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terça-feira, janeiro 21, 2020

A era da bolsa

A baixa taxa de juros do País e a perspectiva de um 2020 com maior crescimento econômico apontam para um ano promissor no mercado de ações

Crédito: Istock

Luisa Purchio

“Entrei de cabeça investindo em renda variável. Hoje, 100% das minhas aplicações são em ações e fundos imobiliários” Vitor Barbosa de Oliveira, de 28 anos, procurador do Estado do Tocantins (Crédito:Divulgação)

Vitor Barbosa de Oliveira, de 28 anos, faz parte dessa estatística. Procurador do Estado do Tocantins, ele sempre se interessou pela área de investimentos e, desde o tempo de estagiário, aplica uma parte de seu salário mensal em fundos de renda fixa. Após receber o conselho de um amigo, ele resolveu estudar o mercado financeiro e fez o primeiro aporte em renda variável. Hoje, 100% de suas aplicações são em ações e fundos imobiliários. “Tenho um valor guardado para emergências e aplico o restante na bolsa. Meu objetivo é mantê-lo a longo prazo, para minha aposentadoria e até possíveis herdeiros”, diz ele.

A longo prazo

A decisão de Vitor é importante pois, além das ações só proporcionarem um bom retorno a longo prazo, esse é um investimento de risco. A rentabilidade depende de um bom resultado das empresas nas quais se investe, caso contrário, perde-se dinheiro. Para isso, é importante analisar a possibilidade de lucro, qualidade de gestão e nível de endividamento das companhias. Para a grande maioria da população é mais seguro investir por meio de fundos, porque eles são geridos por especialistas que conseguem analisar melhor essas características. “É bom diversificar, comprar fundos que investem em ações e outros ativos de risco”, diz Joelson Sampaio, coordenador do curso de economia da FGV-EESP.

Fonte: IstoÉ

 

Natura compra Avon, formando quarta maior empresa de beleza do mundo

Valor de mercado da nova companhia é avaliado em cerca de 48,4 bilhões de reais

Natura anunciou nesta sexta-feira, 3, a conclusão da compra da Avon, em um negócio que criou o quarto maior grupo de beleza do mundo e avaliou a rival norte-americana de 130 anos em cerca de 2 bilhões de dólares. Com a consolidação do negócio, o presidente-executivo da Avon Products, Jan Zijderveld, deixou a fabricante norte-americana de cosméticos, em sequência ao processo de venda da companhia. A executiva romena Angela Cretu comandará as operações da Avon fora da América Latina.

As ações da Natura eram uma das poucas que subiam nesta sexta-feira, em meio a uma baixa generalizada do mercado por conta de preocupações com a situação no Oriente Médio após ataque norte-americano que matou importante autoridade no Irã. Os papéis da companhia brasileira subiam 0,55% por volta de 11h, enquanto o Ibovespa mostrava baixa de 0,8%.

Com a aquisição da Avon, a Natura criou quatro unidades operacionais, cada uma com seu presidente-executivo. A operação Natura & Co América Latina, que além da marca Natura e Avon reúne as bandeiras The Body Shop e Aesop, será liderada por João Paulo Ferreira. A Natura recebeu aval de autoridades concorrenciais para a compra da Avon em 19 de dezembro e na ocasião havia estimado a conclusão da operação para esta sexta-feira. A companhia brasileira anunciou a compra da Avon em maio do ano passado, em um negócio realizado por meio de troca de ações.

No negócio, anunciado em maio do ano passado, o valor da Avon foi estimado em 3,7 bilhões de dólares, aproximadamente 14 bilhões de reais, e o da nova companhia combinada em 11 bilhões de dólares, cerca de 48,4 bilhões de reais.

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Fonte: Veja

Bolsa bate ouro e lidera entre melhores investimentos do ano

Ao longo da década, no entanto, crise fez metal ganhar e Ibovespa ficar abaixo da inflação em retorno ao investidor

Internet/reprodução
INTERNET/REPRODUÇÃO

Ano em que o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, bateu recordes, 2019 termina com o mercado de ações liderando, ainda que tenha ficado perto do ouro, entre os rendimentos que tiveram maior retorno real, acima da inflação. Os dados foram compilados pela empresa de informações financeiras Economática.

Entre o último dia do ano passado e 30 de dezembro de 2019, o Ibovespa deu retorno real (descontada a inflação) de 27,6%, ficando em vantagem em relação ao ouro, que teve retornos de 24,22%.

De acordo com o gerente de relacionamento institucional da Economática, Einar Rivero, o ouro teve uma volatilidade bastante acentuada, mas muitos investidores acabam vendo o metal como alternativa, quando os mercados internacionais oscilam muito — como ocorreu ao longo de 2019.

Logo em seguida, aparecem a poupança, que teve retorno real de 2,96%, o CDI, com 2,72%, e o dólar (0,88%). Nesse mesmo período, o euro foi o único entre os principais investimentos que servem de referência para comparação com a Bolsa que teve queda real, de 1,35%.
MAIS SOBRE O ASSUNTO

Historicamente, o investidor brasileiro costuma dar preferência para a renda fixa. Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), que levam em conta os fundos de investimento no mercado de varejo, apontam que mais de 75% do volume financeiro está alocado em renda fixa, somando um montante de R$ 468 bilhões.

Em contrapartida, nos fundos de ações, a alocação fica em 5% do total, ou R$ 32,7 bilhões.

No entanto, com as quedas consecutivas da taxa básica de juros, a Selic, que atingiu o piso histórico de 4,5% ao ano na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), os investimentos em renda fixa acabaram perdendo rentabilidade.

Aplicações tradicionais, como caderneta de poupança, fundos atrelados à taxa DI, que acompanha de perto a taxa Selic, e os títulos do Tesouro Direto indexados pela Selic não devem conseguir proteger o investimento do brasileiro de perdas inflacionárias projetadas para o IPCA no ano que vem.

Década
Nos últimos dez anos, a Bolsa viveu períodos marcantes, acompanhando as reviravoltas do cenário político nacional, que acabaram afetando o desempenho. Ao longo da década, o ano de 2015 marcou um momento significativo, lembra Rivero, da Economática.

Se, entre 2009 e 2015, o Ibovespa teve uma queda real de retorno de 57,55%, do fim de 2015 até agora, o ganho real de retorno supera os 129%.

“O que definiu um momento de forte queda e de forte alta foi o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a posterior mudança de governo. Pela crise que se estendia, tudo o que se perdeu em seis anos está sendo recuperado agora”, diz Rivero.

Se considerados os resultados de toda a década, o Ibovespa acaba perdendo para a inflação, tendo queda real de retorno de 3,27%.

No período, o ouro ganhou com folga entre os principais investimentos, com retorno de 87,52%, seguido por CDI (45,90%) e dólar (32,81%).

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Fonte: Metropoles

Facebook e Google lideram ranking de erros de segurança em 2019

Relatório aponta que falha humana é recorrente em casos de invasão de contas

Dashlane, empresa especializada em gerenciamento de credenciais e senhas, lançou a sua quarta lista anual “Worst Password Offenders“. O ranking mostra empresas e pessoas que cometeram falhas de segurança importantes durante o ano de 2019. Nas primeiras colocações, duas gigantes de tecnologia: Facebook Google.

Veja também:Ranking revela quais são as piores senhas de 2019Google Chrome vai avisar, em tempo real, se sua senha foi roubada44 milhões de usuários da Microsoft utilizam senhas que foram vazadasVocê pode e deve usar espaço em suas senhas; veja o porquêSenhas vão se tornar coisa do passado, diz especialista

A rede social fundada por Mark Zuckerberg ficou em primeiro lugar na lista, seguida pelo maior site de busca do mundo. Segundo o relatório, as empresas armazenaram a senha dos usuários em texto simples. Além disso, o Facebook guardou informações pessoais em um servidor desprotegido e coletou dados de seus utilizadores sem consentimento dos usuários.

De acordo com analistas, ambas as empresas deveriam investir nas melhores técnicas de segurança em 2020. No entanto, o ranking deixa tanto Google quanto Facebook à frente das demais por conta da responsabilidade com as bases dos usuários. Outras que figuram a lista com erros semelhantes foram a WeWork, Elsevier e Virgin Media.

Apesar das vulnerabilidades e fraquezas dos sistemas, algumas pessoas figuram na listagem por causa de distrações. Este é o caso de Lisa Kudrow, conhecida por atuar na série “Friends”, que compartilhou uma foto em sua conta no Instagram na qual revelava sua senha em post-it que aparecia em segundo plano. O erro cometido não é exclusividade da atriz, e mesmo que haja mecanismos de proteção fracos, muitas ações humanas apontam para tendências desleixadas em relação às senhas.

A justificativa para isso é de que muitos indivíduos ainda apresentam comportamentos incorretos na hora de escolher suas senhas. Para os especialistas, as informações pessoais dos usuários ainda estarão em risco até que as organizações adotem uma abordagem mais proativa em relação à segurança da internet.

Via: Computer World

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Fonte: Olhar Digital

Grupo sul-africano compra torres de celular por R$ 2,5 bi

Grupo sul-africano compra torres de celular por R$ 2,5 bi

O Goldman Sachs ajudou a arrecadar US$ 6,5 bilhões para o 1MDB e cobrou US$ 600 milhões de comissão – AFP/Arquivos

Estadão Conteúdo

O banco Goldman Sachs fechou a venda da brasileira Cell Site Solutions (CSS), de torres de celular, para a sul-africana IHS, por cerca de R$ 2,5 bilhões, apurou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Conforme fontes, a operação deve ser anunciada nesta segunda-feira, 23, depois de menos de um mês de negociações, o que evidencia o momento aquecido do segmento por causa da chegada da tecnologia 5G no País.

Para a sul-africana, uma das maiores empresas do segmento no mundo, com 24 mil torres, a aquisição marca a entrada no mercado brasileiro e a adição de mais 2 mil torres da Cell Site ao portfólio. Criada na Nigéria, em 2001, a empresa está presente em cinco países, com forte participação no continente africano, e detém ainda escritórios em países como Inglaterra, Holanda, Emirados Árabes Unidos e Ilhas Maurício.

Há cerca de dois anos, a IHS decidiu crescer em novos mercados fora da África. As negociações com o banco americano Goldman Sachs para comprar sua empresa de torres de telefonia móvel foram exclusivas, de acordo com fontes ouvidas pelo Broadcast, e ocorrem em meio a outras conversas entre empresas deste setor. A SBA Communications estaria, conforme fontes, próxima de selar a compra do Grupo TorreSur (GTS), do fundo de private equity americano Providence Equity Partners.

Outra gestora atenta a oportunidades no segmento de torres de telefonia móvel é a americana Blackstone, que já tem presença no setor por meio da sua controlada Phoenix Tower.

No mês passado, a Telefônica Brasil anunciou a venda de 1.909 torres de telefonia móvel para a Telxius Torres Brasil, também controlada pelo grupo espanhol Telefónica, por R$ 641 milhões.

Mercado aquecido

Nos últimos anos, os fundos de private equity, que compram participações em empresas, aumentaram a exposição no segmento de torres de telefonia móvel, de olho nas perspectivas de crescimento no Brasil por causa da tecnologia 5G.

O setor chama a atenção, principalmente, de players estrangeiros que veem potencial no País. Quinta geração das redes de comunicação móveis, a tecnologia 5G promete velocidades até dez vezes maiores que a 4G. As operações neste segmento ocorrem em torno da expectativa quanto ao leilão do 5G, adiado para 2020.

O próprio Goldman Sachs decidiu adquirir o controle da Cell Site por meio do seu fundo de private equity, das mãos de outra gestora, a Gávea, do ex-BC Armínio Fraga, em 2016. Até então, cada um detinha 50% da brasileira.

De lá para cá, fez investimentos na empresa e agora a vende para um player sul-africano com ganho frente ao investimento que fez na época, diz uma fonte, na condição de anonimato.

A Cell Site foi assessorada na negociação com a IHS pelo próprio Goldman Sachs e ainda o Itaú BBA, segundo apurou o Broadcast.

Já a compradora IHS contratou o Citi, conforme fontes, para ajudá-la nas negociações.

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Fonte: IstoÉ

Etanol é competitivo ante gasolina em cinco Estados brasileiros, diz ANP

Os preços médios do etanol se apresentaram vantajosos ante os da gasolina em cinco Estados brasileiros na semana passada – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Sergipe. O levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido, em média, por 61,52% do preço da gasolina; em Goiás a 69,59%; em Minas Gerais a 67,23%; em Sergipe em 69,97%; e, em São Paulo, a paridade ficou em 68,55%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 69,19% entre os preços médios de etanol e gasolina, também favorável ao biocombustível.

A gasolina foi mais vantajosa no Amapá, com a paridade de 94,14% para o preço do etanol.

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Fonte: IstoÉ

Juros acompanham sinal do dólar e oscilam em baixa

Crédito: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Estadão Conteúdo

As taxas de juros negociadas no mercado futuro operam em leve baixa nesta primeira hora de negociação, sobretudo nos vencimentos intermediários e longos, em sintonia com o movimento de queda do dólar. A expectativa nas mesas de negociação é de uma sessão de negócios marcada por liquidez reduzida e oscilações contidas, devido à proximidade do feriado de Natal e à agenda de indicadores escassa.

Às 10h27, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2021 tinha taxa de 4,61%, ante 4,63% do ajuste de sexta-feira. A taxa do DI para liquidação em janeiro de 2023 projetava 5,94%, de 5,97% do ajuste anterior. Na ponta longa, o DI para liquidação em janeiro de 2025 tinha a taxa reduzida de 6,64% na sexta-feira para 6,60% hoje.

No período da manhã, o destaque fica por conta do anúncio da China de que cortará tarifas de importação sobre carne de porco congelada, farmacêuticos e alguns componentes de alta tecnologia a partir de 1º de janeiro. A medida é adotada na relação comercial com no momento em que Pequim e Washington tentam concluir a fase 1 do acordo comercial bilateral. O gigante asiático reduzirá tarifas para todos os parceiros comerciais sobre mais de 859 tipos de produtos para abaixo das taxas garantidas às nações menos favorecidas, afirmou o Ministério das Finanças nesta segunda-feira. Apesar da notícia positiva, os mercados internacionais seguem direções diversas.

Os juros dos Treasuries caem neste início de dia, embora com pouco impulso, devido à liquidez reduzida típica desta época do ano. Os retornos dos bônus têm sido pressionados para baixo em algumas sessões recentes, em um quadro de maior apetite por risco com o anúncio do acordo fase 1 no comércio entre Estados Unidos e China.

Na agenda doméstica, um dos poucos destaques fica por conta do Boletim Focus do Banco Central, divulgado há pouco. Segundo o documento, a estimativa para o IPCA de 2019 foi elevado de 3,86% para 3,98%. Para 2020 e 2021, o mercado manteve as estimativas em 3,60% e 3,75%, respectivamente. Para a taxa Selic, os analistas mantiveram a expectativa de 4,50% ao final de 2020 e aumentaram a estimativa para 2021, de 6,13% para 6,25%. Quanto ao Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa para 2019 subiu de 1,12% para 1,16% e, para 2020, de 2,25% para 2,28%.

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Fonte: IstoÉ

Governo Bolsonaro tenta atrair 40 empresas aéreas para o Brasil

Brasília (DF), 14/03/2016 - Avião pousa do aeroporto internacional jk em brasília- Foto, Michael Melo/Metrópoles

MP convertida em lei que autorizou aéreas com 100% de capital estrangeiro abre espaço para companhias de fora atuarem no País

Michael Melo/Metrópoles

MICHAEL MELO/METRÓPOLES

O governo está atrás de 40 empresas estrangeiras para ingressar no mercado brasileiro para aumentar a concorrência e baratear o preço das passagens. Hoje, os voos nacionais são concentrados em três empresas: Azul, Latam e Gol.

A abertura para esse tipo de ação foi dada pela medida provisória, convertida em lei, que autorizou áreas com 100% de capital estrangeiro a operarem no mercado doméstico.

“Estamos trabalhando para que boa parte dos aviões que estão vindo para a América Latina em 2020, venham para o Brasil”, disse o chefe da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), Ronei Saggioro Glanzmann.

Apesar da manutenção da cobrança pelo despacho da bagagem e o fato de o Estado de São Paulo ter reduzido o ICMS do combustível de aviação, Glanzmann admite que a saída da Avianca no mercado doméstico tornou o ano mais difícil para o setor. “A empresa tinha 14% em média do mercado doméstico, mas em algumas áreas específicas ela tinha mais da metade”, afirma.

Com a redução da oferta de voos no País decorrente da crise da Avianca Brasil, os preços das passagens aéreas nas principais rotas da companhia registram altas de até 140%.

O governo considera que o processo mais avançado de ingresso de estrangeiras é o da Air Europa. A autorização está em curso na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A eventual entrada da empresa, no entanto, pode esbarrar na compra da Air Europa pelo International Airlines Group (IAG).

“Estamos acompanhando o movimento deles. Acho que deram uma parada na discussão por ora, mas estão na nossa mira para retomarmos o assunto. Enquanto isso, fizeram um acordo com a Gol para operar a distribuição no País”, disse Glanzmann.

Pelo acordo fechado com a Gol, a Air Europa voará de São Paulo, Recife, Salvador e Fortaleza para outras 20 cidades do Brasil, segundo a Anac. Os voos terão início em janeiro de 2020:“Isso sinaliza que o mercado brasileiro é estratégico.”

Low Cost
Com a permissão da cobrança do despacho de bagagem estabelecida no mercado, o Brasil ficou mais atrativo para as chamadas companhias “low cost”, de baixo custo. Atualmente, três delas já atuam no Brasil: Norwegian, Sky Airlines e Flybondi. A JetSmart deve iniciar em 27 de dezembro a rota Santiago – Salvador.

A Sky também iniciará rota nova (Santiago – Salvador) em 26 de dezembro, e a Flybondi planeja dois novos trajetos: no dia 20 a rota Buenos Aires – Florianópolis e a partir de março a rota Buenos Aires – Porto Alegre.

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Fonte: Metropoles

INSS: prejuízo com benefícios fraudados chega a R$ 5 bi por mês

Ao todo, ao menos 90 milhões de brasileiros usufruem de algum benefício do órgão. Cerca de 260 mil repasses foram suspensos neste ano

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLESRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Responsável por uma das principais despesas do governo federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem implantado uma série de mecanismos para combater fraudes e pagamentos irregulares do benefício.

O presidente do órgão, Renato Vieira, estima que até R$ 5 bilhões são repassados a beneficiários que não têm direito à aposentadoria ou pensão todos os meses.

A cifra é ancorada em uma estimativa do Tribunal de Contas da União (TCU) de que entre 11% e 30% dos pagamentos de 2017 do INSS foram indevidos – seja por erro ou por fraude. Veja o documento abaixo:

MAIS SOBRE O ASSUNTO

O dado foi obtido por uma auditoria no INSS realizada entre outubro de 2018 e abril de 2019, que avaliou as atividades de controle sobre os procedimentos de implementação das decisões judiciais. Na página 28, o relator do caso, ministro André Luís de Carvalho, pontuou que no órgão homônimo dos Estados Unidos o índice de benefícios pagos irregularmente é de 1%.

“Fica patente o fato de [que] o trabalho de duas instituições similares, que administram dezenas de milhões de benefícios por mês, resulta numa quantidade completamente desproporcional de ações judiciais, além de haver diferença significativa na estimativa de pagamentos indevidos, muitos decorrentes também de decisões judiciais”, escreveu, no relatório.

Ao todo, ao menos 90 milhões de brasileiros usufruem de algum benefício pago pelo sistema. O presidente do órgão, Renato Vieira, promete uma arrancada contra esses casos.

“Mais importante que cessar benefícios pagos indevidamente é aprimorar nossos sistemas de segurança, para que esses casos sejam cada vez menos recorrentes”, destacou, na última quarta-feira (11/12/2019), durante um evento institucional.

Somente neste ano, para se ter dimensão dos impactos dos pagamentos indevidos, mais de 260 mil benefícios foram suspensos até dezembro. Isso gerou uma economia de R$ 4,3 bilhões, segundo o INSS.

Nesta semana, o órgão anunciou a criação de um Sistema de Governança. Entre as mudanças, está a criação de uma comissão de ética para monitorar a atuação de servidores, por exemplo.

Saque pós-morte
Para Vieira, o próximo ano terá ainda mais mecanismos de controle e segurança. Ele cita como exemplo o compartilhamento de 51 bases de dados que ajudam no monitoramento de beneficiários.

Neste ano, o INSS conseguiu modificar uma regra que interferia no principal motivo de fraude: saque de benefício após o falecimento do beneficiário.
Antes, os cartórios tinham até 40 dias para notificar a morte. O período permitia o saque de até dois benefícios. Agora, a notificação deve ocorrer em até 24 horas. “Praticamente se elimina o pagamento indevido”, pondera.
Fonte: Metropoles

Amazon oferece computação quântica como um serviço

Amazon Braket permitirá que cientistas, pesquisadores e desenvolvedores comecem a experimentar com esta tecnologia e tenham acesso a computadores quânticos de vários fornecedores

computador quântico

A Amazon está anunciando um serviço de computação quântica chamado “Amazon Braket”, que permitirá que cientistas, pesquisadores e desenvolvedores comecem a experimentar com esta tecnologia, tendo acesso a computadores de vários fornecedores de hardware quântico em um único local.

O nome vem da notação Bra-Ket, usada para expressar circuitos quânticos. Segundo a Amazon o serviço permitirá que clientes construam e testem circuitos quânticos, usando um ambiente web com código escrito na linguagem Python, e depois executem seus programas em um computador quântico real.

O Amazon Braket fornece acesso a computadores quânticos da D-Wave, IonQ e Rigetti. Segundo a empresa estes dispositivos têm algumas coisas em comum: são uma tecnologia de ponta, são caros para montar e operar e geralmente trabalham em um ambiente muito extremo e especializado (super-resfriados ou quase no vácuo) que deve ser mantido livre de interferência elétrica, térmica e magnética.

De acordo com Jeff Barr, evangelista chefe do Amazon Web Services (AWS), esse conjunto de características significa que a maioria das organizações nunca terá seu próprio computador quântico, e que o modelo sob demanda, baseado na nuvem será visto como o mais adequado para seus negócios.

Além do Braket a Amazon também está anunciando a formação do AWS Center for Quantum Computing. Localizado ao lado do campus do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), seu objetivo é reunir “os melhores talentos do mundo” para acelerar o desenvolvimento da computação quântica.

Lá a empresa pretende pesquisar técnicas que possam um dia permitir que computadores quânticos sejam produzidos em massa, além de identificar os usos mais adequados para esta tecnologia.

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Fonte: Amazon AWS Blog