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quarta-feira, maio 27, 2020

Bolsonaro convoca ministros para reunião urgente

Bolsonaro faz reunião extraordinária com ministros após operação da PF

Horas após a operação da Polícia Federal que mirou uma série de aliados do atual governo, o presidente Jair Bolsonaro convocou uma reunião extraordinária para a tarde desta quarta-feira (27) com ministros do governo, informou a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom).

Mais cedo, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal realizou uma operação de busca e apreensão contra aliados de Bolsonaro no âmbito do inquérito das fake news. Essa investigação apura a divulgação de notícias falsas e ameaças contra integrantes do Supremo.

A reunião também serviria para discutir inclusive se o ministro da Educação, Abraham Weintraub, deve ou não prestar depoimento à Polícia Federal a respeito de suas declarações sobre o STF na reunião ministerial de 22 de abril, apurou o âncora da CNN Daniel Adjuto. Na ocasião, entre outras declarações, Weintraub chamou os membros do Supremo de “vagabundos” e defendeu a prisão dos magistrados.

Apesar de o governo querer debater se Weintraub deve depor ou não, em tese tal escolha não existe. Ontem (26), o próprio Alexandre de Moraes ordenou que o ministro preste esclarecimentos à PF em até cinco dias.

Ainda segundo a apuração de Adjuto, o Planalto temeria que um próximo passo do inquérito seria o avanço sobre as atividades do vereador carioca Carlos Bolsonaro (Republicanos), já que depoimentos de ex-aliados de Bolsonaro como os deputados federais Alexandre Frota (PSDB-SP) e Joice Hasselmann (PSL-SP) apontam que Carlos comandaria o chamado “gabinete do ódio”. O filho do presidente não foi alvo da operação realizada hoje.

O “gabinete do ódio” seria formado por um grupo de servidores lotados no Planalto ligados a Carlos Bolsonaro e que produziriam fake news para atacar adversários do presidente Jair Bolsonaro.
Na decisão em que autorizou a operação e citando os depoimentos de Frota, Joice e outros, Moraes diz que há a “real possibilidade” de que o “gabinete do ódio” seja uma associação criminosa “dedicada à disseminação de notícias falsas, ataques ofensivos a diversas pessoas, às autoridades e às Instituições, dentre elas o Supremo Tribunal Federal, com flagrante conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu a suspensão do andamento do inquérito das fake news. Ele diz que o procedimento é “atípico” e afirma que o órgão que investiga — no caso, o STF — não pode ser o mesmo que julga.

Com informações da Reuters e CNN Brasil

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Reabertura do comércio divide opiniões de deputados distritais

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A reabertura do comércio e de outros setores da economia dividiu a opinião dos deputados distritais na sessão extraordinária remota da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na tarde desta quarta-feira (27). Enquanto alguns defendem a reabertura como necessária para a retomada da economia, outros argumentam que a medida poderá contribuir para o aumento de casos de Covid-19.

A deputada Julia Lucy (Novo) demonstrou preocupação com o aumento do desemprego e defendeu a retomada da economia, “de forma responsável”. A deputada lembrou que termina no próximo dia 30 o período de suspensão de contratos de trabalho estabelecido pelo governo federal, o que deverá agravar o quadro. Lucy citou especificamente o setor de bares e restaurantes que, segundo ela, “pode adotar todas as medidas cabíveis para voltar a funcionar, garantindo assim os empregos de muitas pessoas”. Ela fez questão, no entanto, de excetuar as escolas, que deveriam continuar fechadas, “pois têm uma característica muito distinta”.

Na mesma linha, o deputado Hermeto (MDB) defendeu a reabertura de todos os setores da economia e destacou que Brasília é a segunda cidade do país com o menor número de letalidade. Para ele, é possível a retomada das atividades, garantindo as vidas da população. “Temos de torcer que isto aconteça. Não podemos fazer desta doença um Fla x Flu. Vamos torcer por Brasília e pelo Brasil”, assinalou.

Por outro lado, a deputada Arlete Sampaio (PT) mencionou que a reabertura dos shoppings hoje gerou aglomerações, segundo reportagens da imprensa. Para ela a situação é preocupante e a reabertura de atividades deve ser acompanhada de medidas rigorosas para evitar aglomerações. A distrital cobrou rigor do governo na fiscalização das medidas de prevenção.

O deputado Chico Vigilante (PT) criticou o que chamou de “abertura sem limites do comércio do DF”. Segundo ele, o Brasil já saiu do radar dos investidores internacionais por causa da falta de um combate eficaz ao coronavírus. “A economia brasileira pagará o preço mais caro de todo o mundo, por causa da irresponsabilidade das autoridades do País”, avaliou.

O deputado Fábio Felix (Psol) criticou o que classificou de “guerra de narrativas”. Para ele, todo mundo quer a economia funcionando, “só quem não quer é o coronavírus”. Na opinião do parlamentar, “a guerra de narrativas entre a economia e a saúde não leva a lugar nenhum”. Felix enfatizou que o importante é garantir a vida das pessoas e uma renda mínima para todos que precisam.

Fiscalização – Na mesma sessão, outros temas foram discutidos pelos distritais. O deputado João Cardoso (Avante) destacou que a fiscalização do DF está toda empenhada no combate ao coronavírus e lamentou que mesmo assim os profissionais não estão sendo valorizados adequadamente, sem garantia de transporte e medidas de segurança.

Cardoso também chamou a atenção do governo para as instituições sociais de acolhimento de idosos. Segundo ele, estas instituições não estão tendo a atenção devida e sofrem com a falta de testes para Covid-19 e muitas outras ações necessárias à prevenção.

Já o deputado Leandro Grass (Rede) criticou o GDF pelo atraso no pagamento de benefícios sociais. Segundo ele, os pagamentos do programa DF Sem Miséria e do auxílio aos catadores estão atrasados. O parlamentar cobrou uma solução urgente para os problemas, já que os beneficiários vivem situação de vulnerabilidade. Sobre os atrasos, a deputada Arlete Sampaio fez um apelo para que o governo resolva os problemas das pessoas mais pobres, na mesma velocidade que resolve os problemas das empresas.

O líder do governo, deputado Cláudio Abrantes (PDT), informou que parte do pagamento aos catadores foi efetuado ontem e garantiu que um cronograma está sendo elaborado para regularizar a situação.

O deputado Fábio Felix (Psol) relatou audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal sobre o impacto da pandemia no complexo prisional do DF. De acordo com ele, a situação é gravíssima para agentes e presos. Além de cobrar medidas do GDF para assegurar a saúde de todos do sistema, Felix repudiou a falta de informações que as famílias dos presos estão sofrendo. O distrital defendeu a adoção de “televisitas” e outras formas de garantir o acesso das famílias aos detentos.

O deputado Jorge Vianna (Podemos) argumentou que o secretário da Saúde deve estar disponível para prestar esclarecimentos ao parlamento e aos cidadãos sobre as medidas que estão sendo tomadas no enfrentamento ao Covid-19. Uma reunião do secretário com os deputados está prevista para a próxima segunda-feira. Vianna também informou que cobrará explicações do governo sobre uma denúncia de que uma médica foi obrigada a trabalhar no plantão do HRAN, mesmo com sintomas de contaminação pelo coronavírus. “Não podemos mais aceitar este tipo de gestor no GDF”, completou.

O líder do governo, deputado Cláudio Abrantes, afirmou que o secretário de Saúde tem se mostrado disponível e não tem nenhum problema em conversar com os deputados. Também enfatizou que o DF tem se tornado uma referência na prevenção ao coronavírus.

Gastos – A deputada Julia Lucy (Novo) pediu maior celeridade na tramitação de projetos que sugerem medidas para reduzir os gastos da Câmara Legislativa. Segundo ela, propostas que tornam a Câmara mais barata estão na CCJ e precisam avançar. “Neste momento de pandemia, mais do que nunca precisamos cortar gastos aqui na Casa, como a redução ou extinção de verba indenizatória e diminuição de cargos nos gabinetes”, sugeriu ela.

Fake News – O deputado Chico Vigilante (PT) parabenizou o ministro do STF Alexandre de Moraes pela coragem em enfrentar as quadrilhas de fake news que agem no País. Segundo ele, a operação deflagrada hoje no inquérito que investiga o fato é fundamental para garantia da democracia. Vigilante sustenta que a quebra do sigilo bancário dos envolvidos é importante para descobrir quem está financiando as “milícias digitais”.

Luís Cláudio Alves
Fotos: Figueiredo/CLDF
Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

Deputados entram com pedido de impeachment de Moraes

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, participou nesta sexta-feira(12) de uma conferência no Centro Universitário UNINOVE, no centro de São Paulo. Foto: Marcelo Chello/CJPress
Ministro é relator do inquérito das fake news

Pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes Foto: Reprodução

Deputados protocolaram no Senado Federal, nesta quarta-feira (27), um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A ação foi assinada pelos deputados Bia Kicis, Carlos Jordy, Filipe Barros e Cabo Junio Amaral.

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– Acabei de protocolar o pedido de impeachment do Ministro Alexandre de Moraes por sua censura absurda com um inquérito inconstitucional e perseguição contra opositores. Assinamos eu, Bia Kicis, Cabo Junio Amaral e Filipe Barros. Pressionem Alcolumbre para pautar o pedido – escreveu o deputado federal Carlos Jordy.

O pedido de impeachment de Moraes surge no mesmo dia em que ele determina a busca e apreensão de 29 apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, no âmbito do inquérito das fake news. Moraes é acusado de abuso de autoridade e autoritarismo, sobretudo por classificar críticas contra ministros do STF como criminosas.

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Fonte: Pleno.News

GDF aposta no controle de gastos para manter salários em dia em durante a pandemia

Apesar de registrar superávit nas contas públicas nos primeiros quatro meses do ano, o Governo do Distrito Federal segue preocupado com o desdobramento da crise provocada pelo surto do novo coronavírus que, além de acarretar sobrecarga ao setor da saúde, atinge duramente a economia. Nesse cenário, o pagamento do salário dos servidores – integral e na data – é tido como prioridade, mas dependerá da conjuntura, já que não há como prever com exatidão o impacto fiscal da pandemia. Uma luz amarela já se acendeu: no período, o total da despesa com pessoal somou 44,67% da receita corrente líquida (RCL), um pouco acima do limite de alerta previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Essas e outras questões relativas à saúde financeira do DF foram tratadas, na manhã desta quarta-feira, durante audiência pública da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa para avaliar, conforme determina a legislação, o cumprimento quadrimestral das metas fiscais. Logo no início da reunião, realizada por videoconferência, o presidente do colegiado, deputado Agaciel Maia (PL), destacou o panorama de dificuldades sociais e econômicas e solidarizou-se com os brasilienses que lutam contra a Covid-19 e os familiares das vítimas.

Depois de ouvir o relato da Secretaria de Economia sobre a arrecadação e os gastos do governo no primeiro quadrimestre de 2020, o parlamentar colocou em discussão a questão dos salários, indagando se, mesmo ante a previsão de frustração de receita devido à visível redução na arrecadação de tributos (como exemplo, o distrital citou os combustíveis), haverá recursos para honrar a folha de pagamentos, sem atrasos ou parcelamentos. A resposta do corpo técnico do GDF, entre eles o subsecretário do Tesouro, Fabrício de Oliveira Barros, foi no sentido de uma reorganização das contas para fazer frente às despesas, buscando asseverar que o item pessoal está no topo dos cuidados do governo.

Números – O momento peculiar que o Distrito Federal atravessa, a exemplo do restante do mundo, foi salientado pelo assessor da Subsecretaria de Contabilidade, José Luís Marques Barreto, responsável por apresentar os resultados. Nesses quatro primeiros meses, a receita total (impostos mais transferências da União) somou R$ 7,8 bilhões contra uma despesa total de aproximadamente R$ 6,7 bilhões. A arrecadação de tributos representou cerca um terço do calculado para o ano, dentro das previsões. Sendo o ICMS o principal fator (mais de 49%), seguido pelo Imposto de Renda (17,23%), IPVA (15,28%) e ISS (10,89%).

“O importante daqui por diante é não deixar o ICMS cair. Quanto ao IPVA, haverá arrecadação apenas residual e o ISS poderá crescer com a reabertura dos shoppings, observados, claro, todos os protocolos de segurança sanitária”, comentou Barreto. Ele também chamou a atenção para a ajuda financeira às unidades da federação aprovada pelo Congresso Nacional, que deverá ser sancionada hoje, mantendo aportes de recursos para estados e municípios.

O Distrito Federal, contudo, não se beneficiará de uma das medidas da matéria: a suspensão do pagamento da dívida. Enquanto há estados que entraram no regime especial devido ao alto endividamento, aqui o índice é de apenas 31,72% sobre a receita corrente líquida [somatório das receitas tributárias deduzidas das transferências constitucionais]. O limite, determinado pelo Senado Federal, é de 200% sobre a RCL. Brasília não tem conseguido contrair empréstimos devido à falta de liquidez, um dos aspectos observados pelo Ministério da Fazenda para avalizar essas operações.

Despesas – Nas despesas, o destaque ficou com o item “pessoal” que mostrou crescimento, justificado pelas nomeações de novos servidores entre abril do ano passado e abril deste ano. O GDF tem acompanhado a intensificação de pedidos de aposentadorias, que estavam represadas e vêm crescendo, pressionando esta rubrica. No caso das outras despesas correntes, que incluem, por exemplo, os terceirizados, também houve aumento comparando-se ao mesmo período do ano passado.

Relativamente aos gastos obrigatórios com saúde e educação, os índices ficaram dentro do esperado. Os técnicos ainda frisaram que a decretação de estado de calamidade pública, com anuência da Câmara Legislativa, permite ao governo resguardar-se de cobranças quanto ao cumprimento de metas fiscais previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

A deputada Jaqueline Silva (PTB), que faz parte da CEOF e participou da audiência pública remota, manifestou preocupação, além do pagamento dos servidores, com a área educacional que, na avaliação dela, merece todo cuidado para que não sejam potencializados os problemas já enfrentados pelo setor durante a pandemia. A distrital sugeriu ao GDF mais apoio ao comércio local, cujo impulsionamento por meio de compras governamentais, poderia resultar em efeitos positivos na arrecadação.

Marco Túlio Alencar
Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

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CLDF prorroga isenção de ICMS na compra de carros por pessoas com deficiência e taxistas

CLDF prorroga isenção de ICMS na compra de carros por pessoas com deficiência e taxistas
Fonte: Núcle o de Jornalismo CLDF – Foto: Silvio Abdon
Em sessão remota, a Câmara Legislativa aprovou, em turno único, nesta terça-feira (26) o Projeto de Decreto Legislativo nº 107/2020, de autoria da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF). A proposta homologa convênios que concedem benefícios fiscais estabelecidos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) do qual o DF é signatário.

Com a aprovação, ficam isentos do ICMS os carros novos adquiridos por pessoas com deficiência física, visual ou mental, ou autismo. O benefício aplica-se a veículos cujo preço de venda, incluídos os tributos incidentes, não ultrapasse R$ 70 mil. Além disso, o texto aprovado prorroga a isenção do mesmo imposto para a aquisição de veículos para taxistas.

Durante a votação do PDL, o deputado Chico Vigilante (PT) elogiou o projeto e questionou a repercussão que o benefício vai ter na opinião pública. “Esse projeto não vai ter o alcance que ele deveria ter na sociedade, pois beneficia pobres e, no máximo, a classe média. São pessoas que estão esperando meses a fio para comprar um carro com esse benefício, muitos já me ligaram cobrando a aprovação”, destacou o distrital. Vigilante enfatizou a importância da proposta para os taxistas, que, em função da pandemia da Covid-19, “estão em situação de penúria”.

Chegou a hora da onça beber água

Após enfrentar Ciro, Heleno vira ‘herói nacional’ no Twitter

Ministro foi chamado de “traidor” por Ciro Gomes

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, recebeu apoio nesta terça-feira (26) após protagonizar um embate com Ciro Gomes. Nas redes sociais, admiradores subiram a tag “Heleno herói nacional” após o general ser chamado de “traidor” por Ciro.

Mais cedo, Heleno utilizou suas redes sociais para rebater críticas feitas pelo ex-governador do Ceará, Ciro Gomes. Em sua conta do Twitter, ele chamou o político de “lixo humano” e disse que o considera “um canastrão”.

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Em um vídeo que se espalhou nas redes sociais, Ciro Gomes comentou uma nota de Heleno a respeito da apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro e classificou o ministro do GSI como “um dos mais boçais”, “mentiroso” e “sem honra”. Além disso, ele afirmou ainda ter mais medo de Augusto Heleno “com a mão suja de cocô do que com a arma que ele pensa que vai poder apontar”.

Ao comentar as ofensas de Ciro, Heleno comparou o ex-governador do Ceará a Adélio Bispo, responsável por esfaquear Bolsonaro, e o chamou de “débil mental”.

– Ciro Gomes, que eu mal conheço e considero um canastrão, publicou um vídeo com uma série de ofensas a mim. Não vou responder, porque o considero um lixo humano, nem vou processá-lo, por ser um caso igual ao Adélio, inimputável por ser débil mental – destacou.

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Fonte: Pleno .News

Barroso assume TSE e sinaliza requisitos para adiamento das eleições

Ao assumir TSE, Barroso sinaliza requisitos para adiamento das eleições

O ministro Luis Roberto Barroso assumiu nesta segunda-feira (25) a presidência do Tribunal Superior Eleitoral com uma sinalização de quais devem ser os requisitos para o adiamento das eleições municipais deste ano em razão da pandemia do novo coronavírus. Embora deixe claro que não há nenhuma decisão tomada, o ministro descartou, apenas, o cancelamento do pleito para 2022. Barroso vai presidir a corte até 2022 — seu vice será o ministro Edson Fachin. Caberá ao novo presidente conduzir as eleições municipais deste ano.

Fonte: CNN BRasil – Por: Gabriella Coelho

“Em conversas preliminares com os ministros, o presidente do Senado e com o presidente da Câmara, constatei que todos estamos alinhados em torno de algumas premissas básicas: as eleições somente devem ser adiadas se não for possível realizá-las sem risco para a saúde pública; em caso de adiamento, ele deverá ser pelo prazo mínimo inevitável; prorrogação de mandatos, mesmo que por prazo exíguo, deve ser evitada até o limite; o cancelamento das eleições municipais, para fazê-las coincidir com as eleições nacionais em 2022, não é uma hipótese sequer cogitada”, disse em seu discurso — que também defendeu que as questões de saúde pública devem ser tratadas por sanitaristas.

Segundo Barroso, uma das grandes preocupações da Justiça Eleitoral são as chamadas fake news — ou, em suas palavras, “as campanhas de desinformação, difamação e de ódio”. “Na medida em que as redes sociais adquiriram protagonismo no processo eleitoral, passaram a sofrer a atuação pervertida de milícias digitais, que disseminam o ódio e a radicalização. São terroristas virtuais que utilizam como tática a violência moral, em lugar de participarem do debate de ideias de maneira limpa e construtiva”, disse.

Segundo o novo presidente, a Justiça Eleitoral deve enfrentar esses desvios, mas é preciso reconhecer que sua atuação é limitada por fatores diversos. “Os principais atores no enfrentamento às fake news hão de ser as mídias sociais, a imprensa profissional e a própria sociedade. As plataformas digitais – como Google, Facebook, Instagram, Twitter e Whatsapp – podem se valer da própria tecnologia e de suas políticas de uso para neutralizar a atuação de robôs e comportamentos inusuais. É necessário o esforço comum de todas elas para impedirem o uso abusivo que importa em degradação da democracia”, disse.

Em razão das medidas de distanciamento social adotadas diante da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o evento foi realizado, de forma inédita no Tribunal, com uma mesa virtual de autoridades. Somente estiveram presencialmente no Plenário do TSE a atual presidente da Corte, ministra Rosa Weber; os ministros Barroso e Luiz Edson Fachin, que assumiram seus cargos; e o ministro Luis Felipe Salomão, escolhido para dar as boas-vindas ao novo presidente, em nome da Corte.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e os representantes do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Superior do Trabalho, do Superior Tribunal de Justiça e do Conselho Federal da OAB acompanharam a cerimônia por videoconferência.

Recados

Barroso também fez uma defesa da política como necessidade de um regime democrático. “Ajudar a traçar os rumos da nação, escolher os caminhos do desenvolvimento, da justiça social e do avanço civilizatório é a missão sublime que toca aos agentes públicos eleitos. Numa democracia, política é gênero de primeira necessidade”, afirmou. No discurso de posse, Barroso afirmou que o aprimoramento da vida política estão no topo da agenda e elogiou a promulgação da Constituição Federal de 1988.

“Com ela, fizemos a travessia bem-sucedida de um regime autoritário, intolerante e muitas vezes violento para um Estado democrático de direito, com eleições periódicas e alternância no poder. Essa foi a grande conquista da nossa geração. Um país sem presos políticos, sem exilados, sem violência contra os adversários. Democracia não é o regime político do consenso, mas aquele em que o dissenso é legítimo, civilizado e absorvido institucionalmente. Quem pensa diferente de mim não é meu inimigo, mas meu parceiro na construção de um mundo plural. A democracia tem lugar para conservadores, liberais e progressistas. Nela só não há lugar para a intolerância, a desonestidade e a violência”, disse.

O novo presidente do TSE ainda defendeu o Supremo de ataques. “Como qualquer instituição em uma democracia, o Supremo está sujeito à crítica pública e deve estar aberto ao sentimento da sociedade. Cabe lembrar, porém, que o ataque destrutivo às instituições, a pretexto de salvá-las, depurá-las ou expurgá-las, já nos trouxe duas longas ditaduras na República. São feridas profundas na nossa história, que ninguém há de querer reabrir”.

Barroso também apontou a necessidade de se debater a reforma do sistema eleitoral capaz de realizar três objetivos: baratear o custo das eleições, aumentar a representatividade parlamentar e facilitar a governabilidade. “O Senado Federal já aprovou um bom projeto de voto distrital misto e, com algumas sugestões do grupo de trabalho do TSE, ele está em tramitação na Câmara dos Deputados, onde poderá ainda ser aperfeiçoado”, afirmou o ministro.

Rio e São Paulo (onde mais morre gente de COVID) são alvos de ação da PF: superfaturamento na saúde

O governo do Rio de Janeiro e de São Paulo estão sob a mira da Policia Federal. Os dois estados contabilizam o maior número de mortes por covid 19 no país

A Polícia Federal deflagrou nesta terça (26/05), a “Operação Placebo” para cumprir mandados de busca na residência oficial do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. O governo paulista também está na mira da PF.

Fonte: Radar DF

A terça-feira amanheceu movimentada no coração do poder do Rio de Janeiro. A PF vasculhou o Palácio Guanabara, sede do governo carioca, passou pela casa do governador Wilson  Witzel no Grajaú e foi nos endereços do ex-secretário de Saúde Edmar Santos e do ex-subsecretário Gabriel Neves.

O escritório onde trabalha a primeira-dama, Helena Witzel, que é advogada, também foi  alvo das buscas. Além do Rio de Janeiro, a Polícia Federal também cumpre mandados de busca em São Paulo. A polícia desmonta esquemas de corrupção na saúde em meio a pandemia, logo nos dois estados onde registram o maior número de mortos pelo coronavírus no país.

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Segundo a Polícia Federal não há mandado de prisão contra o governador. Os mandados foram expedidos pelo ministro Benedito Gonçalves do Superior Tribunal de Justiça a partir do inquérito que investiga as compras emergenciais do governo na pandemia.

A Polícia Federal batizou a ação de “Operação Placebo”.

“A investigação em curso no Superior Tribunal de Justiça aponta para a existência de um esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do Estado do Rio de Janeiro”, informa  a PF.

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Os valores dos contratos sem licitação incluem compra de respiradores, máscaras e testes rápidos, mas a maior parte do dinheiro, cerca de 836 milhões de reais, foi destinada à Organização Social (OS) Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas).

EG NEWS

Ibaneis Rocha teve intestino perfurado por osso, afirmam médicos

Ibaneis Rocha teve intestino perfurado por osso, afirmam médicos

O chefe do Executivo já não sente dor abdominal e está em recuperação. Ainda não há previsão de alta

Por Redação/JBr – Agenda Capital

O médico cirurgião do aparelho digestivo Ronaldo Cuenca, o coordenador de terapias intensivas Marcelo Maia e o diretor-geral do hospital DF Star, Pedro Henrique Loretti, deram entrevista na manhã desta terça-feira (26) para falar do estado de saúde do governador Ibaneis Rocha (MDB). Ibaneis foi submetido a uma laparoscopia para detecção e correção de uma perfuração no intestino, causada por um fragmento de osso.

Ibaneis foi internado no hospital DF Star na tarde de segunda (25) com dor abdominal aguda. “Essa dor é intensa, localizada na região lateral, à direita do abdômen”, explicou o coordenador Marcelo Maia. Seis horas depois à chegada, o governador foi reavaliado e já submetido à cirurgia.

Médicos explicam como foi a cirurgia do governador Ibaneis Rocha

Um fragmento de osso foi o causador da perfuração intestinal. Cuenca afirma que, certamente, o problema foi causado após a ingestão de um fragmento de osso de algum animal.

“A suspeita maior recai sobre um pedacinho de osso de galinha, ou espinho de peixe Esse pedacinho foi exatamente em um ponto onde ele poderia ir. Esse pedacinho do intestino que teve a perfuração é um local onde nós podíamos mexer com tranquilidade”, conta o cirurgião, descartando relação com a cirurgia bariátrica a qual Ibaneis foi submetido em 2013.

O procedimento, embora tenha sido feito num horário não habitual, ocorreu de forma tranquila. Agora, Ibaneis se recupera na terapia intensiva, como explica o coordenador Marcelo Maia. “Ele está respirando em ar ambiente, com tranquilidade, com a pressão [arterial] normal, apresentando quadro urinário adequado e já está sem a dor que apresentava na chegada no hospital.”

 

EG NEWS

Recuperação

A recuperação, no entanto, pode ser lenta. Segundo Maia, não há nenhuma complicação, mas a intervenção necessita de cuidados intensivos. Contudo, como explica o cirurgião Ronaldo Cuenca, como não foi necessária uma incisão grande no abdômen, Ibaneis terá uma recuperação mais rápida e menos dolorosa, “com a possibilidade de voltar às atividades o mais precocemente possível.” Também serão necessários cuidados com a alimentação.

Ibaneis está em fase inicial de recuperação, na terapia intensiva pelas próximas 48 horas, consciente e orientado. Em seguida, o governador fará sessões passivas e ativas de fisioterapia. Não há previsão de alta.

IBANEIS PASSA POR CIRURGIA DE EMERGÊNCIA

IBANEIS PASSA POR CIRURGIA

O Governador começou a passar mal no final da tarde de ontem (25) e foi levado ao Hospital DF Star onde uma tomografia mostrou uma obstrução na alça intestinal.

Da Redação*

Após a cirurgia, já na madrugada de hoje (26) o governador foi levado à UTI pós-operatória e, segundo os medicos ele passa bem.

Para mais tarde às 8h esta marcada uma entrevista coletiva onde será divulgado novo boletim médico.

O Palácio  do Buriti divulgou nota, confira:

NOTA DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL

Governador Ibaneis Rocha passa por cirurgia de emergência

O governador Ibaneis Rocha está sendo submetido a uma cirurgia no aparelho digestivo no Hospital DF Star. Ele deu entrada às 14h30min com quadro de dor abdominal aguda e, após avaliação médica, foi verificada a necessidade de tratamento cirúrgico em caráter de urgência. O procedimento está sendo realizado neste momento pelo cirurgião dr. Ronaldo Cuenca, por meio de laparoscopia.

Participam do procedimento o médico intensivista dr. Marcelo Maia, coordenador das Terapias Intensivas da Rede D’Or – DF; e o cardiologista dr. João Poeys Jr., coordenador médico da Emergência do DF STAR.

O dr. Pedro Henrique Loretti, diretor-geral do Hospital DF Star, acompanha a equipe.

O próximo boletim médico será divulgado às 8h.

*Com informações da Agência Brasília