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segunda-feira, outubro 21, 2019

Ponte Costa e Silva é fechada após carro de luxo bater em mureta

Depois da colisão, veículo teria soltado óleo na pista. Trecho precisou ser interditado por apresentar risco de derrapagem

Rafaela Felicciano/Metrópoles/foto ilustrativaRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES/FOTO ILUSTRATIVA

Um acidente provocou a interdição da Ponte Costa e Silva na manhã deste domingo (20/10/2019). De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), um carro de luxo colidiu com a mureta de proteção da pista. O Corpo de Bombeiros socorreu o motorista do veículo. A ponte foi liberada às 9h40.

Após bater na proteção, o carro teria espalhado óleo pela pista. Em decorrência do risco de derrapagem no local, o Batalhão de Trânsito da PMDF decidiu fechar a ponte para preservar a cena do acidente. A liberação do trecho aconteceu depois da retirada do material derramado e da chegada do guincho para remoção do carro.

Os bombeiros trabalharam para tirar o óleo da pista. O estado de saúde do motorista é estável. Ele foi atendido e encaminhado ao Hospital de Base do DF (HBDF). As corporações não reveleram a identidade da vítima.

Confira imagens do acidente:

Mulher é presa no DF após esfaquear namorado pela segunda vez

woman's hand holds a knife against red background

Segundo a Polícia Militar, a agressora chegou a dizer que não poderia ser presa porque trabalha no STM

IstockISTOCK

Uma mulher de 33 anos foi presa por esfaquear o namorado, 26, na região abaixo do braço, próximo ao coração. O crime ocorreu na madrugada deste sábado (19/10/2019), em frente à residência do casal, em Taguatinga. Esta foi a segunda vez que o jovem foi esfaqueado pela companheira, na mesma região do corpo.

Segundo a Polícia Militar, os dois estavam embriagados no momento da agressão. Durante a ação policial a mulher chegou a dizer que não poderia ser presa porque trabalha no Superior Tribunal Militar (STM), onde ela e o namorado atuam como auxiliar de serviços gerais.

O rapaz recebeu os primeiros-socorros do Corpo de Bombeiros e seguiu para um hospital público. A agressora recebeu voz de prisão em flagrante e foi levada para a 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro). O motivo que teria levado a mulher a desferir a facada não foi informado pela PM.

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Filho é preso em flagrante após matar o pai a facadas no DF

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Crime ocorreu em Ceilândia e, segundo a Polícia Militar, assassino alegou ter recebido ameaças de morte do próprio pai

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prendeu, em flagrante, um homem que confessou ter matado o próprio pai a facadas. O crime ocorreu por volta das 21h40 deste sábado (19/10/2019), na QNM 21, Conjunto C, em Ceilândia.

Aos policiais que efetuaram a prisão, o assassino alegou ter matado por já ter sofrido ameaças de morte anteriores por parte de seu pai. Ele disse ter agido antecipadamente para evitar ser vítima de um eventual assassinato. Quando os militares chegaram, ele estava com o pai deitado sobre o colo e com a faca na mão, conforme informou a PM.

A PM não divulgou os nomes, as idades, nem outros detalhes sobre o caso. O homem foi levado para prestar depoimento na 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro).

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Sogro que matou genro após receber mensagem de socorro da filha se apresenta

Na delegacia, homem disse que agiu em “legítima defesa”. Ele recebeu pedido de socorro da filha pelo WhatsApp

Reprodução/FacebookREPRODUÇÃO/FACEBOOK

O acusado de matar o genro após receber um pedido de socorro da filha pelo WhatsApp em Praia Grande, no litoral de São Paulo, se apresentou na delegacia, segundo a Polícia Civil.

Em depoimento neste domingo (13/10/2019, o representante comercial Edson Claro de Almeida, 52 anos, disse que matou Elton Gomes da Silva, 36, por “legítima defesa”, já que a filha estava sendo ameaçada e ele também. Após os esclarecimentos, o homem foi liberado.

Ao G1, o delegado titular do 1º DP de Praia Grande, Flávio Magário, que investiga o caso, disse que Edson narrou o histórico de outras ocorrências envolvendo sua filha e o genro.

“Ele afirmou também ter efetuado três disparos, atingindo o tórax , a lateral do tórax e um terceiro que ele diz não saber se atingiu e onde teria atingido a vítima. Esse tiro foi o que acertou a cabeça de Elton na verdade”, detalha o policial.

Segundo o delegado, Edson relatou que foi chamado pela filha, que estaria com medo e assustada pelas agressões e ameaças na noite do dia 6 de outubro.

Edson Claro de Almeida fugiu após o crime. A filha do representante comercial relatou que havia terminado seu relacionamento ha cerca de dois anos.

A jovem informou que, ao chegar em casa, reparou que Elton Gomes da Silva estava observando sua movimentação na rua. Após isso, ele a teria obrigado a entrar em casa e ameaçado com uma faca.

Tentando acalmá-lo, a mulher foi tomar banho e mandou uma mensagem pedindo ajuda para o seu pai. Ela relatou ter sido agredida com murros na cabeça pelo ex-companheiro, que também quebrou seu celular.

A jovem já havia denunciado o companheiro duas vezes, por agressão e ameaça de morte. Nas duas ocasiões, como não houve representação penal por parte da vítima, o caso acabou sendo arquivado.

Segundo o delegado do caso, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) que irá definir, com base nas investigações policiais, se Edson será denunciado pelo homicídio.

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Marido de Noélia tem carro, moto e roupas apreendidas pela PCDF

Marcos Paulo é tido como suspeito do crime. Segundo o advogado dele, o homem está colaborando com as investigações

ReproduçãoREPRODUÇÃO

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) segue trabalhando para desvendar a morte de Noélia Rodrigues de Oliveira, 38 anos. A vendedora, que trabalhava em um shopping da Asa Norte, foi encontrada morta nessa sexta-feira (18/10/2019), no Assentamento 26 de Setembro. O crime é investigado como feminicídio, mas a tipificação pode ser alterada a depender do andamento do processo. O marido da vítima, Marcos Paulo, 42, é tido como suspeito pelos investigadores da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), segundo o advogado dele.

Geraldo Madureira, que atua na defesa de Marcos Paulo, diz que o cliente “está colaborando com as investigações”. “Ele está sendo tratado como suspeito por causa de um protocolo equivocado da PCDF, que tratou o caso como feminicídio. Ele já foi ouvido e prestou esclarecimentos, não depoimento”, explicou.

Ao Metrópoles, Madureira confirmou que a PCDF apreendeu a moto, o carro e as roupas usadas por ele no dia em que Noélia se encontrava desaparecida. “Depois que colherem as provas, os policiais vão direcioná-las para outras possibilidades. O que ele disse ontem ampliou as possibilidades. Já entregou carro, moto e roupas para perícia, um indício de que ele não tem culpa. Está deixando claro que nada teve a ver com essa tragédia”, completou Madureira.

A família chegou a divulgar o desaparecimento da mulher nas redes sociais. Noélia foi vista pela última vez por volta das 22h dessa quinta-feira (17/10/2019), após sair do Brasília Shopping, na Asa Norte, onde trabalhava como vendedora. A jovem seguia em direção a uma parada de ônibus.

“Morte violenta”

Os investigadores da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires) acreditam que a vendedora tenha morrido após levar um tiro no rosto. Ela ainda apresentava ferimentos na região da cabeça. Segundo a delegada-chefe encarregada, Adriana Romana, a princípio, a ocorrência será tratada como feminicídio. “Trata-se de uma mulher e, como foi morte violenta, temos o protocolo na Polícia Civil de tratar primeiramente como feminicídio. Se depois, por exemplo, concluirmos ter sido latrocínio, mudamos a tipificação”, explicou.

O marido chegou a conversar com o Metrópoles na sexta (18/10/2019). De acordo com ele, Noélia trabalhava como vendedora em uma loja de roupas do shopping. Ela sempre encerrava o expediente por volta das 22h e chegava em casa, no Setor P Norte, em Ceilândia, às 23h. “Eu sempre a encontrava na parada. Ontem [quinta-feira], cheguei 15 minutos antes e fiquei aguardando. Com a demora, comecei a me preocupar e fui atrás”, relatou.

Marcos teve acesso a imagens de câmeras do shopping que, segundo ele, mostram a mulher saindo em direção ao Setor Hoteleiro Norte, às 22h03. “Ela está no telefone, porque eu tinha ligado para saber se estava saindo. Ela falou: ‘Amor, já estou indo, porque senão eu perco o ônibus’. Depois, às 22h23, liguei de novo, e ela não atendia mais”, narrou.

Ainda de acordo com Marcos, a família não sabe como a mulher foi encontrada em Vicente Pires, uma vez que todos os dias fazia o mesmo trajeto para casa. “Ela até tentava sair mais cedo e corria para pegar o ônibus. Eu sempre a orientava a não pegar carona e sempre buscava na parada. Agora, não sabemos se ela pegou algum carro pirata ou entrou em lotação”, contou o marido.

O velório da comerciária está marcado para as 11h deste domingo (20/10/2019), na Capela 1 do Cemitério Campo da Esperança em Taguatinga. O sepultamento será às 16h.

“Ele não vai mais voltar”, diz avó de jovem morto em Águas Claras

Rodrigo foi esfaqueado ao tentar conter ladrão que havia acabado de assaltar uma farmácia, na noite de quinta-feira (17/10/2019)

ReproduçãoREPRODUÇÃO

A mãe e a avó do universitário Rodrigo Souza Borges, 25 anos, morto na noite dessa quinta-feira (17/10/2019), após assalto a uma farmácia em Águas Claras, juntam forças para superar a dor e a saudade. O jovem, pai de uma menina de 2 anos, morreu esfaqueado ao tentar conter o ladrão Joelton Alves da Silva, 37. “Eu esperava ele todas as noites. Agora, não vai mais voltar”, desabafou Maria Vanda, 68, avó com quem o rapaz morava.

As duas descreveram o estudante de educação física como um menino alegre, cheio de amigos, que sonhava em dar aulas para crianças autistas. “Nenhuma mãe deve enterrar um filho. Não desejo isso a ninguém”, disse Vaneide Maria, 46.

O velório de Rodrigo será neste sábado (19/10/2019), às 11h, na Capela 6 do Campo da Esperança da Asa Sul.

Imagens do circuito interno da drogaria mostram o momento em que Joelton se passa por cliente para roubar o estabelecimento. Ele levou R$ 147 e, quando saía, um dos funcionários da farmácia gritou: “Pega ladrão!”. Em seguida, populares começaram a perseguir o ladrão. O homem foi espancado e esfaqueou dois jovens. Rodrigo chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu.

Antes de roubar, o homem conferiu se não havia movimento na Drogaria Pacheco localizada na Avenida Boulevard Norte. Ele simulou uma compra e pediu para passar o valor no cartão, que foi recusado. Depois, exigiu que o funcionário colocasse todo dinheiro do caixa na mesa. O assaltante fez um movimento com a mão na blusa, indicando que estaria armado.

Após o alerta de “pega ladrão”, vários entregadores de aplicativo e outros populares que estavam na rua começaram a perseguir Joelton.

Daniel Sampaio Pinho, 28, trabalhava no food truck Miquéias, entre as ruas 17 e 18 Norte, quando o assaltante passou correndo com uma arma branca. Testemunhas relataram ter visto duas facas na mão de Joelton, mas a polícia encontrou apenas uma. O acusado teria desferido golpes em Daniel, que ficou ferido e foi levado ao hospital, mas já está fora de perigo.

Rodrigo não teve a mesma sorte. No meio da confusão, teria escorregado e caído para trás ao dar um chute em Joelton. Nesse momento, o autor do crime esfaqueou o estudante de educação física duas vezes, causando ferimentos graves. Foi levado ao hospital e chegou a passar por cirurgias, mas não resistiu e faleceu, por volta de 3h.

O jovem era entregador de comida por meio de aplicativo e estudava educação física na Uniplan de Águas Claras. Inclusive, uma camiseta preta com o nome do curso ficou caída no local onde ocorreu o assassinato. Já o suspeito, segundo consta na ocorrência policial, trabalhava como auxiliar de serviços gerais na mesma faculdade particular.

Aline Brandão, 39, presenciou o socorro a Rodrigo. Ela diz ter ficado iluminando o rapaz com a lanterna do celular, para que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fizesse os primeiros atendimentos. “Ele falava: ‘Não consigo respirar’. E a gente dizia ‘Não dorme, não dorme’, tentando mantê-lo acordado. Ele agonizou”, conta.

A confusão ocorreu por volta das 23h. A Polícia Militar foi acionada por testemunhas que viram o bandido assaltar o estabelecimento e ser imobilizado por populares que passavam pelo local. Tão logo chegaram ao endereço, os militares tomaram conhecimento de que o suspeito estava com uma faca e teria ferido duas pessoas que tentaram impedir sua fuga.

Após ser espancado, Joelton foi preso e levado ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Ele vai responder por roubo, homicídio qualificado e outra tentativa de homicídio.

PCDF investiga se Marinésio conhecia jovem desaparecida há 3 anos

Segundo os policiais, Yanara Lima tinha amizade com a filha do maníaco e sumiu na região onde ele costumava atacar suas vítimas

Reprodução/Arquivo pessoalREPRODUÇÃO/ARQUIVO PESSOAL
Sigilosa, uma investigação conduzida pela Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP), da Polícia Civil, refaz os últimos passos de uma adolescente de 15 anos apontada como possível vítima do cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41. Yanara Lima Gomes desapareceu sem deixar rastros em 20 de fevereiro de 2016. O que a colocou no caminho do maníaco foi a amizade que a menina nutria com a filha dele.

O sumiço da estudante foi registrado ainda em fevereiro daquele ano, na 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião), cidade onde vive a família de Yanara. O caso chamou atenção de policiais que buscavam por ocorrências de desaparecimentos passíveis de se encaixarem no padrão adotado por Marinésio para abordar, atacar e matar as vítimas. Ao contrário dos dois assassinatos confessados por ele, em que os corpos de Genir Pereira de Sousa, 47 anos, e Letícia Curado Sousa, 26, foram localizados, o cadáver de Yanara jamais foi encontrado.

No dia do desaparecimento, a estudante comentou com familiares que seguiria até uma parada de ônibus na Quadra 204 de São Sebastião e pegaria o coletivo em direção ao Plano Piloto, onde encontraria amigos. Quando deixou a casa dos pais, a jovem trajava calça jeans, tênis preto com bolinhas e carregava uma mochila branca e preta. Yanara também usava piercing no nariz. “Dias antes, notei que ela andava bem triste e não me contava o motivo. Mas ela é uma menina muito estudiosa, não andava com pessoas erradas”, disse a irmã da estudante, Yasmin Lima.

MAIS SOBRE O ASSUNTO
Mochila encontrada

Durante as investigações da Polícia Civil, a mochila da estudante foi encontrada, em 23 de fevereiro, jogada em uma rua do Condomínio Quintas da Alvorada, situado na região do Paranoá, onde Marinésio abordou boa parte de suas vítimas. Dentro da mochila recuperada havia peças de roupas e um pendrive.

De acordo com o diretor da CHPP, delegado Vicente Parnaíba, existem indícios que podem ligar o desaparecimento de Yanara ao maníaco. “O fato de a mochila ter sido achada bem distante do local aonde ela disse que iria, e esse local ser onde Marinésio agia, é um ponto de partida para nós continuarmos a apurar o caso”, disse.

Segundo o delegado, as equipes que investigam a situação conseguiram confirmar que a adolescente tinha um laço de amizade com a filha do cozinheiro. “Não podemos dar detalhes sobre as técnicas de investigação que estão sendo usadas, mas sabemos que havia essa amizade entre as duas. A chance de ele ter conhecido Yanara existe”, ressaltou.

Caso Caroline

Além de Yanara, outra adolescente que teria amizade com a filha de Marinésio e foi encontrada morta chegou a ser alvo de apuração da Polícia Civil. O corpo de Caroline Macêdo Santos, 15 anos, foi localizado no Lago Paranoá, em maio de 2018. A jovem morava a 800 metros da casa do cozinheiro, no Vale do Amanhecer. O óbito foi relatado como suicídio pela 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá). No entanto, investigadores da 31ª DP (Planaltina) resolveram desarquivar o caso.

Metrópoles conversou com a mãe de Yanara, Genice Lima de Araújo, sobre os novos indícios apurados pela polícia. Segundo ela, a filha contou que andava chateada porque havia deixado o telefone celular na casa de uma amiga, mas relutava em retornar ao local para buscar o aparelho. “Poucos dias antes de ela desaparecer, a gente conversou sobre esse assunto, e pedi para que ela voltasse para pegar o aparelho, mas ela sempre me enrolava e não ia atrás. Ela nunca me disse o nome dessa amiga, não sei afirmar se era a filha do Marinésio”, explicou Genice.

Antes de parar de dar notícias, Yanara costumava dividir o seu tempo entre os estudos, festas com amigos e o trabalho. Ela vendia açaí em uma banca localizada em um dos estacionamentos da Câmara dos Deputados. “De fato, meses antes de desaparecer, minha filha estava frequentando festas e andando com amigos na região do Paranoá e de Planaltina, por onde Marinésio circulava, e poderia, sim, ter feito amizade com a filha dele”, contou.

Marinésio é assassino confesso de duas mulheres. Letícia Curado foi morta por ele no dia 26 de agosto, em Planaltina. Ela sumiu após sair de casa para ir ao trabalho, na Esplanada dos Ministérios. O cozinheiro a pegou na parada de ônibus e depois a estrangulou. O corpo da funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC) foi achado dentro de uma manilha às margens da DF-250, na mesma região.

Além de Letícia, o cozinheiro também confessou ter tirado a vida de Genir Pereira de Sousa, 47. Desde que o caso envolvendo Letícia veio à tona, 19 mulheres ou familiares de desaparecidas procuraram a Polícia Civil para denunciar Marinésio. A corporação ainda aguarda resultados de exames de DNA para saber se ele tem relação com pelo menos outros sete casos de estupro e assassinato.

Os testes estão sendo realizados a pedido de delegacias que investigam crimes possivelmente ligados ao cozinheiro. Além de material genético do próprio acusado, foram coletadas amostras na Blazer prata usada por ele nos crimes. No fim do mês de agosto, Marinésio foi reconhecido por uma garota de 17 anos e por uma dona de casa de 43. Elas contam terem sido abordadas por ele em paradas de ônibus e estupradas.

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Vendedora de shopping da Asa Norte foi morta com tiro no rosto

Segundo a delegada que investiga o caso, a princípio, o caso será investigado como feminicídio

Reprodução/Redes SociasREPRODUÇÃO/REDES SOCIAS

 

A vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira, 38 anos, foi assassinada com um tiro no rosto. As informações são da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), que investiga o caso. Segundo a delegada-chefe, Adriana Romana, a princípio, a ocorrência é tratada como feminicídio.

“Trata-se de uma mulher e, como foi morte violenta, temos o protocolo na Polícia Civil de tratar primeiramente como feminicídio. Se depois, por exemplo, concluirmos ter sido latrocínio, mudamos a tipificação”, explicou.

Romana ainda destacou que os exames preliminares não indicam que a vítima tenha sido estuprada.

A polícia encontrou o corpo da comerciária de uma loja do Brasília Shopping no Assentamento 26 de Setembro, na região de Vicente Pires nesta sexta-feira (18/10/2019). A família chegou a divulgar o desaparecimento dela. Ao Metrópoles, o marido, Marcos Paulo, 42, confirmou a morte da esposa, mãe de três filhos.

Segundo os parentes divulgaram nas redes sociais, Noélia foi vista pela última vez por volta das 22h de quinta-feira (17/10/2019), após sair do trabalho em direção a uma parada de ônibus.

De acordo com o companheiro da vítima, ela sempre encerrava o expediente por volta das 22h e chegava em casa, no Setor P Norte, em Ceilândia, às 23h. “Eu sempre a encontrava na parada. Ontem, cheguei 15 minutos antes e fiquei aguardando. Com a demora, comecei a me preocupar e fui atrás”, relatou.

Imagens

Nesta sexta (18/10/2019), Marcos teve acesso a imagens de câmeras do shopping que, segundo ele, mostram a mulher saindo em direção ao Setor Hoteleiro Norte, às 22h03. “Ela está no telefone, porque eu tinha ligado para saber se estava saindo. Ela falou: ‘amor, já estou indo, porque senão eu perco o ônibus’. Depois, às 22h23, liguei de novo e ela não atendia mais”, narrou.

Ainda segundo Marcos, a família não sabe como a mulher foi encontrada em Vicente Pires, uma vez que todos os dias fazia o mesmo trajeto para casa. “Ela até tentava sair mais cedo e corria para pegar o ônibus. Eu sempre a orientava a não pegar carona e sempre buscava na parada. Agora, não sabemos se ela pegou algum carro pirata ou entrou em lotação”, contou o marido.

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Motorista de caminhão morre após ser atingido por manilha no DF

Vítima tinha 64 anos e conduzia veículo que transportava a peça. Homem foi atingido quando enquanto guindaste descarregava o material

PMDF/DivulgaçãoPMDF/DIVULGAÇÃO

Um motorista de caminhão que transportava manilhas morreu após ser atingido por uma das peças na QNO 20, em Ceilândia, na tarde desta quinta-feira (17/10/2019). De acordo com a Polícia Militar do DF (PMDF), a manilha caiu em cima de Marcos Pessoa de Souza, 64 anos, quando estava sendo descarregada por um guindaste.

acidente ocorreu entre a Escola Classe 55 e o Setor de Materiais de Construção da cidade. Após descer do veículo, o motorista teria caminhado à parte traseira do automóvel, onde a peça estava sendo removida.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o homem morreu após um esmagamento de crânio, por volta das 15h30. Quando a equipe dos militares chegou ao local, ele já estava sem vida.

O CBMDF atendeu a ocorrência com duas viaturas e oito militares. A PM, que foi acionada para fazer o isolamento do local, não soube informar se houve rompimento da fita que segurava a manilha.

Homem é baleado, bate carro em poste e morre em Taguatinga

Homem é baleado, bate carro em poste e morre no DF

Crime ocorreu na CSG 14, em Taguatinga, por volta das 21h30 de quarta-feira (16/10/2019)

Hugo Barreto/MetrópolesHUGO BARRETO/METRÓPOLES

Um homem morreu na noite dessa quarta-feira (16/10/2019) depois de ser atingido por tiros enquanto dirigia. Ferida, a vítima perdeu o controle da direção e bateu em um poste.

O crime ocorreu na CSG 14, atrás do Motel Playtime, em Taguatinga. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), chegou ao conhecimento da corporação, por meio do 190, que uma pessoa teria batido o carro no poste após ser alvejada.

Uma viatura do 2º Batalhão da PM esteve no local e, logo depois, a equipe informou que se tratava de homicídio. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e atestou o óbito. A Polícia Civil (PCDF) assumiu o caso.

Motoristas de aplicativos executados de forma brutal, morte em posto de combustível, latrocínio na porta de supermercado, feminicídios e padre estrangulado no quintal da igreja. A onda de assassinatos registrados na capital do país nos últimos dias tem assustado a população e levou até o governador Ibaneis Rocha (MDB) a pedir desculpas pela crescente violência.

A sensação de insegurança é corroborada por estatísticas oficiais: em setembro deste ano, ocorreram 34 assassinatos. O número representa 21% de casos a mais do que o registrado no mesmo período de 2018, quando 28 vidas foram tiradas de forma violenta. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública do DF e contemplam homicídios e latrocínios. O mês de outubro só está na metade e já computa diversos episódios bárbaros.

Os mais recentes ocorreram no último fim de semana. O corpo de Henrique Fabiano Dias Coelho foi encontrado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) na madrugada de domingo (13/10/2019) e o de Tiego Cavalcante na sexta-feira (11/10/2019), em Samambaia. Os dois eram condutores de apps de corrida de passageiros.
Fonte: Metropoles