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terça-feira, setembro 17, 2019

DF: criança de 13 anos é atropelada na faixa de pedestres

Acidente ocorreu em frente ao Centro Educação Infantil 210 de Samambaia, na manhã desta segunda-feira (16/09/2019)

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES/FOTO ILUSTRATIVARAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES/FOTO ILUSTRATIVA

De acordo com os bombeiros, a vítima foi atropelada por um Fiat Palio. A corporação, no entanto, não soube detalhar o estado de saúde da criança. A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Saúde, mas a pasta disse estar impedida por lei de fornecer informações sobre pacientes internados na rede pública.

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Fonte: Metropoles

Bombeira foi eletrocutada durante combate a incêndio em Taguatinga

A militar encontra-se em estado grave, porém, estável. Ela foi encaminhada de ambulância para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC)

Reprodução/CBMDF

Uma bombeira militar foi eletrocutada durante um chamado na manhã deste domingo (15/09/2019). A mulher tentava apagar um incêndio florestal em Taguatinga Norte quando uma árvore caiu em cima dela. Os galhos da planta arrastaram fios de alta tensão e ela acabou sendo atingida pela corrente elétrica. O acidente aconteceu ao lado do Super Adega na QNL 2.

A militar encontra-se em estado grave, porém, estável. Ela foi encaminhada de ambulância para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Segundo a corporação, a bombeira teve fraturas e um provável trauma no crânio.

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Fonte: Metropoles

Vídeo: incêndio destrói dois apartamentos no Guará

Pelas imagens enviadas ao Metrópoles por um morador, é possível ver grandes chamas no imóvel do segundo andar do edifício

Luciano Beregeno/Esp. MetrópolesLUCIANO BEREGENO/ESP. METRÓPOLES

Um incêndio atingiu dois apartamentos situados no Bloco T da QI 8, no Guará I. O Corpo de Bombeiros foi acionado no fim da tarde deste sábado (14/09/2019) e uma mulher precisou de atendimento por ter inalado muita fumaça.

Pelas imagens enviadas ao Metrópoles por um morador, é possível ver grandes chamas no imóvel do segundo andar do edifício. As labaredas também chegam a atingir o apartamento do andar de cima.

As causas do incêndio ainda não foram divulgadas pelos bombeiros.

Fonte: Metropoles

Aguarde mais informações.

Jovem de 19 anos morre afogado em lago do DF

Corpo foi resgatado pelos bombeiros na tarde deste sábado (14/09/2019)

CBMDF/DivulgaçãoCBMDF/DIVULGAÇÃO

O corpo de um jovem de 19 anos foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros, neste sábado (14/09/2019), na região de Santa Maria, em um lago próximo ao Condomínio Porto Rico. Segundo os militares, o pedido de resgate ocorreu por volta das 16h46.

A dinâmica da morte e a identidade do rapaz ainda não foi informada pelos bombeiros.

Aguarde mais informações

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Fonte: Metropoles

Detento foge a caminho do Complexo Penitenciário da Papuda

Policiais de três batalhões da PM foram chamados para tentar recapturar o foragido na noite desta sexta-feira (13/09/2019)

Daniel Ferreira/MetrópolesDANIEL FERREIRA/METRÓPOLES

Um preso que estava sendo levado para o Complexo Penitenciário da Papuda conseguiu fugir pelo matagal. Segundo informações repassadas pela PM, o fato ocorreu às 19h desta sexta-feira (13/09/2019), no balão de acesso ao presídio.

O homem estava em uma viatura da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) e conseguiu despistar os agentes. Após a fuga, militares dos batalhões Policial de Cães (BPCães), de Aviação Operacional (Bavop) e de Operações Especiais (Bope) foram acionados para ajudar na captura.

Por volta das 23h, as buscas ainda estavam em andamento. O Metrópoles acionou a Sesipe, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. O espaço continua aberto para o posicionamento da Secretaria de Segurança.

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Fonte: Metropoles

Crime da 113 Sul: MP diz que PCDF “plantou mentira” para proteger Adriana Villela

Brasília(DF), 24/08/2018 - Entrevista com Francisco Mairlon assassino dos Vilela no caso da 113 sul - Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

Declaração do promotor Maurício Miranda ocorre a 10 dias do julgamento da arquiteta e se refere a atuações da 1ª DP e 8ª DP

ReproduçãoREPRODUÇÃO

Faltando 10 dias para Adriana Villela ser levada ao banco dos réus, defesa e acusação afinam estratégias para o embate que promete movimentar o Tribunal do Júri de Brasília. O Ministério Público do DF e Territórios sustenta que a arquiteta é a mandante da morte dos próprios pais, o ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela e a advogada Maria Villela. A funcionária da casa, Francisca Nascimento Silva, também foi assassinada. O crime ocorreu em 28 de agosto de 2009.

Em entrevista ao Metrópoles, um dos promotores que vai atuar no Júri diz estar convicto de que o trabalho inicial da Polícia Civil do DF nos primeiros meses seguintes à localização dos corpos foi “orquestrado para plantar uma mentira” e “excluir” Adriana da lista de culpados pela barbárie que ficou conhecida na cidade como o crime da 113 Sul.

O promotor de Justiça Maurício Miranda avalia que a má atuação da primeira unidade a conduzir as investigações, a 1ª DP, na Asa Sul, à época sob o comando da ex-delegada Martha Vargas, ocorreu por um motivo específico: “Afastar as apurações do crime de homicídio e levar à conclusão de latrocínio”. Martha, inclusive, foi condenada à prisão por fraude processual e por plantar provas. Por tais crimes, perdeu o cargo de delegada e a aposentadoria de R$ 16 mil.

Com suspeitas pairando sobre a imparcialidade das investigações, ainda em 2009, a Justiça determinou que o caso passasse integralmente à antiga Coordenação de Crimes Contra a Vida (Corvida). No entanto, de acordo com Miranda, outra delegacia, a 8ª DP (SIA) — à época chefiada por Deborah Menezes —teria usurpado a competência da Corvida e comprometido a elucidação célere do triplo homicídio.

Foi a equipe de Deborah que viajou a Montalvânia (MG) e prendeu o ex-porteiro do prédio dos Villela, Leonardo Campos Alves. Embora tenha confessado participação no crime com outros dois comparsas, a 8ª DP sustentava que Leonardo havia cometido um latrocínio. A tese foi rechaçada pelo MPDFT, que assegurava a participação de Adriana como mandante. “Qual era a mentira que eles queriam plantar no processo? Usaram chave falsa, vidente, tortura, pra quê? Tudo para inocentar Adriana”, denuncia o promotor, que apesar de não ser mais o titular do processo, atuará no Júri.

Defesa diz que investigações são “absurdas”

Do outro lado, a arquiteta tenta desqualificar as provas apresentadas pelo MPDFT. Ela conta com a defesa de dois dos maiores criminalistas do país, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay; e Marcelo Turbay. Eles entraram com habeas corpus pedindo a anulação da sentença de pronúncia contra a cliente por avaliarem que os laudos emitidos por papiloscopistas da Polícia Civil acerca das digitais de Adriana colhidas na cena do crime não têm valor.

O ministro do Superior Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, acatou, em parte, o pedido e determinou que o presidente do Tribunal do Júri apresente aos jurados o laudo no dia 23 de setembro. São eles que vão decidir se o documento poderá ou não ser usado como prova. “A Corvida jamais teve compromisso com a busca pela verdade: forjou provas e prometeu benefícios aos assassinos para que incriminassem Adriana”, rebate Turbay.

O advogado vai além. Para ele, “Adriana foi e continua sendo vítima da atuação desordenada, confusa e ilegal da polícia, alimentada por um promotor que só pensa em holofotes e promoção pessoal. A investigação foi toda marcada por absurdos e injustiças”, completa.

Julgamento histórico

Em 23 de setembro, cada lado (defesa e acusação) terá direito a 15 testemunhas. Elas prestarão depoimento diante de sete jurados, escolhidos entre os 25 previamente selecionados. O MPDFT levará ao Tribunal do Júri um papiloscopista para tentar derrubar a tese da defesa de Adriana. “O trabalho feito pelos papiloscopistas é de alta qualidade. São pesquisadores, doutores, verdadeiros cientistas. As informações que eles coletaram foram publicadas em revistas internacionais de ciência forense”, ressaltou Maurício Miranda.

O promotor detalhou o trabalho técnico executado pelos especialistas. “Diversos casos foram resolvidos com base na datação das digitais. Nesse caso, o que permitiu chegar àquelas conclusões é que cientistas viram as diferenças morfométricas usando a digital da própria Adriana no mesmo ambiente”, afirma.

Miranda ainda alega que as digitais não são as únicas provas da acusação. “Temos todos os depoimentos, gravações e a motivação do crime. Além disso, há um laudo sobre a agressividade dela com os pais, as cartas escritas pela Maria Villela e uma série de elementos para a condenação”, sublinha o promotor. Ele acredita que Adriana será condenada e não terá pena inferior a 60 anos, similar aos dos outros três réus já condenados no caso.

A defesa de Adriana sustenta ter elementos robustos de que seria impossível a arquiteta estar no apartamento dos pais na noite do dia 28 de agosto de 2009. “Comprovamos por meio de testemunha e pagamentos feitos naquele fatídico dia onde Adriana estava desde o momento em que acordou até a hora que foi dormir. Comprovamos que ela não poderia estar no local do crime”, afirma Kakay.

O crime que chocou Brasília completou 10 anos no último dia 28. Na data, o Metrópoles publicou com exclusividade uma entrevista com Leonardo Campos Alves, 53 anos, apontado como o responsável por receber dinheiro de Adriana para simular um assalto e esfaquear os pais dela e a empregada.

Por cerca de duas horas, Leonardo contou à reportagem ter presenciado ao menos duas brigas de Adriana Villela com os pais, disse que a arquiteta chegou a destruir o interior de um apartamento dado por José Villela porque não teria gostado da decoração, e jurou ter entrado no suntuoso imóvel situado no Bloco C de uma das quadras mais nobres do Plano Piloto apenas três vezes: “Para levar uma banheira, para ajudar a subir com compras e para levar um móvel”, disse.

Cumprindo pena na Penitenciária do Distrito Federal II (PDF II), no Complexo Penitenciário da Papuda, o ex-porteiro declarou ter confessado participação na barbárie mediante torturas física e emocional. Ao falar de Adriana, demonstrou incômodo e sugeriu que ela tivesse relação com o triplo assassinato.

Segundo Leonardo, um dos episódios mais marcantes que mostrariam o destempero de Adriana foi o dia em que ela teria ficado irritada com a reforma de um apartamento dado pelos pais, próximo à residência dos Villela, e depredado o imóvel. “Ela não gostou do serviço e saiu quebrando tudo. Chegou a virar uma geladeira, de raiva”, relatou.

YANKA ROMÃO/METRÓPOLESYanka Romão/Metrópoles

Posição dos corpos

Em dois depoimentos distintos, Leonardo Campos Alves confessou ser um dos autores do crime. Em um deles, datado de 2010, inclusive, deu detalhes da posição e vestimentas dos corpos. Dez anos depois, disse ter prestado tais informações à antiga Corvida porque estava “cansado de ser surrado”.

“Quando me buscaram em Montalvânia [MG], me colocaram no carro e me deram um murro que quebrou três dentes. Ficavam me colocando em um saco para eu não respirar e me acordavam jogando água dentro do meu nariz. Até então, eu resistia, pois não queria assumir algo que não fiz. Mas os policiais sequestraram minha filha e fizeram ela me ligar chorando. Pegaram meu ponto fraco. Por imaginar que ela poderia estar passando pelo mesmo que eu, decidi falar tudo o que eles queriam.”

Montalvânia é um pequeno município mineiro distante 682 quilômetros de Brasília. Foi lá que o ex-porteiro acabou detido sob acusação de ter tirado a vida dos Villela e de Francisca. Na versão do MPDFT – a qual acabou confirmada pelos jurados que o condenaram –, após o triplo homicídio, ele se refugiou na cidade.

Segundo consta em processo de mais de 16 mil páginas, como era conhecido de funcionários e moradores do edifício, Leonardo convidou o sobrinho Paulo Cardoso Santana e Francisco Mairlon para subirem ao apartamento. Os dois teriam encontrado a porta aberta e rendido Francisca.

O ex-ministro teria chegado ao apartamento por volta das 19h20, encontrado Francisca amarrada na sala e também foi imobilizado. De acordo com as investigações, cerca de 30 minutos depois, Maria Villela entrou no imóvel e recebeu 12 facadas desferidas por Francisco e o comparsa, segundo aponta o MP.

Na sequência, a dupla desferiu 38 golpes em José Vilella e 23 em Francisca. Os corpos só foram encontrados três dias depois, pela neta do casal Carolina Villela, que estranhou a ausência de notícias dos avós.

Policiais denunciados

Embora mantenha o entendimento de que Leonardo Campos Alves seja um dos autores do triplo homicídio, o MPDFT concordou que sua confissão foi obtida mediante tortura.

Em 17 de julho de 2013, nove policiais civis, um PM e um ex-agente da PCDF foram denunciados por abuso de autoridade, tortura e supressão de documentos na prisão de Leonardo, ocorrida quase três meses após o crime da 113 Sul.

Entre os fatos narrados ao MPDFT, Leonardo disse ter tomado banho recebendo jatos de mangueira e ficado um dia e meio dentro de uma viatura sem acesso a banheiro e água. Além disso, teria sido surrado por agentes e forçado a colocar a cabeça dentro de um saco plástico que o sufocava. Ele ainda teria ficado com a audição do ouvido direito prejudicada após um agente disparar um tiro para o alto com a arma encostada em sua orelha.

“Virei um bicho”

Na cadeia há quase uma década, Leonardo não costuma receber visitas de parentes. Embora tenha sete filhos, o único familiar que tinha o hábito de visitá-lo era um dos irmãos – “Mas ele parou de vir depois de sofrer um infarto”.

Ele não calcula em quanto tempo conseguirá progressão para o regime semiaberto, mas confessa ter medo da reação das pessoas ao verem-no em liberdade. “Eu virei um bicho para o povo, um monstro. Sei que a vida de um ex-detento não é fácil, ainda mais sendo um caso de tanta repercussão. Vou me virar como posso.”

YANKA ROMÃO/METRÓPOLESYanka Romão/Metrópoles

“O mais complexo da minha carreira”, diz juiz

Coube a um jovem magistrado do Tribunal do Júri de Brasília conduzir a presidência do enigmático processo do crime da 113 Sul. Atualmente à frente da Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (Amagis-DF), Fábio Francisco Esteves narrou ao Metrópoles as dificuldades de lidar com um caso marcado por reviravoltas e falhas nas investigações.

“Nesse processo aconteceram casos com que não tive nenhuma experiência nesses 12 anos de magistratura, como a presença de uma vidente que participa de algum momento das investigações. Isso foi uma situação muito peculiar, estranha e diferente”, contou o juiz.

JP RODRIGUES/METRÓPOLESJP Rodrigues/Metrópoles
Fábio Francisco Esteves contou as dificuldades de lidar com um caso marcado por reviravoltas e falhas nas investigações

Ele se refere à paranormal Rosa Maria Jaques, chamada pela então delegada-chefe da 1ª DP (Asa Sul), Martha Vargas, para ajudar na elucidação do triplo assassinato. A vidente contou ter visto uma foto de José Guilherme num jornal e que o morto piscou para ela, indicando os responsáveis pela tragédia.

Com auxílio da líder espiritual, a delegada aposentada prendeu três suspeitos em Vicente Pires e apontou como prova principal uma chave do apartamento dos Villela que estaria em posse do trio. Para obter a confissão de Alex Peterson Soares, Rami Jalau Kalout e Cláudio Brandão, Martha e parte de sua equipe teriam torturado os três.

No entanto, dias depois, laudo do Instituto de Criminalística (IC) revelou que a chave apreendida era exatamente a mesma recolhida pela própria Polícia Civil na cena do triplo homicídio. Diante da denúncia em relação à prova plantada, Martha pediu afastamento da investigação, e o caso passou a ser conduzido pela Corvida.

Por tais trapalhadas e erros, em 19 de julho de 2018, o Governo do Distrito Federal (GDF) cassou a aposentadoria de R$ 16 mil de Martha. A decisão foi mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ela foi condenada, em segunda instância, a 16 anos de prisão por ter plantado provas a fim de incriminar três homens sem relação com o triplo homicídio. Só conseguiu direito à prisão domiciliar por ter apresentado à Justiça atestado de que é a única tutora de um irmão considerado incapaz.

Advogada que conduz a defesa contra a cassação do benefício previdenciário, Arlete Pelicano detalhou como pensa Martha. “Segundo relato próprio, ela acha que o caso teria que ser investigado com mais profundidade”, resumiu.

Para o juiz Esteves, contudo, “quando encontramos elementos que não são cientificamente aceitáveis e que não partem de uma racionalidade adequada para poder se construir caminhos de investigação criminal, torna-se algo preocupante”. “Se aquilo prosseguisse, talvez pessoas inocentes pudessem estar condenadas hoje”, completou o magistrado, ao justificar por que determinou a mudança no comando das investigações à época.

Meditação, cachoeiras e trabalhos artesanais: a vida de Adriana Villela 10 anos após o crime da 113 Sul

Apontada como mandante do crime, Adriana Villela aguarda julgamento em liberdade. A arquiteta recebia uma mesada de R$ 8 mil, mas considerava pouco, o que motivava discussões acaloradas com os pais.

Adriana é suspeita de ter contratado Leonardo para matar os pais por R$ 60 mil. Ele, por sua vez, teria prometido dar R$ 10 mil a Francisco para executar o crime.

Há quase nove anos ela mora no Leblon, no Rio de Janeiro, em um apartamento dos pais. A herança deixada pelos Villela, estimada em mais de R$ 40 milhões, foi dividida entre ela e um irmão.

Enquanto não é levada a júri popular, Adriana se define como alternativa. Nas redes sociais, costuma publicar fotos meditando em montes, pintando quadros, curtindo em cachoeiras ou produzindo utensílios com materiais recicláveis. No Facebook, apresenta-se como proprietária de uma marca chamada Atelier de Arquitetura e Reciclagem Verde Garrafa.

Apesar de passar pouco tempo em Brasília, optou por não vender uma mansão no Lago Sul que fica praticamente o ano todo fechada. Em Brasília, ela conta com a defesa de um dos criminalistas mais prestigiados do país, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay. Embora não conceda entrevistas, contratou uma empresa de assessoria de imprensa.

Fonte: http://egnews.com.br

Fonte: Metropoles

Sargento do Corpo de Bombeiros e uma mulher morrem em colisão no DF

O acidente ocorreu por volta das 2h35 desta sexta-feira (13/09/2019), na Epia Sul

O bombeiro militar Alfredo Passos (foto em destaque), 45 anos, e Rosilden Gonçalves de Souza, 45, passageira que ele levava no carro, morreram após colisão entre dois veículos na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) Sul, sentido SIA-Candangolândia, próximo à Novacap. O acidente ocorreu por volta das 2h35 desta sexta-feira (13/09/2019).

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu a ocorrência com 10 militares e três viaturas. O condutor do outro veículo envolvido na colisão, Thiago Menezes Abreu, 27, foi atendido e transportado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Instituto Hospital de Base do DF (IHBDF).

Veja o vídeo do local do acidente:

No ano de 1998, junto a outros integrantes do CBMDF, fundou o Clube de Aventuras Calangos do Planalto.

Fonte: Metropoles

No Sudoeste, homem escala antena, grita e solta fogos de artifício

Ele subiu no equipamento da Companhia Energética de Brasília (CEB) e se recusa a descer. Bombeiros acompanham

Igo Estrela/MetrópolesIGO ESTRELA/METRÓPOLES

Um homem mobiliza o Corpo de Bombeiros na noite desta quinta-feira (12/09/2019). Ele escalou uma antena da Companhia Energética de Brasília (CEB), na Quadra 300 do Sudoeste, grita palavras incompreensíveis e solta fogos de artifício.

Militares da corporação tentam convencê-lo a descer, mas até a última atualização deste texto ele permanecia no equipamento.

Veja imagens da ocorrência:

Polícia prende dois integrantes de facção que matou 30 pessoas no DF

O Comboio do Cão atua em diversas regiões administrativas e controla parte do tráfico de drogas na capital do país

Divulgação/PCDFDIVULGAÇÃO/PCDF

A 23ª Delegacia de Polícia (P Sul) prendeu, na tarde desta quinta-feira (12/09/2019), dois homens suspeitos de integrar uma facção criminosa conhecida como Comboio do Cão.

Os suspeitos, chamados de Chaves e Buiú, foram detidos na QNP 22, em Ceilândia Sul, com grande quantidade de cocaína pura, prensa hidráulica, balanças de precisão, cordão de ouro, dinheiro em espécie e munições de pistola 9 milímetros.

No último dia, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou 49 membros da quadrilha que atuação em diversas regiões administrativas e também dentro do sistema prisional. Além de comendar o tráfico de drogas, a CDC é responsável por crimes como rufianismo, roubos e diversos homicídios qualificados.

Estima-se que a organização seja responsável por, ao menos, 30 assassinatos consumados ou tentados entre 2013 e 2019 no DF, a maior parte no contexto de guerra com outros grupos. Os processos correm em segredo de Justiça.

Códigos de conduta

O CDC tenta implementar métodos de disciplina e códigos de conduta. Um exemplo constatado pela PCDF foi a criação de um “tribunal do crime”, que consiste no julgamento de integrantes que descumpriram as regras impostas pelas lideranças.

Enquanto o PCC predomina nas regiões administrativas de Planaltina, São Sebastião, Paranoá, Ceilândia e Samambaia, o Comboio do Cão age no Gama, Santa Maria, Recanto das Emas e Riacho Fundo.

Fonte: http://egnews.com.br

Fonte: METROPOLES

Achada morta, jovem que saiu para comprar fralda

De acordo com a polícia, o corpo de Aline Silva Dantas tinha marcas no pescoço e na mão. Não há informações sobre suspeitos do crime

reprodução/ TV GloboREPRODUÇÃO/ TV GLOBO

A jovem de 19 anos que saiu para comprar fraldas para a filha e estava desaparecida foi encontrada morta na tarde dessa quarta-feira (11/09/2019). O corpo de Aline Silva Dantas, moradora de Alumínio (SP), foi achado parcialmente carbonizado e com marcas que indicam uma possível tentativa de defesa da vítima, de acordo com a Polícia Civil. As informações são do G1.

Cães farejadores identificaram Aline em uma área de mata, localizada entre a Vila Pedágio e o Jardim Santa Luzia. A jovem fazia esse caminho para voltar para casa. O corpo estava escondido sob uma pilha de madeira. Ela estava desaparecida desde o último domingo (08/09/2019).

Não há informações sobre suspeitos. O corpo da jovem foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para ser periciado. A delegada Luciane Bachir, da delegacia de Sorocaba (SP), que investiga o caso, afirmou que marcas no pescoço e na mão foram encontradas no corpo da vítima.

“Estamos averiguando todas as possibilidades. Os exames vão confirmar se houve ou não violência sexual contra a Aline”, explica. Aline foi vista pela última vez quando saiu a pé de casa para ir até a farmácia comprar fraldas para a filha de um ano e nove meses.

Imagens feitas por câmeras de segurança registraram momentos antes do desaparecimento da jovem, quando ela estava ainda na farmácia. Aline aparece entrando no estabelecimento, onde compraria as fraldas. Ela tentou usar um cartão corporativo do marido para efetuar a compra, mas não funcionou.

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Fonte: Metropoles