddad não estaria disposto a disputar uma terceira eleição em seis anos. Há movimentações para a refiliação da ex-prefeita Marta Suplicy, que teria a simpatia de Lula, mas ela encontra resistências dentro da legenda por ter apoiado o impeachment de Dilma Rousseff.

Impasse e obstáculos

No Rio de Janeiro, o segundo maior colégio eleitoral do País, com aproximadamente cinco milhões de eleitores, Bolsonaro também deve ter dificuldades. O seu candidato natural seria Marcelo Crivella (Republicanos), mas pesquisas recentes mostram uma situação dramática para o atual prefeito, que está às voltas com o colapso das contas do município. Segundo o Datafolha, 72% consideram a atuação de Crivella “ruim” ou “péssima”. Ele tem apenas 9% das intenções de votos, perdendo para Eduardo Paes (DEM) e Marcelo Freixo (PSOL), com 22% e 18%, respectivamente. O PT gostaria de ver a deputada federal e ex-governadora Benedita da Silva na disputa, mas ela resiste. Outra disputa chave ocorre no Recife, com herdeiros de clãs políticos tradicionais: Marília Arraes, neta do ex-governador Miguel Arraes, e João Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos. Mais uma mostra da dificuldade de união entre os partidos de esquerda.

Fundo eleitoral

O pleito acontecerá após a polêmica do “fundão” eleitoral. O governo previu no Orçamento enviado ao Congresso o montante de R$ 2 bilhões, um aumento razoável em relação ao R$ 1,7 bilhão gasto nas eleições para o Executivo e o Legislativo em 2018. Os líderes dos maiores partidos tentaram ampliar o valor para R$ 3,8 bilhões, mas a tentativa foi abortada após sua péssima repercussão. Se aprovada, o PT e o PSL, com as maiores bancadas, teriam direito a R$ 354 milhões a mais do que a previsão inicial — ainda assim, cada partido receberá pouco mais de R$ 200 milhões cada.

Essas eleições também serão as primeiras sem a possibilidade de coligação para as câmaras municipais. A ideia é fortalecer as legendas, impedindo que “puxadores de votos” criem distorções na representação dos vereadores. Outra mudança se refere à biometria. É intenção da Justiça Eleitoral que 4.577 municípios do País utilizem o sistema de identificação para a votação. Até o final de 2019, restam mais de oito milhões de eleitores a serem cadastrados.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: IstoÉ