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terça-feira, outubro 27, 2020

Virada nos EUA: Trump alcança 52% de aprovação de seu Governo

Virada nos EUA: Trump alcança 52% de aprovação de seu Governo

Donald TrumpDonald Trump

O instituto norte-americano Rasmussen Reports realiza um levantamento diário sobre aprovação e desaprovação do governo do presidente do Estados Unidos, Donaldo Trump. Denominado Daily Presidential Tracking Poll, esse levantamento apontou nesta quinta-feira (22/10) uma virada na avaliação positiva de Donald Trump(1).

O mandatário norte-americano vinha registrando desaprovação diária média nos levantamentos feitos desde o dia 28/09, que havia atingido seu pico positivo de 54% de aprovação no dia 07 de outubro.

No entanto, o último levantamento diário do Rasmussen Reports publicado nesta quinta-feira acaba de apresentar uma virada nesse cenário. Os dados de hoje (22/10) passaram a indicar 52% de aprovação para Trump, contra 48% de desaprovação. Uma diferença positiva de +4% em favor da administração de Donald Trump. Ontem os dados registravam 50% de desaprovação contra 49% de aprovação.

Se for considerada a pior avaliação do mês de Outubro, a diferença migrou de -10% em desfavor de Trump [44% x 54% no dia 07/10] para +4% a favor [52% x 48% no dia de hoje, 22/10]. O que indica uma migração acumulada de 14% em 15 dias.

O método Rasmussen é mais avançado do que as pesquisas tradicionais porque permite menor intervenção humana no processo de coleta telefônica e processamento das informações, e ela afirma ser a única empresa de opinião pública reconhecida nacionalmente que ainda rastreia os índices de aprovação do presidente Trump diariamente (“only nationally recognized public opinion firm that still tracks President Trump’s job approval ratings on a daily basis”).

Os dados para a pesquisa do Rasmussen Reports são coletados usando uma metodologia de votação automatizada. De acordo com a empresa, a pesquisa automatizada é similar às outras pesquisas americanas assistidas por operadores, como Gallup, Harris e Roper.

No entanto, os sistemas de votação automatizada utilizam uma única voz gravada digitalmente para conduzir a entrevista, enquanto as empresas tradicionais contam com bancos de dados telefônicos (contact center) e métodos assistidos por operadores manuais.

Em 2016, em um levantamento feito com 11 institutos de pesquisas, a pesquisa Rasmussen Reports foi a única a indicar antecipadamente a vitória republicana no período anterior à eleição presidencial, conforme registrou o jornal The New York Times em 18/10/2016 (2).

Deve-se observar que o levantamento da Rasmussen Reports não é uma pesquisa eleitoral no sentido usual, mas sim uma avaliação de governo, considerando que os dados de aprovação ou desaprovação de um governante interferem diretamente no processo eleitoral em caso de reeleição.

Referências:

(1) Rasmussen Reports

(2) The New York Times

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Afinal, esta é a liberdade religiosa?

Estamos vivendo dias tristes e de grande apreensão. Ficamos desorientados com notícias desencontradas, com medo exacerbado da morte física e não nos preocupamos com a destruição moral dos costumes mais elementares; costumes que herdamos de nossos pais, moral que recebemos por nossa condição de seres criados à imagem e semelhança de Deus. Agora tudo é válido e a libertinagem travestiu-se de liberdade. É proibido contrariar a pseudo liberdade de pensamento e de comportamento, por mais contrariantes que sejam. É esse o caminho dos construtores da Torre de Babel. É mais que comprovado que o homem sem espírito divino é um ser pior do outros da raça de animais, destroi-se a si mesmo. Vejam mais um ato desse caminho sem volta, se não acordarmos a tempo:

Fonte: http://egnews.com.br

Argentinos mandam um recado: Cuba, Venezuela, Argentina, não deixem o Brasil seguir esse caminho

Argentinos mandam recado para Bolsonaro (veja o vídeo)

Com um presidente socialista, o país caminha a passos largos rumo a uma destruição sem volta.

Porém, é comum ouvir muitos brasileiros que costumam dizer:

“Que se ferrem os argentinos, eles escolheram.”

Mas talvez esteja na hora de darmos conta de que, no fundo, eles não tiveram a opção que nós tivemos…

O respeitado jornalista Alfredo Bessow esmiuçou o assunto em seu canal no Youtube e trouxe detalhes importantíssimos.

O povo argentino mandou um “recado” para o presidente Jair Bolsonaro!

Vale a pena assistir…

Confira:

https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Jornal da Cidade On line

Coreia do Norte lança ameaça ao revelar míssil gigante, dizem analistas

Coreia do Norte lança ameaça ao revelar míssil gigante, dizem analistas

O novo míssil balístico intercontinental gigante revelado no sábado (10) pela Coreia do Norte durante um desfile militar é uma ameaça explícita ao sistema de defesa antimísseis americano, mas também um desafio implícito ao presidente dos Estados Unidos, segundo especialistas.

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De sua tribuna, o líder Kim Jong Un prestou a maior atenção ao míssil balístico intercontinental (ICBM).

Instalado em um trator-lançador que desfilou na Praça Kim Il Sung – em homenagem ao fundador do regime – em Pyongyang, foi o clímax desse desfile noturno sem precedentes.

Especialistas apontaram que se trata do maior míssil móvel de combustão líquida do mundo, provavelmente projetado para transportar um míssil de várias ogivas (MIRV).

Para Jeffrey Lewis, do Middlebury Institute, isso é “claramente destinado a testar o sistema de defesa antimísseis americano no Alasca”.

Se o ICBM comportar três ou quatro ogivas, explicou ele, os Estados Unidos terão de gastar cerca de US$ 1 bilhão para ter de 12 a 16 mísseis interceptores para cada míssil.

“A esse preço, tenho quase certeza de que a Coreia do Norte pode adicionar ogivas mais rápido do que podemos adicionar interceptores”, ressaltou.

O comprimento desse míssil é estimado em 24 metros e seu diâmetro em 2,5 metros, o que, segundo o especialista Markus Schiller, permite transportar 100 toneladas de combustível.

É, no entanto, tão grande e pesado que é praticamente inutilizável, frisou.

“Isso não faz absolutamente nenhum sentido, exceto em um contexto de equação de ameaça de envio da seguinte mensagem: ‘Agora temos um ICBM móvel com MIRV, tenham medo’”.

Especialistas em Coreia do Norte regularmente apontam que os dispositivos exibidos por Pyongyang durante os desfiles podem ser modelos e que não há evidências de que funcionem até que sejam testados.

No sábado, o míssil estava em um veículo de 11 eixos, nunca visto antes. Este modelo é muito maior do que os veículos de oito eixos fabricados na China e até agora usados no Norte.

“Este dispositivo é talvez mais assustador do que o míssil”, declarou Melissa Hanham, pesquisadora da organização Open Nuclear Network.

“Se a Coreia do Norte for capaz de produzir seus próprios chassis, haverá menos restrições no número de ICBMs que poderá lançar”.

– “Linha vermelha” –

Pouco antes de ser empossado presidente dos Estados Unidos em 2017, Donald Trump tuitou que a Coreia do Norte “não teria sucesso” em desenvolver uma arma que pudesse atingir o território americano.

O primeiro ano de seu mandato, que viu o Norte lançar um ICBM capaz de atingir esse objetivo, foi marcado por uma série de trocas de insultos entre Trump e Kim antes de uma histórica reaproximação diplomática.

As negociações sobre a desnuclearização da Coreia do Norte estão paralisadas desde o fracasso da cúpula de Hanói em 2019.

Este ICBM é a prova de que o Norte continuou a desenvolver seu arsenal militar ao longo do processo diplomático, dizem os especialistas, o que dá a Pyongyang mais força para exigir um retorno à mesa de negociações.
“Gostemos ou não, a Coreia do Norte é uma potência nuclear e provavelmente a terceira potência nuclear capaz de atingir cidades americanas, depois da Rússia e da China”, declarou à AFP Andrei Lankov, do Korea Risk Group.

Kim queria enviar uma mensagem aos Estados Unidos para mostrar que melhorou seu armamento e que se “não querem fazer um acordo agora, terão que fazer isso mais tarde, o que seria pior para a comunidade internacional”, acrescentou.

Mais de 12 horas após o final do desfile, a televisão norte-coreana noticiou que nem Trump nem seu rival democrata Joe Biden haviam tuitado sobre o assunto.

De acordo com Shin Beom-chul, do Instituto de Pesquisa de Segurança Nacional da Coreia, ao exibir o míssil em vez de lançá-lo, Pyongyang evitou cruzar a linha vermelha.

“Mas também mostra que a Coreia do Norte poderia prosseguir com um lançamento se Trump for reeleito e ignorar a questão norte-coreana”, disse à AFP.

No entanto, “se Biden for eleito e não ouvir a Coreia do Norte, fará um lançamento”.

Fonte: IstoÉ

Trump ameaça China: Pagará alto preço pelo que fez ao mundo

Presidente retomou campanha em tom duro contra o país asiático

Presidente dos Estados Unidos Donald Trump fez novas ameaças à China Foto: EFE/Tia Dafour

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que tornará medicamentos para Covid-19 disponíveis imediatamente e sem custo. Em um vídeo publicado em sua conta oficial no Twitter, voltado para idosos, ele prometeu assinar uma autorização para uso de emergência.

– Quero que vocês recebam o mesmo cuidado que eu recebi. Eu fui para o hospital há uma semana e estava muito doente, mas tomei os medicamentos e foi incrível – disse Trump, em referência aos dias em que ficou internado no hospital Walter Reed após ter contraído o coronavírus.

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Ele também criticou a China, voltando a acusar o país asiático pela disseminação da Covid-19, e disse que Pequim “pagará um alto preço pelo que fez ao mundo”.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Pleno.News

Eventual governo Biden cobraria Brasil por ambiente

Uma vitória de Trump seria mais do mesmo, na visão dos analistas, mantendo a toada de poucos avanços para o Brasil, apesar das boas relações entre os dois presidentes

Em um mês, no dia 3 de novembro, os eleitores americanos vão às urnas decidir os rumos da maior economia do mundo nos próximos quatro anos. O Brasil ganhou atenção inédita na corrida eleitoral, ao ser citado por Joe Biden no primeiro debate entre ele e Donald Trump.

O candidato democrata à Presidência dos EUA disse que o país poderá sofrer “consequências econômicas significativas” se não implementar medidas para impedir o desmatamento da Amazônia.

Para economistas e analistas políticos, a agenda ambiental deve ganhar mais relevância globalmente numa eventual vitória de Biden, colocando o Brasil sob risco de retaliações, como sobretaxas ou desincentivo ao investimento de empresas americanas no país.

Um acordo comercial entre os dois países se tornaria algo ainda mais distante e uma eventual distensão na guerra comercial EUA-China poderia prejudicar as exportações agrícolas brasileiras ao país asiático, já que EUA e Brasil competem em diversos produtos, como soja e proteínas.

Uma vitória de Trump seria mais do mesmo, na visão dos analistas, mantendo a toada de poucos avanços para o Brasil, apesar das boas relações entre os dois presidentes.

Já um cenário de caos, caso o republicano conteste o resultado e o destino da maior democracia do mundo fique indefinido por semanas, pode mexer com o preço dos ativos brasileiros e globais no curto prazo e prejudicar a retomada da economia mundial num horizonte mais longo.

Já bastante incerta, a corrida eleitoral americana ganhou um elemento de instabilidade adicional na última semana, com a confirmação de que o presidente americano testou positivo para o coronavírus.

“No caso de vitória do Biden, a qualidade da relação entre Brasil e EUA deverá se assemelhar mais à relação que existe hoje entre o país e a União Europeia, marcada por muita desconfiança mútua, o que deve afetar a disposição do governo americano de avançar numa agenda de facilitação da relação comercial.”

Para o cientista político Rafael Cortez, sócio da Tendências Consultoria, Biden pode retomar a busca dos Estados Unidos por uma influência mais forte nos organismos multilaterais, na contramão de Trump, que esvaziou a OMC (Organização Mundial do Comércio) e rompeu com a OMS (Organização Mundial da Saúde).

“O Brasil entraria em confronto com uma potência econômica que vai buscar reestabelecer seu soft power. Isso pode resultar em algum tipo de punição, por conta do comportamento brasileiro em temas que são muito caros ao multilateralismo, com destaque naturalmente para a questão ambiental”, diz Cortez.

Para Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, um acordo comercial Brasil-Estados Unidos seria descartado nesse novo cenário.

“Acho difícil Bolsonaro e Biden sentarem numa mesma mesa, com tantas divergências em tantos campos, para negociar um acordo. Com Trump já é difícil isso acelerar pelas próprias dificuldades do processo, com Biden, essa discussão fica interrompida.”

Vale afirma que a disputa de poder entre EUA e China deve se manter, mesmo sob um governo democrata, mas que Biden pode adotar uma estratégia mais inteligente do que a guerra comercial, que prejudica o consumidor americano, ao encarecer os produtos.

Com isso, o Brasil pode perder a vantagem que obteve com a disputa, que ampliou as exportações de commodities brasileiras à China.

“A Ásia hoje é praticamente 50% das exportações brasileiras e a China está chegando a 30%. Temos um aumento da dependência em relação ao mercado chinês, principalmente em commoodities”, destaca Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento e atualmente estrategista de comercio exterior do banco Ourinvest.

“Se China e Estados Unidos chegarem a um acordo para diminuir tarifas impostas pelos americanos, com a China se comprometendo a comprar mais dos EUA, isso diminui compras do Brasil. Não que o Brasil vai deixar de vender, vai vender a outros mercados, mas pode não ser pelo mesmo preço, com a mesma regularidade e nas mesmas quantidades.”

Por outro lado, Barral avalia que uma distensão entre EUA e China pode ser favorável ao Brasil na questão do 5G, ao reduzir a tensão entre os dois países na disputa tecnológica e a pressão americana para que a Huawei seja descartada como fornecedora da tecnologia.

Caso Trump se reeleja, o cenário para o Brasil deve ser de continuidade, dizem analistas, sem avanços significativos na relação entre os países.

“É mais do mesmo. O Brasil se mantém como um país não importante para os Estados Unidos. Não é por um acaso que todo o esforço de política externa do Brasil não gerou nenhum efeito mais significativo, acumulando até mesmo derrotas”, diz Cortez, da Tendências.

Entre essas derrotas, os analistas citam a indicação de uma candidatura americana à presidência do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), frustrando candidatura brasileira; a liberação para importação de etanol americano com tarifas zeradas; restrições às importações pelos EUA de aço brasileiro; e as críticas de Trump à resposta de Bolsonaro à pandemia.

Para os especialistas, porém, o pior cenário é o de caos após as eleições, com disputa jurídica e semanas de indefinição, criando muita incerteza e depreciação dos ativos dos países emergentes. O pior desse quadro é que ele deixa sequelas, avalia Stunkel, da FGV.

“Independentemente de quem se impor, enfrentará uma parte da população que questiona a sua legitimidade. Processos eleitorais muito controversos afetam profundamente a capacidade do governo depois confirmado no poder de aprovar projetos e articular um projeto econômico coerente. Isso é uma péssima notícia para a economia global.”

As informações são da Folhapress

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Fonte: Jornal de Brasilia

EUA: Trump indica juíza conservadora Amy Coney Barrett à Suprema Corte

Magistrada, se aprovada pelo Congresso dos EUA, ocupará o lugar de Ruth Bader Ginsburg, que morreu na última sexta-feira (18/9) aos 87 anos

Juíza Amy Coney Barrett, indiicada por Trump para a Suprema Corte dos EUA

REPRODUÇÃO

A juíza conservadora Amy Coney Barrett foi indicada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, neste sábado (26/9), para uma cadeira na Suprema Corte, em um importante movimento eleitoral na reta final da disputa à presidência.

Nos jardins da Casa Branca, Trump afirmou que Amy Coney Barrett é notável pelo caráter e intelecto e qualificada para o trabalho. “Se confirmada, ela fará a história como a primeira mãe de crianças em idade escolar a servir na Suprema Corte”, disse Trump, ao lado de Barrett.

Na sequência, Trump mencionou os nomes dos sete filhos da juíza, que assistiam a cerimônia na primeira fileira do público. “Ela irá decidir (casos) baseada no texto da Constituição como escrito”, afirmou Trump.

Juíza da Corte de Apelações Federal para o 7º Circuito, em Chicago, Barrett era a favorita ao posto da ala conservadora do partido republicano, por sua visão antiaborto.

A possibilidade de ampliar o conservadorismo na Corte é tema de campanha de Trump desde antes da morte de Ginsburg e tem sido explorada politicamente pelo republicano, que está pressionado pelo mal resultado nas pesquisas eleitorais.

O assunto mudou o foco das atenções na política e na imprensa americana e se sobrepôs às manchetes sobre a pandemia de coronavírus, por exemplo, na semana em que os EUA superaram a marca de 200 mil mortos por Covid-19.

Fonte: Metropoles

Mulher atropela idoso em faixa de pedestre e descobre que era seu sogro

Ela não prestou socorro ao homem de 61 anos e ainda tentou despistar a polícia durante a investigação

Mulher atropela o próprio sogro

REPRODUÇÃO

Uma mulher atropelou e feriu gravemente um idoso em uma faixa de pedestres em Highfields, bairro em Leicester, na Inglaterra. No momento da colisão, Fatheha Begum Abedin estava mexendo no celular. Mais tarde, ela descobriu que a vítima era seu próprio sogro.

De acordo com o Daily Mail, Fatheha tentou despistar a polícia, mas logo foi descoberta. O carro dela, inclusive, teve os limpadores dobrados e o para-brisa estilhaçado com a força do acidente.

A Polícia de Leicestershire também descobriu uma série de mensagens de texto apagada por Fatheha logo após o atropelamento. Ela foi a julgamento, a princípio, com o apoio da família, incluindo os sogros. Mas quando foi informado de que a jovem havia atropelado o pai de seu marido, Fatheha ficou sozinha. A mulher foi condenada e presa.

Fonte: Metropoles

Médica denuncia China por criar o coronavírus e esconder a doença

Li-Meng sofreu ameaças e precisou fugir para os Estados Unidos

Li-Meng Yan denunciou esquema de acobertamento da Covid-19 por parte da China Foto: Reprodução

Uma médica virologista chinesa, que vem trabalhando na linha de frente dos estudos sobre o novo coronavírus, denunciou que o vírus da Covid-19 foi produzido em um laboratório mantido pelo governo chinês na província de Wuhan. Segundo Li-Meng Yan, as autoridades do país sabiam muito antes dos primeiros casos que a doença tinha grande potencial de propagação e ainda assim escondeu informações da comunidade internacional.

As revelações foram feitas ao programa britânico Loose Women recentemente.

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Ainda segundo a cientista, os registros confirmam a origem artificial do vírus no genoma do microorganismo. Ela e um grupo de pesquisadores pretendem divulgar os estudos em breve.

– A sequência do genoma é como a impressão digital humana. Com base nisto, pode reconhecer e identificar esta coisa. Assim, utilizei as provas existentes na sequência do genoma de Sars-CoV-2 para dizer às pessoas porque é que isto veio da China, porque é que eles são os únicos que o fizeram – afirmou.

Ainda em seu relato, Li-Meng diz que fez duas investigações secretas por contra própria sobre o vírus da Covid-19 na China. A primeira delas aconteceu entre 1º de dezembro e janeiro deste ano, ainda no início do contágio. A segunda foi feita em meados de janeiro.

A conclusão das investigações Li-Meng levaram a crer que “este vírus não é da natureza”. De acordo com a virologista, o novo coronavírus é resultado de um experimento do Instituto Militar da China, que modificou artificialmente dois organismos, dando origem a um novo vírus, o causador da Covid-19.

AMEAÇA DE SUPERIORES
Li-Meng denuncia também uma suposta omissão e até a tentativa de intimidação por parte de seu supervisor, que é consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS). Após compartilhar os estudos com ele, para que fosse feita “a coisa certa em nome do governo chinês e da OMS”, a médica foi surpreendida com o aviso de que deveria “manter o silêncio ou então seria obrigada a desaparecer”.

A cientista contou ainda que a descoberta a obrigou a fugir para os Estados Unidos, onde ela compartilhou as informações com um grupo de cientistas. Ela afirmou que pretende divulgar em breve as conclusões dos estudos.

– Há dois relatórios, o primeiro virá dentro de alguns dias e informará as pessoas sobre as provas científicas. Qualquer pessoa, mesmo aqueles sem qualquer conhecimento de biologia, pode lê-lo – disse.

Em nota, o governo chinês negou todas as acusações de Li-Meng e disse que o país agiu contra a Covid-19 assim que descobriu o problema.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Pleno.News 

Com apoio do Brasil, americano comandará BID pela primeira vez

Mauricio Claver-Carone, conselheiro de Trump, será o novo presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, quebrando tradição

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) foi criado em 1959 com o objetivo de financiar projetos de infraestrutura no continente americano e tradicionalmente presidido por latino-americanos. Mas o presidente norte-americano Donald Trump rompeu com essa tradição e fez valer o peso do país na eleição de seu conselheiro sênior para a América Latina, Mauricio Claver-Carone para o comando da instituição.

O Brasil, que considerou lançar candidatura, apoiou o indicado de Trump, ao lado da maioria dos países vizinhos, como Colômbia, Peru e Paraguai.

México e Argentina ensaiaram bloquear a eleição, mas não levaram o plano até o fim.

O norte-americano vai substituir o colombiano Luis Alberto Moreno a partir de outubro, para um mandato de cinco anos.

Ele é diretor Sênior para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Conselho de Segurança Nacional dos EUA. Sua formação original é em Letras, mas sua carreira acadêmica seguiu para o Direito.