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domingo, dezembro 15, 2019

Temporal deixa 37 mil imóveis sem luz e prejuízo nas ruas do DF

CEB afirma ter normalizado a distribuição neste sábado (14/12/2019). Chuvas e ventos fortes derrubaram diversas árvores pela cidade

Material cedido ao MetrópolesMATERIAL CEDIDO AO METRÓPOLES

O Distrito Federal amanheceu, neste sábado (14/12/2019), impactado pelas fortes chuvas da noite anterior. Houve quedas de árvores, muros e destelhamentos em várias regiões da capital. Além disso, as descargas elétricas que acompanharam a tempestade foram responsáveis pelo corte no fornecimento de energia de 37.626 unidades consumidoras, conforme informou a Companhia Energética de Brasília (CEB).

O Plano Piloto liderou a quantidade de imóveis que ficaram sem luz. Levantamento da CEB mostra que, desde às 20h, 7,7 mil casas tiveram o fornecimento de energia interrompido. Na sequência, estão Sudoeste (6,1 mil); Guará (4,4 mil) e Sobradinho (4 mil).

Veja fotos do estrago:
Temporal deixa 37 mil imóveis sem luz e prejuízo nas ruas do DF

De acordo com a CEB, a distribuição já teria sido normalizada no em todas as regiões já nas primeiras horas deste sábado (14/12/2019). Há relatos de falta de luz no Sudoeste e no Cruzeiro.

Ainda nesta manhã, equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) realizavam levantamento dos prejuízos causados pelas fortes chuvas. Em nota, a Novacap afirmou que as administrações regionais do Plano Piloto, em especial da Asa Norte, Guará e Samambaia entraram em contato com o Departamento de Parques e Jardins (DPJ) para notificar ocorrências referentes a queda de árvores. “Um balanço deve ser realizado pelo DPJ até o final do dia”, finalizou.
Cratera

Apesar do susto da última semana, a tempestade dessa madrugada não aumentou os estragos na 709/909 Sul, onde uma cratera se abriu com as forças da chuva e engoliu quatro carros – retirados do burado nessa terça (10/12/2019).

A explicação inicial é que houve a ruptura de uma tubulação de água pluvial. Com isso, o solo atrás do muro de arrimo ficou extremamente encharcado e a estrutura cedeu. A empresa responsável pelas obras realizou mudanças na estrutura para reduzir novos riscos de erosão.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)havia previsto para as intensas precipitações de sexta. Segundo levantamento do Inmet, choveu até 50,4 mm na noite de sexta. Só no Plano Piloto, foi registrado 30,9 mm d’água.

De acordo com o meteorologista Heráclito Alves, ainda há a possibilidade de mais chuvas neste sábado (14/12/2019). “Nós não podemos considerar as chuvas de ontem como uma tempestade, mas foram intensas. Era algo que estava previsto, com trovoadas e ventos mais fortes. Hoje [sábado], diminui a possibilidade de novas chuvas, devem vir mais isoladas. Terá mais abertura de sol e os próximos dias serão mais secos”, explicou.

O especialista afirma que esse tipo de preciptação é comum nessa época do ano. “A alta umidade somada às temperaturas elevadas provocam essas chuvas. Dezembro chove praticamente todo dia”, disse.

Ainda durante a noite, o Inmet alertou para as pancadas. O aviso coloca o DF em “perigo potencial”, com risco de corte de energia elétrica, queda de galho e árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Veja vídeo do temporal:

O Inmet recomenda que as pessoas não se abriguem sob as árvores, evitem usar aparelhos ligados à tomada e entre em contato com o Corpo de Bombeiros em caso de emergência.

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Fonte: Metropoles

Pretos e pardos morrem mais por agressão do que brancos no DF

Informações do Ministério da Saúde analisadas pelo (M)Dados mostram as causas de óbitos por raça e cor

Andre Borges/Esp. MetrópolesANDRE BORGES/ESP. METRÓPOLES

Agressões são a quarta maior causa de morte entre pardos no Distrito Federal e apenas a 12ª para brancos, de acordo com informações do Ministério da Saúde analisadas pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles. Juntando pardos e pretos, foram 500 óbitos por agressão em 2017 – último ano disponível do levantamento. Já entre os brancos, foram 113 casos.

Os dados utilizados são do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), que reúne informações sobre as causas dos falecimentos em todo o Brasil. Eles são utilizados em diversos estudos sobre violência no Brasil por serem mais completos e sistematizados do que outras bases públicas.

No Distrito Federal, 3,57% dos brancos morreram por agressão em 2017. Entre os pardos, esse índice sobe para 14,08%, enquanto fica em 8,57% para os negros. O professor do departamento de Assistência Social da Universidade de Brasília (UnB) Leonardo Ortegal explica que há uma seletividade nas mortes violentas, que vitima mais negros e pardos do que brancos.

“Diversas estruturas sociais vão deixando o jovem negro e pardo em espaços de maior vulnerabilidade. Isso [as mortes por agressão] não acontece nos bairros ricos, mas sim na periferia. Um exemplo é o que aconteceu em Paraisópolis“, destaca. Ele se refere à ação da polícia em uma festa de rua no bairro da periferia de São Paulo, que resultou em nove mortes.

“É o racismo que autoriza esse tipo de atitude. Isso está internalizado no imaginário do agente do estado e até entre os próprios pares. Se [quem cometeu o crime] for preso, ele sabe que aquela morte não terá tanta repercussão [se a vítima for preta ou parda]”, acrescenta.

De acordo com o Datasus, os que mais morrem por agressão são os categorizados como “amarelos”, com 14,81%. No entanto o universo desses casos registrados para pessoas de origem asiática é muito inferior aos demais, o que distorce a comparação – quatro de 14 mortes, ao total. O mesmo acontece com os indígenas (12,5%), que têm um total de seis óbitos.

Soluções

Para Ortegal, a solução para diminuir os casos de agressão de pretos e pardos está longe. “O governo despreza essa realidade. O Juventude Viva foi um dos primeiros programas cortados na crise ainda no governo Dilma”, lembra.

Agora, aponta o professor, o governo Bolsonaro “disse que ia tirar a centralidade do programa no jovem negro para jovens vulneráveis, mas o que temos nos dados é o escândalo de mortes de jovens negros”. “A seletividade acontece nas periferias, nos territórios pobres, porque no Plano Piloto não morre ninguém por agressão”, acrescenta.

“Muitas coisas levam aos homicídios. Uma pessoa atirando na outra é o ato final. Para isso acontecer, tem problema de educação, de saúde, de emprego e renda. Para desfazer esse nó precisa voltar esse caminho”, finaliza.

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Fonte: Metropoles

A coisa tá feia mesmo: Garotas de programas na crise, “Os homens estão lisinhos”

Resultado de imagem para prostituição

Na intenção de fazer uma matéria sobre a crise financeira na Capital da República escolhi uma classe e um tema: “Garotas de Programa”

Sai em campo e fui ao centro da Capital, lá conversei com algumas garotas e a reclamação é uma só “os homens sumiram”

Algumas se dispuseram em falar mais sem revelar sus verdadeiros nomes:

“Cadê os homens? Sumiram!” antes aqui na Capital da República conseguia andar de carro novo e estar sempre bem vestida, vinha na sexta feira e voltava na segunda logo cedo para Goiânia onde moro, hoje mau consigo pagar as minhas despesas do final de semana, muito difícil, comentou Priscilla (nome fictício).

“A concorrência esta muito grande, tem muitas meninas e poucos homens, é uma briga só para agarrar esses que de vez em quando aparecem” Graziely (nome fictício)

A crise realmente chegou ao mercado da prostituição. Quase todas elas fizeram o mesmo comentário, “antes da crise dava para faturar bem, chegando a ganhar R$ 500 por noite nos programas. Agora mal ganhamos para pagar o que consumimos durante a noite.

A crise veio com força e com ela a falta de dinheiro que acarretou na baixíssima procura por serviços sexuais.

“Tá difícil, fazemos até promoção, baixando o valor por menos tempo, Mas os homens não procuram. Eles se esquivam alegando falta de dinheiro”.

Algumas já se questionam sobre continuar nessa vida que alem de perigosa o alto índice de feminicídio e a falta de clientes faz com que o estimulo acabe e às façam pensar em procurar um emprego para custearem suas despesas diárias, existem casos de universitárias que se prostituem para custear as mensalidades de sua faculdade.

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Faixa de pedestre flutuante em Vicente Pires

Olhem a situação das faixas de pedestre de Vicente Pires

Governador, não permita que sua boa gestão seja maculada com cenas como estas, cobre responsabilidade de seus Administradores, que eles executem os projetos com perfeição e boa qualidade.

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Com déficit de 12 mil militares, PM e bombeiros preparam concurso

Segundo o secretário de Segurança Pública do DF, redução das tropas é preocupante e editais deverão ser lançados no segundo semestre

JP Rodrigues/MetrópolesJP RODRIGUES/METRÓPOLES

Faltam aproximadamente 12 mil policiais militares e bombeiros para garantir a segurança nas ruas do Distrito Federal. O déficit de servidores se acentuou com a reforma da Previdência, que acelerou o número de pedidos de reserva nos últimos meses.

Para evitar o comprometimento dos serviços de repressão a crimes, resgates e combate a incêndios, o governo prevê o lançamento de novos concursos a partir do segundo semestre de 2020.

Segundo a Polícia Militar (PMDF), as tropas têm, atualmente, 10.859 homens e mulheres na ativa. O déficit é de 41%, com cerca de 7,8 mil vagas em aberto, que podem aumentar ainda mais. Em 2017, 1.651 militares foram para a reserva. No ano seguinte, o número ficou em 661. Neste ano, saltou para 872, por receio dos efeitos da reforma.

De acordo com o comando da PM, todos os setores da corporação são afetados pela falta de pessoal. “As diretrizes de comando priorizam e enfatizam medidas saneadoras na área operacional, com o emprego e a alocação de policiais para a área operacional, de acordo com as demandas”, argumentou a instituição por nota.

A situação no Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) não é diferente. Em junho deste ano, a corporação registrava déficit de 4,1 mil servidores, segundo os dados mais recentes disponibilizados pela corporação. Em termos percentuais, 42,56% das vagas estão vazias.

Entre combatentes e oficiais, a corporação tem 5,5 mil membros nas tropas, quando deveria contar com 9,7 mil para realizar operações com segurança para a população e os próprios servidores.

Problema grave

Do ponto de vista do secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, o déficit de PMs e bombeiros é um dos problemas mais graves do GDF. Preocupação compartilhada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB).

Segundo Torres, no caso da PM, o governo vai chamar os aprovados no último certame. Serão nomeados mais 750 praças e aproximadamente 100 oficiais no início do próximo ano. Em julho de 2020, um novo percentual de candidatos será convocado. Nesse caso, os números vão depender de autorização orçamentária.

“Para o ano que vem, eu ainda tenho a Academia de Policiais Militares garantida, trabalhando o ano inteiro. Então isso me deixa respirar e pensar em um concurso a partir do segundo semestre de 2020”, antecipou Torres, acrescentando que um novo certame para o Corpo de Bombeiros deve ser divulgado no mesmo período.

Para o secretário de Segurança Pública, a reposição de pessoal e material na área “não pode parar”. Na visão do secretário, em vez de o governo apostar em grandes concursos entre longos períodos, o ideal é um fluxo constante de certames, com quantitativos menores. As datas das provas e a quantidade de vagas dos novos certames ainda estão em avaliação.

Em nota, o comando da PM afirmou que espera incorporar 450 aprovados no último concurso em 2021. Para driblar a falta de pessoal, a corporação contratou civis para atividades administrativas, permitindo a escalação de policiais para atividades operacionais.

O Corpo de Bombeiros também foi acionado, mas não havia se manifestado até a última atualização deste texto. O espaço permanece aberto.

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Fonte: Metropoles

Escorpião e baratas assustam merendeiras de escola na Asa Norte

Casos foram relatados durante inspeção da Secretaria de Educação na unidade, que garante estar em dia com as dedetizações no local

Divulgação / Secretaria de Educação DIVULGAÇÃO / SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

Lugar reservado para o preparo das merendas de alunos, a cantina da Escola Classe 106 Norte virou endereço de famílias de baratas e escorpiões. A situação foi relatada por merendeiras da unidade e virou objeto de apuração da Secretaria de Educação. Vistoria da Unidade Regional de Infraestrutura e Apoio Educacional do Plano Piloto assinada nesta quarta-feira (11/12/2019) confirmou a denúncia.

“As merendeiras relataram encontrar baratas e escorpião na cozinha. No entanto o controle de desinsetização está em dia. A unidade escolar foi orientada a solicitar repetição do serviço realizado, pois está apresentando foco de insetos”, reforça o documento obtido pelo Metrópoles. Não houve registro de picadas na unidade.

De acordo com a pasta, o controle de desinsetização da unidade escolar está em dia, mas ela foi orientada a solicitar a repetição dos serviços, “tendo em vista que houve dedetização no prédio ao lado, o que pode ter ocasionado o problema”. A secretaria informou ainda à coluna que as dedetizações são de responsabilidade das próprias escolas.

REPRODUÇÃO / SEReprodução / SE
Vistoria confirma relatos de merendeiras; Secretaria de Educação afirma que fato ocorreu após dedetização do prédio ao lado
Picada em hospital

Recentemente, uma servidora foi picada por um escorpião dentro do Hospital Regional do Gama (HRG). O caso ocorreu na madrugada de 30/11/2019, na sala de repouso da unidade de saúde. Funcionários afirmam que o local é “sujo e insalubre” e dizem não ser a primeira vez que um bicho peçonhento é encontrado no local.

Segundo a técnica de enfermagem, ao se levantar do descanso, ela foi pegar o seu tênis quando o escorpião a ferroou na mão direita. Assim que percebeu o ocorrido, a servidora foi levada ao pronto-socorro, onde foi medicada, mas não precisou do soro antiescorpião.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil teve 99 mortes e mais de 90 mil acidentes com escorpiões em 2018. Desses, mais de 40 mil ocorreram na Região Sudeste.

Ainda segundo o órgão federal, o número desses incidentes diminuiu em relação à 2017, quando 124 mil casos foram registrados. Contudo, o número de mortes subiu de 90 para 99. Em 2018, os escorpiões foram os animais peçonhentos que mais mataram pessoas no país.

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Fonte: Metropoles 

De viaduto a casas: veja cenas de ameaças e desmoronamentos no DF

Além do viaduto sobre a Galeria dos Estados, imóveis colapsaram e Defesa Civil precisou interditar residências e até parte da Rodoviária

Hugo Barreto/MetrópolesHUGO BARRETO/METRÓPOLES

 

Para o Corpo de Bombeiros, o rompimento de uma tubulação provocou a abertura da cratera que engoliu carros na 709/909 Sul. Pelo mesmo motivo, outras duas edificações colapsaram no DF na semana passada.

Construída em cima da rede pública de esgoto, uma casa na Chácara 91 do Sol Nascente foi engolida, no último sábado (07/12/2019), por uma erosão provocada pela ruptura da tubulação. A Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) realizava obra de revitalização do emissário de esgoto no momento do acidente. Da casa onde morava uma família com quatro pessoas há 9 anos restaram apenas um banheiro e um quarto.

Veja fotos:

De viaduto a casas: veja cenas de ameaças e desmoronamentos no DF

Em 5 de dezembro, uma casa na Rua 19 de Vicente Pires passou pelo mesmo problema. O imóvel veio abaixo depois que a tubulação de águas pluviais se rompeu com a força da chuva. A casa ficou destruída: as paredes cederam e houve destelhamento. Apesar dos estragos, ninguém ficou ferido. Os sete ocupantes da residência foram retirados. Os bombeiros trabalharam com quatro viaturas e 18 militares.

A residência, feita de alvenaria, tinha quatro cômodos. Devido à gravidade dos danos, técnicos da Defesa Civil chegaram ao local para fazer a avaliação da estrutura e definir se era necessário isolar o perímetro, a fim de garantir a segurança dos lotes vizinhos.

Veja foto:

CBMDF/DIVULGAÇÃOCBMDF/DIVULGAÇÃO
CBMDF/Divulgação
Uma casa caiu em Vicente Pires depois que a tubulação de águas pluviais se rompeu com a força da chuva

Desabamento ainda sem explicação

Na manhã desta terça (10/12/2019), parte da laje de uma casa desabou na QNR 5, em Ceilândia, após o telhado do segundo piso da residência ceder. A edificação tem três andares. Ninguém se feriu. A Defesa Civil foi acionada para avaliar a estrutura da casa. A causa do desabamento ainda é desconhecida. O proprietário da residência não estava no imóvel no momento do incidente.

O imóvel ao lado foi atingido por pedaços de construção que caíram sobre a cama dos vizinhos. No momento do desabamento, apenas uma pessoa estava em casa. Ela havia acabado de acordar e se assustou com o barulho, mas não se feriu.

Em junho deste ano, o governador Ibaneis Rocha (MDB) determinou o fechamento da plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto para evitar o desabamento da estrutura. Conforme registrado pela coluna Grande Angular, do Metrópoles, laudos técnicos detectaram fissuras irreversíveis. “O risco de desabamento iminente não nos deixa alternativa. Vamos fazer todo o esforço para que os transtornos sejam os menores possíveis e a reabertura ocorra rapidamente”, afirmou Ibaneis ao portal.

Segundo nota técnica da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), ao longo dos últimos meses, “diversas manifestações patológicas” foram identificadas na estrutura da rodoviária, sendo que algumas fissuras apresentaram crescimento acentuado recentemente.

“Algumas foram classificadas como críticas e verificou-se que as fissuras estruturais são as de maior relevância e podem trazer maior risco à segurança estrutural da Rodoviária, inclusive com risco de colapso estrutural/desabamento, exigindo ações imediatas”, diz trecho do documento.

Na cobertura da laje da plataforma inferior, foram verificados: “rompimento de cabos de protensão de longarinas por corrosão, movimentação anormal com abertura de frestas em vigas de encabeçamento do caixão perdido da plataforma superior, problemas de infiltração, problemas com estrutura do reservatório de incêndio, corrosão nos guarda-corpos dos viadutos, fissuras de vigas e lajes”, entre outros problemas.

A companhia ressalta ainda que o fluxo acima de 700 mil pessoas por dia dificulta qualquer tipo de ação preventiva ou corretiva sem causar transtornos à operação do terminal. “Hoje, a Rodoviária já se encontra em obras, com contrato de recuperação e revitalização sob responsabilidade da empresa Concrepoxi e fiscalização da Novacap”, acrescenta.

Veja trechos do laudo sobre a Rodoviária:

O risco de prédios desabarem levou a Defesa Civil a notificar, entre janeiro e outubro deste ano, 695 imóveis por apresentarem riscos aos ocupantes. Desse total, 93 prédios acabaram interditados e 14 construções desabaram.

Lideravam o número de casos com queda de estrutura: Águas Claras e Sobradinho II, com três registros; Planaltina e São Sebastião, com dois casos cada; Gama, Taguatinga, Lago Sul e Vicente Pires, uma ocorrência cada. Nenhum dos desabamentos registrados até então resultou em morte.

Ainda conforme a Defesa Civil, quase 6 mil famílias de 19 regiões administrativas do Distrito Federal estão em locais considerados com grande ameaça de sofrerem desabamentos, deslizamentos e até mesmo inundações. Leia matéria completa sobre as áreas de risco.

Viaduto no coração de Brasília colapsou

Em fevereiro de 2018, a capital federal registrou um dos casos mais chocantes de desabamento de uma estrutura, quando o viaduto sobre a Galeria dos Estados, no Eixão Sul, colapsou. No dia do desabamento, o próprio governador do Distrito Federal à época, Rodrigo Rollemberg (PSB), admitiu que a estrutura não tinha passado por manutenção. Logo depois, demitiu o então diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Henrique Luduvice.

Desde então, foram abertas investigações no Tribunal de Contas do DF, Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e Câmara Legislativa para apontar as responsabilidades pelo desabamento. A estrutura foi reconstruída e liberada, parcialmente, ao tráfego de veículos.

Veja imagens:

Garagem na 210 Norte desabou

Em fevereiro de 2018, câmeras do sistema de monitoramento e segurança do Bloco C da 210 Norte registraram o momento do desabamento do piso sobre a garagem. Pelo menos 25 carros foram esmagados e destruídos na manhã de (4/2). O desmoronamento assustou os moradores, que desceram desesperados com medo de o prédio cair. Após vistoria no local, a Defesa Civil verificou que apesar da gravidade da situação, as estruturas não foram atingidas e as pessoas liberadas a retornarem a seus apartamentos.

O fornecimento de gás foi suspenso e a energia cortada, já que havia muita gasolina espalhada pela garagem em função do esmagamento dos carros. Como muitos canos se quebraram, o prédio ficou sem água. Depois de uma contagem dos moradores, foi confirmado pelos bombeiros que não estava faltando ninguém. Porém, mesmo assim, cães farejadores percorreram a garagem em busca de vítimas.

Veja imagens:

Em 2017, um homem de 55 anos morreu após ser atingido por escombros de prédio que vistoriava, em Vicente Pires. A construção estava irregular, de acordo com os órgãos fiscalizadores.

  • Fonte: Metropoles

Arvore de 30 metros é arrancada do solo na 214 Sul

As chuvas continuam a fazer estragos nas pistas de Brasilia, na tarde de hoje (08/12) uma arvore de quase 30 metros foi arrancada do solo e interditou toda a pista da 214 Sul, bombeiros no local para liberar a pista.

Vejam os vídeos:

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Filho mais novo do governador Ibaneis Rocha é batizado em igreja de Roma

Com 1 ano de idade, Mateus é fruto da relação do emedebista com a advogada Mayara Noronha, com quem oficializou o casamento recentemente


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A celebração ocorreu na Igreja Santo Antônio dos Portugueses(foto: Arquivo pessoal)

O filho mais novo do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), foi batizado neste domingo (8/12), em Roma, na Itália. A celebração ocorreu na Igreja Santo Antônio dos Portugueses. Com 1 ano de idade, Mateus é fruto da relação do emedebista com a advogada Mayara Noronha.

O casal está na Itália desde a última quinta-feira (5/12). Católico, Ibaneis deve ser recebido pelo papa Francisco na próxima quarta-feira (11/12). A previsão é de que retornem ao Distrito Federal no dia seguinte. O governador tem agenda prevista na capital na sexta-feira (13/12).

Ibaneis e Mayara oficializaram recentemente a união em cerimônia para poucos convidados na residência deles, no Lago Sul. Como a viagem é pessoal, o governador arca com todos os custos de deslocamento e hospedagem. Até agora, o emedebista bancou todas as viagens que fez para o exterior, mesmo as que foram destinadas a cumprir agenda de compromissos do governo.

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Fonte: Correio Brasiliense

Servidor pagará contribuição mínima de 14% para aposentadoria

Segundo o Iprev, GDF enfrenta déficit atuarial da Previdência de R$ 119 bilhões e participará da recomposição de valores das contribuições

Hugo Barreto/MetrópolesHUGO BARRETO/METRÓPOLES

O GDF decidiu participar do reajuste das alíquotas previdenciárias, proposto pelo governo federal. Desta forma, o servidor público da capital vai pagar mais caro para conseguir a aposentadoria. A contribuição subirá de 11% da remuneração para 14%, no mínimo. Ou seja, aumento de três pontos percentuais. Há possibilidade de reajuste maior, mas parcelado.

A taxa será revista até 31 de julho de 2020. Segundo a Portaria nº 1.348 de 3 de dezembro de 2019, publicada no Diário Oficial da União (DOU), municípios, estados e DF devem aderir ao reajuste, caso as respectivas contas previdenciárias estejam desequilibradas.

Quem estiver às voltas com déficits e rejeitar a revisão não receberá mais transferências voluntárias federais e financiamentos de bancos públicos federais.

“Não há alternativa quanto à adesão. Por determinação constitucional, todos os estados, os municípios e o DF terão de aderir à reforma”, afirmou, em nota enviada ao Metrópoles, o Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev-DF). Segundo o órgão, a revisão atinge atuais servidores ativos, inativos, pensionistas e futuros servidores.

A reforma proposta pelo presidente Jair Bolsonaro apresenta duas alternativas. Os governos regionais podem adotar a alíquota de 14% sobre a remuneração, a mesma praticada pela União. Ou, então, deverão colocar em marcha taxas maiores, partindo do mesmo patamar.

Atualmente, no DF, a alíquota é de 11% sobre o pagamento dos servidores da ativa. Também são cobrados 11% sobre a remuneração do excedente do teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), de responsabilidade dos aposentados e pensionistas. Por fim, o GDF arca com 22% sobre a remuneração dos servidores.

“O modelo a ser adotado pelo DF está sendo analisado pelo Grupo de Trabalho que foi instituído para estudo e elaboração do Projeto de Reforma da Previdência dos Servidores do DF”, argumentou o Iprev, na nota.

A contribuição do GDF é o dobro da alíquota do servidor. Então, se a escolha for pela opção de 14%, o governo local passará a pagar 28%. No entanto, o Iprev vai consultar a Secretaria da Previdência para saber se é possível manter a contribuição patronal atual. O estado de São Paulo, por exemplo, busca garantir a manutenção dos gastos patronais na reforma.

Rombo de R$ 119 bilhões

As contas previdenciárias de Brasília estão relativamente equilibradas a curto prazo, no cálculo financeiro. Mas, a longo prazo, considerando os gastos no futuro, na análise atuarial, não estão.

Segundo o Iprev, o déficit atuarial é de R$ 119.695.804.323,95. Do ponto de vista técnico da instituição, os valores não são absurdos, mas demonstram desequilíbrio no futuro.

IGO ESTRELA/METRÓPOLESIgo Estrela/Metrópoles
GDF sofre com déficit atuarial de R$ 119 bilhões, segundo Iprev

A curto prazo, a situação está controlada. Em 2018, o déficit financeiro era de R$ 2,4 bilhões. Ao final de 2019, o rombo desceu para, aproximadamente, R$ 900 milhões negativos. A previsão para 2020 é de superávit de R$ 600 milhões.

Na letra da lei

Governos locais deverão aprovar as mudanças nas respectivas Câmaras Legislativas até 31 de julho de 2020. Na sequência, terão prazo de 90 dias para implementar a nova cobrança.

O GDF ainda aguarda o desfecho da futura votação da PEC Paralela na Câmara dos Deputados para inclusão de estados, municípios e DF na reforma da Previdência aprovada para o governo federal. Independentemente do debate da reforma, neste ano, no governo de Ibaneis Rocha, o Iprev começou o recadastramento e a cobrança de prova de vida de aposentados e pensionistas.

Resistência

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do DF (Sindireta-DF), Ibrahim Yusef, os trabalhadores não aceitam o aumento da alíquota. A entidade sindical representa, aproximadamente, 80 mil concursados.

Para nós, servidores públicos, que estamos há seis anos sem reposição salarial, aumentar a alíquota da previdenciária está fora de cogitação. Vamos nos mobilizar contra a proposta. Nesse período, perdemos 25% do nosso poder de compra.

IBRAHIM YUSEF, PRESIDENTE DO SINDIRETA

O DF tem, atualmente, 176 mil servidores. Deste total, 109 mil são ativos e 51 mil estão aposentados. Pensionistas somam 11 mil.

Remédio amargo

Para Newton Marques, membro do Conselho Regional de Economia do DF e professor licenciado da Universidade de Brasília (UnB), o ajuste das contas públicas é remédio amargo, mas não tem alternativa. As contas nacionais estão desequilibradas e com rombos.

“O Estado tem dificuldades de fazer ajustes, cortes. Tem muitas vinculações, salários, custeios. No entanto, as receitas caíram bastante. Assim, governos ficam em situação pré-falimentar. O Estado não pode falir. Aqui, só resta o corte na carne”, explicou.

Pelo diagnóstico do especialista, se governo federal, estados, DF e municípios não fecharem o rombo previdenciário, todos correm o risco de sofrer colapso. “Aí será o shutdown. O Estado será obrigado a fazer cortes radicais e a mandar servidores embora”, alertou.

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Fonte:Metropoles