28 C
Brasília, BR
sábado, setembro 21, 2019

Começo a ficar intolerante com os que se alegram com o fracasso do país

Por Ives Gandra da Silva Martins

Bem vindo ao Player Audima. Clique TAB para navegar entre os botões, ou aperte CONTROL PONTO para dar PLAY. CONTROL PONTO E VÍRGULA ou BARRA para avançar. CONTROL VÍRGULA para retroceder. ALT PONTO E VÍRGULA ou BARRA para acelerar a velocidade de leitura. ALT VÍRGULA para desacelerar a velocidade de leitura.

Toda manhã, ao ler os jornais, hábito que os mais jovens criticam como próprio da velhice, consumo minha dose de irritação com o desenvolver dos acontecimentos e por ver que a periferia do que é relevante é sempre a matéria de maior destaque nas manchetes jornalísticas.

Leia-se, por exemplo, o caso do ex-presidente Lula. Toda a defesa daquele ex-mandatário concentra-se em ter, o julgador, conversado de forma inapropriada com os promotores federais, o que, de rigor, não alterou o amplo direito de defesa que lhe foi assegurado durante todo o processo nas quatro instâncias. As provas, todavia, constantes dos autos, que serviram à condenação nas quatro instâncias, não são objeto das manchetes, tendo-se, inclusive, a impressão de que os diálogos criminosamente obtidos e conivente e convenientemente veiculados, se verdadeiros, valeriam mais que o fato material objeto da condenação. Como advogado há 61 anos, sempre entendi que a advocacia não tem sido bem tratada por magistrados, imprensa e população, que não percebem a importância do direito de defesa numa democracia.

No caso, todavia, o que menos se discute na imprensa é se haveria ou não prova material condenatória, o que levou um juiz, três desembargadores, cinco ministros do STJ e seis do STF a entender que haveria crime na conduta do ex-presidente.

Outra das minhas irritações reside nas turbulências destes primeiros meses. Aspectos positivos não têm repercussão na mídia, como o da maior safra de grãos, o da entrada do capital estrangeiro na casa de quase US$ 100 bilhões, a existência de saldos altos na balança comercial, a inflação abaixo da média estabelecida, a possibilidade de queda dos juros, o fato de as reservas serem superiores a US$ 380 bilhões, o relatório favorável do FMI sobre o estado das contas públicas, o sucesso nas programações de infraestrutura, a assinatura de um acordo emperrado há 20 anos entre Mercosul e União Europeia, o avanço e a liderança entre as nações na defesa dos valores familiares, a manutenção do combate à corrupção, inclusive até no que demonstra, na linguagem popular, ser pé quente, a vitória da seleção brasileira na Copa América, após anos de insucesso internacional. Até a boicotada reforma previdenciária avança.

Reconheço que a equipe presidencial, sem o traquejo político da anterior, está aprendendo a “andar de bicicleta andando”, mas a busca, da imprensa, por desacertos em cada um dos menores incidentes, que ganham, assim, proporções descomunais, parecem torná-los mais importantes do que alguns dos aspectos relevantíssimos da evolução do país. De longe, para tais caçadores de insucessos, vale mais o que vale menos e vale menos o que vale mais.

Começo a ficar intolerante com os que se alegram com o fracasso do país e que se vangloriam em ver a nação afundar por força de suas, quase sempre, infundadas críticas.

Outra das minhas irritações diz respeito à fantástica cobertura que se dá ao crime cibernético. Um gangster digital invade a privacidade das pessoas, regiamente financiado, utiliza-se do sigilo da fonte para que um jornalista, a conta-gotas, vá revelando o produto de seu crime e tal crime e tal parceiro do criminoso são alcandorados pelos que dizem que a mídia vive das más notícias, pois as boas não vendem jornal. De tal maneira, nenhuma cobertura se dá à investigação dos delinquentes da privacidade alheia. Não compartilho da teoria de que os fins justificam os meios, pois gera uma enorme insegurança jurídica, e o ideal de justiça, que é o desiderato maior do Direito, fica pisoteado, transformando-se em uma briga mesquinha pelo poder entre amigos e inimigos.

Tudo isso para um velho advogado de 84 anos gera desconforto, pois, neste final de vida, percebo que o país terá ainda que evoluir muito para viver a democracia que desde os bancos acadêmicos minha turma almejava para o Brasil.

The last but not the least”, impressiona-me a crítica cerrada de determinada imprensa a ter o presidente declarado que não financiará um filme que enaltece a prostituição como meio de vida, por entender que a família é a base da sociedade e o filme ser corrosivo e deletério aos valores da família. Ora, o que o presidente declarou é o que está na Constituição, ao dizer que a família é a base da sociedade (artigo 226 caput) e que os meios de comunicação deverão ser utilizados para a defesa dos valores éticos da família e da sociedade (artigo 221, inciso IV). Não tem o menor sentido gastar dinheiro do povo para divulgar prostituição. É de se lembrar que a queda das grandes civilizações deu-se quando os costumes se deterioraram, com as mulheres prostituindo-se nos templos da Babilônia para conseguirem dotes para seus casamentos, assim como com o relaxamento dos costumes em Atenas, que terminou perdendo a guerra do Peloponeso para Esparta, e com a degradação familiar no Império Romano Ocidental, como Políbio referiu-se em seus escritos. Ora, ao cumprir o que determina a Constituição, valorizando a família — criou, inclusive, uma Secretaria Nacional da Família —, está o governo cumprindo rigorosamente a lei suprema. É preferível gastar dinheiro do povo com a saúde e educação do que com filmes dessa natureza.

Concluo estas linhas afirmando que em nenhum momento defendo preferências de magistrados pelos membros do Ministério Público ou desequilíbrio de tratamento entre o parquet e advocacia, como demonstrei no livro que coordenei com Marcos da Costa, intitulado A Importância do Direito de Defesa para a Democracia e a Cidadania, com a colaboração de ilustres advogados e juristas brasileiros. Toda a verdade deve ser apurada. Entendo, todavia, que os brasileiros deveriam dar aos fatos conhecidos a sua devida relevância, sem riscos de manipulação, seja pelos criminosos cibernéticos, seja pelas autoridades dos Três Poderes, pela mídia, por partidos políticos ou pelos formadores de opinião. Só assim poderemos entregar a nossos filhos e netos um país melhor do que o que recebemos de nossos ancestrais.

 é advogado, professor emérito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio-SP e fundador e presidente honorário do Centro de Extensão Universitária do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS).

Postado: http://egnews.com.br

Fonte: conjur.co.br 

O que une Gleisi Hoffmann e o líder do DEM?

 

Caro leitor,

O que pode unir esquerda e direita no Congresso Nacional?

Que causas podem compartilhar a petista Gleisi Hoffmann, pretensa comandante da oposição, e o líder do DEM, partido que comanda três ministérios do governo Bolsonaro?

O repórter Caio Junqueira mergulhou nos salões e cafezinhos do Congresso e revela a existência de um acordo tácito entre os políticos de quase todas as tendências.

Sim, o Congresso embala o “acordão”, que já reúne Executivo e Judiciário, para esvaziar os órgãos de investigação e fulminar a Lava Jato:

Você duvida?

Leia a declaração de Gleisi Hoffmann acerca de Augusto Aras, um notório crítico da Lava Jato indicado para o posto de procurador-geral da República — posto que lhe dará poderes para ditar os rumos da Lava Jato no MPF:

“Se tem uma coisa que o PGR indicado por Bolsonaro tem razão é essa: o sequestro do Brasil pela Lava Jato e seus aliados levou a economia do país à ruína”…

Faz lembrar a cantilena de um ex-ministro petista segundo o qual a corrupção é o óleo que faz rodar a engrenagem burocrática…

Agora veja a declaração de Elmar Nascimento, líder do DEM, sigla que se situa no extremo oposto ao PT no espectro político:

“Em nome do combate à corrupção nasceram todos os estados fascistas. Lava Jato entrou para a história, mas poderia ter sido melhor. As empresas quebraram. O modelo de punição do Ministério Público não foi bom para o país”…

Alguma semelhança?

Sim, para Gleisi e para o líder do partido que comanda três ministérios, o problema é a Lava Jato.

Não por acaso, todos concordam com o esvaziando promovido na Receita Federal, no Coaf e na Polícia Federal — instituições que municiavam a Lava Jato.

Preste atenção ao seguinte trecho da apuração exclusiva sobre a dinâmica do “acordão”:

De um lado há um Executivo que interfere na dinâmica de órgãos como Receita, Coaf e PF, sinalizando ao Legislativo que ao menos tenta obter algum controle sobre eles. De outro, um Legislativo que aplaude as medidas, evita pautas indigestas para o presidente e, de quebra, cria um ambiente favorável para que sua agenda econômica avance.

Se você quiser ir mais fundo e compreender as origens do “acordão”, pode recorrer a outra reportagem da Crusoé.

Em agosto, os repórteres Caio Junqueira e Fabio Serapião mostraram a aproximação entre Dias Toffoli, presidente do STF, e o presidente Jair Bolsonaro:

Faltava a presença do Congresso, para garantir a “harmonia” entre os Poderes…

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: O Antagonista

Esqueça Niemeyer. Brasília tem outros grandes arquitetos modernos

Esqueça ainda o Setor de Perfumes: o maior sítio moderno do mundo é uma galeria de prédios projetados por brasileiros e gringos consagrados

Felipe Menezes/MetrópolesFELIPE MENEZES/METRÓPOLES

Nem só de Niemeyer é feita a arquitetura de Brasília. Há muitos outros nomes consagrados ou nem tanto que deixaram suas pegadas no maior sítio moderno do mundo. A começar pelo próprio Lucio Costa, a quem pertencem dois marcos fundamentais do projeto: a extraordinária e escandalosamente abandonada Rodoviária do Plano e a delicada e esguia Torre de TV.

Somos tão modernos que os olhos já nem se espantam mais: as primeiras embaixadas aqui instaladas entregaram os projetos de suas sedes a grandes nomes da arquitetura moderna de seus países, o que resultou numa mostra única no mundo. Arquiteturas como a espanhola, a mexicana, a japonesa, a portuguesa, a italiana, cada uma moderna ao seu modo.

Brasília é de Niemeyer mas é de Lelé, o tecnológico, humanista e afetuoso João Filgueiras Lima. São do Lelé os hospitais da rede Sarah, em Brasília e no Brasil, o Hospital Regional de Taguatinga, o Beijódromo. O Minhocão da UnB tem os pré-moldados do Lelé. Os dois mais bonitos, alegres e elegantes edifícios do Setor Comercial Sul, o Morro Vermelho e o Camargo Correa, com as brises coloridas de concreto pré-moldado, são do Lelé. Os blocos da Colina, na UnB, idem.

Estrelas de primeira grandeza da arquitetura brasileira, Alcides da Rocha Miranda e Paulo Mendes Campos também estão em Brasília, embora com discreta presença. Um dos fundadores da Universidade de Brasília, Rocha Miranda projetou o Auditório Dois Candangos e a Faculdade de Educação. Também é dele, com Fernando Cabral, a antiga sede do BNDES, no Setor Bancário Sul, hoje sede do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicadas).

Um dos dois únicos brasileiros a receberem o maior prêmio de arquitetura do planeta, o Pritzker, Paulo Mendes da Rocha tem uma obra em Brasília, o Palácio das Indústrias, no Setor Bancário Norte. O projeto é dele com Pedro Paulo de Melo Saraiva. O SBN concentra a arquitetura moderna racionalista, típica do fim da década de 1960. O racionalismo está para a arquitetura moderna como o poema concreto está para a poesia: enxuto, objetivo, estético, contido.

Arquitetos que vieram para Brasília nos primeiros tempos, e que, com Niemeyer, pegaram no pesado, riscaram o próprio nome no chão do cerrado. Nenhum outro arquiteto, depois de Oscar, deixou tantos riscos no quadradinho quanto Nauro Esteves, o chefe do poderoso Departamento de Arquitetura e Urbanismo (DAU). São dele, entre outros, o Conjunto Nacional, o Hotel Nacional, o Palácio do Buriti, a sede da Polícia Militar (no Setor Policial Sul) e uma jóia da arquitetura moderna religiosa (que costuma ser bem feinha): a Igreja Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, na 710/910 Sul.

Igreja Dom Bosco

De uma beleza interna fulminante, a Igreja Dom Bosco, embora moderna, mantém a atmosfera sagrada e sublime dos templos pré-modernos. É obra de um quase desconhecido arquiteto, Carlos Vasconcelos Naves.

Os blocos residenciais, especialmente os da Asa Sul, são uma sucessão de singularidades nas fachadas, nos pilotis, na distribuição interna dos espaços, nas janelas, nos basculantes. Foram muitos os arquitetos que projetaram os blocos da mais bela invenção de Lucio Costa, as superquadras. Nomes como Marcílio Mendes Ferreira, Hélio Uchôa, Eduardo Negri, Milton Ramos, Stélio Seabra e muitos outros deixaram, impressos em concreto, singularidades arquitetônicas que são um deleite para quem delas gosta.

Passado o período áureo, a arquitetura brasiliense caiu no abismo do mau gosto à moda Miami/Dubai – os exemplares mais retumbantes estão reunidos num só lugar, ainda bem, o Setor Hoteleiro Norte, mais conhecido como Setor de Perfumes Norte.

Mas como nem tudo são cafonices espelhadas, a cidade ganhou obras à altura de si mesma: a sede do Confea, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, na 508 Norte, é uma dessas salvações saída do escritório de Pedro Paulo de Melo Saraiva. Outro alívio para os olhos é a sede do Sebrae, na 605 Sul, obra a oito mãos, Álvaro Puntoni, Luciano Margotto, João Sodré e Jonathan Davies.

Também está na lista da arquitetura que não nos faz vergonha a sede da Fundação Nacional do Exército, no Setor Militar Urbano. É tão discreta que quem passa pelo Eixo Monumental Oeste nem a percebe, tão envolvida pela vegetação e tão respeitosa com a obra de Lucio Costa. Projeto de seis arquitetos brasilienses, Elcio Gomes, Danilo Matoso, Daniel Lacerda, Fabiano Sobreira, Newton Godoy e Filipe Benutti.

É bom acentuar que os três exemplos acima citados são projetos selecionados em concurso público.

A nova arquitetura da UnB também lava os olhos e alimenta os espíritos E, finalmente, casas e projetos de comércio e indústria feito por uma geração ainda mais jovem. Todos eles reverenciando os mestres e incorporando novas tecnologia e novas percepções sobre o lugar da arquitetura na paisagem. O moderno que sabe ser contemporâneo.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Metropoles

Salin Siddartha: O Ensino Rural no DF

“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados.”

(Millôr Fernandes)

A escolaridade afeta positivamente a renda dos agricultores familiares – tome-se como exemplo que, na horticultura familiar do Distrito Federal, na qual 50% dos horticultores possuem apenas 4 anos de escolaridade, cada ano adicional de estudo se reflete em um aumento de 7,1% na renda média. A política educacional do Distrito Federal não pode ignorar a necessidade de um projeto específico para a escola rural, voltada para os valores e os anseios do campo, em que os jovens e as crianças se reportem ao contexto deles, vinculando a educação escolar às questões sociais inerentes à cultura do campo.

Uma escola do campo é a que defende os interesses e a economia da agricultura, que constrói conhecimentos na direção do desenvolvimento social e econômico dessa população. Com tal objetivo, é preciso articular os sujeitos do campo e suas práticas educativas, mas sem criar formas de relação que burocratizem a ação.
A educação do campo deve defender a cultura camponesa, sem a visão determinista histórico-geográfica de que a escola urbana seja superior à escola rural. A educação básica do campo precisa ser um projeto pedagógico da sociedade civil para intervir na educação do DF – um projeto vinculado aos sonhos da população camponesa para cultivar a identidade do morador do campo. Destarte, deve preocupar-se com as demandas provenientes do universo rural para atender escolas rurais, que são isoladas com pedagogias que não respeitam o universo simbólico dos camponeses. Nesse aspecto, o desrespeito à cultura local não é específico do ensino rural praticado no DF: é generalizado também em todas as escolas urbanas. Caso exemplar e nada à parte, a História do Planalto Central e do Centro-Oeste brasileiro não é ensinada em nossas escolas porque não consta no currículo delas e pelo simples motivo de que os livros didáticos, produzidos que são, em sua maioria, no eixo Rio-São Paulo, também não a revelam, assim como não abordam a Geografia, Arte, Literatura nem a Biologia da Região, em razão de se submeterem às exigências do mercado e à economia de escala, embora esses livros didáticos sejam aqui adotados.
Os livros de Biologia que são utilizados pelos nossos alunos nas escolas rurais do Distrito Federal e de todo Centro-Oeste não dedicam mais do que três ou quatro páginas a respeito do Cerrado, apesar de este ser o segundo maior bioma da Nação. Os livros de História discorrem sobre as pinturas rupestres de Lascaux, na França, e Altamira, na Espanha, entrementes nada dizem sobre as pinturas e gravuras em pedra encontradas no sítio arqueológico de Bisnau ou da Toca da Onça, no Município de Formosa-GO. Ao discorrerem a respeito do Tratado de Tordesilhas, os livros didáticos omitem que ele atravessava o Estado de Goiás por cima de Cocalzinho, a menos de 100 quilômetros do Setor Comercial Sul. Narram a economia açucareira de Pernambuco e da Bahia, porém não se referem à fabricação de açúcar na Fazenda Babilônia, em Pirenópolis-GO (patrimônio histórico tombado e aberto à visitação para as escolas, e que está a cerca de 150 quilômetros da Estação Rodoviária do Plano Piloto).
Não citam as técnicas de caça, pesca, da produção da cera, do mel, do plantio da mandioca e outros cultivos a nós ensinados pelos indígenas que habitaram, e muitos ainda habitam, nossas localidades. Narram sobre o Quilombo dos Palmares, contudo se esquivam de falar do Povoado de Mesquita, remanescente histórico de escravos rebelados, na Cidade Ocidental, ou sobre os Kalungas, de Cavalcante, na Chapada dos Veadeiros – o primeiro, situado a menos de 50 quilômetros, o segundo, a pouco mais de 300 quilômetros da Rodoviária.
Por sua vez, a implantação do ensino a distância para o setor agropecuário, por intermédio de parcerias do Governo do Distrito Federal com a Embrapa, o Sistema Nacional de Aprendizagem Rural e a UnB, pode ensinar Administração Rural a donos de propriedades em regime de economia familiar, e todo o processo de aprendizagem pode ser realizado pela Internet, sem necessidade de encontros presenciais nem remessa de material pelo correio. O GDF também pode desenvolver ferramentas de ensino acompanhadas de “pen drive” ou CD-ROM interativo que contenham recursos de textos, imagens, sons e vídeos referentes ao conteúdo e explicações dos cursos.
É uma questão de vontade política do Governo.
Cruzeiro-DF, 15 de setembro de 2019
SALIN SIDDARTHA

A rainha, as cigarras, o canto e o sexo escandaloso no Plano Piloto

Quando visitou a 308 Sul, Elizabeth II ficou intrigada com um barulho insuportável. Soube que eram machos desavergonhados atraindo as fêmeas

Joaquim Firmino/Arquivo PúblicoJOAQUIM FIRMINO/ARQUIVO PÚBLICO

Conta-se que quando esteve no Jardim de Infância 308 Sul, em 1968, a jovem rainha Elizabeth II não gostou do que ouviu: uma zoada aguda e ensurdecedora, talvez alguma máquina fora de controle. Com a discrição e quem sabe, o sarcasmo britânico, alguém do cerimonial do Palácio de Buckingham perguntou a alguém do cerimonial brasileiro se era possível desligar o motor infernal. Não se sabe exatamente como foi a reação do brasiliense, mas é provável que não tenha entendido de imediato que barulho candango estaria incomodando os ouvidos reais.

Eram as cigarras que, naquele novembro, cantavam anunciando a chegada das chuvas e, por certo, aproveitavam tão monárquica visita para saudar a rainha. Também não ficou registrado se alguém teve o atrevimento de contar à Sua Majestade a verdadeira razão pela qual aqueles insetos cantavam tão desarvoradamente.

– É o macho, Vossa Majestade, que está chamando a fêmea para o acasalamento, o constrangido súdito deve ter dito à rainha Elizabeth, com o olhar levemente inclinado para o chão e um certo rubor britânico, se é que os britânicos têm rubores. Talvez tenha dito apenas para o príncipe Philip que se encarregou de transmitir a indecente informação à sua mulher. Como quem é rainha nunca perde a majestade, Elizabeth manteve o sorriso e a altivez que o mundo acompanha há 67 anos. Talvez, quem sabe, naquela noite, na suíte presidencial onde o casal ficou hospedado no Hotel Nacional tenham ecoado gritos de êxtase. Viagens costumam ser excitantes, ainda mais sob tão extravagante inspiração.

Há quem diga que as cigarras andam sumidas. O engenheiro florestal Manoel Cláudio, autor de dois guias de árvores do cerrado, brinca: “É o calor!”. Cadê as cigarras? Os brasilienses se perguntam a cada novo setembro. Ainda é cedo para dizer que neste ano elas não virão. O período de acasalamento tão escandaloso vai até novembro, para desespero de certos síndicos e vizinhos pudicos que tentam silenciar o sexo um pouco mais barulhento.

Ficarão um pouco mais tranquilos se souberem quão trágico e fugaz é o amor entre as cigarras. Elas passam a vida enterradas no chão e só saem quando o tempo esquenta. Emergem da escuridão com um projeto específico e vital: o sexo. Irrompem da casca, soltam as asas, gritam, gritam, gritam, acasalam-se, põem ovos e morrem. A gritaria chega a atingir mais de 120 decibéis (um concerto de rock alcança 110 decibéis, a decolagem de um avião a jato, 120).

Fonte: Metropoles

Ex-Administrador do Park Way Joffre Nascimento faz nota em desabafo de despedida

Resultado de imagem para José Joffre Nascimento

Tchau! Até mais.

Sempre temos hora para chegar, nunca para sair. Às vezes saímos sem pressa, sem querer deixar a boa prosa, o bom café, as boas companhias. Outras, saímos apressados, sem se despedir ou com muita vontade de cair fora.
Não foram esses os motivos da minha saída da Administração Regional do Park Way. Todos sabem, inclusive minha mãe, minha esposa e meus filhos. Em todos, o sentimento consciente que trabalhei com dedicação, honestidade, determinação, espírito colaborativo, cooperativo, comunitário e público.
Nada mais além da obrigação moral e ética profissional que qualquer pessoa, na função pública deve ter. Isso não são méritos.
Minha exoneração não se deu por motivos de ineficiência, desrespeito e amoralidade na minha função pública, tampouco de intolerância, injustiça e incompatibilidade político-ideológico com o Senhor Governador.
Sabemos todos que a exoneração se deu por motivos torpes, carregados das essências que fazem aflorar a inveja, o egoísmo e a maledicência. Quando isso acontece no meio público qualquer biópsia pode constatar a existência do câncer que desfigura políticos em seus papéis de agentes do bem público, torna-os desrespeitosos para com os bens públicos, aflora a ignorância por ações legais e apresenta reações aéticas na relação com o público e seus superiores hierárquicos.
O Park Way, a XXIV Região Administrativa, que 75% dos seus eleitores votaram no Governador Ibaneis- quantidade de votos muito superior a de muitos deputados distritais – há de sobreviver aos ataques distritais, mesquinhos e insalubres, nos seus valores que tanto defendemos: legalidade, qualidade de vida, meio ambiente, ecologia, segurança, mobilidade e, fundamentalmente, combate aos invasores e grileiros, estes, companheiros inseparáveis de políticos rasteiros.
Moradores do Park Way e da Vargem Bonita, meus vizinhos e amigos, ex-colegas da Administração (lamentavelmente todos afastados por sua lealdade, pela interatividade com a comunidade e espírito público, apolítico e apartidário), o momento é de agradecimento pelo apoio recebido do início até o ultimo minuto da minha administração, pois o #FICA JOFFRE teve mais de 12 mil apoios, mais do que o dobro que muitos deputados conseguiram em suas eleições.
O Governador viu, entendeu e acatou a espontânea manifestação dos moradores do Park Way, única RA a apresentar apenas um nome e que vinha da administração passada. Obrigado Governador, gratidão aos vizinhos e amigos.
Desnecessário falar sobre realizações, pois acima delas, canta mais forte a verdade. É ela, a verdade, que representa minha comunidade e vizinhos, suas casas, nossos córregos, condomínios, bosques, conjuntos, nossas árvores, quadras, a fauna, praças e nossas fontes.
Essa verdade exige que levantemos barricadas de cidadania para defendermos, com unhas e dentes, a qualidade de vida que buscamos, desfrutamos e da qual não abrimos mão, sejam quais forem os inimigos: funcionários públicos de momento, invasores, posseiros e grileiros, estejam ou não acobertados e liderados por falsos moralistas públicos, momentaneamente travestidos de deputados distritais.
Tchau, até mais!
José Joffre Nascimento

Fonte: http://egnews.com.br

As mentiras da mídia estão causando efeitos psicológicos nos policiais

                                       

O canal Terça Livre, entrevistou, no sábado (7/9), a psicóloga Cris Godoy. Filha e parente de policiais militares, ela explicou os efeitos psicológicos que as mentiras da mídia causam nos policiais militares, que são tratados como bandidos pelos militantes e ativistas de esquerda.

Segundo o canal, esses fomentadores dessas mentiras ocupam redações da mídia e se apresentam como jornalistas, fazendo com que não só o povo seja engando, mas também os membros da Polícia Militar, que acabam precisando recorrer a tratamentos psicológicos muitas vezes, tanto pelas pressões do exercício da função, quanto pelo efeito das mentiras da mídia na sociedade, que passa a recriminá-los também.

Cris Godoy é psicóloga clínica da linhagem freudiana, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em psico-oncologia pela Fundação Antônio Prudente e Especialização em Psicopatologia e Saúde Pública pela USP, atua há 14 anos, é palestrante sobre prevenção de suicídio de policiais e desenvolve um trabalho junto à Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP).

O vídeo acima apresenta uma entrevista com a psicóloga, contando como é o trabalho que desenvolve com os policiais, quais pressões eles sofrem.

Fonte:

A evolução para uma ruralidade moderna no Distrito Federal

Por: Salin Siddartha

A população rural do Distrito Federal ainda está distante dos benefícios da Internet, pois somente 22,6% dela têm acesso a esse serviço. Os empresários rurais necessitam investir em tecnologias da informação para tomar decisões em nível crítico de gestão; diante dessa premência, é importante identificar quais são as atividades que estão utilizando a tecnologia da informação na gestão das empresas rurais em Brasília.

Uma agricultura de precisão pode racionalizar o sistema de produção agrícola moderno e o emprego de agroquímicos, reduzindo os custos, minimizando impactos ambientais e melhorando a qualidade dos produtos agrícolas. O comércio eletrônico possibilita a compra e a venda de produtos e insumos agropecuários, além de disponibilizar informações que cobrem amplas atividades agropecuárias.

Apesar da importância de que se avoluma a informatização, apenas uma minoria dos administradores rurais utiliza a tecnologia da informação para a gestão eficiente de dados; entretanto pode-se aplicar a tecnologia da informação ao empresário do campo, capacitando e atualizando tecnologicamente os administradores e gerentes daquelas empresas, bem como amenizando fatores sobre os quais os produtores não têm controle, como a dependência das condições climáticas para produzir. Desse modo,

o uso correto da informática pode oferecer ao agronegócio recursos tais como o diagnóstico de doenças em plantas ou animais a partir de informações prestadas pelo agricultor, além de cursos de treinamento a distância.

Por outro lado, e lamentavelmente, os usuários rurais internautas também são desconhecidos do Governo do Distrito Federal, que pouco ou nada tem feito no sentido de interagir administrativamente e pedagogicamente para pôr em andamento uma nova forma de gestão do negócio agropecuário e para conscientizar o produtor rural sobre as ferramentas que podem estar em suas mãos, a fim de otimizar o processo produtivo. Destarte, a palavra de ordem em pauta deve ser o substantivo QUALIFICAÇÃO.

Muitas empresas do segmento agrícola não possuem técnicas de gerenciamento hábil devido à falta de qualificação do empresariado rural. Quando essas aziendas passam a utilizar um sistema de informação, elas organizam-se e determinam-se a um sistema de trabalho bem definido.

Precisa-se reestruturar ruralmente o DF, evoluindo para uma ruralidade agrária moderna, com empresa familiar, mas capaz de articular estratégias pluriativas, concretizando-se na mobilização e sensibilização dos produtores e da comunidade de que fazem parte, priorizando problemas, potencialidades e construção participativa das soluções. De fato, o incremento de políticas comunitárias para o desenvolvimento rural ajudará a operacionalização de programas e iniciativas positivas da comunidade.

Uma estratégia de desenvolvimento rural há de orientar um modelo de agricultura sustentável com múltiplas funções, assim como proteger o patrimônio ecológico por intermédio de medidas agroambientais concentradas em cinco eixos: água, solo, riscos naturais, biodiversidade e paisagem. À vista dessas providências, dez pontos devem ser destacados: extensão da produção agrária, as variáveis nativas de espécies vegetais, técnicas ambientais de racionalização de produtos químicos, luta contra erosão em meios frágeis, proteção da fauna e flora, economia de água fluvial, fomento da intensificação da produção, proteção de paisagem, prevenção contra incêndios e gestão integrada das explorações pecuárias.

Uma política de desenvolvimento rural deve concentrar-se na melhoria da paisagem e do ambiente rural, na promoção da qualidade de vida na zona rural e na diversificação da sua economia. A área rural do DF pede infraestrutura, amparo à saúde, melhorias na educação, emprego, saneamento rural e melhor e maior articulação do campo com a cidade – uma das maiores necessidades continua a ser o aperfeiçoamento do crédito rural para aumentar a produção.

O tamanho da população camponesa brasiliense é uma razão suficiente para um programa de desenvolvimento que amenize ou inverta o viés urbano-industrial; porém a elevação da pobreza no campo mostra a falta de investimento público na agricultura. Tem-se de estimular os programas destinados a famílias da área rural com renda “per capita” abaixo de um salário mínimo, criar agroindústrias e prestar assessoria para que as famílias obtenham financiamentos, desenvolvam a produção e comercializem o produto final. Após a instalação das pequenas agroindústrias, o GDF tem de fornecer treinamento para os agricultores e possibilitar a aquisição de insumos, embalagens e demais itens para a apresentação comercial e o “marketing” do produto.

Em suma, tem-se de proporcionar os meios para um avanço que possibilite a instauração de uma nova mentalidade e funcionamento das forças produtivas do campo no rumo de uma ruralidade moderna, adaptando-a e inserindo-a em um controle socioeconômico compatível com a realidade pós-moderna mundial, suprindo as exigências que o mercado externo apresenta,mas que o mercado interno e local ainda não o faz.

Cruzeiro-DF, 7 de setembro de 2019

Fonte: Jornal Info Cruzeiro

ARAS, O MPF E A PLEBE RUDE: POR QUE O MPF É A RAINHA DO GOVERNO?

Resultado de imagem para PGRpor Alessandro Loiola

Em uma rápida entrevista veiculada em 03/09/2019, o Presidente Jair Bolsonaro propôs um enigma para os jornalistas: se o governo fosse um jogo de xadrez, Moro seria uma torre; Guedes seria um cavalo; e ele seria o rei. “E quem seria a rainha?”, questionou o presidente. Os jornalistas titubearam. JB fuzilou: a PGR.

A Procuradoria Geral da República é a rainha do tabuleiro.

Quer entender por que? Garanto que assim que você abrir os olhos, irá sacar o motivo de toda a nova balbúrdia que está ocorrendo – e porque estão tentando detonar o Sr. Aras pesadamente e a todo custo. E não é por causa do risco de retor o ao voto impresso ou coisa parecida, não. O buraco é muito mais fundo e poderoso que isto.

É o seguinte:

Desde os tempos da corrida do ouro nas Minas Gerais no Brasil colônia, a mineração sempre teve uma relação estreita com nossa economia. Atualmente, esta atividade responde por 4% do PIB, explorando mais de 55 metais, gerando 180 mil empregos diretos e 2,2 milhões de empregos indiretos. Se expandirmos o contexto, a participação da mineração no PIB chega a 26%, uma vez que os bens minerais são utilizados como matéria prima pelas indústrias de metalurgia, siderurgia, fertilizantes, cimento, construção civil e petroquímica.

Possuímos a 6ª maior reserva de Ferro do mundo e somos o 2º maior produtor deste minério no planeta. Os principais Estados produtores incluem Minas Gerais (71%) e Pará (26%).

Possuímos 1% das reservas mundiais de Manganês e somos o 2º maior produtor mundial deste minério. Os principais estados produtores incluem Pará, Amapá, Minas Gerais e Bahia.

Possuímos 7,8% das reservas mundiais de Alumínio e ocupamos o 3º lugar na produção mundial. Mais de 90% de nossas reservas de alumínio estão localizadas na região Norte, mais precisamente no Estado do Pará.

Possuímos cerca de 11% das reservas mundiais de Estanho, ocupando a 6ª posição mundial em sua produção. Os principais estados produtores estão na Amazônica, especialmente em Rondônia.

Para finalizar, é impossível não citar as duas vedetes do momento: o Nióbio e a Grafita. Há alguns anos, o Brasil se tornou o principal produtor mundial de Nióbio e o terceiro exportador global de Grafita.

Possuímos 98% da disponibilidade de Nióbio do planeta, especialmente nos estados de Minas Gerais e Goiás, e este minério já é o 4º mais exportado pelo país, perdendo apenas para o ferro, a bauxita e o manganês.

O Nióbio é fundamental na fabricação de máquinas e equipamentos de alta tecnologia, como turbinas de aviões, aparelhos para diagnóstico médico como os de ressonância magnética e supercomputadores. A exploração de Nióbio no Brasil está praticamente nas mãos duas empresas apenas: a CBMM (controlada pelo grupo Moreira Salles, os mesmos fundadores do banco Unibanco) e a Mineração Catalão de Goiás (controlada pela britânica Anglo American, que só possui produção de nióbio no Brasil).

A Grafita, por sua vez, é o material a partir do qual é produzido o Grafeno. Entenda agora, neste instante: o Grafeno é considerado um dos materiais mais fortes, mais leves e mais finos (tem a espessura de 1 único átomo) já desenvolvidos pela humanidade. Excelente condutor de calor e eletricidade, é TÃO REVOLUCIONÁRIO quanto o plástico e o silício! Tão revolucionário que o prêmio Nobel de Física de 2010 foi atribuído a Andre Geim e a Konstantin Noselov, da Universidade de Manchester, por suas experiências inovadoras com relação ao Grafeno.

As apostas são de que o Grafeno substituirá o silício na composição de chips, além de permitir a fabricação de telas incrivelmente finas, maleáveis e resistentes, entre muitas outras aplicações. A Samsung já tem 407 patentes relacionadas a ele; a IBM, quase 150.

Segundo Quentin Tannock, presidente da CambridgeIP, consultoria britânica em novas tecnologias, “A produção de grafeno de qualidade em larga escala é um desafio, mas trará retornos financeiros substanciais, principalmente quando for aplicado em indústrias mais complexas, como a eletrônica, a aeroespacial e a de biotecnologia”. E que retornos: de acordo com um estudo de mercado da DataM Intelligence 4Market Research, projeta-se que o mercado mundial de Grafeno supere R$ 100 BILHÕES até 2025, com um crescimento médio anual de 32%.

Em 2016, a Universidade Presbiteriana Mackenzie inaugurou o primeiro laboratório da América Latina especializado em Grafeno. No mesmo ano, foi lançada a planta piloto de uma fábrica de Grafeno em Minas Gerais. E exatamente hoje, 06/09/2019, o próprio Konstantin Noselov desembarcou no Rio de Janeiro para conferir de perto as pesquisas que estão sendo desenvolvidas com Grafeno no Campus de Inovação e Metrologia do Inmetro. O subsolo brasileiro é riquíssimo e parece possuir reservas mais do que generosas para a produção de Grafeno.

Então imagine que, ainda que as minas ocupem APENAS 0,5% do território brasileiro, a mineração gera um superávit anual superior a 80 bilhões de reais para nossa balança comercial.

Somos considerados o 6º país mais rico do mundo em reservas minerais – uma “poupança” estimada em mais ou menos 100 TRILHÕES DE REAIS!

Entretanto, não conseguimos acessar isso. Somos um pobre país rico – não estamos sequer entre os 5 países “Mais Mineradores do Mundo” (a saber: África do Sul, Rússia, Austrália, Ucrânia e Guiné Bissau). Por que? A resposta para nossa miséria tem apenas 3 letras: MPF.

O Ministério Público Federal (MPF), aparelhado e doutrinado dos pés à cabeça pela imoralidade petista, há DÉCADAS vem trabalhando ativamente na demarcação de terras indígenas, rejeitando medidas que flexibilizam o Código Florestal para exploração sustentável do subsolo, intensificando ações que punem a prosperidade, engessando os proprietários de terra com regras que vilanizam o desenvolvimento (mesmo quando causam dano mínimo e reversível à natureza), e incentivando todo tipo de políticas públicas que embaraçam o acesso aos recursos minerais do país.

Mudar a cabeça, o cérebro, do MPF é uma jogada de mestre. Ele é a rainha do jogo! Por meio dela, todas as desgraceiras socialistas-comunistas citadas no parágrafo acima podem ser revertidas, derrubadas, e impedidas de nos impedir. O resultado desta mudança de paradigma será uma prosperidade como jamais vimos neste país. Mas tudo depende de termos uma Rainha com o mesmo peso, a mesma vontade e o mesmo objetivo do Rei.

O Rei está tentando, está tentando com todas as forças e formas de paciência que conhece. Mas a plebe NÃO ENTENDE!

A plebe é rude, volátil, impaciente, infantil, emocionalmente irascível e teimosamente burra: ELA NÃO ENTENDE!

Ela ataca a mera possibilidade de mudança movida por narrativas plantadas para mantê-la na lama – e ELA NÃO ENTENDE.

Apesar de todos os resultados positivos do Rei até aqui, a despeito de todo seu empenho, plebe joga as evidências e o conhecimento no lixo, morde o Rei e late para espantar a carruagem que veio não para recolhê-la da rua como cães sarnentos, mas para finalmente oferecer a chance de uma viagem extraordinária! – e ELA NÃO ENTENDE.

Acho que não entende nem se desenharmos para ela.

Como não sei desenhar, eu escrevo. Mas será que a plebe lê?

____
REFERÊNCIAS:

1 – Boletim Informativo do Departamento Nacional de Produção Mineral – Ministério de Minas e Energia – ANO 1 Nº 7 – Julho de 2005.

2 – https://g1.globo.com/especial-publicitario/em-movimento/noticia/2018/12/10/como-a-mineracao-ajuda-a-alavancar-a-economia-brasileira.ghtml

3 – https://envolverde.cartacapital.com.br/mineracao-representa-30-da-balanca-comercial-brasileira/

4 – https://www.sogeografia.com.br/Conteudos/GeografiaEconomica/mineracao/

5 – https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/minerais-metalicos-ocorrencia-e-exploracao-no-brasil.htm

6 – https://canaltech.com.br/ciencia/premio-nobel-da-fisica-vem-ao-brasil-conferir-pesquisas-sobre-grafeno-no-inmetro-148913/

7 – https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2016/03/03/sao-paulo-ganha-primeiro-laboratorio-de-grafeno-da-america-latina/

8 – https://exame.abril.com.br/revista-exame/com-o-grafeno-o-brasil-briga-pela-ponta/

9 – https://www.worldatlas.com/articles/countries-with-the-most-natural-resources.html

10 – https://hydralok.net/top-five-mining-countries-in-the-world-and-their-gdp/

11 – http://www.mpf.mp.br/atuacao-tematica/ccr6/documentos-e-publicacoes/manual-de-atuacao/manual-de-jurisprudencia-dos-direitos-indigenas.pdf

12 – http://www.mpf.mp.br/pgr/noticias-pgr/mpf-defende-rejeicao-de-medidas-que-fragilizam-o-codigo-florestal

Fonte: EG NEWS 

Hoje Eu vi…

Por: Aguiar Júnior

Vi um jovem presidente de 64 Anos (ou seria um menino de Um Ano e Um Dia?) quebrar TODOS os protocolos na Festa da Independencia do BRASIL;

Resultado de imagem para bolsonaro no desfile de 7 de setembro

Vi o que talvez, entre todos os chefes de Estado da história de nosso país (Monarquia e República), apenas o Presidente BOLSONARO e Dom PEDRO I, o fundador da Pátria Brasileira, pudessem ter feito junto aos seus queridos POVOS;

Vi mandar parar o ‘Carro Aberto’, onde já estava o valente Carlos Bolsonaro, e chamar para o Desfile Oficial um orgulhoso garoto, que a partir daquele instante passou a representar todos os nossos filhos e filhas das FAMÍLIAS patriotas do BRASIL;

Vi (e ouvi !) o Povo Brasileiro no Dia da PÁTRIA gritar: “BOLSONARO, cadê você, eu vim aqui só pra te ver”;

Vi na TV (e ouvi !) a multidão em Brasília GRITAR: “Mito… Mito… Mito…”;

Vi a ALEGRIA nos semblantes das autoridades e dos convidados, entre eles o General Augusto Heleno, braço forte e mão amiga do Presidente BOLSONARO;

Vi os acenos FELIZES para a multidão feitos por Ministros do Governo Federal, o principal deles sendo o Super Ministro Sérgio Moro, que NÃO pareceu em nenhum momento estar chateado ou desvinculando-se do Governo do NOVO BRASIL;

Resultado de imagem para bolsonaro e moro no desfile de 7 de setembro

Vi, ainda, o Presidente BOLSONARO colocar o braço nos ombros de Sérgio Moro, demonstrando a afeição e o apoio ao trabalho realizado na pasta da Justiça e da Segurança Pública, o que já salvou em oito meses e sete dias a vida de mais de seis mil brasileiros, NÃO atingidos pela violência que está sendo radicalmente combatida por este Governo do BRASIL;

Desfile de 7 de Setembro

Vi o Presidente, querido por nosso povo, pegar o bastão da Banda de Música dos Dragões da Independência e reger FELICÍSSIMO o Hino da Independência;

Vi empresários (Sílvio Santos e Luciano Hang da HAVAN), religiosos (Edir Macedo e um Bispo Católico) e Militares (General Mourão e General Ramos), além da gente simples do povo, ficar ao lado do Presidente BOLSONARO com o semblante de satisfação de ver que o BRASIL está mudando;

Vi a Primeira Dama Michele Bolsonaro e os filhos do presidente representar no palanque oficial a FAMÍLIA Presidencial daquele que tanto defende as FAMÍLIAS de TODOS nós brasileiros;

Resultado de imagem para bandeira do brasil bolsonaro no desfile de 7 de setembro

Vi, confesso que vi, neste 07-SET de 2019 uma PÁTRIA FELIZ.

Ass.: Aguiar Júnior, um brasileiro patriota.

🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷
BRASIL acima de tudo.
DEUS acima de todos.
🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻🙏🏻

Fonte: EG NEWS