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domingo, dezembro 15, 2019

Petrobras pode render até R$ 24 bi ao BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deu início na quinta-feira ao processo de venda de suas ações ordinárias (com direito a voto) da Petrobras. Caso venda a totalidade desses papéis no mercado, o banco poderá levantar até R$ 24 bilhões, com base nas cotações atuais, o equivalente de 6% do capital total da petroleira.
Com o anúncio da venda, as ações da Petrobras lideraram ontem a queda do Ibovespa. Os papéis ordinários recuaram 4,7%, a R$ 31,33. Já os preferenciais (sem direito a voto) caíram 3,2%, a R$ 29,98.

A negociação é esperada para ocorrer até março, segundo apurou o Estadão/Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado. A contratação de bancos para conduzir essa operação já foi autorizada pelo conselho de administração do BNDES em reunião realizada ontem. O colegiado ainda vai decidir sobre o consórcio de bancos que será formado e a banda de preços de venda – ao todo, oito bancos deverão trabalhar na oferta, que poderá incluir papéis negociados nos Estados Unidos.

O conselho do banco também autorizou a venda, por meio da mesa de operações, nos pregões diários, de “até a totalidade” das ações preferenciais (PN, sem voto) da Petrobras, segundo fontes. Essa autorização vale por seis meses, mas dificilmente o banco de fomento conseguirá se desfazer de toda a participação bilionária na petroleira em 2020. Ao todo, o BNDES detém cerca de R$ 52 bilhões em ações na petroleira.

O anúncio do BNDES já era esperado pelo mercado. A aceleração da venda das ações em posse do banco é uma das metas da gestão do presidente do banco, Gustavo Montezano, que já sinalizou publicamente que, em três anos, pretende reduzir a carteira total, hoje de R$ 114 bilhões, em cerca de 80%. “Joia da coroa”, com 40,7% do valor total, a fatia na Petrobras é o alvo preferencial dessa estratégia de vendas, que não ficará apenas nesse movimento.

Na próxima semana, o BNDES venderá, também via oferta de ações, sua participação no frigorífico Marfrig e embolsará cerca de R$ 2 bilhões. No início de 2020, está prevista a venda de metade de sua fatia na JBS – cerca de R$ 8 bilhões. O cronograma de 2020 inclui ainda as vendas das ações da siderúrgica Tupy e da empresa de energia Copel.

Procurado, o BNDES informou que “não comenta sua estratégia no âmbito de suas companhias investidas”.

Apetite

Analistas e gestores de recursos veem esse movimento de desinvestimentos de ações do BNDES como positiva, diante da perspectiva de bons resultados financeiros da petroleira e do aumento do apetite de investidores por ações. Em um cenário de menor taxa de juros da história, investidores estão em busca de ativos com maiores retornos financeiros.

“O papel sairá de um player grande (o BNDES) e será diluído. Mas existe demanda de mercado. É uma empresa (a Petrobras) que tem muita liquidez e tem como o mercado absorver”, afirmou o estrategista Renan Sujii, da Harrison Investimentos. /

Oferta de ações

Se concretizar por inteiro a intenção de vender toda sua participação em ações ordinárias (ON, com voto) no capital da Petrobras, o BNDES dará mais um passo no sentido de diminuir sua relação umbilical com a estatal, construída nos governos do PT. Pelas cotações do pregão de quinta-feira, a oferta total poderia chegar a R$ 24 bilhões, pouco menos da metade do valor total da fatia do BNDES na Petrobras, que foi formada por várias decisões passadas de governo e hoje está avaliada em R$ 52 bilhões, pelos dados do terceiro trimestre.

O auge da relação entre BNDES e Petrobras foi atingido no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, com uma combinação de elevada participação acionária e dívida bilionária. Em 2013, a participação do banco na petroleira atingiu o máximo de 17,2% do capital total – atualmente, é de 13,9% -, ao mesmo tempo que, a partir de 2009, com políticas para enfrentar a crise internacional de 2008, o BNDES ganhou destaque como credor da estatal.

O primeiro grande passo atrás nessa relação foi dado pelo pagamento antecipado da dívida da Petrobras com o banco, dentro de sua estratégia de redução do endividamento, iniciada ainda no governo Michel Temer.

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Fonte: IstoÉ com informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Concentração Cruel: Alta desigualdade é fator crítico para o desenvolvimento

Alta desigualdade é fator crítico para o desenvolvimento, segundo relatório da ONU. Brasil perdeu uma posição no ranking do IDH, com índices da educação estagnados

Crédito: Folhapress

CONTRASTE A parcela dos 1% mais ricos concentra quase um terço da renda nacional (Crédito: Folhapress)

Marcos Strecker

 

A desigualdade no Brasil é uma das piores do mundo. Os 10% mais ricos detêm 41,9% da renda total. Já a parcela dos 1% mais abastados concentra 28,3% da riqueza. É a segunda maior concentração de renda do mundo nesse segmento da população, um índice vergonhoso superado apenas pelo Catar, famoso pelos magnatas do petróleo. Esses dados chocantes foram reafirmados pela ONU em seu relatório mais recente sobre o desenvolvimento humano. O Brasil caiu para o 79º lugar no ranking mundial, uma posição abaixo do último levantamento. É apenas o 4º melhor colocado na América do Sul, com índice igual ao da Colômbia. Divulgado na segunda-feira 9, o relatório mede o bem-estar da população de 189 países por meio de indicadores de saúde (expectativa de vida ao nascer), educação (anos esperados de escolaridade média e média de anos de estudo da população adulta) e renda bruta per capita. A queda ocorreu mesmo que o País tenha avançado um milésimo no índice, que vai de 0 a 1. Conseguiu a nota 0,761.

O estudo confirma que os indicadores ligados à qualidade da educação estão atualmente estagnados. Houve uma leve melhora na longevidade, que atingiu 75,7 anos, e na renda bruta per capita (US$ 14,07 mil), que voltou a crescer em 2018. Mesmo assim, o brasileiro ainda tem uma renda inferior à registrada em 2010. Mas há outra revelação do estudo bem mais preocupante, que coloca o País na rabeira da comunidade internacional. Na nota ajustada por desigualdade, o Brasil despenca 23 lugares, na maior queda no ranking. Fica na 102ª posição, e sai do grupo de alto desenvolvimento humano — passa a integrar o grupo médio.

Esse último critério é crucial e está ganhando cada vez mais atenção do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), responsável pelo estudo. “Esse ano a novidade é que queremos abrir um diálogo adicional, precisamos avançar em capacidades avançadas. Países muito desiguais têm um problema em impulsionar o desenvolvimento a partir de parâmetros mais competitivos, com mão de obra mais qualificada”, diz Betina Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Pnud Brasil.

A concentração é um problema histórico. A forma mais eficiente de enfrentá-la, na opinião do sociólogo Pedro Ferreira de Souza, é por meio de reformas. Autor de “Uma história da desigualdade” (ed. Hucitec), obra que acabou de ser escolhida Livro do Ano pelo prêmio Jabuti, Ferreira considera que uma mudança tributária, com aumento da progressividade no imposto de renda, junto com a menor carga sobre o consumo, poderia ser uma via mais rápida para essa transformação. Mais do que a educação.

O sociólogo compilou dados de 1926 a 2013. “No longo prazo, não houve uma quebra nesse padrão de desigualdade”, afirma. “A concentração variou, mas sempre foi alta, e continua assim até hoje.” Até em um período mais recente, nos anos 2000, esse padrão persistiu. “Em termos de desigualdade, é como se tivesse havido uma redistribuição. Houve uma melhora, mas não uma mudança de padrão, nem uma melhora tão grande quanto se imaginava.” Uma das surpresas do estudo foi a correlação entre concentração de renda e períodos autoritários, como 1937 e 1964. No caso do regime militar, a desigualdade aumentou já nos anos anteriores ao milagre econômico.

A necessidade de se enfrentar a questão da concentração encontra eco cada vez maior entre os economistas. Uma das defensoras dessa tese é Monica De Bolle, diretora de estudos-latino americanos e mercados emergentes da universidade Johns Hopkins. Para ela, esse é um problema central da agenda do atual ministro da Economia, Paulo Guedes. “Falta o reconhecimento de que o problema da desigualdade está no cerne dos obstáculos para destravar a economia”, diz.

“Nos anos 2000, houve uma redistribuição, mas não mudança no padrão de concentração” Pedro Ferreira, sociólogo

Tecnologia e ciência

Apesar dos dados negativos, o relatório da ONU, quando se avalia o Brasil no contexto da América Latina, traz notícias positivas. Segundo a coordenadora do Pnud, a pauta de exportações nacional é mais diversificada que a dos vizinhos. Além disso, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em relação ao PIB superam os de toda a região, sendo comparáveis aos do Canadá. De acordo com ela, esse avanço é fundamental para o aumento da produtividade e a expansão de setores mais dinâmicos e competitivos, rumo a uma economia mais avançada. Aí, há mais um alerta na trajetória conturbada do País. A ciência e a tecnologia, dependentes da gestão universitária constante e de longo prazo, estão entre as áreas mais afetadas pelo governo Bolsonaro, que ameaça desmontar a estrutura de pesquisa construída penosamente ao longo das décadas. Nesse caso, o País não registra apenas males que se perpetuam. Às vezes, parece também não aprender com os seus erros.

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Fonte: IstoÉ

Quatro motoristas de aplicativo são assassinados

Eles tinham marcas de facão e foram encontrados dentro de sacos plásticos ao lado dos respectivos veículos


Os corpos de quatro motoristas de aplicativo foram encontrados na comunidade de Paz e Escura, em Salvador, na manhã desta sexta-feira. Eles tinham marcas de facão e foram encontrados dentro de sacos plásticos ao lado dos respectivos veículos. Os suspeitos ainda não foram encontrados.

Um quinto motorista conseguiu escapar do crime. Segundo a Polícia Militar ele contou em depoimento que os motoristas foram atraídos para o local através do próprio aplicativo. Ele afirmou que três homens renderam as vítimas após os motoristas atenderem chamados para corridas.
De acordo com o Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), os motoristas foram mortos em um barraco nas proximidades do local onde os corpos foram encontrados. O casebre era feito de pedaços de madeira, com chão de barro.
Os bandidos fugiram pela BR-424 e entraram na BA-525 também conhecida como Cia-Aeroporto, se envolveram em um acidente na região do pedágio e teriam fugido a pé para a cidade de Lauro Freitas. Ainda não se sabe o real motivo do crime.
Fonte: Estado de Minas

Vídeo. Mulher tem carro roubado duas vezes na mesma manhã

Caminhonete foi levada no início da manhã, e abandonada depois; carro foi achado e devolvido à dona; três horas depois, foi novamente levada

Divulgação/PMMTDIVULGAÇÃO/PMMT

Uma mulher de 56 anos teve o carro roubado duas vezes somente na manhã dessa quarta-feira (11/12/2019), em Várzea Grande (MT). Na primeira, a Polícia Militar de Mato Grosso encontrou o carro, um Fiat Strada; na segunda, o veículo não foi mais localizado.

Conforme informações da Polícia Militar, o primeiro roubo aconteceu no início da manhã no Bairro Planalto Ipiranga, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), quando a vítima saía de casa.

Por volta das 9 horas, no entanto, o veículo foi abandonado no pátio de um supermercado no Bairro Parque do Lago, também em Várzea Grande. Três horas depois, por volta do meio-dia, o veículo foi roubado novamente.

A reportagem completa você pode ler no site O Livre, parceiro do Metrópoles.

Navio Polar Almirante Maximiano, da Marinha do Brasil, recolheu itens pessoais e destroços compatíveis com a aeronave Hércules C-130, da Força Aérea do Chile

O Ministério da Defesa informa que o Navio Polar Almirante Maximiano, da Marinha do Brasil, recolheu por volta das 15h45 (horário de Brasília) itens pessoais e destroços compatíveis com a aeronave Hércules C-130, da Força Aérea do Chile, que estava desaparecido desde a madrugada de terça-feira (10).

– As partes do avião e os objetos estavam a aproximadamente 280 milhas náuticas (518 km) de Ushuaia, na Argentina.

– O navio da Marinha do Brasil permanece na área de busca em ações coordenadas com autoridades chilenas e duas lanchas do navio continuam a recolher destroços.

A imagem pode conter: oceano, atividades ao ar livre, água e natureza
Fonte: http://egnews.com.br com informações Facebook

Polícia prende trio suspeito de atirar em duas crianças

Tiros atingiram duas menores que estavam em frente a uma residência próxima ao local, uma foi atingida na costela e a outra na perna

Reprodução/PMREPRODUÇÃO/PM

A Polícia Militar de Codajás prendeu um trio de homens, que até o momento não teve seus nomes revelados, por possível envolvimento em tiroteio que aconteceu último sábado (07/12/2019), por volta das 22h30. Um homem não identificado realizou disparos nas proximidades da Chácara Aguiar, no bairro São Francisco, em Codajás, distante 239 km de Manaus.

Os tiros atingiram duas menores que estavam em frente a uma residência próxima ao local, uma foi atingida na costela e a outra na perna. Ambas foram encaminhadas ao Hospital Geral de Codajás. Após o crime, o atirador saiu em direção à frente da cidade em uma moto modelo POP, com aros prateados.

Leia a reportagem completa em Manaus Alerta, parceiro do Metrópoles.

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Fonte: Metropoles

SUS não tem recursos para atender a população cada vez mais idosa

Foto: Istockphoto

FOTO: ISTOCKPHOTO

Se não houver prevenção através da atenção primária, milhões ficarão sem atendimento

A faixa etária da população brasileira que mais cresce é a que está acima dos 60 anos. Esse fenômeno, que levou um século para ocorrer na Europa, aconteceu aqui em 50 anos. Doenças cardiovasculares e câncer tornaram-se as principais causas de morte, padrão idêntico ao dos países industrializados. Nas fases mais avançadas, o tratamento dessas doenças exige internações hospitalares, medicamentos caros, exames de imagem, cirurgias agressivas e acompanhamento ambulatorial com equipes multidisciplinares.

Além de elevados, os custos da assistência médica são crescentes. É uma das únicas áreas da economia em que a incorporação de tecnologia aumenta o preço do produto final. É preciso encarar a realidade: o SUS e a Saúde Suplementar não dispõem de recursos para absorver esses custos. Para o SUS, é mais simples: quando as verbas se esgotam, o atendimento é interrompido. Como a legislação não permite que os planos de saúde façam o mesmo, só lhes resta a alternativa de aumentar as mensalidades, expediente de eficácia limitada num país com 13 milhões de desempregados.

 

 

Criado em 1991, o programa contava com cerca de 2 mil equipes, em 1998. Atualmente, são 43 mil equipes que visitam de casa em casa 135 milhões de brasileiros, distribuídos principalmente pelo interior e nas cidades menores. Cada equipe é formada por pelo menos cinco agentes comunitários, dois auxiliares de enfermagem, uma enfermeira, um médico e um técnico em saúde bucal.

“O meu nascimento me acordou, a minha morte me adormecerá” (Jorge de Lima)

A expansão da rede de atenção primária fez a mortalidade infantil cair de 53/1.000 nascidos vivos, em 1990, para 14, em 2015. No mesmo período, a mortalidade materna caiu de 104/100 mil nascimentos, para 44. Houve, ainda, diminuição da mortalidade por doenças cardiovasculares e infecciosas e do número de internações hospitalares. Os técnicos calculam que o Programa tenha potencial para reduzir até 80% das demandas por atendimento médico.

Os brasileiros envelhecem mal. Metade da população chega aos 60 anos com hipertensão arterial, 15 milhões ou mais sofrem de diabetes, o excesso de peso e a obesidade afligem 54% da população adulta, e o sedentarismo é praticamente universal. Ainda fumam de 17 milhões a 18 milhões de brasileiros. Das parturientes atendidas pelo SUS, 20% são adolescentes com menos de 20 anos. O desafio para tratar tanta gente é enorme. Se não houver prevenção através da atenção primária, milhões ficarão sem atendimento.

Fonte: Carta Capital

Metade dos estudantes brasileiros ainda não consegue compreender um texto

Pisa: Metade dos estudantes brasileiros ainda não consegue compreender um texto
Brasil apresenta tímidos aumentos nos índices de leitura, matemática e ciências, mas ainda ocupa a segunda metade do ranking

Os resultados da principal avaliação internacional de educação, o PISA, que mede o conhecimento de estudantes de 15 a 16 anos de 79 países, indicam que o desempenho dos brasileiros está praticamente estagnado desde 2009.O relatório do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, (Pisa, na sigla em inglês), divulgado nesta terça-feira (3), aponta que as notas dos brasileiros em leitura, matemática e ciência no teste aplicado em 2018 foram melhores do que as de 2015, mas ainda estão longe do desempenho médio de estudantes dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

As pontuações obtidas pelos estudantes colocam o Brasil no nível 2 em leitura, no nível 1 em matemática e também no nível 1 em ciências, em uma escala que vai até 6. Pelos critérios da OCDE, o nível 2 é considerado o mínimo adequado para que os estudantes possam exercer a plena cidadania.

Ao todo, quase metade, 43,2% dos estudantes brasileiros ficaram abaixo do nível 2 nas três disciplinas avaliadas. Na outra ponta, apenas 2,5% ficaram nos níveis 5 e 6 em pelo menos uma das disciplinas.

No Brasil, cerca de 10,7 mil estudantes de 638 escolas fizeram as provas. O país obteve, em média, 413 pontos em leitura, 384 pontos em matemática e 404 pontos em ciências. Na última avaliação, aplicada em 2015, o Brasil obteve, 407 em leitura, 377 em matemática e 401 em ciências.

Os resultados mostram uma discrepância alta em comparação aos países ricos. Em leitura, por exemplo, Canadá, Finlândia, Japão e Chile, obtiveram 487 pontos, além de 489 em matemática e 489 em ciências. Como, na avaliação, 35 pontos equivalem a um ano de estudos, o Brasil está a pouco mais de dois anos atrás desses países.

O desempenho na avaliação posicionou o Brasil no 57ª lugar entre os 77 países e regiões com notas disponíveis em leitura, na 70ª posição em matemática e na 64º posição em ciências, junto com Peru e Argentina, em um ranking com 78 países. China e Singapura lideram os rankings das três disciplinas. O Brasil fica atrás de países latino americanos como Costa Rica, Chile e México. Supera, no entanto, Colômbia e Peru em leitura e a Argentina em leitura e matemática.

Leitura

O Pisa é aplicado a cada três anos e, a cada edição, a ênfase é em uma das disciplinas. Nessa edição, o foco é em leitura. Em 2009, último ano, em que o foco foi em leitura, o Brasil obteve 412 pontos. De acordo com a OCDE, o Brasil não apresentou grandes saltos desde esse ano. “Depois de 2009, na matemática, assim como na leitura e na ciência, o desempenho médio pareceu flutuar em torno de uma tendência estável”, diz o relatório.

No Brasil, metade dos estudantes obteve pelo menos o nível 2 em leitura. Isso significa que esses estudantes são capazes de identificar a ideia principal de um texto de tamanho moderado e que podem refletir sobre o objetivo e a forma dos textos quando recebem instruções explícitas.

Já os estudantes que obtiveram as melhores notas em leitura, que no Brasil representam apenas 2%, são capazes de compreender textos longos, lidar com conceitos abstratos e estabelecer distinções entre fato e opinião, com base em pistas implícitas relativas ao conteúdo ou fonte das informações.

Desigualdade

De acordo com a OCDE, o nível socioeconômico dos estudantes teve impacto no desempenho nas provas. No Brasil, a diferença de desempenho entre aqueles com nível socioeconômico alto e aqueles com nível baixo, foi de 97 pontos em leitura, o que equivale a quase três anos de estudo. Essa diferença superou a média da OCDE, que é de 89 pontos.

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Fonte: Carta Capital *Com informações da Agência Brasil e da RFI

Ranking de educação coloca Brasil na frente da Argentina

País também foi melhor que Arábia Saudita e Indonésia em todos os quesitos avaliados

Brasil conseguiu resultado melhor que vizinhos em prova internacional de educação Foto: Pixabay

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou nesta terça-feira (3), os dados da edição 2018 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), considerada a principal avaliação da educação básica no mundo. A análise colocou o Brasil à frente de vizinhos como Argentina e Colômbia.

Os números são avaliados em três áreas, matemática, ciências e leitura, em 97 países e territórios. Além de vencer os vizinhos da América do Sul, o Brasil ainda conseguiu melhores resultados que Indonésia e Arábia Saudita em todos os quesitos avaliados.

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A liderança da avaliação foi para as regiões chinesas de Pequim, Xangai, Jiangsu e Guangdong, que foram avaliadas como uma só e que mantiveram a ponta do ranking em todas as áreas. Outro destaque foi Singapura, que ocupa a segunda posição também nas três disciplinas. Já a República Dominicana e Filipinas se revezam nos piores resultados entre todos os países e territórios avaliados.

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Fonte: Pleno.News

Diarista mata patroa ao ver conta bancária com R$ 60 mil

Corpo da idosa de 60 anos foi encontrado pelo filho

Maria Aparecida Pereira confessou o crime para a polícia Foto: Reprodução

Uma diarista confessou para a polícia que matou a patroa, na última quarta-feira (2), depois de ver um extrato bancário da idosa com o valor de R$ 60 mil. O crime aconteceu na Região Metropolitana de Fortaleza.

Liduina Maria Júnior, de 60 anos, era servidora da Assembleia Legislativa do Ceará e tinha se aposentado há quatro meses. O corpo da idosa foi encontrado pelo filho e estava amarrado, amordaçado e com ferimentos de faca no pescoço.

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A Polícia Civil revelou que Maria Aparecida Pereira do Nascimento, de 30 anos, tramou o crime uma semana antes. Ela contou com a ajuda de mais duas comparsas. No dia do assassinato, a diarista deixou a porta da casa aberta para que as cúmplices entrassem.

A investigação aponta que o trio tentou dopar a idosa com remédios dissolvidos em suco, mas ela se recusou a tomar. Depois disso, elas conseguiram obrigar a vítima a tomar os comprimidos.

Após cair no sono, as mulheres conseguiram acessar a conta bancária da mulher. Elas se surpreenderam ao perceberem que havia apenas R$ 1 mil na conta. Neste momento, Maria Aparecida decidiu matar a idosa.

Por não haver o dinheiro na conta, as três mulheres decidiram levar objetos de valor da aposentada, como relógios, jóias e até produtos de beleza.

Para a polícia, a diarista queria roubar o dinheiro e fugir para o Rio Grande do Sul.

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Fonte: Pleno.News