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domingo, janeiro 26, 2020

Hoje dia 20 é comemorado o Dia da Consciência Negra você sabia?

Dia da Consciência Negra

O Brasil é Negro
O dia da consciência negra surgiu para lembrar o quanto os negros sofreram, desde a colonização do Brasil, suas lutas, suas conquistas. Mas também serve para homenagear aqueles que lutaram pelos direitos da raça e seus principais feitos.

O dia 20 de Novembro foi escolhido como uma homenagem a Zumbi dos Palmares, data na qual morreu, lutando pela liberdade do seu povo no Brasil, em 1695. Zumbi, l�der do Quilombo dos Palmares, foi um personagem que dedicou a sua vida lutando contra a escravatura no período do Brasil Colonial, onde os escravos começaram a ser introduzidos por volta de 1594. Um quilombo é uma região que tinha como função lutar contra as doutrinas escravistas e também de conservar elementos da cultura africana no Brasil.

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“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”
Nelson Mandela

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“Que se comemore o amor, a união,a tolerância e acima de tudo a presença de Deus sobre todos os homens.
Que seja hoje o dia do amor e não da cor da pele”.
Socorro Assis
Analista política e em políticas públicas 

 

 

“Infelizmente a sociedade ainda não se libertou por completo do pensamento que trouxe do período colonial em que se colocou em situação de superioridade em função da cor da pele. Causar constrangimento àqueles que vieram de modo forçado e contra a sua vontade trabalhar para o desenvolvimento nosso lindo Brasil não o faz superior e sim um ignorante quanto a razão de sua existência. Quando temos ainda uma sociedade doentia que não aceita a criatividade do criador, que criou seres humanos de diversas cores da pele, foi para nos tornar mais fortes e capazes de suportar a curta viagem pelo trem da vida e nos dá a possibilidade de evoluirmos visando alcançar um plano superior melhor. É válido o dia da “Consciência Negra”. “Evoluir por evoluirmos” Josivan Barbosa, Gestor público com especialização em gerenciamento de projetos.

 

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.

A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.

Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados heróis nacionais.
Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história.
Passos importante está sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória à inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.
Convido você nesta data a vestir minha negritude
Você conseguirá?
Seja Preto ou Preta por um dia
Eu sou igual a você,um ser humano com corpo ,mente , coração, Banzo.
Vestidinho se de minha negritude e toda minha ancestralidade agora questione se há Racismo e discriminação
Só mais um pouquinho vista minha pele.
Vista se epidermicame de mim .
E procure viver toda minha ancestralidade e sinta tudo que dentro de mim se passa .
Assim você vai realmente sentir a importância dessa data.
E depois que se despedir da minha negritude entenda que não quero brigas mais quero lutar por toda uma hereditariedade.
A minha cor representa minha luta ,mais acima de tudo minhas vitórias
Sou Preta sim e daí” Jacilene Monte, Psicanalista, Psicopedagoga e Subsecretária de Valorização às Religiões de Matriz Afro Descendente no Brasil do CDDF

Fonte: http://egnews.com.br

As Organizações necessitam de um novo modelo mental

Com Hélio Mendes

As organizações necessitam de um novo modelo mental

As organizações necessitam de um novo modelo mental para mudar as práticas tradicionais, como programas de qualidade, estilos de liderança criados dentro de ambientes fechados, por executivos que vivem dentro de seminários e seguindo literaturas customizadas dentro das regras newtonianas de causa e efeito – o que originou toda uma geração de sistemas mecanicistas, gerenciados por executivos sedentários.

A visão parcial do homem sobre o todo teve também diversas motivações, como a geopolítica, no contexto do poder pelas terras, com o surgimento dos países, os quais criaram barreiras físicas.

A existência de múltiplos idiomas também contribuiu para a não integração.

As Universidades, onde o conhecimento começou de forma aberta, também foram divididas em centros e faculdades, segmentando assim a informação.

As corporações, mesmo as transnacionais, não se isentaram desse processo, criando departamentos ou áreas específicas de negócios.

O setor público seguiu o modelo de Max Weber; é o que sofre a maior dificuldade para se adaptar a um mundo que cobra a eliminação de barreiras, sejam físicas, sejam humanas.

Parece-nos que a possibilidade de mudança não será através da propagada indústria 4.0, mas da Gestão Quântica, a qual considera que as organizações são energia e que tudo está conectado, e que todas as divisões existentes, com o evento do mundo virtual, não terão mais sustentabilidade.

As organizações tradicionais terão que ser redesenhadas.

As empresas que estão tendo mais dificuldade são aquelas com mais tempo de mercado, cujos valores e princípios que as levaram a ter sucesso são os que hoje dificultam o começo da criação de um novo modelo mental.

Isso porque durante muitos anos adotaram verdadeiros dogmas, valores sagrados, criados pelos seus fundadores e cultivados por executivos bem remunerados e respeitados no mercado, com contribuições de gurus criadores de modismos.

É bom lembrar, já estamos vivendo a era pós-digital, em que as tecnologias estão acessíveis a todos.

Hélio Mendes – Professor e Consultor de Planejamento Estratégico e Gestão Quântica – www.institutolatino.com.br


 

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: www.revistadiaria.com

SOCIEDADE X CRIME: O recado foi dado

    

SOCIEDADE x CRIME

A população brasileira saiu às ruas nesse domingo, 17 de novembro, para pedir o impeachment do Ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, Gilmar Mendes.

Essa manifestação é o ápice de uma história muito mal construída pela Suprema Corte e que teve seu estopim no surgimento da Operação Lava Jato.

Atuando de forma irrepreensível, isenta e no mesmo diapasão da população, Sérgio Moro, magistrado de 1ª instância, conquistou imediatamente o respeito e a admiração do cidadão, sentimentos que no passado eram destinados ao STF, que passou a perder confiabilidade por sentenças extremamente lenientes com a criminalidade.

Originou-se, então, uma desmedida rivalidade na Suprema Corte favorecendo progressiva condescendência com criminosos, em crescente antagonismo a Operação Lava Jato, rigorosa em suas decisões.

Atitudes como essa desequilibraram a instituição e a levaram, irremediavelmente, ao descrédito.

Quanto mais a sociedade brasileira aplaudia a Operação Lava Jato, mais a Suprema Corte libertava criminosos, numa clara demonstração de poder.

No topo da hostilidade e revertendo jurisprudência anteriormente assentada pelos mesmos ministros, a Suprema Corte desautorizou prisão após condenação em 2ª instância, decisão claramente personalizada, e ultrapassou todos os limites de paciência da população.

Como não há qualquer sinalização da instituição em utilizar conceitos e princípios compatíveis com as expectativas da sociedade e considerando, ainda, que o Senado Federal, por cumplicidade, não tramita diversos pleitos de impeachment de ministros do STF, a solução foi promover manifestação hoje oferecendo apoio popular ao impeachment do ministro Gilmar Mendes, o mais ativo na aceitação de habeas corpus e no enfrentamento dos desejos da sociedade.

Enquanto o Senado Federal se mantiver inoperante, manifestações certamente serão agendadas, tendo como alvo outros ministros, porém o que causa enorme perplexidade é a rejeição que a instituição STF gratuitamente oferece aos princípios e valores do país que a abriga.

O recado foi dado. 

Não há mais ambiente para um judiciário na contramão das aspirações da sociedade e o Senado Federal precisa dar uma resposta ao país.


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Fonte: www.revistadiaria.com

O fascismo 2.0 é o PT cuspido e escarrado

Não fica difícil entender, portanto, que o PT ultrapassou uma escala que Mussolini, Franco, Salazar e Hitler atravessaram mais ou menos na mesma duração. Agora, a lei, a polícia, as Forças Armadas, a população – todos são obrigados a se sujeitar aos desejos de Lula e do PT à força, sem soberania, divorciados do desejo popular, com os petistas colocando-se acima das leis, em pura atitude de enfrentamento da polícia

O PT foi o principal responsável pela absoluta banalização da palavra “fascismo” na língua portuguesa. Entre a esquerda, e entre os que não possuem muita experiência de vida, é muito comum se impressionar com palavras poderosas, de fortíssimo impacto psicológico, como “fascismo”, “opressão”, “exploração”, “conservadores”, “burguesia”, “trabalhadores”, “justiça social” ou “desigualdade”.

Qualquer tentativa de definir tais conceitos acima da média de reflexão de um refrão de funk demonstra as lacunas de pensamento entre jovens e esquerdistas, que ou vão se atrofiando e formando ideólogos e massas de manobra, ou vão sendo preenchidas com novos pensamentos que aclareiam conceitos e afastam as vítimas de reducionismos propagandísticos.

É comum ver a confusão da esquerda, que sempre amou tudo do período mais autoritário da história da Rússia, de repente achar um absurdo uma falsa (e dada como consensual) intervenção russa nas eleições americanas (pode-se bem imaginar como pensariam o oposto se a narrativa fosse de russos intervindo para eleger Bernie Sanders). Ou vociferando contra Donald Trump por não aderir a tratados comerciais que o PT e a esquerda tanto criticava no começo dos anos 2000.

Ou ainda criticando tanto a direita por defender uma moral judaico-cristã, e ao mesmo tempo jurando que o nazismo faz parte do pensamento de direita – o nazismo, derrotado pela Inglaterra e pela América enquanto Hitler fazia pactos com Stalin, sendo a própria consubstanciação do que é o ódio a uma moral criada por judeus e revelada a Moisés no Sinai separando o poder sacerdotal do poder real. Isto para não falar em temas de absurda complexidade, como a Terceira Roma, a hégira islâmica, o globalismo ou a Primeira Guerra Mundial.

São todas conhecidas falhas de pensamento de quem tenta trabalhar com conceitos soltos e sem uma hierarquia, uma ordem e uma organização. Com sorte, o paciente cruza com boas leituras ou questiona a distância entre boas intenções e realidade factual de quem sempre tentou o convencer com argumentos sentimentais e acaba afastando-se das ideologias fracas da puberdade.

É por esta razão que o discurso mavioso da esquerda seduz muito os jovens e os pouco letrados, mas é comum que a maturidade ou os estudos tornem as pessoas mais conservadoras depois. Como define o filósofo Nicolás Gómez Dávila, não se parte de idéias reacionárias: geralmente chega-se a elas.

E nada melhor para impressionar desavisados do que usar as palavras mais pesadas do vocabulário político, como a repetição, ironicamente goebbelsiana, do termo “fascista” para todo o lado.
Fascistas seriam quem discorda do PT, quem vota pela flexibilização da CLT (em nova ironia, criada por um fascista, sendo quase cópia da La Carta del Lavoro de Mussolini), quem defende Estado mínimo, quem quer privatizar, quem defende uma moral criada por judeus, quem faz piada com o Jean Wyllys, quem fala sério com Jean Wyllys, quem não fala com Jean Wyllys e quem passou por Jean Wyllys e Jean Wyllus não gostou.

Para quem conhece a realidade histórica além das platitudes a serem repetidas pelo sistema federal de educação (mais uma vez, uma criação curiosamente fascista de Getúlio Vargas), é fácil notar que o PT, a versão sindicalista da esquerda que não tinha os ranços do antigo PCB, é um partido muito mais próximo do fascismo do que do socialismo aventado por alguns de seus defensores.

Apesar de “fascista” ser o xingamento preferido dos petistas aos não-petistas, seu modelo de poder e Estado é assustadoramente próximo ao de Mussolini, Franco, Salazar – e mesmo ao de um presidente militar brasileiro nada fascista como Dutra.

O fascismo é um sistema político em que, apesar do famoso moto de Mussolini, “Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato”, estatiza menos do que o socialismo (este sim, o Estado total). Os planos econômicos são dirigidos como o PAC. Como define John T. Flynn no clássico As We Go Marching, os gastos são realizados com infinitos empréstimos e dinheiro jorrando de impressão de moeda em Bancos Centrais, causando inflação.

Empresas são “privadas”, mas controladas por sindicatos e vastos “direitos trabalhistas”, e acabam não tendo como negociar, senão com o próprio Estado com seus projetos faraônicos. Grandes empresas do projeto nacional ganham subsídios e trabalham em esquema de cartel com o governo (hoje, diríamos, em escambo de propinas por contratos).

Ao invés de expropriar a burguesia, ela é agraciada e mesmo comprada com previdência social estatal, educação e saúde gratuitas e muita propaganda estatal.

A censura é obtida quando fascistas chegam ao poder, mas antes disso já fazem um vigoroso, repetitivo, fanático e monotemático trabalho de desinformação, que logo se torna a visão oficial assim que se chega ao poder. Ou seja, com financiamento para que, mesmo antes de censurar (ou “regular os meios de comunicação”), possa-se prevalecer uma narrativa oficial, com termos a serem repetidos roboticamente, cheios de -ismos, abstrações, sujeitos coletivos e indefinições, mas forte apelo sentimental de mobilização.

Comparar tal cenário ao Brasil do PT não é tão difícil. Não à toa, o presidente com quem Lula mais gostava de se comparar era o grande fascista brasileiro, o ditador assassino Getúlio Vargas.

O fascismo, portanto, é diferente do socialismo por ser, curiosamente, menor e mais fraco. Menos estatal, mesmo com a divisa de Mussolini. O maior estudioso dos partidos políticos, o sociólogo Robert Michels, começou sua carreira como socialista e, após estudar a oligarquização das decisões dentro da estrutura partidária da esquerda, preferiu se filiar ao fascismo por considerá-lo mais democrático.

Grandes pensadores sobre o fenômeno fascista, como Erik von Kuehnelt-Leddihn, Eric Voegelin, Umberto Eco, John T. Flynn, Friedrich Hayek, Victor Klemperer, Jen Pierre-Faye e tantos outros, sempre deram destaque óbvio ao caráter mais ostensivamente assustador do fascismo: seu militarismo exacerbado, que transcendeu o horror da Primeira Guerra em amalgamar civis e militares, com marchas desabridas pelas ruas das cidades e que acabou por gerar uma guerra ainda mais mortífera do que a Grande Guerra.

De fato, parece ponto pacífico que este elemento é quase oposto no PT, que tanto horror tem de militares, inclusive dos mais dóceis: nunca houve ostensiva propaganda ideológica anti-polícia quanto nos governos petistas. Entretanto, tal aparente contradição, mais uma vez, é apenas uma confusão com termos.

O movimento fascista sempre foi paramilitar, e não militar. Forças militares são conservadoras, como os militares italianos ainda defendiam o apagado reinado de Vítor Emanuel III. Não foi dali que surgiu o fascismo, e sim de um movimento sindical, operário, curiosamente democrático, populista e trabalhista que planejava controlar as grandes corporações através de um Estado forte e centralizador, distinto dos federalismos e poderes tipicamente regionais da Europa.
Por conta disso, teve no nacionalismo um outro traço marcante: não por defesa de sua nação sobre outras (Mussolini e Hitler se entendiam muito bem), mas por desejar a construção de um poder nacional central que surpassasse os cantões, estados federados e outras formas de divisão de poder originais de países como Alemanha e Itália.

Sendo nacionalista (reconstrutor de nações) e tendo forças conservadoras (“retrógradas”, “reacionárias”, “obscurantistas”, “atrasadas” etc) contra seus intentos, fascistas precisaram criar uma força paramilitar contra as Forças Armadas oficiais. Deserdados e toda sorte de aventureiros, jovens idealistas e arruaceiros foram arregimentados para a Falange espanhola, a Juventude Hitlerista ou os Camisas Negras de Mussolini. Todas paramilitares, nenhuma parte das Forças Armadas oficiais.

Com a glorificação de um líder, funcionavam como uma gigantesca massa viva que permitia que líderes nem sempre tão representativos entre o povo pudessem exibir um poder maior do que possuiriam, já que a mobilização de seus exércitos em desfiles urbanos era muito mais suicida do que ofensiva: sem o treinamento militar adequado, significavam muito mais obediência fanática e disposição a morrer como escudo humano do que propriamente um poder de invadir um país ou vencer uma guerra.

Era a Falange, a Juventude Hitlerista, os Camisas Negras que cercavam seus líderes para que as forças policiais não pudessem aplicar a lei sobre seus megalomaníacos, ilegais e psicóticos projetos de poder. Qualquer “agressão” aos jovens e “inocentes” militantes fascistas seria encarada como uma brutalidade ditatorial das forças policiais conservadoras de então, e sem precisar ganhar eleições, propor leis ou ganhar debates, os fascistas logo obtinham um poder imenso e inspiravam um sentimento de serem pobres idealistas injustiçados por conservadores elitistas.

O próprio hino nazista, a Canção de Horst-Wessel (Horst-Wessel-Lied), descreve os nazistas em termos vitimistas, marchando sob chumbo de reacionários:

Quando se observa o fascismo e o nazismo sob este prisma histórico mais detalhado, e não apenas invocando “militarismo”, vê-se, na verdade, que o PT está a um triz de se tornar um partido que pode ser oficialmente chamado de fascista.

O PT permaneceu durante todo o seu tempo na presidência com suas milícias armadas, como MST e MTST, além de militância desarmada como UNE, CUT e quejandos, simplesmente fazendo pressão por seu reformismo no Congresso, o que foi encarado com certa precisão como um “socialismo light”, reformista e não revolucionário – mesmo com efeitos fortemente contrários ao povo, como o ativismo judicial do STF (e vide como a Suprema Corte está em descompasso com a vontade popular).

Ao menos, era assim no “reformismo democrático” com o PT no poder. Foi ser apeado, e os ânimos aumentaram fortemente. Basta ver que o tom da esquerda deixou de ser “paz & amor” para falar em “pegar em armas” (após desarmar a população, exatamente como Mussolini e Hitler fizeram), em “lutar até o fim”, em “não vai ter arrego”, em enfrentar a PF, o Moro, a lei, em parar o país, em chamar todo não-petista de criminoso. A história se repete. Basta olhar por cima como anda a militância.

Não fica difícil entender, portanto, que o PT ultrapassou uma escala que Mussolini, Franco, Salazar e Hitler atravessaram mais ou menos na mesma duração. Agora, a lei, a polícia, as Forças Armadas, a população – todos são obrigados a se sujeitar aos desejos de Lula e do PT à força, sem soberania, divorciados do desejo popular, com os petistas colocando-se acima das leis, em pura atitude de enfrentamento da polícia.

Isto para não falar do próprio crime organizado, que funciona como milícia anti-Forças Armadas e anti-ordem e que ataca justamente os inimigos do PT. O que os paramilitares faziam ligados ao Estado, o PT terceirizou. E quem não se lembra das escutas do PCC ordenando todos os seus membros e familiares a “votar no Genoino”? Com 64 mil homicídios por ano e juízes coitadistas penais, o Brasil já tem um sexto de Holocausto por década.

O PT, fora do poder, só fala em “regulamentação da mídia” (censura) e deixa suas milícias paramilitares tocando o terror pelo país.
Os fascistas também estiveram longe do poder e com a mesma atuação. Fora o clima bélico e militarista da Europa pós-Primeira Guerra, também queriam um sistema econômico/político quase idêntico ao do PT em tempos de paz. Hugo Chávez é muito mais parecido com um fascista do que com um socialista, apesar de se declarar um “socialista do século XXI”. Nicolás Maduro, que fechou ainda mais o país, já é mais próximo de um socialista, apesar de ainda estar no nível fascista de não decretar totalmente a socialização dos meios de produção.

E, claro, de milícias paramilitares, usadas en masse pela força, para não cumprir leis e tentar voltar ao poder para impor censura, uma prometida “Assembléia Constituinte” e criar o Partido-Estado promovendo a Gleichschaltung, a homogeneidade social total, e agora paramilitar.

Não importa o quanto o PT chame os outros de “fascistas”: como diz o famoso pronunciamento de Huey “The Kingfish” Long, governador da Louisiana de 1928 a 1932, em frase erroneamente atribuída a Winston Churchill, “[O] fascismo nos Estados Unidos só seria vitorioso se se auto-intitulasse ‘anti-fascismo’ ou ‘democracia’”.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Expresso Diário

Povo Brasileiro de bem esta em LUTO

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Por: Eugênio Piedade

Diante do resultado de ontem proferido pelo STF, me pego a pensar, será melhor ser um brasileiro honrado e correto ou um “brasileiro” corrupto e ladrão, pelo que demostrou a turma do STF ontem, sem sombra de dúvida será a segunda opção.

Parabéns Ministros: Cármen Lúcia, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin

Vergonha: Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Marco Aurélio de Mello

Enquanto um trabalhador honesto luta para ganhar o sustento de sua família por um misero salário de R$ 998,00, o brasileiro honesto que acha uma carteira de dinheiro na rua com alguns reais vai a rede social procurar seu dono para entrega-lo e sem tirar um centavo sequer outros “brasileiros” sem escrúpulos que roubam os cofres públicos, roubam a merenda escolar, roubam o saneamento básico da população que mora na extrema pobreza, cuecas e malas cheias de dinheiro, tri-plex, sitio, fazendas, contas na Suíça, roubam etc, etc, etc….Outros que de uma hora pra outra viram milionários, antes, catadores de bosta de elefante e num piscar de olhos transformam-se em  grandes empresários, donos de frigoríficos e redes de TV, tudo isso com dinheiro ilícito e nada acontece com esses “brasileiros”, agora deixa um assalariado fazer a mesma façanha para ver se não é encarcerado e sem regalias.

Vejo uma ideologia tapada e corrupta não querendo largar o poder, pessoas humildes totalmente manipuladas e pessoas com grau de conhecimento alto, seguirem na mesma linha, todos comprados com migalhas, enquanto poucos fazendo fortunas, emfim, nenhuma olhando para o bem do seu país mas para seu próprio umbigo.

Difícil entender a justiça neste nosso grande e rico Brasil, tenho fé em Deus que esse tormento logo passará, temos pessoas que estão fazendo de tudo para que o nosso país dê certo.

“BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS” 

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Vejam alguns comentários que li no facebook e me fizeram escrever este texto:

– Não consigo conceber a ideia de que para soltar um condenado específico, obviamente por natureza ideológica, coloquemos em risco a nossa sociedade.
Tenho amigos de direita e de esquerda, de extremos e de paz e amor, e lhes pergunto: estou errado em achar essa decisão um absurdo? Em considerar que assassinos, estupradores, traficantes, chefes de quadrilha, agressores de mulheres, de negros e da comunidade LGBTIQ, psicopatas, e demais bandidos condenados por um juiz e depois por uma turma de juízes fiquem livres?
NÃO!!!!
Estou certo. Mas como disse em posts anteriores, a paixão cega o óbvio e embebeda a razão.
Mateus Lolas
 

O Supremo de costas para o povo brasileiro

– O Ativista (Partido) político em construção defende à manutenção normativa e jurídica que garante à prisão em segunda instância. Desde que, evidentemente, todo e qualquer cidadão tenha o pleno e irrestrito direito à ampla defesa, direito a um advogado e meios de se defender.

Durante anos o Brasil foi essa terra de impunidade. Durante anos, atônitos e indignados, nós brasileiros assistimos o uso do poder econômico e intermináveis recursos na Justiça para manter fora da prisão gente que roubou milhões e bilhões de dinheiro público; dinheiro, portanto, de todos nós. Do nosso povo.

Gente, claro, poderosa e rica, que conseguia protelar condenações até a total prescrição da pena.

Ontem, por maioria, o STF, que tem o papel constitucional de ser o guardião da Constituição Federal ignorou a soberana vontade da população. Sua sede de Justiça. Seu grito cívico pelo fim da impunidade. O trabalho sacrificial e corajoso da Polícia Federal, do Ministério Público, de Juízes e Promotores e da Operação Lava Jato no combate à corrupção. Do juiz Sérgio Moro, que destemidamente e dentro da lei condenou corruptos e corruptores.

Ontem, por conta dessa decisão exdrúxula do STF, infelizmente, o Brasil retrocedeu no combate à corrupção e impunidade. O STF se apequenou. Virou uma instituição vilã e guardiã da salvaguarda de criminosos e corruptos.

A prisão em segunda é nossa esperança para pôr fim à escalada de corrupção e impunidade. É e será. Não era. Nós, o povo brasileiro continuaremos a lutar pelo certo e o justo. Ontem, infelizmente, uma batalha foi perdida, mas não a guerra do Bom Combate para tornar o Brasil um país onde ninguém esteja acima da lei. Ninguém. E se não quiser ser preso que não roube nossa Nação através de atos de corrupção e outros meios ilícitos. O Ativista junta-se às milhares de vozes contra essa Decisão, e não se calará. Todos por todos!

David Costa Fundador e Presidente Nacional do Ativista.

– Mais uma vez prevalece a lei do mais forte, do poder do dinheiro e da falta de escrúpulos de uma minoria massacrante chamada, classe política, dói e dói muito ver o domínio dessa massa nojenta, desse monte de estrume, porém não é desabafando em redes sociais que venceremos esse desafio, somos milhões de brasileiros sendo torturados a 519 anos e não tomamos atitudes de gente. O poder emana do povo.. ACORDA BRASIL,vamos pra rua fazer prevalecer a nossa vontade!!!!

Francisco do Itapoã

– Muito cuidado ao sair nas ruas nos próximos dias, o STF acaba de liberar milhares de presos, ladrões, corruptos, políticos, narcotraficantes, estupradores, delinquentes e tudo que há de mais ruim na sociedade, e o mais estranho é que tem uma parte da sociedade que está feliz, tem um ditado que diz que a fruta não cai muito longe da árvore, mas ela sempre cai, a única coisa boa nisso tudo é que o STF acaba de dar força à sociedade de bem, se já nos envergonha vamos dos nossos representantes hoje a vergonha é maior, um novo Brasil nasce no dia de hoje, se a esquerda pensa que venceu hoje ela está enganada, uma nova geração sempre sucede a anterior, não se esqueçam disso.

Delcides Avelino

Fonte: http://egnews.com.br

Pesquisa Digital Revela: 93% dos internautas defendem que concessão da Rede Globo deve ser cancelada


Por meio da utilização de uma ferramenta de pesquisa digital do website Strawpoll, a Agência de Dados MrPredictions configurou uma bateria de perguntas para publicação no Crítica Nacional, com o objetivo de indagar o que o público da internet pensa sobre a Rede Globo. A pesquisa consiste de cinco perguntas sobre o papel da Rede Globo na sociedade, e sobre sua concessão de serviço público federal.

A pesquisa utiliza uma ferramenta do website Strawpoll, que fica sediada na Alemanha, e usa o método de pergunta e resposta direta, sem amostragem probabilística. A ferramenta também emprega um mecanismo de validação de IP, de modo a permitir apenas um voto para cada IP. O resultado exibido corresponde ao somatório absoluto dos votos, dados a cada opção de resposta.

A pesquisa possibilitará aferir a percepção da sociedade brasileira a respeito da Rede Globo, bem como permitirá saber a opinião do público sobre se a concessão de serviço público da emissora deve ou não ser mantida. Para que o método tenha mais eficiência, é importante que as perguntas sejam respondidas em bloco, mas o leitor poderá responder isoladamente as perguntas, se assim preferir.

A pesquisa digital pode ser replicada em qualquer website ou grupo de WhatsApp, Facebook, Twitter ou Instagram, usando os links que estão associados a cada uma das perguntas, conforme mostrado abaixo. Os resultados parciais coletados até o momento para cada uma das cinco perguntas são os seguintes:

1. A TV Globo é boa para o Brasil? NÃO (98.27%)
Link: https://strawpoll.com/s3yeeh7k

2. A Rede Globo perdeu o rumo pelo interesse público? SIM (95.69%)
Link: https://strawpoll.com/7r4675cw

3. A Rede Globo deseja o sucesso do Brasil? NÃO (98.07%)
Link: https://strawpoll.com/sk7c548a

4. A Rede Globo dever ter sua concessão renovada em 2022? NÃO (93.52%)
Link: https://strawpoll.com/99dgxs71

5. A Rede Globo deve ter a sua concessão cancelada imediatamente? SIM (93.81%)
Link: https://strawpoll.com/s242bbzd

A pesquisa foi colocada no ar há pouco mais de 24 horas. Ao longo da coleta de dados, iremos trazer informações de atualização e análises dos resultados parciais. O leitor pode clicar nos links indicados em azul para acessar cada pergunta e votar. Se desejar, pode copiar o link indicado em cinza para seu grupo de WhatsApp, Facebook ou Twitter para divulgar a pesquisa. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Critica Nacional

A que ponto chegamos: Perdemos a qualidade musical em letras como “Canata Azul”

Afinal que Caneta Azul é esta que tanto falam?

Afinal que Caneta Azul é esta que tanto falam?

Autor de ‘Caneta Azul’ vai a cartório registrar direitos autorais do hit

Manoel Gomes mostrou que não é apenas um entusiasta da caneta azul, mas também, acima de tudo, precavido. Ciente de todo o sucesso de seu hit, o autor da música tratou de ir até o cartório da cidade de Balsas (MA), onde mora, no início da tarde desta segunda-feira (28) para dar inicio ao processo de registro dos direitos autorais da música que viralizou nos últimos dias.

De acordo com o site O Imparcial, Manoel se dirigiu a um cartório, acompanhado de seu advogado Arnaldo Gomes, e aproveitou para solicitar também o registro de outra composição de sua autoria, essa com menos burburinho, chamada de “Vou Deixar de Ser Besta”.

                           

Não há a confirmação se o autor usou uma caneta azul para assinar o documento.

              Cartório parou para receber a estrela (Foto: Reprodução)

O fenômeno

A caneta amarela é até citada na música, apenas de passagem, e logo é esquecida. A tonalidade favorita de Van Gogh não goza do mesmo prestígio com o maranhense Manoel Gomes, cujo coração pertence ao azul. Entretanto, este relacionamento monocolor foi manchado pelo cinza da saudade quando a amada caneta azul se esvaiu das mãos do estudante.

De coração partido e tomado pela saudade da caneta escanteada pelo Enem – que aceita unicamente a preta em suas provas – o autor compôs esta música, que na verdade é um apelo suplicando pelo retorno de sua amada. Inspirado por esta dor, ele conseguiu superar o obstáculo de ter uma paleta de cores reduzida, tingiu e atingiu o sucesso com um hit que viralizou em todo Brasil.

“Caneta azul, azul caneta”, inicia assim a ode ao objeto de cor mais quente que está marcado “na sua letra”. Logo após, ele relembra a época em que ia ao colégio munido de sua inseparável companheira. A rotina foi interrompida quando Manoel a perdeu, como ele mesmo narra. “Eu peço, por favor, quem encontrou, me entrega ela”, suplica.

E a famigerada caneta azul estourou – sem manchar de tinta o bolso de ninguém – em todo Brasil. Um dos vídeos da canção, postado no dia 18 de outubro, já soma mais de 04 milhões de visualizações no Youtube. Além disso, o sucesso fez o maranhense ser convidado pelo cantor Thiago Brava para ir até Palmas, no Tocantins, cantar o seu hit na frente de milhares de pessoas. Assista ao vídeo original e ao concerto do cantor:

Memes e famosos

A letra cômica e o jeito peculiar de Manoel cantar e contar a sua história foram um prato cheio para os internautas, que não pouparam a tinta da caneca na hora de criar memes. Ninguém consegue tirar o hit da cabeça.

E os famosos também entraram na onda. Fabiana Carla, Rodrigo Faro, Tirulipa e Simone, dupla de Simaria, compartilharam vídeos recitando a canção. Até o presidente Jair Bolsonaro, que curiosamente também utilizou uma caneta azul para assinar a sua posse, apareceu cantando o hit chiclete em uma montagem – este através de um vídeo deepfake, feita pelo ilustrador Bruno Sarttori.

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Fonte: Blog do Helio Rosa com informações do Correio.

Mito ou verdade: quanto mais tempo durar, melhor a transa?

Pesquisas apontam que a realidade entre os casais não corresponde à expectativa criada sobre tempo de duração do sexo

Foto: Getty ImagesFOTO: GETTY IMAGES

Se te perguntassem, na sua opinião, quanto tempo uma boa transa deveria durar, o que você responderia? Este ano, o site de encontros Saucy Dates realizou uma pesquisa para saber qual era a expectativa em torno da duração ideal de uma relação sexual.

O resultado surpreendeu e comprovou que as pessoas imaginam um número bem alto. Entre homens e mulheres, os quatro mil entrevistados esperavam que o sexo durasse cerca de 25 minutos – e sem incluir as preliminares, ou seja, contando apenas penetração e ejaculação.

O resultado, porém, não deveria ser frustrante. Expectativas vêm carregadas de idealizações, o que não quer dizer que, na prática, um sexo mais curto não seja prazeroso. Ou mesmo que o rala e rola com mais de 20 minutos é sinônimo de gozadas sucessivas.

Vários fatores são levados em consideração para analisar a qualidade de uma transa, desde os mais diretos, como as preliminares e a química do casal, até os mais improváveis, como a temperatura do ambiente.

No fim das contas, especialistas apontam que o tempo, assim como o tamanho, não é documento para o sexo ser gostoso. Afinal, quem nunca deu aquela rapidinha mais memorável do que uma longa e planejada noite de amor? Foco na qualidade!
Fonte: Metropoles

Mamãe cuidado com quem você coloca dentro de casa

 

Nossos sentimentos a família.

OI, meu nome é CLARA! mais eu amava quando me chamavam de CLARINHA 😊

Eu era uma menina linda, doce” e de um sorriso tímido” Eu só tinha 7 anos quando eu fui covardemente abusada, asfixiada e morta pelo meu padrasto ( DONIZETE CELESTIANO ) que confessou o crime”

Como assim? Eu fui abusada e morta dentro da minha própria casa em SONORA’ MATO GROSSO DO SUL” Pra mim era o lugar mais seguro do mundo. Mais não é bem assim!

É que” no dia em que a justiça concedeu ao meu padrasto o benefício de progressão de regime, ali também a justiça decretou a minha morte!

Vocês sabiam que ele ainda cumpria pena por estupro de vulnerável cometido contra outra criança de Apenas 3 ANINHOS ) em Março de 2012?

Pra justiça uma tornozeleira bastava, e sete anos depois eu seria só mais uma vítima, só mais um sonho perdido.

MATEUS 24:12 e no final dos tempos Haverá tanta maldade No mundo que o amor de muitos se esfriará! Acho que se esfriou né? 😢

Enfim ” O meu padrasto pode até ter tirado a minha vida” mais foi a justiça desatualizada desse país, que apertou o gatilho! Se o meu assassino estivesse preso desde de que cometeu o primeiro crime” eu agora estaria viva 😭😭😭

Ele era conhecido como DIABO LOIRO! eu era só uma garotinha linda e vítima da cobiça de um homem mal.

Dopou a minha Mãe que já tinha ingerido bastante bebidas alcoólicas” e ali mesmo, em cima da cama, ao lado da minha mãe, me asfixiado abusou de mim!

Eu não resisti a tamanha maldade, então o meu espírito se desprendeu do meu corpo inocente” mas esse homem, achando que a maldade era pouca, ainda teve a coragem de abusar do meu corpo sem vida!

Mal sabia ele que: enquanto abusava de mim pela segunda vez, o meu espírito já repousava nos braços do meu criador e nele eu posso confiar 

O que me deixa triste é saber que não sou a primeira criança vítima de tanto desamor! E o tempo tem provado que enquanto essas leis não forem mudadas ( PERPÉTUA ) eu não serei a última!

Esse é o nosso vergonhoso Brasil e eu sou mais uma princesinha que ficou pra estatística.

TEXTO ( DANIELA AQUINO SILVA )

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Extermínio de Auschwitz: Invisíveis no matadouro

O best-seller do ano conta a história de como pai e filho sobreviveram ao campo de extermínio de Auschwitz, recorrendo à única saída então possível: colaborar e não chamar atenção

Crédito: Armin Weigel/dpa

Presídios: trilhos no campo de concentração de Auschwitz, em 2016, no sul da Polônia: complexo de 45 unidades onde morreram 1,3 milhão de prisioneiros virou atração turística (Crédito: Armin Weigel/dpa)

Luís Antônio Giron

O arqueólogo galês Jeremy Dronfield, premiado autor de não ficção de 54 anos, não conheceu pessoalmente os dois protagonistas de seu livro mais recente, agora lançado no Brasil, “O garoto que seguiu o pai para Auschwitz” (Companhia das Letras, 354 páginas). Mas isso não impediu que o caso real retornasse à vida e arrebatasse milhares de leitores. A obra narra a história de como pai e filho, Gustav (1891-1976) e Fritz Kleinmann (1924-2009) se mantiveram juntos por mais de cinco anos, de 1939 a 1945, em diversos campos de concentração, culminando com o maior e mais mortífero: Auschwitz-Birkenau, no sul da Polônia. Lá, foram libertados pelas tropas americanas. Fritz publicou memórias e Gustav manteve um diário entre outubro de 1939 e julho de 1945. Ambas os textos passaram despercebidos, talvez por deficiência literária. Somadas aos relatos de sobreviventes, ajudaram Dronfield construir uma narrativa poderosa, dentro daquela que resultou em uma subcorrente da literatura do Holocausto: o gênero Auschwitz, que há mais de 70 anos rende lançamentos de sucesso. Ainda mais na última década.
Família: Gustav e Tini Kleinmann e os filhos Fritz, Edith, Herta e Kurt, em Viena, 1938: ano da anexação da Áustria ao Terceiro Reich, quando se dispersaram (Crédito:Divulgação)

“Há muitas histórias contadas sobre Auschwitz, mas a de Gustav e Fritz se sobressai”, diz Dronfield à ISTOÉ. “Os dois participaram de toda a história dos campos de concentração nazistas. Além disso, deixaram textos que hoje constituem documentos preciosos.”

Acima de tudo, segundo Dronfield, a união de pai e filho constituiu a força para que atravessassem o inferno. “O amor deles era um elo indissolúvel. É a explicação para terem resistido a violências, humilhações e ameaças”, afirma.

Se era para morrer, que fossem juntos. Esta foi a decisão que tomaram, quando a perseguição aos judeus em Viena se mostrou irremediável depois da anexação da Áustria à Alemanha, em 12 de março de 1938. Milhões de indesejados do Terceiro Reich foram transportados para os campos de concentração. Não se tratava só de exterminar judeus, como também opositores políticos, eslavos, homossexuais e deficientes físicos, entre outros.

Lei do silêncio

Pai e filho: o menino Fritz (em 1937) era tão afeiçoado ao pai, Gustav que o acompanhou a Auschwitz. Após a Guerra (foto de 1959), lançaram diários e livros (Crédito:Divulgação e Peter Kleinmann)

A família Kleinmann levava uma vida pacata, sustentada pela estofaria do pai. Seus seis integrantes — duas moças, dois meninos e o casal — dispersaram-se para evitar a execução sumária. O mais novo, Kurt, emigrou com a irmã mais velha para a Inglaterra e depois para os Estados Unidos. A mãe e uma filha mais nova fugiram, mas foram mortas no campo de Minsk. Gustav, de 53 anos, foi detido com Fritz, de 14. Transportados para o campo de Mauthausen, próximo a Linz, insistiram em ficar juntos, apesar da ordem de separação. O laço familiar se revelou tão intenso que conseguiram ser arrastados juntos rumo a novos campos de extermínio, cada um mais brutal que outro.

Quando, em 1942, chegaram ao mais temível, Auschwitz-Birkenau, já tinham adquirido estratégias para driblar os carcereiros. A regra de sobrevivência corrente nos barracões de prisioneiros era uma só: “Nunca chame a atenção”. Quanto menos notado, menor a chance de ser alvo do fuzilamento no Muro Negro. Mas muitos prisioneiros que tentavam se esconder acabavam executados. Foi então que pai e filho aprenderam que, além da invisibilidade, precisavam adotar outro expediente: colaborar. Ao atingir a maioridade, Fritz se voluntariou como ajudante de pedreiro, e foi acomodado no alojamento do pai, que sofria de problemas de coluna. Os dois dormiam na mesma cama de beliche quando foram libertados. Seu legado foi decifrar os dispositivos de resistência eficazes em ambientes altamente hostis.

Somente em Auschwitz, morreram cerca de 1,3 milhão de pessoas. O matadouro se converteu também em um celeiro de lembranças, que resultaram em livros e fizeram conhecidos personagens inesquecíveis por sua humanidade e vontade de viver. Os relatos colaboram até hoje para manter viva a memória de um dos momentos mais bárbaros da História. Por ironia, Auschwitz figura atualmente como uma atração turística popular na Europa. Seus trilhos, barracões, paredões e câmaras de gás recebem a média anual de 400 mil turistas.

ENTREVISTA

“O Holocausto pode voltar”

Jeremy Dronfield, escritor (Crédito:Divulgação)

Por que a escolha dessa história, entre tantas sobre o tema popular de Auschwitz?
A história de Gustav e Fritz é única. A maior parte das narrativas populares do Holocausto provém de sobreviventes que o experimentaram no seu estágio final, como Primo Levi e Elie Wiesel, pelo simples motivo que quase todos os judeus sugados pela maquinaria nazista no início da Segunda Guerra não sobreviveram. Restaram apenas 25 ao final da guerra. Por isso, é incrível que um pai e um filho tenham permanecido juntos e sobrevivido a cinco anos de abuso e violência inimagináveis. Além de tudo, deixaram registros escritos absolutamente únicos de sua experiência.

Você acha possível o retorno de campos de concentração na Europa?
Sem dúvida. O primeiro campo nazista, Dachau, foi criado em 1933, em uma fábrica abandonada perto de Munique. Foi usado para prender gente que era vista como ameaça para o estado nazistas — a maior parte socialistas, comunistas, sindicalistas e demais oponentes políticos de Hitler. Alguns eram judeus, mas somente depois de 1937 e 1938 os nazistas começaram a prendê-los em larga escala, por motivos raciais. Se um novo holocausto surgir — se o permitirmos —, vai começar de
maneira semelhante.

Que lição a experiência do Holocausto deixa para a humanidade do século XXI?
Eu me assusto ao constatar que a extrema-direita está ressurgindo em todo o planeta. O estado de espírito e a intolerância são os mesmos, e a retórica é idêntica à dos anos 1930. O Holocausto não é um evento isolado. Algo parecido pode voltar.

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Fonte: IstoÉ