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terça-feira, janeiro 21, 2020

Homem morre em motel durante relação sexual com a filha

Familiares contaram que os dois mantinham um relacionamento há aproximadamente 20 anos

Homem morre em motel durante relação sexual com a filha

Na noite desta sexta-feira (17/01/2020), um homem identificado como Amazonino da Costa Pinto, de 64 anos, morreu durante uma relação sexual com sua filha de 46 anos. O local do ocorrido foi em um motel localizado na rua Sátiro Dias, bairro São Francisco, zona Sul de Manaus.

A mulher de 47 anos foi identificada como Andréia Mendonça Pinto. Familiares que preferem não serem identificados relataram que a filha teria um relacionamento com o pai há aproximadamente 20 anos e que a mesma já teria tido um filho dele.

Leia a notícia completa no site do nosso parceiro Manaus Alerta.

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Fonte: Metropoles

Mulher relata agressão após briga em restaurante de luxo

Briga começou no banheiro e a acusada é namorada do irmão do dono do estabelecimento. Ela afirmou que foi atingida por um copo

Mulher relata agressão após briga em restaurante de luxo

Depois, a agressora foi identificada como Fernanda Bonito, namorada de Ricardo Lima, irmão do dono do estabelecimento. Milka, que já realizou dois procedimentos cirúrgicos após o episódio, publicou em uma rede social um vídeo na noite de terça-feira no qual relatou a agressão que sofreu.

Durante o vídeo postado no Instagram, a consultora imobiliária contou que encontrou Fernanda na fila do banheiro do restaurante. Aparentemente muito alterada, segundo Milka, Fernanda se recusou a esperar e começou uma discussão no local. Milka contou que Fernanda furou a fila, usou o banheiro e começou a gritar com a amiga dela após deixar a cabine dizendo que “poderia tirar quem quisesse dali”.

De acordo com Milka, a mulher andou na direção dela e a empurrou e começou a agredi-la. A consultora afirmou que conseguiu segurar Fernanda e impedir que as agressões continuassem. Nesse momento, a mulher saiu do banheiro em busca dos seguranças e do namorado.

“Os seguranças empurraram a porta e eu estava atrás pegando minhas coisas no chão. Nesse momento ela entrou no banheiro com o namorado e os seguranças, pegou um copo de vidro espesso que estava na mão do namorado e jogou em direção ao meu rosto. Não tive como me defender e o copo acertou o meu rosto. Em choque, não percebi a gravidade da situação, só percebi quando vi que estava jorrando muito sangue e uma menina que estava na fila disse que era da área da saúde e me colocou dentro de uma cabine. O namorado e os seguranças ainda tentavam entrar para me pegar”, afirmou.

A consultora ainda contou que conseguiu sair do banheiro e caminhou até o estacionamento sem qualquer apoio de funcionários do local. Ela afirma que aguardou a chegada de uma ambulância e da polícia, mas por fim decidiu seguir com amigos até um emergência.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que a agressão é investigada pelo 34º Distrito Policial (Vila Sônia). Milka prestou depoimento nesta quarta-feira, no inquérito que a Polícia Civil abriu para esclarecer todas as circunstâncias do fato.

O restaurante afirmou que “lamenta profundamente” o episódio e ressaltou que Fernanda, apontada como autora das agressões, “não é sócia e nunca fez parte” da equipe do restaurante.

“O Iulia Restaurante lamenta profundamente o episódio de desentendimento entre duas frequentadoras no seu sanitário feminino, na noite de 11/01, e que acabou resultando em ferimentos à Sra. Milka Borges. Em seus 3 anos de funcionamento, jamais registramos fato semelhante em nosso restaurante. Ressaltamos que a acusada de agressão pela denunciante não é sócia e nunca fez parte de nosso restaurante e que deverá responder pelas consequências de seus atos. Prestamos nosso apoio e solidariedade à Sra. Milka Borges pela lamentável ocorrência em nosso estabelecimento e estamos à disposição das autoridades responsáveis para colaborar com o devido esclarecimento dos fatos.

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Fonte: Metropoles

Homem estupra e mata criança após ela se recusar a fazer sexo

Elcleciane Duarte estava na casa do criminoso, ajudando a companheira dele a fazer bolo e biscoito para venderem na cidade

Divulgação
DIVULGAÇÃO

A vítima foi levada para um quarto e o homem ofereceu R$ 40 para que ela mantivesse relação sexual com ele. Elcleciane não aceitou e tentou fugir, mas o homem a pegou pelo braço e a estuprou.

O suspeito pegou uma corda e matou a vítima asfixiada.

Veja a matéria completa no site Manaus Alerta, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Metropoles

O combate ao PCC

Depois que o governo paulista isolou 22 líderes do PCC em presídios federais, a facção perdeu força em São Paulo: as apreensões de cocaína dobraram em 2019, período em que a polícia confiscou R$ 481 milhões em bens do grupo criminoso

Crédito: SSP-RS

EMBARQUE Os chefes do crime foram transferidos para Brasília, onde estão incomunicáveis (Crédito: SSP-RS)

Germano Oliveira

Desde o início da década de 1990, quando o PCC foi criado em São Paulo, a principal facção criminosa que age dentro e fora dos presídios de todo o País nunca esteve tão enfraquecida como agora. Não que tenha sido desmantelada, mas a organização que controla a maior fatia do tráfico de drogas — e comanda as ondas de violência provocadas por traficantes e presidiários — sofreu um duro golpe em 2019, quando 22 de seus principais líderes encarcerados foram transferidos para três presídios federais de segurança máxima, onde permanecem praticamente incomunicáveis. Com o isolamento iniciado em fevereiro do ano passado, depois de um acordo entre o governador João Doria e o ministro da Justiça, Sergio Moro, os chefões não se comunicam mais entre si e tampouco conseguem transmitir suas ordens para seus capangas soltos nas grandes cidades. Com isso, a facção está sendo asfixiada pela polícia paulista, que contabiliza a apreensão recorde de cocaína (35,5 toneladas no ano passado, representando um aumento de 102,8% em relação a 2018) e o confisco dos bens empregados para o tráfico, como centenas de veículos, alguns barcos, 15 aviões e dois helicópteros. Tudo foi avaliado em quase meio bilhão de reais.

“O PCC não está desarticulado, mas a estratégia desenvolvida pela polícia criou barreiras que
tornaram-se intransponíveis para as lideranças da facção” Ruy Ferraz, diretor-geral da Polícia Civil de São Paulo

A operação de identificação e transferência dos líderes da facção, comandada pelo diretor-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz, foi cirúrgica e fundamental para a desarticulação da cadeia de comando da facção. Os principais chefes do PCC, liderados por Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, e Júlio Cesar Guedes de Moraes, o Carambola, considerado o número dois da organização, foram transferidos para o presídio federal de Brasília, onde ficarão pelo menos durante os próximos três anos à ferro e fogo. Eles não podem se comunicar entre si, não recebem visitas íntimas e os contatos com os advogados são monitorados e somente possíveis por meio dos parlatórios (os presos se comunicam sob proteção de um espesso vidro e com uso de interfones). A possibilidade de serem introduzidos celulares ou drogas nessas prisões é praticamente nula. Sem comunicação, esses chefões não conseguem coordenar as mesmas ações que operavam de dentro das cadeias paulistas. Este não era o único canal. Quando estavam nas cadeias estaduais, as companheiras, os familiares e, sobretudo, os advogados dos presos transmitiam ordens para os criminosos fora das prisões.

“Interrompemos a comunicação deles, ferindo de morte seus planos de controle do tráfico de drogas, que é o que sustenta a organização”, explicou Ferraz em entrevista à ISTOÉ.

Todavia, o policial faz questão de dizer que o PCC não “está completamente desarticulado”. Ele ressalta que a estratégia desenvolvida pela polícia paulista criou barreiras que, por enquanto, se mostram intransponíveis. “É bem verdade que a facção tem outros líderes que ocupam presídios que não são de segurança máxima, comandando milhares de seguidores que atuam fora das prisões, mas a imobilização dos atuais chefões foi fundamental para que a organização sofresse o revés sentido em 2019”, disse Ferraz.

Facção fragilizada

No ano passado, a Polícia Civil paulista organizou aproximadamente 100 operações contra a facção, levando à prisão milhares de seus membros e ao fechamento de laboratórios de refino de cocaína. Um bom exemplo foi o caso registrado em outubro do ano passado na cidade de Nazaré Paulista, onde a polícia encontrou 2,2 toneladas da droga pronta para o consumo e prendeu 18 pessoas ligadas à quadrilha. Nessas operações, além de drogas e veículos, a polícia apreendeu cerca de 200 fuzis de assalto e submetralhadoras. A Secretaria de Segurança do Estado afirma que, em função da maior fragilidade da facção, os principais crimes praticados pelo PCC sofreram recuos consideráveis. Em 2019, a polícia registrou queda de 78,3% nos ataques a caixas eletrônicos, redução de 64,7% nos assaltos a banco e diminuição de 18,3% nos roubos a cargas no estado (6.558 em 2019, contra 8.023 em 2018).

Os chefões do PCC estão incomunicáveis dentro das cadeias federais e não conseguem transmitir suas ordens para os capangas que atuam nas grandes cidades

Mais do que apreender grandes quantidades de droga, inviabilizando a principal fonte de renda da facção, o que mais a polícia paulista deseja é minar o grupo financeiramente. Assim, somente no ano passado a polícia paulista retirou R$ 481 milhões dos caixas da facção. Mais do que isso, a polícia fechou uma das importantes torneiras de lavagem de dinheiro que o PCC vinha utilizando para ampliar seu poder econômico: as remessas feitas por doleiros, em operações a cabo, dos reais obtidos com a venda de drogas para o exterior. Nessas movimentações cambiais, os elevados valores obtidos com a droga eram convertidos em dólares, retornando ao País, depois de devidamente esquentados, em operações feitas por empresas fantasmas e laranjas. Uma dessas casas de câmbio, a TOV, era usada também por doleiros de empreiteiras e políticos corruptos envolvidos em crimes de desvio de verbas públicas.

A polícia quer agora encontrar uma forma eficiente de interromper o recolhimento de dinheiro entre os milhares de filiados ao PCC. Os recursos são empregados para a sustentação da estrutura e cobrados tanto de quem está preso quanto dos que estão em liberdade. De acordo com a Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo, o PCC recolhe de R$ 600 a R$ 800 ao mês de cada filiado ao Partido — como eles se autodenominam. Os que não têm esse dinheiro para a contribuição são obrigados a atacar caixas eletrônicos, roubar bancos ou cargas nas estradas. “Esses assaltos não são diretamente coordenados pelo PCC. Eles são feitos por iniciativa de seus filiados, que usam essas ações para pagar o que devem. O PCC só tem interesse no tráfico de drogas. O resto é de iniciativa dos filiados”, assegura Ferraz.

Já os que estão cumprindo pena nas cadeias são obrigados a sustentar o Partido de outra forma. Eles são forçados a comprar rifas, sobretudo de automóveis. Cada número de rifa custa cerca de R$ 20. Os que não possuem dinheiro para as rifas na cadeia obrigam parentes a cometer delitos para obter o dinheiro exigido pela organização criminosa. “Agora, nossa estratégia é a de impedir que o recolhimento dessas caixinhas continue”, disse o diretor-geral da Polícia Civil. Se o governo paulista não se precipita em afirmar que aniquilou o PCC, como de fato não o fez, o certo é que as autoridades comemoram avanços significativos contra o crime organizado. No ano passado foi registrado o menor índice de homicídios dolosos em décadas, com 6,5 vítimas fatais para cada grupo de 100 mil habitantes.

A média nacional é de 30 assassinatos para cada grupo de 100 mil. Para as famílias dos mortos não há alento, mas é inegável que a vida, principalmente nas periferias mais violentas, ficou um pouco menos pior.

A polícia se concentra em apreender grandes quantidades de droga para inviabilizar a principal fonte de renda da facção:  o tráfico de cocaína

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Fonte: IstoÉ

Mulher acusa modelo de agressão após briga em banheiro do Jockey Club de SP

Crédito: Reprodução/Instagram

Segundo a reportagem, a mulher acusada a namorada de um dos sócios do restaurante Iulia pela agressão. Ela afirma ter tomado 40 pontos no rosto e feito cirurgias para recuperar movimentos do rosto após ter sido atingida por um copo de vidro.

No boletim de ocorrência, Milka diz que estava na fila do banheiro quando a modelo entrou exaltada tentando furar a fila, empurrando outras pessoas que esperavam a sua vez. A publicitária e uma amiga resolveram interpelar a moça, que teria iniciado a confusão.

“Ela ignorou que eu estava ali e me empurrou. Segurei por causa do seu descontrole ao vir em minha direção. Nisso, ela puxou meu cabelo, agarrou meu braço e arrancou meu colar, me arranhando. Mobilizei ela para que parasse. A amiga dela pediu para que eu a soltasse. Eu soltei e pedi pra amiga que ela parasse de puxar meu cabelo. Consegui fazê-la soltar meu cabelo e ela saiu do banheiro em direção aos seguranças e ao namorado dela”, contou Milka pelas redes sociais.

“Ela entrou no banheiro com o namorado e os seguranças, pegou um copo de vidro espesso que estava na mão do namorado e jogou em direção ao meu rosto. Não tive como me defender e o copo acertou. Em choque, não percebi a gravidade da situação, só percebi quando vi que estava jorrando muito sangue e uma menina que estava na fila, disse que era da área da saúde, me colocou dentro de uma cabine”, completou.

O caso foi registrado na 34ª Delegacia de Polícia da Vila Sônia, zona sul de São Paulo, onde um inquérito foi aberto para investigar o caso.

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Fonte: IstoÉ

Corpo de advogado é encontrado esquartejado em sacolas

Ronaldo César Capelari estava desaparecido desde a noite da última segunda-feira (13/01/2020), quando saiu para ir à aula de natação

Reprodução/Facebook

REPRODUÇÃO/FACEBOOK

A polícia encontrou o corpo do advogado Ronaldo César Capelari, de 53 anos, nessa terça-feira (14/01/2020). O homem estava desaparecido desde segunda-feira (13/01/2020), quando saiu para ir à aula de natação em Araçatuba (SP). As informações são do G1.

O corpo, encontrado em uma casa no bairro Água Branca, estava esquartejado e colocado em três sacolas. A caminhonete do advogado estava em uma estrada de terra a 18 km de Araçatuba.

Polícia Civil investiga o caso. Até o momento, três suspeitos do crime foram presos.

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Fonte: Metropoles

Bebê declarado morto em hospital é encontrado chorando em necrotério

Os pais decidiram transferi-lo para outro hospital, mas a criança morreu na manhã seguinte


A equipe médica tentou fazer a reanimação de Theo por 40 minutos, mas acabou declarando a morte do bebê(foto: Reprodução / Facebook)
A equipe médica tentou fazer a reanimação de Theo por 40 minutos, mas acabou declarando a morte do bebê(foto: Reprodução / Facebook)

Um bebê de 48 dias, que teve a morte declarada em um hospital de Foz do Iguaçu, no Paraná, foi encontrado chorando cinco horas depois em um necrotério da cidade. Os pais da criança registraram boletim de ocorrência e a Polícia Civil investiga o caso, que foi registrado no último domingo (12).

Apesar dos esforços, a criança morreu na segunda-feira (13) após sofrer duas paradas cardíacas.

Gabriela Moraes, mãe do bebê, disse que levou o filho ao hospital pois ele estava sentindo desconforto abdominal e refluxo após ingerir uma fórmula à base de leite em pó, receitada pelo pediatra para ajudar a ganhar peso.

“Ele estava tomando soro no meu colo e de repente começou a chorar muito de dor e apagou no meu colo, parou de respirar”, relatou Gabriela sobre o momento. Depois disso, a equipe médica tentou fazer a reanimação de Theo por 40 minutos, mas acabou declarando a morte do bebê por broncoaspiração.
Algum tempo depois veio a notícia de que o menino estava vivo, pois funcionários do necrotério escutaram o choro dele. Desta forma, os pais decidiram transferi-lo para outro hospital, mas a criança morreu na manhã seguinte.
Fonte: Estado de Minas

Vizinho disse que matou Emanuelle por vingança contra a mãe dela

A menina estava desaparecida desde sexta-feira, quando brincava em uma praça, e foi encontrada na noite dessa segunda-feira

Acervo Pessoal

ACERVO PESSOAL

Vizinho disse que matou Emanuelle por vingança contra a mãe dela

De acordo com o depoimento do vizinho, a mãe de Emanuelle não a deixava brincar com o enteado de Agnaldo e, por isso, resolveu matar a criança.

Emanuelle estava desaparecida desde a última sexta-feira (10/01/2020). Ela foi vista pela última vez enquanto brincava em uma praça na cidade de Chavantes (SP). A menina foi encontrada morta na noite dessa segunda-feira (13/01/2020), na Fazenda Santana Nova.

A criança foi encontrada depois de Agnaldo ser interrogado e confessar o crime. O suspeito revelou que matou Emanuelle a facadas e indicou onde havia deixado o corpo.

O corpo de Emanuelle foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Exame de corpo de delito deve apontar a causa da morte e se houve abuso sexual.

Câmeras de segurança registraram a garota sentada em um banco momentos antes de sumir. Assista:

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Fonte: Metropoles

Homem morre ao cair do 13º andar durante instalação de tela

Ele era funcionário de uma empresa terceirizada e instalava rede de proteção na janela de um apartamento, quando houve o acidente

Divulgação

DIVULGAÇÃO

Em Porto Alegre (RS), um homem caiu do 13° andar de um prédio na tarde desta segunda-feira (13/01/2020). De acordo com a Polícia Civil, o homem era funcionário de uma empresa terceirizada e instalava uma rede de proteção na janela de um apartamento, quando houve o acidente. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu. As informações são do portal GaúchaZH.

O acidente foi registrado por volta das 17h, na rua João Abbott, no bairro Petrópolis. Segundo uma testemunha, ele se desequilibrou e caiu de uma altura de mais de 30 metros.

O funcionário estava acompanhado de um ajudante — que não caiu.

A vítima, que não teve identidade revelada pelas autoridades, morreu no local. O assistente dele foi encaminhado à Polícia Civil para prestar depoimento.
Fonte: Metropoles

Eleições de 2020 terão novas regras; veja o que muda

Mais de 153 milhões de eleitores vão às urnas neste ano para eleger prefeitos e vereadores. Criminalização de fake news, boca de urna eletrônica e restrições aplicadas às campanhas podem aumentar número de denúncias e acirrar o pleito


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Em outubro deste ano, mais de 153 milhões de eleitores devem ir às urnas para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. A quase 10 meses das eleições municipais, pré-candidatos começam a se organizar nos estados, e as eleições movimentam os bastidores da política. Neste ano, o pleito terá regras novas, muitas delas criadas em razão da popularização das redes sociais ou em decorrência de problemas identificados pela Justiça Eleitoral em experiências internacionais e nacionais. A principal alteração se refere às campanhas pela internet e às fake news. Apesar de a votação ocorrer apenas em outubro, o lançamento de pré-candidatos está autorizado, e políticos e partidos devem observar as regras para não infringirem a legislação.

Os eleitores estão espalhados por 26 unidades da Federação. Apenas no Distrito Federal não haverá votação, tendo em vista o caráter específico da unidade federativa. No entanto, no resto do país, o pleito exigirá esforço do Poder Público para organizar e fiscalizar as eleições. Além da quantidade de candidatos ser maior e a votação ter características mais regionais, a fiscalização virtual é um desafio.

A prática de fake news com fins eleitorais foi criminalizada no ano passado. Pode ser preso e até ter a candidatura suspensa o concorrente que espalhar informações inverídicas sobre a campanha de adversários, com o intuito de ganhar vantagem na disputa. Em junho, o Congresso aprovou pena de dois a oito anos de prisão para quem cometer essa prática, inclusive eleitores. A punição foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas o Parlamento derrubou o veto e alterou a decisão promulgada em lei. A legislação prevê punição para “quem, comprovadamente ciente da inocência do denunciado e com finalidade eleitoral, divulga ou propaga, por qualquer meio ou forma, o ato ou fato que lhe foi falsamente atribuído”.

Antes da norma, a previsão era de seis meses para quem caluniasse um candidato durante a campanha eleitoral, ofendendo-lhe a honra ou decoro. A advogada Samara Sahione, especialista em direito eleitoral, afirma que a propagação de informação falsa fica caracterizada se o autor tiver intenção de cometer o crime ou se a Justiça entender que havia meios de saber que se tratava de fato inverídico. “As fake news baseadas em calúnia têm pena alta, de restrição de liberdade. É preciso comprovar na Justiça que a pessoa tinha conhecimento da falsidade das declarações ou meios de saber se o conteúdo difundido era falso ou não”, explica.

Existem diferentes regras para a fase anterior ao pleito. A campanha eleitoral, por exemplo, só será permitida a partir de 15 de agosto. No entanto, está liberado o lançamento de pré-candidatos. A arrecadação de doações por meio de vaquinhas virtuais só estará autorizada a partir de maio, destaca Sahione. “A captação de recurso pode ser feita via internet a partir de 15 de maio. Ainda não podem ser feitos pedidos de voto, mas, sim, de apoio financeiro. Se a candidatura for indeferida, os recursos voltam automaticamente aos doadores.”

Proibições

Neste ano, fica proibida a distribuição de materiais de campanha, como camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou outros itens. Também está proibido fazer propaganda de qualquer tipo em cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios. A regra inclui pinturas, placas, faixas, cavaletes e bonecos. Também não será permitido fixar material de campanha no sistema de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes e paradas de ônibus, árvores, muros e cercas.

Pela internet, será liberado o impulsionamento de conteúdo eleitoral por candidatos e partidos. Essa prática, porém, é vedada aos eleitores. No dia da votação, não poderá ocorrer a publicação de conteúdo, que, neste caso, se caracteriza como boca de urna, explica Clever Vasconcelos, doutor em direito e promotor de Justiça em São Paulo. “Nesta eleição, tem a boca de urna eletrônica. No dia da eleição, não se podem fazer postagens nas redes sociais. Isso vale para o candidato e para qualquer pessoa. Se fizer, pode incidir em crime”, afirma.

As eleições municipais, destaca Vasconcelos, são mais complexas para o poder público. “Nos municípios é muito complicada a fiscalização. A abordagem do político é muito próxima do eleitor. Tomamos muito cuidado com isso (crimes eleitorais), mas enfrentar problemas faz parte do jogo”, afirma.

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Fonte: Correio Brasiliense