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segunda-feira, outubro 14, 2019

Atropelada em 42s, Jéssica Bate-Estaca perde o título para Weili Zhang no UFC Shenzhen

Durou pouco o reinado de Jéssica Bate-Estaca no peso-palha (até 52kg) do Ultimate. Neste sábado, na luta principal do UFC Shenzhen, a brasileira foi atropelada por Weili Zhang e perdeu por nocaute técnico em apenas 42 segundos de combate. A chinesa é a primeira lutadora da história do país a ser campeã da organização e alcançou sua 20ª vitória consecutiva, sendo a quarta na companhia.

Melhores Momentos da luta entre Jéssica Bate-Estaca x Weili Zhang no UFC Shenzhen

Melhores Momentos da luta entre Jéssica Bate-Estaca x Weili Zhang no UFC Shenzhen

– Muito obrigada, estou muito orgulhosa de ser chinesa. Quero muito agradecer ao meu país. Da última vez que estive aqui eu me comprometi a ser a primeira campeã chinesa do UFC e agora eu consegui – afirmou Zhang.

Jéssica, que vinha de quatro vitórias seguidas, sendo a última em maio deste ano, quando ganhou o cinturão de Rose Namajunas, mostrou tranquilidade no octógono e pediu revanche.

– Estou muito feliz por estar na China, sei exatamente o que ela está passando porque foi a mesma sensação que eu tive quando eu lutei e ganhei no Brasil. Não lutei como queria hoje, mas ficaria muito feliz se ela me desse a revanche. Pode ser na China, no Brasil, nos EUA, que vou estar muito feliz. Cada luta é uma luta, esse é meu estilo, infelizmente não foi meu dia, eu sei que está na mão de Deus e ele sabe das coisas – declarou.

Weili Zhang precisou de apenas 42s para nocautear Jéssica Bate-Estaca na luta principal do UFC Shenzhen — Foto: Getty Images

A luta

Não teve tempo de estudo. As duas foram para a trocação franca logo no início, e Zhang foi quem encaixou os golpes com mais precisão. Um deles fez Jéssica balançar e buscar o clinche. A chinesa não deu tempo para a campeã respirar, trabalhou joelhadas duras e fez a brasileira recuar. A desafiante foi para cima disparando socos, fez Bate-Estaca cair e só parou na interrupção do árbitro central decretando seu título.

Fonte: Combate

Comitiva Brasileira é recebida por Trump na Casa Branca

Casa Branca divulgou imagens de Trump e comitiva do governo brasileiro Foto: Divulgação/ Casa Branca

Neste sábado (31), a Casa Branca divulgou imagens do encontro de Donald Trump com a comitiva enviada pelo governo brasileiro. As fotos mostraram o encontro com o ministro Ernesto Araújo e o deputado e filho de Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro.

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, também compareceu à reunião. Segundo Araújo, a conversa no Salão Oval durou cerca de meia hora.

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O assessor internacional do Planalto, Filipe Martins, esteve entre o grupo que, discutiu assuntos como a questão do combate aos incêndios na região amazônica. Os representantes brasileiros afirmaram que a visita foi “simbólica”, a fim de demonstrar que os dois países estão em sintonia.

O encontro não foi registrado na agenda oficial de Trump e não foi aberto à imprensa. Durante a saída, os brasileiros não deram muitas declarações. Eduardo afirmou apenas que o presidente americano apoia sua indicação ao cargo de embaixador do Brasil nos EUA.

A comitiva brasileira viajou para Washington num avião da FAB. Eles ficaram pouco mais de duas horas na residência de Trump. Segundo o ministro Araújo, não aconteceram outras reuniões durante o período em que eles estiveram no local. O genro e assessor de Trump, Jared Kushner, e assessores do conselheiro de Segurança Nacional, bem como John Bolton, participaram.

Fonte: EG NEWS com informações do Pleno.News

Paraquedista na corda bamba: a instabilidade dos militares no governo

Em oito meses de gestão, foram necessários 12 rearranjos para tentar superar desentendimentos de Bolsonaro com a ala verde-oliva

Andre Borges/Especial para o MetrópolesANDRE BORGES/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

ARTE METRÓPOLESArte Metrópoles

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) sofreu perdas e afrouxamento de laços desde o início do seu mandato, em janeiro deste ano. Apesar das desavenças com as bancadas que inicialmente prestaram apoio à sua ascensão como chefe do Executivo nacional, conseguiu encontrar equilíbrio e manter as relações estáveis. A exceção foi com a ala militar, que passou por uma intensa troca de farpas com o governo, sendo necessário mudar comandos e exonerar ministros.

No início do mandato, oito indicados ao primeiro e segundo escalões eram militares. Em oito meses de gestão, o número se manteve, mas foram necessários 12 remanejamentos nos cargos para equilibrar a briga entre as alas. Do total de rearranjos, seis tiveram relação direta com falas desferidas por Olavo. Destes, dois eram ministros, como o ex-secretário de Governo Santos Cruz (general) e o ex-ministro da Educação Ricardo Vélez (professor e olavista). As intrigas se alastraram até a exoneração de ambos.

As alfinetadas entre militares e olavistas tiveram seu auge em abril, quando o escritor postou um vídeo nas redes sociais criticando ferozmente o núcleo militar. O próprio Bolsonaro e seus três filhos chegaram a compartilhar o depoimento, mas o excluíram horas depois, devido à polêmica gerada. No mesmo dia, o porta-voz da presidência, Otávio Rêgo Barros – um general que acaba de passar para a reserva –, disse que as afirmações do filósofo “não contribuem” para o bom andamento do governo.

Primeiro escalão
Os únicos cargos ocupados por militares que não afetados do primeiro escalão foram o do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), com o ministro e general Augusto Heleno; o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, chefiado pelo tenente-coronel Marcos Pontes; o Ministério da Defesa, liderado pelo general Fernando Azevedo e Silva; e o Ministério de Minas e Energia, comandado pelo almirante de esquadra Bento Albuquerque. Além desses, o ex-capitão do exército Wagner Rosário se manteve estável à frente da Controladoria-Geral da União (CGU).

No alto escalão, a primeira desavença com os militares foi a demissão do ex-secretário-geral da Presidência Gustavo Bebianno. O ex-presidente do PSL foi exonerado devido a acusações de uso de candidatas “laranjas” durante período eleitoral, em 2018. A ala militar tentou segurar o ministro no cargo. O general Heleno e o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, realizaram reunião emergencial de portas fechadas com Bolsonaro quando seu filho Carlos expôs Bebianno nas redes sociais. Porém o nome do ex-ministro já estava fritado e as influências do exército não foram suficientes.

No âmbito do Ministério da Educação, funcionários da pasta próximos a Olavo foram exonerados, o que complicou a permanência do então ministro, Ricardo Vélez. Ele foi protegido pela ala militar até soltar comentários contra o período ditatorial, perdendo total apoio interno, sendo exonerado do cargo.

Os militares pressionaram Bolsonaro para nomear o tenente brigadeiro Ricardo Machado Vieira, mas o presidente optou pelo também professor Abraham Weitraub. Já o secretário-executivo da pasta, Luiz Antonio Tozi, foi demitido por enfrentar a ala olavista. No lugar, foi colocado o tenente-brigadeiro Ricardo Vieira, posto pela ala militar em pressão contra Vélez.

Segundo escalão

No segundo escalão do governo estão os presidentes e diretores de órgãos e autarquias que foram remanejados dos cargos. No início do mandato, assumiu os Correios o general da reserva Juarez Aparecido, que foi trocado por Floriano Peixoto após acusações de ser “sindicalista”.

Na Fundação Nacional do ìndio (Funai), assumiu inicialmente o general Franklimberg de Freitas, que trocou farpas com a bancada ruralista – apoiadora de Bolsonaro. Para não perder influência no Congresso, o presidente exonerou o militar.

Entre as recentes trocas está a indicação do general Luiz Pereira Gomes para o comando da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). No mesmo período, o oficial da Força Aérea Brasileira Darcton Policarpo Damião assumiu cadeira no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em uma tentativa de reaproximação com os militares. Igualmente ocorreu com o coronel Homero Cerqueira, que tomou posse no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), após Adalberto Eberhard ser demitido pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

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Fonte: Metropoles

Governador Ibaneis Rocha ainda procurando solução para sanar folha de pagamento após decisão do TCU

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“O TCU não serve para nada’, diz Ibaneis após decisão que restringe recursos do GDF”
Por: Eugênio Piedade

Com a chegada de Ibaneis Rocha, Brasília está mudando para melhor, ele como excelente advogado e profundo conhecedor de leis, tenta desentranhar a burocracia que impede o desenvolvimento da cidade, mais a tarefa parece ser difícil por conta do desinteresse dos órgãos controladores das contas públicas.

O corte proibiu o Executivo local de usar o Fundo Constitucional para pagar benefícios a aposentados e pensionistas da Saúde e Educação.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) fez duras críticas ao Tribunal de Contas da União (TCU) em agenda pública quinta-feira (15), em Brasília. Segundo o governador, o TCU “é um órgão que, na minha visão, […] não serve para nada. A não ser para atrapalhar a vida de governos e de governantes”.

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Após o desabafo do Governador de Brasília Ibaneis Rocha sobre os desmandos, poder e a falta de interesse pelo crescimento do DF por parte dos Conselheiros do Tribunal de Contas da União, peguei-me a analisar e pensar: Gastam bilhões e bilhões com esses órgãos de controle que só travam!

No caso do TCU a decisão é provisória e deve ser cumprida em 30 dias. Segundo o GDF, a medida pode implicar na suspensão do pagamento dos benefícios desses servidores inativos. O Executivo local também disse que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

E no caso do DF? O que faz com que Deputados com suas carreiras em grande ascensão e com imensa possibilidade de vôos bem mais altos largarem de repente seus mandatos, traírem seus eleitores que não mediram esforços para ver seu parlamentar brigando e fazendo leis sentados em uma cadeira na Câmara Distrital ou Federal e optarem pelo cargo no TCDF?

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Será por ser vitalício, ou pelo poder, status ou independência financeira para si e seus dependentes? Todos nós sabemos que temos que mudar muitas coisas e leis em nosso país, as discrepâncias entre classes é tamanha, onde poucos ganhando muito e muitos quase nada!

Ainda no caso do DF, o que ocorre em relação às análises de prestação de contas de gestores da nossa cidade, somos todos sabedores de várias irregularidades existentes em seus mandatos e sempre suas contas são aprovadas ou tem suas contas aprovadas com ressalvas que, logo em seguida, aprovadas definitivamente.

Passam gestão e gestão, e fica a mesma coisa, governadores que entram sempre pegam a cidade um caos financeiramente, arrocham o povo com a falta de serviços públicos e os empresários com adiamento de recebimento de serviços prestados para que não ultrapassem a Lei de Responsabilidade Fiscal. QUEM SOFRE COM TUDO ISSO É SEMPRE A POPULAÇÃO.

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Empresas fechando por conta da falta de pagamento do Estado por serviços prestados e não recebidos, funcionários públicos sem receberem ou com seus salários atrasados, restaurantes comunitários que atendem a população mais carentes constantemente fechados por falta de pagamento (alimento) a seus contratados por seus serviços prestados e o povo com a falta de atendimento de qualidade nos serviços públicos, cidades mau cuidadas e tendo a frente gestores sem competência ou qualquer experiencia em administração.

Acreditamos na ordem e celeridade da gestão do Governador Ibaneis que não fica calado quando vê instituições de órgãos de controle querendo atrapalhar o desenvolvimento do Distrito Federal.

Os brasilienses esperam que os novos conselheiros indicados pelo governador Ibaneis Rocha e outros pela CLDF, que comporão os quadros do TCDF sejam mais atuantes em prol da população, seguindo um grande exemplo do Conselheiro Manoel de Andrade, que foi o único que reprovou as contas do ex-governador Rodrigo Rollemberg por ter descumprido a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

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Entre 2018, o ex-Governador Rollemberg reincidiu em sete das 12 ressalvas feitas em relação às contas de 2017, restando três atendidas e duas parcialmente atendidas.

No ano passado, o Executivo trabalhou com um orçamento global de R$ 45,3 bilhões. No entanto, as despesas verificadas somaram R$ 37,3 bilhões (0,2% a mais que em 2017), já as receitas ficaram em R$ 37,1 bilhões (0,6% a mais que em 2017).

Governador, Senadores, Deputados Federais, Distritais e políticos, lutemos pela população do Distrito Federal  tenho certeza e com fé em Deus faremos uma cidade melhor para nossos filhos e netos.

Fonte: EG NEWS

Hospital de Cristalina recebe equipamentos e mobiliários.

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ENTREGA DE MAIS EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS PARA O HOSPITAL ATESTAM COMPROMISSO DA ADMINISTRAÇÃO COM A SAÚDE DO CRISTALINENSE

Se na semana passada já foram entregues câmaras de vacina para todas as unidades básicas e órgãos da saúde, hoje foi a vez do Hospital Municipal Chaud Salles receber mais equipamentos e mobiliários que, somados os valores, chegam a R$ 486 mil.

O prefeito Daniel do Sindicato e a secretária Leila Sabadin comandaram a entrega, que vai levar mais dignidade aos pacientes do Hospital Municipal Chaud Salles e vai oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais que diariamente fazem a saúde do município caminhar na contramão da maioria das cidades brasileiras, que não estão conseguindo arcar com grande parte dos compromissos.

As notícias sobre os benefícios que chegam para a saúde em Cristalina se tornaram costumeiras. São ambulâncias e outros veículos, aparelhos de raio x e ultrassonografia de última geração, banco de sangue, centro de fisioterapia, nova sede da farmácia básica, novas UBSs, ala pediátrica, especialistas de diversas áreas, médicos e dentistas em todos os postos da cidade, do São Bartolomeu, de Campos Lindos, além de Centro Odontológico em pleno funcionamento, atendimento nos assentamentos, doação de gabinete odontológico para a Apae, campanhas de vacinação com responsabilidade e muito mais.

O prefeito Daniel, que aplica os recursos com rigor e trabalha diuturnamente na busca de melhorias para a saúde, não cansa de agradecer a todos os funcionários, sem exceção, porque os mesmos fazem uma saúde cada vez mais humanizada e solidária para levar qualidade ao atendimento clínico, principalmente aos que mais necessitam. “Meu muito obrigado a todas as pessoas que estão ajudando a mudar a história da saúde em Cristalina, trabalhando com responsabilidade, amor e dedicação. Estamos avançando porque temos vocês ao nosso lado”, agradeceu Daniel, que nesta semana assinou ordem de serviço para o início da reforma e ampliação do hospital.

A secretária Leila também expressou sua gratidão ao trabalho da equipe e falou que a realidade em Cristalina é bem diferente da maioria dos municípios brasileiros. “É só gratidão, pois em um momento em que o Brasil encontra-se com total dificuldade, nós ainda conseguimos entregar e fazer mais pela saúde da nossa população. Obrigada a todos”, falou Leila.

Fonte: Assessoria de Cristalina

BRDE – Investimentos viabilizados no primeiro semestre atingem R$ 1,4 bilhão, maior da história

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Investimentos viabilizados pelo BRDE no primeiro semestre atingem R$ 1,4 bilhão

Banco de desenvolvimento apura o maior resultado

registrado em um primeiro semestre de sua história.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE encerrou o primeiro semestre deste ano com R$ 1,1 bilhão em operações de crédito contratadas. O montante representa um crescimento de 35,1% em comparação com igual período do ano anterior. Somados às contrapartidas dos próprios empreendedores, os financiamentos viabilizaram R$ 1,4 bilhão em investimentos na Região Sul e foram responsáveis pela manutenção e geração de mais de 20 mil postos de trabalho e o incremento de R$ 162 milhões/ano em impostos para os Estados da Região.

O lucro líquido apurado pelo BRDE no primeiro semestre de 2019 foi de R$ 109,6 milhões, o que representa um incremento de 66,7% em relação a igual período do ano anterior. Este é o melhor desempenho do primeiro semestre na história do banco.

O diretor-presidente da instituição, Marcelo Haendchen Dutra, explica que o desempenho foi favoravelmente impactado pela melhoria significativa da carteira. “O resultado reflete principalmente a redução da provisão para operações de crédito, um recuo de 44,4% no período, comparado ao mesmo período do ano passado”, explica.

Outro fator relevante para o resultado semestral recorde foi a redução do índice de inadimplência (a partir de 90 dias), passando de 2,84% no primeiro semestre de 2018 para 0,88% ao fim de junho de 2019. O percentual alcançado pelo BRDE é inferior ao apresentado pelo conjunto de bancos públicos (2,7%) e inferior ao de todo o Sistema Financeiro Nacional – SFN, com 2,93%.  “Hoje, a inadimplência do BRDE é a menor de todo o sistema financeiro, mais uma mostra de que nossa carteira de créditos tem um desempenho muito bom”, afirma Haendchen.

Neste período, o BRDE renegociou 91 contratos com empresas com baixo grau de liquidez no curto prazo, mas avaliadas como viáveis no médio e longo prazo. O montante contratado atingiu R$ 105,1 milhões, permitindo a continuidade operacional e a manutenção dos empregos.

FUNDINGS E RECURSOS EXTERNOS – O sistema BNDES segue como a principal fonte de recursos, com 72,4% das operações contratadas no período. Entre todos os agentes financeiros repassadores de recursos do BNDES, o BRDE liderou o ranking na região, e ficou em 6º lugar nacionalmente.

Os recursos próprios ocupam a segunda posição, com 9,9%, FGTS com 4,4%, Fungetur com 3,5%, AFD com 2,7%. Os financiamentos à inovação com recursos da Finep, equivalem a 5,8% do total contratado. De janeiro a junho deste ano, o BRDE manteve a liderança nacional entre os repasses da linha Finep Inovacred.

“O BRDE tem fortalecido sua estratégia de diversificação de fundings, o que tem permitido ao Banco não só uma maior independência do BNDES mas também a oportunidade de ofertar a seus clientes opções de crédito mais diversificadas”, segundo explica o vice-presidente Luiz Corrêa Noronha.

Em maio de 2019, a Comissão de Financiamentos Externos do Ministério da Economia aprovou a carta consulta do BRDE para operação de US$ 125 milhões com o Banco Mundial. Os recursos serão usados para financiar projetos voltados à redução do impacto negativo de eventos climáticos extremos e das consequências da mudança no clima e para a construção de uma maior resiliência dos municípios da região a desastres naturais.

O BRDE também está em negociação com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) uma linha de crédito no montante de até US$ 70 milhões para financiar programas estratégicos na Região Sul.  O BRDE também está em fase de estruturação de um segundo programa com recursos externos, no valor de US$ 100 milhões com o BID.

DESTAQUES OPERACIONAIS –  No fim de junho, a carteira de crédito do Banco somava R$ 13,4 bilhões, distribuídos em 45.535 operações ativas e mais de 34,5 mil clientes. Estes clientes estavam localizados em 89,9% dos municípios do Sul.

O ativo total alcançou R$ 16,8 bilhões. Do saldo de financiamentos, 32% estava concentrado no setor agropecuário, 25% na Indústria, 22,3% no segmento de Comércio e Serviços e 20,7% na Infraestrutura.

No primeiro semestre deste ano, foram registradas 1.086 novas operações de crédito. O BRDE é tradicional financiador do agronegócio da Região Sul. Entre os programas agrícolas do governo federal, liderou os repasses das linhas do BNDES Prodecoop (para desenvolvimento de cooperativas) e PCA (para projetos de armazenagem), mesmo atuando apenas na região Sul.

Do montante de R$ 1,1 bilhão contratados no primeiro semestre, R$ 123,7 milhões referem-se à concessão de crédito ao setor agropecuário.

O diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, destaca ainda a capilaridade do BRDE, que tem conseguido levar os recursos para o pequeno produtor rural. Dos 471 novos contratos do setor, 395 correspondem a financiamentos concedidos a pequenos produtores.

De janeiro a junho deste ano, o segmento da Indústria foi responsável por R$ 352 milhões em contratações em 95 operações, enquanto empresas da área de comércio e serviços realizaram outras 175 operações de crédito, num montante de R$ 386,2 milhões. O setor de infraestrutura foi responsável por R$ 219,9 milhões em contratações, em 345 operações.

 “Também vale a pena destacar o desempenho do Banco por meio do programa BRDE Municípios.  Desde que foi criado até junho deste ano, o BRDE já financiou R$ 485,6 milhões para as prefeituras da região Sul,” destaca Lipski.

Fonte:

Palocci denuncia RBS TV, afiliada da TV GLOBO

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Em delação premiada, o ex-ministro de governos petistas Antônio Palocci afirmou que atuou para que o Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) beneficiasse a RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul. A notícia foi destaque ontem, 30, do Jornal da Record.

Segundo Palocci, teriam sido pagas propinas a conselheiros do CARF para cancelar uma multa da RBS de R$ 500 milhões com a Receita Federal. A multa foi aplicada porque a Receita considerou que uma fusão da RBS com a Telefônica, em 1999, tinha apenas a intenção de sonegar impostos.

Palocci revelou que 12 anos depois, em 2011, quando já era ministro da Casa Civil, no governo Dilma Roussef, recebeu no gabinete o então presidente do Grupo RBS, Nelson Sirotsky, e o diretor da afiliada, Paulo Tonet Camargo. A dupla teria pedido ajuda de Palocci para conseguir o perdão da dívida.

O então ministro afirmou que poderia ajudar, mas que em paralelo, a empresa deveria também procurar os conselheiros para convencê-los. Camargo e Sirotsky teriam se comprometido então a pagar proprina a integrantes do órgão, segundo a delação.

Além dos subornos, o ex-ministro afirmou que começou uma ação governamental para resolver o problema da RBS e sugeriu que a Rede Globo entrasse na questão falando diretamente com Dilma. Depois disso, a presidente teria dado sinal verde para Palocci resolver a questão.

Palocci então procurou o secretário executivo do ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, comunicando que a multa tinha que ser resolvida por tratar-se de uma ordem presidencial. De acordo com ele, graças à atuação do governo e o pagamento da proprina, o Carf perdoou a multa milionário da RBS.

– A contrapartida, segundo Palocci, seria o apoio dos veículo do grupo RBS à Dilma Roussef.

A assessoria da Rede Globo afirma que não tem relação com o caso. Já o Grupo RBS não se pronunciou.

Fonte: Polibio Braga 

Porque o Desenvolvimento do Governo de Bolsonaro não dá manchete

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O escândalo do DNIT foi um dos casos de corrupção mais intrigantes da história recente do Brasil. Por duas razões: sua dimensão gigantesca e a facilidade com que foi abafado. Ao coquetel se soma agora o ingrediente mais intrigante de todos: esse antigo antro de bandalheiras está sendo transformado em modelo de gestão — e isso não é manchete no Brasil.

DNIT é a sigla para Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e foi um dos grandes focos da roubalheira no império petista. A CPI do DNIT foi barrada no Congresso (2011) porque na época a população ainda estava inebriada com o mito de Luiz Inácio da Silva, o santo dos pobres. O mensalão já tinha sido esfregado na cara do Brasil, mas assim mesmo ele elegeu Dilma Rousseff, ungida por Lula como a Mãe do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). E a rainha do PAC era a construtora Delta, que estava no centro do escândalo do DNIT.

A grande imprensa se encontrava num momento bem mais saudável que o atual – ainda não tinha caído na tentação da panfletagem politicamente correta para concorrer (estupidamente) com as redes sociais. Os principais veículos se revezavam em reportagens contundentes sobre a máfia que tinha dominado as grandes obras viárias sob o manto protetor de Dilma, Lula e almas honestas associadas. As cifras milionárias dos superfaturamentos eram publicadas diariamente — naquele que foi o petrolão dos transportes e teve na mídia a sua Lava Jato.

Onde está o escândalo do DNIT na história? Sumiu. O então ministro dos Transportes foi demitido e Dilma terminou o ano de 2011 com popularidade recorde — ela era a “gerentona” da faxina contra a corrupção. Contando ninguém acredita.

Tempos depois o bicheiro Carlinhos Cachoeira foi preso pela PF por seu envolvimento em negociatas da Delta — a campeã do PAC de mamãe Dilma e rainha do DNIT. Cachoeira já tinha protagonizado o pré-mensalão — primeiro escândalo da Era Lula com o despachante Waldomiro Diniz, depois substituído pelo famoso Marcos Valério. A usina de crimes sob a fachada do governo popular já tinha seu grande elenco.

Só bem depois, com as investigações sobre o esquema de Cabral no Rio, o dono da Delta foi apanhado pela polícia. E as almas honestas de Lula e Dilma atravessaram incólumes todos os capítulos do escândalo do DNIT e seus desdobramentos.

Agora o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas — que não é filiado nem ligado a partido nenhum — está dando um choque de gestão na área dos transportes. Desfazendo a duras penas a aparelhagem e abrindo o setor para investimentos com dezenas de leilões/concessões para empreendimentos viários e portuários. Parece ser o início de uma revolução nessa área essencial ao desenvolvimento do país — e tragicamente acostumada a estar no foco da bandalheira.

Por que esse tema não é dominante no noticiário sobre política e governo no Brasil em 2019?

Qual a importância desse assunto — política e governo — para as pessoas que não vivem disso? O falatório que fermenta polêmicas em redes sociais ou as ações que irão melhorar a vida delas?

A resposta é óbvia, e é muito fácil perceber que, se temas como este e as medidas de Liberdade Econômica, de contenção de fraudes no INSS e de contenção da criminalidade somem no meio das crises digitais, o senso comum não pode estar muito bem de saúde.

Pondo de forma mais direta: se Tarcísio de Freitas, Sergio Moro e Paulo Guedes emplacarem para valer suas agendas positivas, o Brasil decola de vez e a vida vai ficar difícil para os contadores de história triste (fantasiados de resistência democrática). São esses que fazem questão de não ver nada do exposto acima e não tiram o “bolsonarismo” da boca.”

Fonte: Pablo Braga

Região Norte do DF tem três Conselheiros no TCDF

Anilceia Machado, Paulo Tadeu e Dr. Michel

Desta vez, Planaltina poderá ter o distrital Cláudio Abrantes como Conselheiro no TCDF

Em 2.001, o então governador Roriz estava articulando com a CLDF para indicar o distrital Daniel Marques, mas acabou apoiando a indicação do distrital Renato Rainha

O ex-distrital Daniel Marques é muito articulador, ajudou a eleger por duas vezes como Deputado Distrital, Dr. Michel (2.010/2014 – 2.015), e depois conseguiu emplacá-lo no Tribunal de Contas do DF (2.015), realizando um sonho. Atualmente, Daniel trabalha para o Distrital Cláudio Abrantes, que está no páreo para concorrer esta nova indicação na aposentadoria do Conselheiro do TCDF Manoel de Andrade.

Claudio Abrantes é líder do governo Ibaneis, é um distrital muito fiel e um estudioso das leis que fiscalizam os recursos públicos, pois está em seu quarto mandato, sendo o primeiro (2007/2009) e o terceiro (2015/2018) assumido como suplente.

Conheça os Conselheiros do TCDF

Presidente Conselheira Anilcéia Luzia Machado

Conselheira: ANILCÉIA LUZIA MACHADO

Sobre a Conselheira

A Conselheira Anilcéia Machado tomou posse nesta Corte em 22 de fevereiro de 2006 e, desde então, tem se dedicado com tenacidade às atividades de Controle Externo. Natural de Itapaci, em Goiás, a Conselheira é graduada em Ciências Econômicas. Já foi Administradora Regional de Sobradinho; Coordenadora da Política do Idoso, na Secretaria de Estado de Assistência Social do DF e Deputada Distrital.

Vice-Presidente Conselheiro Márcio Michel

Conselheiro: MÁRCIO MICHEL

Sobre o Conselheiro

O Conselheiro Márcio Michel tomou posse no Tribunal de Contas do Distrito Federal no dia 02 de setembro de 2015. É delegado aposentado da Polícia Civil do Distrito Federal. Foi eleito deputado distrital por duas vezes, tendo exercido os mandatos entre os anos de 2011 e 2015. É formado em Direito e pós-graduado em Segurança Pública, Direito Processual Penal e Direito Público.

Conselheiro Paulo Tadeu

Conselheiro PAULO TADEU

Sobre o Conselheiro

O Conselheiro Paulo Tadeu tomou posse no Tribunal de Contas do Distrito Federal no dia 08 de outubro de 2012. Natural de Sobradinho – DF, ele foi servidor da Companhia Energética de Brasília (CEB) e diretor do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Energia Elétrica. É graduado em Arquivologia pela Universidade de Brasília. Em 1998, tornou-se o mais jovem parlamentar da Câmara Legislativa do DF. Foi deputado distrital por mais duas legislaturas. Também se elegeu deputado federal e ainda assumiu o cargo secretário de Governo do DF.

Conselheiro Antonio Renato Alves Rainha

Conselheiro: ANTONIO RENATO ALVES RAINHA

Sobre o Conselheiro

O Conselheiro Renato Rainha tomou posse nesta Corte em 21 de dezembro de 2001. É bacharel em Direito,  pós-graduado em Ciências Políticas e em Direito Processual. Natural de Presidente Prudente, em São Paulo, o Conselheiro também já foi delegado da Polícia Civil do DF, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do DF e deputado distrital.

Conselheiro Manoel Paulo de Andrade Neto

Conselheiro: MANOEL PAULO DE ANDRADE NETO

Sobre o Conselheiro

O Conselheiro Manoel Paulo de Andrade Neto tomou posse no TCDF no dia 04 de julho de 2000. É bacharel em Direito e licenciado em Geografia. Foi diretor- tesoureiro e presidente do Sindicato dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários do DF; vice-presidente da Federação Nacional dos Condutores Autônomos e Transportadores Autônomos de Bens; diretor da Confederação dos Transportes; diretor da Regional Centro-Oeste do SEST/SENAT. Também exerceu o cargo de deputado distrital e secretário de Administração do Distrito Federal.

Corregedor Conselheiro Inácio Magalhães Filho

Conselheiro: INÁCIO MAGALHÃES FILHO

Sobre o Conselheiro

O Conselheiro Inácio Magalhães tomou posse no cargo em 05 de maio de 2010 e, desde então, se dedica a garantir o perfeito funcionamento da máquina pública. Antes disso, foi Analista de Finanças e Controle Externo do TCDF e procurador do Ministério Público de Contas. É professor, especialista em Auditoria Governamental pela ESAF e Doutor em Direito pela Universidade Autônoma de Lisboa, em Portugal.

Conselheiro José Roberto Paiva Martins

Conselheiro: JOSÉ ROBERTO DE PAIVA MARTINS

Sobre o Conselheiro

O Conselheiro José Roberto de Paiva Martins tomou posse no cargo em 22 de agosto de 2013. Antes disso, foi auditor e também atuou como conselheiro-substituto, de junho de 1991 até 2013. Já foi analista de finanças e controle externo do Tribunal de Contas da União, tendo exercido, entre outros, os cargos de Secretário de Planejamento e Secretário-Geral da Presidência do TCU. Também foi auxiliar judiciário do então Tribunal Federal de Recursos, hoje Superior Tribunal de Justiça.

Fonte: Blog do Helio Rosa com informações do TCDF

DF-001 ganha mais de dois km de terraplanagem e 620 metros de pavimentação

Adequação geométrica da rodovia custará até R$ 8 milhões e tem como objetivo diminuir risco de acidentes por colisões frontais

DANIELA BRITO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Alargamento beneficiará, em média, 30 mil pessoas que se deslocam pela via | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

Salvar vidas e garantir mais segurança e conforto aos usuários é prioridade no Governo no Distrito Federal. Com esse propósito, seguem redobrados os cuidados com o andamento das obras na DF-001, na Estrada Parque Contorno. Uma das principais promessas da atual gestão, o trabalho custará até R$ 8 milhões aos cofres públicos. Já foram executados serviços terraplanagem em mais de dois quilômetros, e de pavimentação em cerca de 620 metros de rodovia.

Iniciada em 4 de julho, a obra tem o objetivo de diminuir risco de acidentes de trânsito por colisões frontais. O alargamento da rodovia, que tem 134,6 quilômetros de extensão, será realizada Na Estrada Parque Contorno (EPCT / DF-001), no trecho compreendido entre o entroncamento da DF-095 (Estrutural) e a BR-080/BR-251. Ao todo, oito quilômetros e 250 metros de rodovia serão duplicados nessa área.

Engenheiro civil do Departamento de Estradas e Rodagem do Distrito Federal (DER/DF), Paulo Robert Santos Machado explica que a realização de uma série de estudos foi necessária antes das obras de ampliação da via, respeitando-se a área ambiental.

“Nós sabemos o quanto a população reivindicava isso e quantas pessoas já perderam suas vidas neste trecho. Por isso essa obra foi uma exigência do governador e nós estamos nos desdobrando para atender”, declarou o especialista.

Uma solução encontrada pela equipe de engenharia do DER foi de aproveitar a faixa de domínio da rodovia e alargá-la no sentido Brazlândia/Taguatinga. Consequentemente, implementou-se duas faixas de rolamento em cada direção. Também serão colocadas barreiras new jersey (estruturas, geralmente em concreto, usadas para controlar fluxos de tráfego) no meio das pistas.

“Esse tipo de obra é muito comum em rodovias de São Paulo, como na Via Dutra, que também usa essa moldagem”, acrescentou o engenheiro.

Iniciada em 4 de julho, obra tem o objetivo de diminuir risco de acidentes por colisões frontais | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília

A adequação geométrica beneficiará, em média, 30 mil pessoas que necessitam utilizar essa importante rodovia para seus deslocamentos. Leandro Sarkis, 32 anos, passa naquela região (Estrada Parque Contorno) pelo menos duas vezes por semana. Para ele, o alargamento da via significará muito.

“Minha filha de oito anos mora em Padre Bernardo e minha família tem fazenda por lá. Sempre estou na estrada para visitá-la. Essa obra entregue será uma tranquilidade maior para nós. Nem sei dizer há quanto tempo esperamos por isso”, comemora o empresário.

Ao todo, 30 profissionais operam na melhoria da rodovia, todos eles servidores do DER. Cerca de 20 máquinas e caminhões estão envolvidos no trabalho.

A obra está em plena execução. As equipes têm trabalhado aos finais de semana, de forma intensa, a fim de aproveitar o período sem chuvas. Com tudo dentro do planejado, a via será rapidamente entregue à população.

Fonte: Metropoles