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sábado, setembro 21, 2019

Cervejaria se manifesta contra LGBT e “não teme perder clientes por isso”

Cervejaria se manifesta contra LGBT e “não teme perder clientes por isso”

Por Brasil Econômico | 18/09/2019 11:19

Nas redes sociais, estabelecimento afirmou que, após posicionamento, recebeu dezenas de críticas e ameaças e pede orações aos seguidores.

 

Cervejaria se coloca como “católica” e defende que respeita todas as pessoas mas jamais “aceitará o pecado”.

Nos últimos dias, a cervejaria mineira Saint Arnulf demonstrou seu repúdio ao movimento LGBT ao se manifestar nas redes sociais da marca sobre o tema: “Somos uma cervejaria católica ”. “A cervejaria Saint Arnulf é contra a militância LGBT e não teme perder clientes por isso. Ponto final”, afirma a imagem postada na segunda-feira (9).

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Em defesa do “ensino tradicional da única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo”, eles reiteram que mesmo se ficarem com “apenas um punhado de clientes” se sentirão “extremamente felizes por isso”.

A publicação recebeu 26 mil reações positivas e negativas, 19 mil comentários e 4,7 mil compartilhamentos. Mas, apesar do apoio dos seguidores, muitas pessoas criticaram a atitude, classificando-a como “homofóbica” e “criminosa”.

“Gente, Jesus pregava o amor ao próximo sem distinção! Estão interpretando errado seus ensinamentos, hein!”, disse um usuário. “Alguém sabe onde fica essa cervejaria pra gente abrir um processo civil e outro criminal?”, escreveu outro.

O dono do estabelecimento é o mestre cervejeiro Pabhlo Allan, ligado ao Instituto de Caridade e Educação Cristã Sociedade da Santíssima Virgem Maria (SSVM). Essa organização civil e sem fins lucrativos tem como fundamento “a maior glória de Deus, a salvação das almas e a exaltação da Santa Igreja”.

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Rezem por nós

Após o primeiro post, na terça-feira (10), a cervejaria voltou a se pronunciar sobre o assunto, falando sobre as mensagens de carinho que receberam e também sobre as críticas e “manifestações de ódio”. “Não! Não recuaremos! Respeitamos todas as pessoas, mas jamais aceitaremos o pecado”, diz o texto.

Dois dias depois, a empresa retomou às redes para pedir que seus apoiadores rezem por eles. “Caros amigos, nesses dias recebemos ofensas dos mais baixos níveis, fomos taxados das mais abjetas alcunhas e sofremos dezenas de ameaças. Só Deus sabe como estamos frente a tamanha injustiça. Mas não nos abalaremos! Em nenhum momento fomos desrespeitosos com as pessoas, limitamo-nos a fazer eco aos homens e mulheres de bem que criticam certa militância LGBT que, com atos como vandalismo e obscenidades, se opõem à moral cristã, ferindo a sensibilidade da população majoritária”.

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Ao encerrar, a cervejaria ainda pede para que, “por favor, reze por essa causa católica levantada pela Sociedade da Santíssima Virgem Maria – SSVM e criminosamente tratada com escárnio e maledicência pela grande imprensa liberal”.

Link deste artigo: https://economia.ig.com.br/empresas/2019-09-18/cervejaria-se-manifesta-contra-lgbt-e-nao-teme-perder-clientes-por-isso.html

Fonte: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/empresas/2019-09-18/cervejaria-se-manifesta-contra-lgbt-e-nao-teme-perder-clientes-por-isso.html

 

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Alemanha quer que Mercosul exija certificação de carne e soja brasileiras

Alemanha quer que Mercosul exija certificação de carne e soja brasileiras

Após queimadas na Amazônia, ministra do Meio Ambiente diz que país só deve adquirir produtos que não afetem florestas

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BERLIM  – O governo da Alemanha quer certificar a carne e a soja importadas do Brasil no âmbito do acordo Mercosul-União Europeia, revelou a revista Der Spiegel .

Segundo a publicação, a ministra alemã do Meio Ambiente , Svenja Schulze, está propondo complementar as regras de sustentabilidade do Acordo de Livre Comércio do Mercosul entre a União Europeia e os países da América Latina com um sistema de certificação para os dois produtos. O país quer evitar adquirir soja e carne cuja produção tenha afetado o meio ambiente na Amazônia.

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“Soja e carne bovina só devem ser importadas se a produção comprovadamente não prejudicar a floresta tropical”, disse ela à Der Spiegel. “É difícil aceitar que a UE importe ração com proteína de soja e carne bovina de áreas onde as florestas tropicais foram derrubadas ou queimadas”.

Fonte: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/mercados/2019-09-02/alemanha-quer-que-mercosul-exija-certificacao-de-carne-e-soja.html

Dólar segue valorizando nesta sexta-feira, com alta de 0,09% Fonte: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/2019-09-20/dolar-segue-valorizando-nesta-sexta-feira-com-alta-de-009.html

 

Por Agência O Globo 

Guerra comercial e cortes de juros nos influenciam no valor da moeda

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dólar comercial continua em trajetória de valorização. A moeda americana opera com alta de 0,09% nesta sexta-feira (20), valendo R$ 4,168. Além da repercussão dos cortes de juros nas economias brasileira e americana, os investidores também monitoram os desdobramentos ligados à guerra comercial.

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dólar
Reprodução

Dólar comercial opera a R$ 4,16 nesta sexta-feira (20)

Na véspera, o conselheiro americano Michael Pillsbury disse que as tarifas dos Estados Unidos sobre produtos chineses podem atingir os níveis de 50% a 100% caso um acordo entre Pequim e Washington não seja feito em breve.

O cenário doméstico também contribui para o cenário de ganhos do dólar, após o Banco Central ter reduzido as taxas de juros de 6% para 5,5% ao ano, renovando a mínima histórica.

Uma vez que os juros brasileiros estão caindo de forma mais acelerada do que os americanos, o diferencial de rentabilidade para investidores estrangeiros que aplicam no país diminui, o que tende a atrair menos dólares para o mercado brasileiro.

Fonte: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/2019-09-20/dolar-segue-valorizando-nesta-sexta-feira-com-alta-de-009.html

JUROS, MENOR PATAMAR DA HISTÓRIA: BC reduz juros básicos da economia para 5,5%

BC reduz juros básicos da economia para 5,5%, menor patamar da história

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, reduzir a Selic, a taxa básica de juros, em 0,50 ponto porcentual, de 6,00% para 5,50% ao ano. Esse é o segundo corte da taxa no atual ciclo, após período de 16 meses de estabilidade. Com isso, a Selic está agora em novo piso da série histórica do Copom, iniciada em junho de 1996.

Em meio à fraqueza da economia e aos índices controlados de inflação, a expectativa majoritária do mercado financeiro era de que a Selic passasse por um novo corte. De um total de 55 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, todas esperavam por um corte de 0,50 ponto, para 5,50% ao ano.

Ao anunciar sua decisão, o Copom – formado pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, e pelos oito diretores da instituição – também atualizou suas projeções para a inflação. No cenário de mercado, que utiliza expectativas do mercado financeiro para o câmbio e os juros, o BC alterou sua projeção para o IPCA, o índice oficial de preços, em 2019 de 3,6% para 3,4%. No caso de 2020, a expectativa permanece em 3,6%.

O centro da meta de inflação perseguida pelo BC este ano é de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,75% a 5,75%). Para 2020, a meta é de 4,00%, com margem de 1,5 ponto (de 2,5% a 5,5%).

Impactos
Apesar do corte de 0,50 ponto porcentual na Selic, o impacto imediato no custo do crédito ao consumidor final tende a ser pequeno, avalia a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Cálculos feitos pela entidade indicam que o juro médio cobrado de pessoas físicas no comércio passará de 78,36% para 77,54% ao ano. No caso do cartão de crédito, a redução significará queda dos juros de 266,85% para 265,28% ao ano.

Em relação aos investimentos, de acordo com o economista Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Anefac, com a nova queda da Selic os fundos de renda fixa continuam perdendo competitividade em relação à caderneta de poupança. Isso ocorre principalmente nos casos de aplicações de valores mais baixos, já que as taxas de administrações dos fundos costumam ser maiores.

A Anefac lembra que, com a Selic a 5,50% ao ano, o rendimento da caderneta de poupança – equivalente a 70% da taxa básica – passa a ser de 3,85% ao ano. Neste cenário, um investimento em fundo de renda fixa passa a ser mais rentável que a poupança apenas se sua taxa de administração for inferior a 1% ao ano.

Entenda
A cada 45 dias, o Copom se reúne para calibrar o patamar da taxa Selic buscando o cumprimento da meta de inflação, fixada todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para 2019, a meta central de inflação é de 4,25%. O sistema prevê uma margem de tolerância, para mais ou para menos. Por isso, a meta será considerada formalmente cumprida pelo Banco Central caso fique entre 2,75% e 5,75%. Para 2020, a o objetivo central é uma inflação de 4% – com oscilação autorizada entre 2,5% e 5,5%.

Quando a inflação está alta ou indica que vai ficar acima da meta, o Copom eleva a Selic. Dessa forma, os juros cobrados pelos bancos tendem a subir, encarecendo o crédito (financiamentos, empréstimos, cartão de crédito), freando o consumo e reduzindo o dinheiro em circulação na economia. Com isso, a inflação cai.

Se as estimativas para a inflação estão em linha com a meta, como ocorre no cenário atual, é possível reduzir os juros. Isso permite maior endividamento das famílias e empresas e estimula a produção e o consumo. Essa decisão também precisa ser ajustada de forma a evitar o descontrole dos preços.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: IstoÉ

Após alta em preços, Procon-DF cobra nota fiscal de postos de gasolina

Primeira notificação por conta de valores abusivos da gasolina foi a um ponto de venda na Asa Norte. Órgão desconfia de cartel

Hugo Barreto/MetrópolesHUGO BARRETO/METRÓPOLES

O Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) notificou, nesta quarta-feira (18/09/2019), o primeiro posto de combustível que está comercializando o litro da gasolina acima de R$ 4,22. A ação ocorre após a repercussão negativa da disparada do preço do litro da gasolina no DF, mesmo antes de a Petrobras repassar aumento diante da crise do petróleo na Arábia Saudita. O diretor-geral do órgão, Marcelo de Souza do Nascimento, afirmou que não descarta a possibilidade de prática de cartel no setor.

A primeira advertência foi dada ao posto Petrobras, na Asa Norte, próximo à Torre de TV. Até as 15h45 desta quarta, horário em que o Procon esteve na loja, o valor do litro da gasolina estava a R$ 4,399. O Metrópoles tentou ouvir o gerente do estabelecimento, que não quis dar declarações.

Segundo o diretor-geral do Procon-DF, o parâmetro para a notificação segue o preço médio praticado para o produto na capital, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP), entre os dias 8 e 14 de setembro. “Vamos pedir notas fiscais aos postos desde julho deste ano até o momento para avaliarmos a variação dos preços”, frisou.

Segundo Nascimento, o Procon já recebeu duas denúncias sobre preços abusivos em postos de Taguatinga e do Gama. “A gente vai observar a elevação do custo, se houve uma elevação injustificada do preço. Podemos multar individualmente e também vamos analisar a eventual prática de cartel, que ocorre quando os postos combinam de praticar o mesmo valor”, salientou.

O Procon, de acordo com o diretor, não descarta a possibilidade da prática de cartel. “Pela justificativa do sindicato, de que foi uma mera coincidência, podemos desconfiar”, disse ao Metrópoles. O setor é alvo de investigações sobre a cartelização desde a Operação Dubai, em 2015.

Ainda segundo o diretor do instituto, o preço nas bombas de gasolina no DF aumentou, em média, R$ 0,25 nessa terça-feira (17/09/2019). De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o valor da notificação pode variar entre R$ 600 e R$ 9 milhões.

Denúncias

O Procon avisa que os postos notificados têm 10 dias para prestar esclarecimentos sobre a justificativa do aumento repentino nos valores da gasolina e do diesel. Em nota, o órgão também esclareceu que a equipe de atendimento do órgão está de plantão pelo e-mail 151@procon.df.gov.br, acolhendo as denúncias de consumidores sobre possível preço abusivo nos postos de combustíveis do DF.

“A denúncia deve ser acompanhada por foto dos preços dos litros dos produtos e deve ser informado o local do posto de combustível denunciado. Todas as denúncias serão averiguadas e o consumidor terá sua solicitação atendida no prazo máximo de 24 horas, após formalização da denúncia”, diz trecho do comunicado.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Metropoles

Brasília recebe feiras de intercâmbio com entrada gratuita

Eventos EduExpo e EduCanadá estão marcados para o dia 26 de setembro

DivulgaçãoDIVULGAÇÃO

Brasília recebe, no dia 26 de setembro, dois grandes eventos para estudantes que desejam aprender idiomas fora do Brasil: a Feira Internacional de Intercâmbio EduExpo e a Feira Internacional EduCanadá. A programação ocorre entre as 16h e as 21h, com entrada gratuita.

Para participar, é preciso se cadastrar no site e apresentar a credencial na recepção do evento, impressa ou pelo celular. Os participantes poderão conversar com representantes dos governos desses países além de assistirem, das 16h30 às 20h20, a seis palestras gratuitas sobre o sistema educacional das instituições, cursos, destinos, oportunidades de bolsas de estudos, trabalho, acomodações, vistos e documentação.

Quem se inscrever terá acesso ao aplicativo EduExpo, que permite aos estudantes se conectarem com as instituições de ensino antes, durante e após o evento.

Ainda segundo Daniela, a feira traz a oportunidade única de aproximar quem quer estudar e trabalhar fora do Brasil com os representantes das próprias instituições de ensino do mundo. “Eles ficam frente a frente, podem conversar, buscar juntos opções que atendam ao sonho de cada um”, finaliza.

Fonte: http://egnews.com.br

Fonte: Metropoles

Bancos digitais chegam para ficar e ameaçam empregos no setor financeiro

Consumidores passam a ter acesso a atendimento e serviços por meio de aplicativos

 

Nos próximos três anos, a quantidade de bancários em Mato Grosso pode reduzir 21%, segundo análise do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Ramo Financeiro (Seeb-MT).

Conforme o presidente do sindicato, Clodoaldo Barbosa, basta as pessoas analisarem os Planos de Desligamento Voluntários que foram lançados nos últimos meses.

Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal já anunciaram planos mais de uma vez.

Normalmente, os banqueiros escolhem como público-alvo pessoas com mais de 55 anos, as que já possuem idade para se aposentar ou ainda quem tem mais de 20 anos de serviço.

“Fica claro o interesse de desligar os mais velhos, que na visão deles são resistentes às tecnologias e aos processos modernos”, diz o sindicalista.

Além dos programas de demissão, Clodoaldo lembra que muitas agências fecharam por conta de fusões ou instalação de unidades sem atendimento presencial.

Barbosa lembra os casos do Itaú e Unibanco, bem como de Bradesco e HSBC.

“Eles falavam que não havia motivo para ter agências próximas. E, no processo, as demissões foram focadas nos cargos de direção, que custam mais e que não podiam ter dois funcionários na mesma função. O restante foi absorvido em grande parte”.

Mudança de cenário

Segundo o presidente do sindicato, mesmo com a mudança do cenário, que não tem como ser freada, existiriam práticas como o estabelecimento de “metas abusivas” que  sobrecarregariam os trabalhadores que ficaram.

“Estamos em conversação com a Fenabran e o assunto está sempre na mesa. Sabemos que não podemos impedir as mudanças, mas estamos negociando e deixando o jurídico da entidade disponível para quem optar pelo PDV”.

O que se ganha com o PDV?

Todos os direitos trabalhistas ficam garantidos mesmo com a aceitação do PDV, exceto o seguro-desemprego.

O presidente do sindicato explica que os bancos estão oferecendo alguns benefícios extras, como plano de saúde por um ano ou mais tempo.

“ALÉM DE TERMOS NO QUADRO MUITAS PESSOAS QUE ESTÃO CANSADAS DO TRABALHO, TEMOS TAMBÉM FUNCIONÁRIOS COMO SÍNDROME DO PÂNICO E OUTRAS DOENÇAS CAUSADAS PELO AMBIENTE BANCÁRIO. SÃO PESSOAS QUE MUITAS VEZES JÁ SE AFASTARAM DO TRABALHO POR DOENÇA E ENXERGAM NO PDV UMA FORMA DE RECOMEÇAR”.

Atualmente, a base de Seeb-MT é formada por cerca de 3,8 mil bancários, e não considera as cooperativas bancárias.

Conheça alguns bancos digitais

Eles prometem o fim da burocracia e fisgam o consumidor pela isenção de taxas. Assim funcionam os bancos digitais, que têm como bandeira a redução da burocracia.

Veja os mais conhecidos:

Agibank – Banco começou a operar em 2010  com o crédito consignado e em 2013 passou a oferecer conta-corrente e cartão de crédito.

Banco Inter – O banco apresenta-se como isento de tarifa. Tem cartões de crédito e débito, além de oferecer soluções para pessoas jurídicas e pequenas empresas.

C6 Bank – O C6 Bank é uma instituição fundada por ex-sócios do banco BTG Pactual. É focada em clientes do segmento premium. Oferece conta digital, cartões de crédito e débito, empréstimos, investimentos, dentre outros serviços bancários.

Mercado Livre – Famosa por sua plataforma de revenda digital de produtos, a empresa passou a concentrar sua atuação em serviços financeiros. A partir de 2019, vai oferecer conta digital, conta-salário e crédito.

Neon – Para ter uma conta no Banco Neon, basta baixar o aplicativo em seu celular e seguir os passos indicados. Também oferece solução para pessoas jurídicas.

Nubank – O Nubank é uma startup criada em 2013 que, inicialmente, oferecia apenas um cartão de crédito sem anuidade. A fintech lançou sua conta digital no final de 2017, a NuConta, e caminha para se transformar em um banco.

PagSeguro – A empresa, que começou como meio de pagamento eletrônico, tem atuação focada em micro e pequenas empresas (PMEs). Oferece conta digital e máquinas de cartão de crédito e débito.

Fonte: http://egnews.com.br

Fonte: Jornal Times

Dólar tem terceira queda seguida e fecha no menor valor em 20 dias

Ibovespa sobe com acote de medidas do Banco Central Europeu (BCE) e afagos entre China e Estados Unidos

EBCEBC

O dólar engatou nesta quinta-feira (12/09/2019) a terceira queda seguida, acompanhando o mercado internacional. O novo pacote de medidas do Banco Central Europeu (BCE) para estimular a atividade econômica da zona do euro ajudou a enfraquecer a moeda norte-americana no exterior e fez a divisa cair a R$ 4,02 aqui na mínima do dia.

Mas dúvidas sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China reduziram o ritmo de desvalorização do dólar , que fechou, à vista, em baixa de 0,13%, a R$ 4,0597, o menor nível em 20 dias.

O noticiário doméstico não teve repercussões no mercado cambial, que desde o início da semana esperava a reunião do BCE. Passado o evento, as expectativas se voltam agora para a reunião do Federal Reserve na semana que vem. Na Europa, o BCE cortou os juros e anunciou outras medidas, como um novo programa bilionário de compras de ativos sem prazo final para acabar.

Porém, uma troca de afagos entre Estados Unidos e China e o pacote do BCE animaram os mercados acionários nesta quinta. Acompanhando o sinal positivo das bolsas em Nova York, o Ibovespa emendou o segundo dia de valorização e fechou a sessão em alta de 0,89%, aos 104.370,91 pontos – maior nível desde 18 de julho (104.716,59 pontos).

O principal índice da B3 foi impulsionado, sobretudo, pelo avanço expressivo de papéis ordinários da Vale (3,63%) e das siderúrgicas, na esteira da alta de 4,90% do minério de ferro no porto de Qingdao, na China.

O Índice de Materiais Básicos (IMAT) liderou os ganhos entre os índices setoriais da B3, com valorização de 2,78%, Ainda entre as blue chips, destaque para o avanço dos papéis da Petrobras, a despeito da queda dos preços do petróleo, e da Ambev (+2,43%), após a ABInbev informar que retomou planos de lançar oferta pública de ações na bolsa de Hong Kong.

Fonte: http://egnews.com.br

Fonte: Metropoles

Sobe previsão de crescimento da economia

Estimativa foi divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central no relatório Focus. Mercado também reduziu previsão da inflação para este ano, de 3,65% para 3,59%

O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano.
Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,80% para 0,87% em 2019.
Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 permaneceu em 2,10%. Para 2021 e 2022 também não houve alteração nas estimativas: 2,50%.
INFLAÇÃO
A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo caiu de 3,65% para 3,59%, este ano. Para os anos seguintes não houve alterações nas projeções: 3,85%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.
A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
Quando o Comitê de Política Monetária aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa segue em 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.
DÓLAR
A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,80 para R$ 3,85 e, para 2020, de R$ 3,81 para R$ 3,82.
Fonte: www.egnews.com.br

Banco de dados aberto na web expõe dados e telefones de 419 milhões de usuários do Facebook

Por Altieres Rohr

 Os responsáveis pela manutenção e criação do banco de dados, no entanto, não foram identificados. — Foto: Stephen Lam/Reuters

Os responsáveis pela manutenção e criação do banco de dados, no entanto, não foram identificados. — Foto: Stephen Lam/Reuters

Após uma denúncia de Jain e do site TechCrunch, o banco de dados foi retirado do ar pelo provedor de hospedagem do servidor. Os responsáveis pela manutenção e criação do banco de dados, no entanto, não foram identificados.

O Facebook contestou a contagem de registros feita pelo “TechCrunch” e pelo especialista. Segundo a rede social, o servidor tinha aproximadamente 220 milhões de registros, e não 419 milhões.

De acordo com o Facebook, as informações podem ter sido obtidas a partir da técnica de “scraping”, que envolve o uso de programas ou “robôs” para navegar pela rede social e armazenar os detalhes dos perfis.

Os registros não seriam recentes. O Facebook fez ajustes no ano passado para impedir a identificação de contas por meio do número de telefone. Além da busca no próprio site, a recuperação de senha pelo número de telefone também restringe a identificação do perfil, mostrando o perfil apenas nos casos em que o Facebook reconhece a rede de acesso.

Facebook só identifica o perfil na recuperação de senha por telefone quando reconhece a rede de acesso do usuário. — Foto: ReproduçãoFacebook só identifica o perfil na recuperação de senha por telefone quando reconhece a rede de acesso do usuário. — Foto: Reprodução

Facebook só identifica o perfil na recuperação de senha por telefone quando reconhece a rede de acesso do usuário. — Foto: Reprodução

Facebook restringe pesquisas

A prática de coleta de informações no Facebook por esse método ocorre pelo menos desde 2010, quando um pacote com dados de 100 milhões de perfis foi colocado na internet para alertar os usuários sobre os riscos de deixar qualquer informação pública na rede social. Desde então, o Facebook tem restringido o acesso a consultas e listas de perfis. O acesso ao diretório de perfis, por exemplo, exige verificações constantes de segurança para evitar o download de dados por robôs.

Como o Facebook permitia encontrar usuários pelo número de telefone, um hacker poderia tentar todos os números de telefone consecutivamente, identificando o usuário a quem o número pertencia.

Um problema semelhante foi identificado no Snapchat em 2014, mas o Facebook só adotou restrições em 2018. No ano passado, além do caso Cambridge Analytica, que rendeu uma multa bilionária ao Facebook, uma brecha permitiu coletar informações configuradas como particulares.

Em junho deste ano, o Facebook passou a restringir o uso da GraphSearch para bloquear consultas especiais que relacionavam informações e perfis a partir de critérios que não estão disponíveis na ferramenta de consulta da própria rede social.

Fonte: G1