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quinta-feira, abril 2, 2020

Tucanato paulista pode impedir eleição de Marconi Perillo ao PSDB Nacional

Vice-presidente quer Wilder na suplência e reeleições de Balestra e Sandes Júnior

— São Paulo, como polo econô­mico, impede o desenvolvimento do Centro-Oeste. Na esfera políti­ca, o PSDB paulista é hegemônico no partido, desde 1994.

Analista de cenário, o opera­dor do Direito, um dos mais con­ceituados de Goiás, afirma que o Consórcio de Governos do Cen­tro-Oeste e do Norte, arquitetado pelo Palácio das Esmeraldas, pode alavancar o voo nacional do inqui­lino da Casa Verde, em 2018, calcu­la. Caso o projeto presidencial seja inviabilizado, os eleitores de Goiás devem conceder um novo man­dato ao Senado Federal a Marco­ni Perillo, acredita. Com o advoga­do José Eliton [PSDB], que assume definitivamente o Governo Esta­dual, em abril de 2018, disputará a reeleição, dispara ele.

EM DISPUTA

— Restarão a vaga de vice, uma ao Senado da República, as su­plências e as chapas proporcio­ nais, para deputado estadual e deputado federal, além da coor­denação de campanha.

Presidente do PP em Goiás, Wil­der Morais seria uma opção viável para a suplência de Marconi Pe­rillo ou para concorrer à Câmara dos Deputados, em Brasília, Capi­tal da República, sugere. O cami­nho natural de Roberto Balestra [PP] é a reeleição, crê. Sandes Jú­nior [PP] deve voltar à Câmara dos Deputados, caso Alexandre Bal­dy, recém-saído do Podemos, as­suma um cargo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, sob a Era Michel Temer [PMDB-SP], explica. A reeleição do ‘amigo da gente’, ra­dialista de sucesso, é trabalhar por sua reeleição, sublinha o advogado.

BASE ALIADA UNIDA

— É fundamental a manutenção da base aliada, como nas eleições de 1998, 2002, 2006, 2010, 2014, no pleito de 2018. PSDB, PSD, PP, PTB e PR necessitam marchar unificados.

Liberal, seguir das ideias de Frie­drich August von Hayek, celebra­do economista austríaco nas rodas das altas finanças, Sérgio Borges Lucas quer a redução do tamanho do Estado no Brasil. A sua função é operar apenas em áreas estraté­gicas, explica. É preciso extinguir ministérios, defende. Mais: cortar cargos comissionados, implantar programas de demissões volun­tárias em municípios, estados e União, aprovar a Reforma da Pre­vidência Social, para impedir a im­plosão com o rombo previdenciá­rio e construir um Estado Mínimo e acabar com a corrupção, atira.

Fonte: Diário da Manhã

Suspeitos são presos por envolvimento em morte de jovem que desapareceu após oferecer carona por WhatsApp

Três pessoas foram detidas no interior de São Paulo em trabalho conjunto entre as polícias paulista e mineira. Radiologista de 22 anos desapareceu no interior de SP na quarta-feira (1º) e corpo foi encontrado em MG.
Calça de Kelly Cristina Cadamuro encontrado entre Frutal de Itapagipe em Minas Gerais (Foto: Samir Alouan/Rádio 97 FM/Pontal Online)

Calça de Kelly Cristina Cadamuro encontrado entre Frutal de Itapagipe em Minas Gerais (Foto: Samir Alouan/Rádio 97 FM/Pontal Online)

Três suspeitos de envolvimento na morte da jovem de Guapiaçu (SP), que desapareceu após marcar carona por WhatsApp, foram presos em São José do Rio Preto (SP), na noite desta quinta-feira (2). Um deles, apontado como o passageiro que viajou com a radiologista Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, será encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil de Frutal ainda nesta sexta-feira (3).

corpo de Kelly foi encontrado durante a tarde de quinta em um córrego entre Frutal e Itapagipe. As primeiras informações eram de que duas pessoas foram presas durante as investigações da polícia. No entanto, o delegado da Polícia Civil de Frutal, Bruno Giovanini de Paula, informou ao G1 que uma terceira pessoa foi presa. Os outros dois detidos, que podem estar ligados ao desmanche do carro da vítima, devem ser mantidos em São José do Rio Preto.

Ainda conforme a polícia, as prisões resultam de um trabalho conjunto entre as equipes de investigação de segurança pública de Minas Gerais e São Paulo.

Corpo foi encontrado seminu

Kelly foi vista pela última vez na tarde de quarta-feira, quando deixou São José do Rio Preto, onde residia, com destino a Itapagipe, no Triângulo Mineiro, para visitar o namorado e a família. A princípio, a informação era de que ela havia saído de Guapiaçu, cidade onde reside seus familiares.

A Polícia Civil apurou que a radiologista havia oferecido carona em um grupo de WhatsApp, por meio do qual combinou a viagem com um casal. No horário de saída, no entanto, apenas um rapaz manteve apareceu e viajou com a jovem.

Ainda conforme a polícia, o último contato que a moça fez com a família foi quando parou para abastecer o veículo em um posto de combustíveis na BR-153. Depois disso, a família diz que perdeu o contato com ela.

Na volta do pedágio, carro era dirigido por homem (Foto: Reprodução)

Na volta do pedágio, carro era dirigido por homem (Foto: Reprodução)

Câmeras do circuito de segurança de um pedágio em Minas Gerais mostram a moça passando pela praça de pedágio dirigindo. Logo depois, o carro volta, mas aí é um homem que está ao volante.

No córrego entre Frutal e Itapagipe, a PM informou o corpo da jovem foi encontrado seminu. A calça que ela usava no dia do desaparecimento foi achada a cerca de 3 Km de distância do corpo. A Polícia Civil de Frutal não confirmou se houve violência sexual.

Velório

O corpo da radiologista foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Frutal e encaminhado para uma funerária da cidade após a perícia. Na funerária, a informação era de que o corpo de Kelly seria encaminhado ainda na madrugada desta sexta-feira para o Velório Municipal de Guapiaçu. O horário do enterro não foi informado.

Fonte: G1

FHC: “Chances de vitória de Lula não são grandes nas próximas eleições”

Daqui por diante, contudo, o capítulo é o futuro. É diante dele que os partidos terão de tomar posição. Falemos claramente: o PT está com a sorte colada à de Lula, a qual está nas mãos da Justiça. Não torço pela desgraça alheia. Não sou juiz, não quero e não devo opinar na matéria. Melhor é supor que Lula dispute as próximas eleições. Suas chances de vitória não são grandes. Derrotei Lula duas vezes quando ele já era um líder partidário de massas. Por que ganhei? Porque Lula e seu partido se isolaram no que imaginavam ser a classe trabalhadora, com seus porta-vozes intelectuais. Quando Lula ganhou minha sucessão foi porque ele e seu partido, com a Carta aos Brasileiros e outras ações mais, se aproximaram da classe média e saíram do gueto, alargando sua base de apoio original. Desenhada a vitória e alcançado o poder, o establishment se juntou aos vitoriosos, sem temor de ser prejudicado.

Hoje Lula e seu partido voltaram para suas trincheiras originais. Incomodando sua sucessora, tentarão relembrar os dias gloriosos da bonança econômica para que o eleitorado se esqueça dos escândalos de corrupção, das desventuras a que levaram a sociedade e da recessão que produziram na economia. São competidores, portanto, derrotáveis. A depender, como sempre em eleições, de saber que partidos e líderes formarão os “outros lados”. Nestes poderão estar os que jogam “por fora” dos grandes partidos, como Marina Silva e, em sentido menos autêntico e mais costumeiro, candidaturas “iradas”, do tipo Ciro Gomes. Só que no momento desponta outra candidatura ainda mais “irada” e mais definida no espectro político, a de Bolsonaro. Dele sabemos que é “linha dura” contra a desordem e a bandidagem, mas pouco se sabe – ao contrário de Marina – sobre o tipo de sociedade de seus sonhos (e meus pesadelos…). Pode surgir um easy rider? Pode. Mas é preciso esperar para ver.

Fonte: Estadão

Funaro sobre Cunha: “tinha medo que eu explodisse” na CPI dos Correios

Primeiro delator no caso do Mensalão, o operador financeiro Lúcio Funaro disse em depoimento, nesta terça-feira (31/10), que omitiu informações em 2005 para poupar o mandato do então deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Funaro ainda revelou que Cunha sabia, desde o primeiro momento, do acordo firmado por ele com o Ministério Público Federal e “tinha medo” que Funaro “explodisse” durante a CPI dos Correios.

O operador deu detalhes da primeira colaboração no âmbito da ação penal da qual é réu, na 10ª Vara Federal do DF, ao lado do ex-presidente da Câmara e de outras três pessoas. Eles são acusados de participar de um esquema para liberação de recursos do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal.

Durante o interrogatório, Funaro afirmou que Cunha sabia “desde o primeiro dia” que ele iria fechar delação premiada com o MPF. Segundo o operador, uma noite antes de depor na CPI dos Correios o então deputado foi à casa de um amigo de Funaro. O então deputado federal estava acompanhado de advogados que o auxiliaram no acordo. No encontro, o grupo discutiu como seriam as declarações de Funaro à comissão.

“Ele [Eduardo Cunha] ficou louco porque o ministro Joaquim Barbosa [à época, relator do Mensalão no Supremo Tribunal Federal] não tinha dado HC [habeas corpus] para que eu permanecesse em silêncio durante o depoimento. E ele tinha medo que eu explodisse durante a oitiva”, contou. Em outro momento, antes da revelação, Funaro admitiu ter um temperamento difícil: “Sou uma pessoa de pavio curto.”

Veja trecho do depoimento:


Mão de ferro

Ainda na audiência, Lúcio Funaro chegou a rebater acusações de que teria furtado anexos da proposta de delação de Eduardo Cunha dentro da Procuradoria-Geral da República. “Isso aí só pode passar na cabeça de uma pessoa que tem apoteose mental”, criticou, exasperado.

Todas as vezes que eu fui na Procuradoria, fui tratado da maneira mais severa possível. Os procuradores se comportaram comigo não querendo fazer minha delação, por conta do passado. Foi-me imposta uma multa altíssima

Lúcio Funaro, operador financeiro

Sobre o acordo de colaboração premiada, o delator disse que resolveu “ceder” porque prefere “não ter nada e ter paz, do que ter tudo e não ter paz”.

Detector de mentiras
No fim do depoimento, Funaro lançou uma provocação a Cunha. O operador pediu ao juiz Vallisney de Souza Oliveira, que conduzia a audiência, para submetê-lo a um teste de polígrafo, com o objetivo de provar que não seria “mentiroso”.

“Se quiser me colocar em um polígrafo para fazer um teste, eu e o deputado Eduardo Cunha, estou à disposição. Porque parece que, toda vez que acaba uma audiência, ele sai daqui e fala que eu sou um mentiroso”, falou.

Fonte: Metropolis

Em entrevista, FHC diz ter medo da direita e de Bolsonaro

Sem citar o nome do parlamentar, ex-presidente tucano relembrou entrevista em que o deputado sugeriu “matar 30 mil, começando por FHC”
O ex-presidente Luiz Fernando Cardoso afirmou nesta quinta-feira (16) que o Brasil corre risco de repetir a experiência da Itália pós- Operação Mãos Limpas e eleger um presidente de direita como Silvio Berlusconi na próxima eleição durante evento na Universidade Brown, nos Estados Unidos.
Sem mencionar diretamente o nome do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), ele relembrou uma entrevista antiga do parlamentar. “Eu não quero entrar em detalhes, mas há pessoas da direita que são pessoas perigosas”, afirmou.

“Um dos candidatos propôs me matar quando eu estava na Presidência. Na época, eu não prestei atenção. Mas hoje eu tenho medo, porque agora ele tem poder, ainda não, ele tem a possibilidade do poder”, disse o tucano, de acordo com informações do jornal Estado de S. Paulo.

Em 1999, durante entrevista à TV Bandeirantes, Bolsonaro afirmou que seria impossível mudar o país por meio do voto. “Você só vai mudar, infelizmente, quando nós partirmos para uma guerra civil aqui dentro. E fazendo um trabalho que o regime militar não fez. Matando 30 mil, e começando por FHC”, comentou.

Para FHC, o candidato que vai se eleger em 2018 como presidente deve expressar uma mensagem condinzente com as vontades da população. “É arriscado. Essa pessoa está comprometida com a Constituição, com o respeito das leis, com os direitos humanos?”, ponderou.

Fonte: Notícias ao Minuto

Bolsa Família exclui 4,4 milhões por fraudes

O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, rebateu críticas de parlamentares da oposição de que o governo de Michel Temer vem fazendo cortes em programas como o Bolsa Família e o Auxílio-doença. Em audiência na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, o ministro explicou que houve uma mudança na gestão desses programas, que passaram por um “pente fino” para a identificação de fraudes.
Segundo Osmar Terra, foram retiradas do Bolsa Família 4,4 milhões de famílias que não necessitavam do benefício. “Eram pessoas que ganhavam mais do que declaravam”, informou.
O ministro acrescentou que, pela primeira vez, a fila de espera do programa foi zerada e a família que se inscrever hoje já recebe no próximo mês. “3,3 milhões de famílias que estavam na fila desde que o programa foi criado agora já podem receber o benefício. Acabou a fila de espera”, destacou.
O argumento não convenceu o deputado Marcon (PT-RS), para quem o governo federal trata as questões sociais como despesa. Marcon pediu que Osmar Terra denunciasse vereadores e prefeitos que receberiam Bolsa Família, como foi mencionado pelo ministro ao longo da audiência. Terra respondeu que o Tribunal Superior Eleitoral tem essa lista.
Em defesa do ministro, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) disse que está havendo a transformação de uma gestão que era “frouxa” e “não tinha controle”.
Auxílio-doença
Também no Auxílio-doença, continuou Osmar Terra, foram identificados casos de pessoas que recebiam o benefício há mais de dois anos sem precisar.
“Havia 1,8 milhão de pessoas que estavam havia dois anos sem fazer revisão do Auxílio-doença. Pessoas que tinham quebrado um braço estavam recebendo havia dez anos. Tinha gestante com hipertensão na gestação recebendo havia cinco anos. Não havia um processo de controle de revisão. Chegamos a 90% das pessoas que estavam há mais de dois anos recebendo”, declarou.
A economia gerada a partir dessa medida, de acordo com o ministro, já resultou em R$ 4,5 bilhões no último um ano e meio e aumentará para R$ 15,5 bilhões por ano até o fim de 2018.
Ainda segundo Osmar Terra, o Orçamento de sua pasta no próximo ano será de R$ 33,5 bilhões, R$ 5 bilhões a mais que o inicialmente previsto em agosto.
Serviço Social
Osmar Terra foi convocado para vir à Câmara prestar esclarecimentos sobre mudanças no Serviço Social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a pedido dos deputados Chico Lopes (PCdoB-CE) e Luiza Erundina (Psol-SP).
Os deputados justificaram o pedido com base em notícias de que o governo proporia a retirada do serviço da estrutura do INSS. Osmar Terra, no entanto, informou que não se mexeu no regimento e o serviço foi mantido.
Fonte: Agência Câmara

Queda de avião seguida de explosão deixa quatro feridos em Goiás

O texto diz que os quatro passageiros ficaram conscientes após a queda. Um teve ferimentos mais graves, um segundo passageiro teve traumas abdominais e ficará em observação. Essas duas vítimas com ferimentos mais graves foram transportadas para um hospital da região pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Outros dois homens tiveram ferimentos leves e passam bem, segundo informações dos bombeiros.Após a queda, o avião pegou fogo. As causas do acidente serão apuradas.

Fonte: Metropolis