23 C
Brasília, BR
segunda-feira, outubro 14, 2019

EUA pode pedir a qualquer momento a extradição de Glenn Greenwald, após divulgação do FBI

 

Até que não demorou muito para serem descobertas as fraucatuas criminosas praticadas pelo jornalista americano Glenn Greenwald, fundador e dono do site The Intecept-Brasil, que publicou de maneira escusa mensagens hackeadas criminalmente de Telegrans de procuradores da Operação Lava Jato, e autoridades como a do ex-juiz federal, Sérgio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, com o procurador e coordenador da Lava Jato no Ministério Público Federal de Curitiba (PR), Deltan Dalagnol. A mascara caiu. E agora é tudo uma questão de tempo para o governo dos Estados Unidos, pedir a sua possível extradição para dar explicações à justiça americana após o FBI ter entregado documentos que comprovam as conversas de Glenn com o hacker sueco Ola Bini preso no Equador.

Segundo o relatório enviado pelo FBI (Federal Bureau of Investigation) à Justiça Americana, afirmando que ouve trocas de mensagens entre o americano Glenn Greawld com o hacker sueco Ola Bini, um verdadeiro especialista em crimes virtuais em forte esquema para roubar dados sigilosos no Equador. Tanto que algumas notícias, informa que Glenn sugere em umas das conversas com o hacker que as negociações estariam lentas, pois ele estaria ameaçando-o há contratar outro hacker.

Enquanto o deputado federal Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados entra com notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF), contra os procuradores da Operação Lava Jato nesta semana, usando documentos obtidos criminalmente entre 2015 a 2017, como as mensagens interceptadas pelo FBI em 2013 com o hacker, que vieram tona em agosto deste ano, nos principais jornais no Equador, revelando os verdadeiros métodos adotados pelo dono do site The Intercept-Brasil, Glenn Greewanld, que se utilizava pelos meios digitais para roubar dados na política mundial, com uma form sistemática de cometer crimes que não são apenas coincidências nos áudios roubados do ex-juiz Sérgio Moro.

Dessa forma fica mais que explícitos os modos de como operava no crime o jornalista Greenwald, usando os hackers que estão indo para cadeia por roubarem mensagens de autoridades, nacional e agora internacional, para serem usadas em seu site, funcionado como uma especie do braço do crime “politico” interceptando mensagens sigilosas do que ele chama de fontes para legitimar as suas publicações obtidas criminalmente. O que o FBI interceptou, pode ajudar o ministro Sérgio Moro, abrir uma ação investigatória contra Greeawald, por ter sido igual aos hackers que estão presos, Walter Delgatti Neto e Luiz Molição. Ao ponto deles contarem com a proteção de uma militância esquerdistas, com seu pessoal infiltrados na imprensa e até mesmo no poder judiciário, que tentam de todas formas criar uma narrativa para legitimar os crimes virtuais cometidos pelo Greewanld.

A realidade é que  mais sedo ou mais tarde, à Justiça Americana entrará com o pedido na Justiça brasileira, pedindo a extradição do jornalista americano Glenn Greewanld. Principalmente quando o FBI divulgou as pessoas que faziam parte desta organização criminosa. Entre elas estaria a advogada gualtemalteca de Assangre, Renata Avila, o ativista Felicity Ruby, e jornalista Glenn Greenwald. Segundo o FBI, as conversas entre eles iriam de 2013 a 2015, incluindo alguns ex-funcionários do governo Rafael Correa.

Assim como mostrado fartos documentos probatórios, que o hacker brasileiro Walter Delgatti Neto disse que era uma seguidora do Twitter, que era grande amigo de Greenwald, ao ponto de ter participado diretamente das edições da Vaza jato, o que sugere uma quadrilha bem estruturada nos crimes virtuais no Brasil, sob o comando de Greenwald. Também mostra grande estrutura que tinha o hacker sueco Ola Bini, com fortes ligações com Julian Assagre, que enfrenta 18 processos por revelar documentos secretos do Departamento de Estado dos EUA, inclusive sobre guerras do Afeganistão. Onde o EUA já pediu para autoridades competentes de Londres (Inglaterra) sua extradição para o país, onde, segundo notícias pode pegar 175 anos prisão, ou até mesmo a pena de morte.

Leia abaixo alguns trechos das conversas interceptadas pelo FBI, de chats de Ola Bini com Glenn Grenwald, fundador e dono do site The Intercept-Brasil em 12 de dezembro de 2013.

Ola Bini: novedades
?
Glenn Greenwald: hola qué tal
GG: nada aún – sé que es lento, pero aun no llegamos a ese punto en la discusión sobre trabajar con gente de afuera de los contratos pero lo haremos
OB: cómo estás?
OB: ok
OB: muy bien -todo intenso – qué tal Ecuador?
OB: buen trabajo en las revelaciones suecas de FRA
OB: en Ecuador todo bien
OB: es muy emocionante
GG: te gusto lo de Suiza?
GG: Ecuador es interesante?
Quiera ir allá
OB: logramos repeler un artículo insidioso en el nuevo código penal que hubiese hecho mucho daño acá
OB: sí, lo es
y estamos teniendo acogida de los políticos locales
OB: de hecho
OB: si tienes contenido sobre Ecuador sería fatástico si pudiésemos publicarlo pronto, y no después
OB: hay malestar en estos momentos
OB: y el gobierno está intentando implementar ciertos planes para hacer algo al respecto (y han pedido nuestra ayuda)
GG: trataré – es difícil – todos me presionan para que haga cada país . pero lo puedo chequear
* Greenwald es un abogado constitucionalista estadounidense, columnista, bloguero, escritor y periodista. Desde agosto de 2012 hasta octubre del 2013 fue columnista de la edición estadounidense de The Guardian. En junio de 2013, Greenwald publicó en The Guardian las revelaciones de Edward Snowden sobre el programa de vigilancia PRISM y otros programas de la Agencia de Seguridad Nacional clasificados como de alto secreto.
Fonte: Agora Paraná

 

Brasileira de 19 anos cria impressora em Braille para texto e voz

Protótipo criado por vice-campeã do Prêmio Jovem Cientista 2019 imprime arquivos de texto e até comandos de voz

Uma impressora capaz de reproduzir textos em Braille é a inovadora criação da estudante brasileira de engenharia Bruna da Silva Cruz. Com apenas 19 anos, Bruna desenvolveu a máquina Fast Braille, que solicita que o usuário digite e envie um texto pelo computador ou pelo celular, ou até dite as palavras, para que o conteúdo seja impresso automaticamente em papel em relevo.

“Ao teclar ‘enter’, os dados são enviados à máquina, onde o conteúdo é compilado, transformado em Braille e impresso”, explica Bruna. No caso do celular, o princípio é parecido: “Por meio de um aplicativo, o usuário seleciona o arquivo que ele quer imprimir e clica em enviar. Para reconhecimento de voz, a pessoa precisa pressionar um botão e ditar o comando, que é, então, transcrito e enviado para a impressora.”

Reprodução

A invenção rendeu à jovem de Novo Hamburgo (RS) o segundo lugar no Prêmio Jovem Cientista 2019, que reconhece as pesquisas científicas desenvolvidas por alunos de escolas de ensino médio e da educação profissional de nível técnico do estado. Bruna explica que também inscreveu seu projeto em outras iniciativas de incentivo dentro e fora do país, e almeja torná-lo realidade. A empresa em que a jovem trabalha já mostrou interesse na ideia.

Para Eliana, a iniciativa da estudante pode ajudar significativamente na inclusão dos cegos. “O Braille é fundamental para a leitura em papel. Ter liberdade para escrever e imprimir garantiria mais acessibilidade”, comenta. O Brasil tem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual – 582 mil são completamente cegas –, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A oferta de obras literárias em Braille, porém, ainda é insuficiente e contempla uma parcela mínima dessa população. De acordo com a União Mundial de Cegos, cerca de 5% das obras literárias no mundo são transcritas para Braille nos países desenvolvidos. Nos países mais pobres, esse número cai para 1%.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Olhar Digital

Funcionalismo público na mira do governo

Depois das alterações na Previdência, a equipe econômica aposta na Reforma Administrativa para evitar o estrangulamento das contas públicas. Pelo menos 80% dos cargos serão extintos

Crédito: Eduardo Rossetti

RESISTÊNCIA O fim da estabilidade e a possibilidade de redução da jornada de trabalho e dos salários estão entre as medidas que devem enfrentar a oposição de grupos de pressão no Congresso (Crédito: Eduardo Rossetti)

Com a votação da Reforma da Previdência entrando na reta final, o governo Bolsonaro aposta suas fichas na reestruturação de carreiras do funcionalismo federal para evitar o estrangulamento das contas públicas. A Reforma Administrativa em elaboração prevê novas regras para contratação, promoção e desligamento de servidores. “Não temos condições de continuar rodando com gastos com folha de pagamento nessa magnitude”, diz Gleisson Rubin, secretário especial adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia. A meta é enviar o projeto ainda em outubro ao Congresso. O Executivo conta com o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que o considera a “prioridade número 1”.

Com as mudanças, o governo federal pretende reduzir o número de categorias do funcionalismo federal em até 80%. Passarão de 117 carreiras para algo entre 20 e 30, diminuindo muito o gasto com pessoal. Também é avaliada a regulamentação da avaliação de desempenho, prevista pela Constituição, que permitirá a premiação de bons servidores e a demissão por atuação insatisfatória. Serão incluídos ainda mecanismos para impedir que os bônus se estendam a todos os servidores. Outras modificações incluem a revisão de licenças e gratificações, a criação de um contrato de trabalho temporário, o estímulo à contratação pela CLT por concurso, a aproximação entre os salários do funcionalismo e do setor privado, a redução dos salários de entrada e a ampliação do prazo para se chegar ao topo da carreira.

Algumas das principais medidas devem encontrar resistência, como a redução da jornada de trabalho e dos salários e o fim da estabilidade no funcionalismo público. Este último item, inclusive, já foi refutado pelo próprio presidente, contrariando sua equipe econômica. Um outro ponto polêmico é a implementação de um novo Código de Conduta a fim de evitar “captura” de órgãos públicos por entidades de classe. Apesar da promessa oficial de tratar somente dos novos servidores, deverão ser estabelecidas regras de transição para os atuais funcionários, o que também deve provocar reações.

Dúvidas

“Por enquanto, só foram anunciadas medidas genéricas”, diz Clóvis Bueno de Azevedo, da FGV. “A equipe econômica quer acabar com quais privilégios e gratificações?” Ainda não há elementos para fazer uma avaliação com mais segurança, segundo ele. Propostas de reforma da gestão pública e do funcionalismo sempre enfrentaram a resistência de corporações incrustadas na máquina pública, e há dúvidas sobre a real disposição e a força do governo em enfrentar grupos de interesse fortes no Congresso.

Hoje, a despesa com os servidores é a segunda maior do governo federal, ficando atrás apenas da Previdência. E o seu crescimento é espantoso. Nesse ano serão R$ 325 bilhões destinados a salários de servidores. Em 2003, o valor era de R$ 187 bilhões, 43% a menos. Apesar das dificuldades, Rodrigo Maia acredita que a aprovação pode ser mais fácil do que no caso da Previdência. O alcance da reforma, porém, pode ser limitado. Azevedo, da FGV, aponta que a diferença de salários é uma questão importante, e não foi enfrentada até agora. “Tem salário da ordem de R$ 39 mil no Supremo Tribunal Federal. E a disposição para enfrentar questões como essa é mínima”, afirma. Talvez os poderes não estejam olhando tão para a frente assim.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: IstoÉ

A primeira santa brasileira

Como a baiana Irmã Dulce, de origem aristocrática e dona de forte determinação, soube cercar-se de empresários e políticos para construir a maior obra social do País

Crédito: Acervo memorial Irmã Dulce

SANTIDADE Religiosos reverenciam a imagem de Irmã Dulce dos Pobres: um dos processos de canonização mais céleres da história do vaticano (Crédito: Acervo memorial Irmã Dulce)

A sabedoria e resiliência de nosso povo diante de tanta adversidade e iniquidade social, coisas que vêm historicamente de muito longe, colaram em Deus a nacionalidade brasileira. Faltava-nos, no entanto, uma santa genuinamente nascida no Brasil, uma vez que, no recorte do gênero masculino, já há o paulista Santo Antonio de Sant’Ana Galvão. Carecíamos, pois, de uma mulher? Agora, não mais. Nesse domingo 13, em meio ao Sínodo de Bispos sobre a Amazônia, que está se realizando na Itália, o papa Francisco canonizará no Vaticano a baiana Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, a quem são atribuídos centenas de milagres e cerca de quatorze mil intercessões. Claro que por esse nome aristocrático ninguém a conhece. Mas fale nos quatro cantos do País, ou, por exemplo, no Vietnã (não é força de expressão não, é no Vietnã mesmo), fale de Irmã Dulce dos Pobres e raramente alguém não saberá de quem se trata. Pois bem: Irmã Dulce, nascida rica em Salvador em 1914 e falecida pobre na mesma cidade em 1992, veio ao mundo em berço de ouro para dedicar a sua vida aos doentes e mendigos das calçadas manjedouras, carentes de pão e prece. E ela será a primeira santa brasileira.
AMOR Dulce furtou material de construção e arrombou casas para acolher crianças (Crédito:Acervo memorial Irmã Dulce)

Dentre a vastidão de milagres relatados em seu nome, dois deles foram basilares. Ao dar à luz, Cláudia dos Santos, hoje com 41 anos, sofreu uma hemorragia ao longo de dezoito horas e acabou desenganada pelos médicos. Ela conta que um padre foi vistá-la no hospital e lhe perguntou se acreditava que Irmã Dulce poderia salvá-la. A resposta foi sim. Segundo Cláudia, o religioso clamou por sua vida e o sangue estancou. O outro miliagre é relatado pelo maestro José Maurício Moreira, 50 anos. Em entrevista ao “Vatican News”, ele afirmou que era deficiente visual, não enxergava nada, e que certa vez pediu em pensamento para a Irmã lhe aliviar a dor do glaucoma: “de um momento para o outro, passei a enxergar normalmente”. Uma história, digamos, que vale destaque porque não deixa de ser curiosa, envolve uma senhora que tinha unha encravada no pé e tropeçara em um altar. Enquanto blasfemava e clamava por Dulce, a unha desencravou. Esse caso não vai constar nos austeros registros do Vaticano, mas na voz do povo, que é a voz de Deus, vira assunto recorrente quando transborda de turistas o velho Pelourinho – para os amantes da Bahia, o maravilhoso e histórico Pelô.

Na abertura do Sínodo de Bispos sobre a Amazônia, o papa criticou duramente o desleixo com que o governo brasileiro tolera as queimadas e a devastação da natureza, dizendo, de forma indireta, que tal fogo não é a “chama de Deus” — ele quis falar, mesmo, que a chama da floresta é a que arde no inferno. Os oitenta e oito bispos brasileiros que foram à Itália lembraram-se, então, de uma coincidência: quando tinha treze anos, a franzina Maria Rita deu um safanão em um menino robusto e mais crescido que despetalava uma roseira em seu quintal: “a natureza é obra de Deus e não pode ser estragada”. Esse cuidado com o meio ambiente perdurou por toda a sua existência de setenta e sete anos.

Profissão de fé

De volta à pré-adolescência, foi também aos treze que “sentiu o chamamento para ingressar em um convento”, em Salvador. Viu-se barrada devido à idade, mas o temperamento de uma Souza Brito Lopes Pontes não comungava o verbo desistir. Viajou para Sergipe e entrou, na cidade de São Cristovão, para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Formou-se professora (era péssima lecionando) e retornou a Salvador, já feitos os votos perpétuos e a profissão de fé. A essa altura da vida, Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes já era a Irmã Dulce dos Pobres, o mesmo nome com o qual será agora venerada nas igrejas e santuários, nas romarias e charolas, nos becos e barracos, nos pequenos nichos iluminados por lampadinhas azuis que abençoam os bares, asilos, hospitais e prostíbulos — na alegia e na tristeza, na saúde e na doença, na cabeça e imaginação daqueles que nada mais possuem na vida além da cabeça para imaginar.

A mesma determinação com que foi para Sergipe e voltou à Bahia, a mesma determinação com que militou no Círculo Operário da Bahia e ajudou comunidades em palafitas, a mesma determinação com que labutou no Hospital Santo Antonio e fundou a sexagenária Obras Sociais Irmã Dulce, a santa brasileira demonstrou ao cuidar de crianças paupérrimas e ao pedir auxílio financeiro. Foi assim que quase acabou presa por arrombar portas e janelas de casas abandonadas para abrigar mendigos e por furtar objetos de lojas de material de construção. Sob o ímpeto da mesmíssima força e sem o menor constragimento no sangue aristocrático, ela pedia ajuda financeira para as suas obras sociais a grandes empresários e aos poderosos da política. Ao longo da jornada, deles foi se tornando amiga e confidente. Certa vez, o então presidente João Figueiredo lhe disse brincando: “vou assaltar um banco para ajudá-la”. Ela respondeu: “assaltar um banco? Me chama, vou junto!”. Risada geral!

Dulce e os políticos

MELHOR AMIGO Para Irmã Dulce, o ex-presidente José Sarney declarou no Congresso: “sou indigno de fazer outra coisa, senão lhe beijar os pés” (Crédito:Acervo memorial Irmã Dulce)

Os seus principais amigos e benfeitores, no entanto, foram o ex-governador Antonio Carlos Magalhães e o ex-presidente José Sarney, de quem possuía o número reservado do telefone em seu gabinete no Palácio do Planalto. Madre Teresa de Calcutá dava aos pobres pedindo um pouco aqui, um pouco acolá. Dulce soube cercar-se dos donos do poder e, por intermédio deles, ajudava quem a procurasse. Quando o escritor Paulo Coelho fugiu de uma das internações psiquiátricas impostas pelo pai, no Rio de Janeiro, foi a Salvador conversar com ela. Ao final, Dulce soube que aquele desconhecido jovem de 17 anos não possuía dinheiro para retornar a sua cidade. Deu-lhe um papel assinado, no qual escreveu: “vale uma passagem”. Na rodoviária, Paulo mostrou o bilhete ao motorista que permitiu o seu embarque sem pestanejar. Na semana passada, o escritor tornou pública sua doação de R$ 1 milhão para as obras sociais, como resposta ao que chamou de “canalhice” dos políticos que vão à canonização com dinheiro público. Conquistar autoridade distribuindo carinho, essa é a grande arte. E assim foi Dulce, como o doce adagietto da “Oitava” de Gustav Mahler ­— delicado mas soberano e imperioso trompete evocando Deus.

Dois milagres que levaram à canonização

A sergipana Cláudia dos Santos, hoje com 41 anos, teve no parto uma grave hemorragia que durou dezoito horas, chegando a ser desenganada pelos médicos que tentavam salvá-la. Um padre que a visitou no hospital perguntou-lhe se acreditava em Irmã Dulce e se poderia rezar para ela. Cláudia respondeu que sim. O padre pediu a intercessão de Dulce. À Irmã é atribuído o milagre de fazer o sangue estancar imediatamente.

O maestro e músico baiano José Maurício Moreira está com 50 anos. Ao “Vatican News” ele relatou que era deficiente visual, e que “não enxergava absolutamente nada”. Certa vez pediu à Irmã Dulce que lhe aliviasse as dores do glaucoma, e somente isso. Segundo José Maurício, a grande surpresa é que, mesmo sem pedir nada mais, de repente ele passou a enxergar normalmente. Credita-se a Dulce o milagre.

O absurdo “trem da alegria”

O dinheiro público vai financiar a viagem de gente rica na festa da Santa dos Pobres

É deplorável que a ética tenha sido desprezada por políticos do mais alto ao mais ínfimo escalão dispostos a ir à Itália assistir à canonização de Irmã Dulce. E a eles se juntam ministros das Cortes superiores. Jair Bolsonaro queria viajar, mas teria desistido da ideia a pedido da evangélica primeira-dama Michelle. Ele também espera, com isso, mostrar a sua contrariedade com o Sínodo que discute a Amazônia e questões indígenas. O vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, irá representá-lo – vai em um avião da FAB, até aí tudo bem, faz parte da liturgia do cargo. Diga-se, no entanto, que sem gastar um centavo de dinheiro público, o embaixador brasileiro na Itália está na função para cumprir tais missões.

Até a quinta-feira 10 cogitava-se o frete de três aviões ou o uso de areonaves da FAB para transportar a “torcida” (setenta pessoas), sangrando o erário. Dos parlamentares, ouvia-se o argumento: “afinal, trata-se de uma santa brasileira”. Inevitavelmente vem a pergunta: se a fé é tanta, não estaria justificado o pagamento das passagens com grana do próprio bolso? Ou melhor: por que não doar esse dinheiro às obras sociais? Será um festival de selfies com a população pagando. Some-se a isso a interrupção de votação de importantes pautas no Congresso. Em nome dos desempregados, Santa dos Pobres “perdoai-os”, embora os políticos saibam o que fazem.

Fonte: IstoÉ

Litoral manchado

Um gigantesco vazamento de óleo toma conta da costa nordestina e já é considerado o maior desastre ambiental em extensão da história do Brasil. Mas a origem do problema ainda é um enigma

Crédito: Ho / Ademas / AFP

MISTÉRIO Um barril foi encontrado na Praia de Coqueiros, em Sergipe: há poucos indícios concretos da origem do poluente (Crédito: Ho / Ademas / AFP)

A costa brasileira está enfrentando um problema grave e extraordinário: a proliferação de manchas de óleo bruto em praias do Nordeste. Sem que se saiba a exata origem do vazamento, elas estão se espalhando e deixando um rastro de destruição. O problema começou há mais de um mês e já foram detectados 139 focos de contaminação em 63 cidades nos nove estados da região. De acordo com Bruno Stefanis, presidente do instituto Biota de Conservação que atua no Alagoas, as redes de proteção aos animais do Nordeste identificaram os primeiros focos em setembro em praias do Piauí. Diante da situação atípica, instituições de preservação foram acionadas e passaram a isolar algumas áreas para permitir a limpeza adequada com pessoal especializado. “Em alguns casos a retirada manual é perigosa para as pessoas e esse material pode se impregnar nos corais ou no mangue”, explica Stefanis. Considerando os mais de dois mil quilômetros afetados, este já é o maior desastre ambiental em extensão na história do Brasil.

PERIGO O ministro Ricardo Salles esteve no Sergipe para avaliar amostras: a Petrobras informou se tratar de petróleo bruto produzido fora do Brasil (Crédito:Divulgação)

Esforços de recuperação mobilizam órgãos estaduais e municipais, liderados pelo ministério do Meio Ambiente. O que mais intriga as autoridades é a origem do óleo. As informações oficiais não esclarecem a situação e o mistério permanece. A Petrobrás afirmou que o material é petróleo bruto que não foi produzido no Brasil. Uma das hipóteses que o Ibama considera é a de que um petroleiro, ao passar pela região, lavou os tanques em alto mar. Entretanto, o alto volume de óleo não condiz com a teoria. “São mais de 500 barris de petróleo e isso indica que não foi uma simples lavagem”, afirmou o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em coletiva em Brasília. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, corrobora suspeitas da Petrobras e da Marinha de que o petróleo encontrado pode ter sido fabricado na Venezuela, mas a estatal PDVSA nega qualquer participação no caso.

Evento criminoso

FAUNA As tartarugas sofrem com o problema: contato com o óleo pode provocar a morte em segundos (Crédito:Andressa Gomide / Acervo Aquasis / AFP)

O presidente Jair Bolsonaro não acusou país algum, mas defende a ideia de que trata de uma ocorrência criminosa. “O último problema que tivemos foi um derramamento criminoso com toda certeza, quase certeza ser criminoso, na região costeira do Nordeste”, disse na quinta-feira 10, em um seminário em São Paulo. “Se fosse um navio que estivesse afundando, por exemplo, ainda estaria saindo óleo”. No mesmo dia, pesquisadores da Universidade Federal do Ceará divulgaram a teoria de que o óleo poderia estar vazando de um navio alemão naufragado na década de 1940, a 1000 quilômetros de Recife. A hipótese é consistente, visto que a aparição das manchas ao longo da costa bate com uma simulação feita pelos acadêmicos das correntes marítimas.

Os animais são seriamente afetados pelos vazamentos. As espécies que correm mais risco são golfinhos, baleias, tartarugas e aves. Como o óleo bruto é menos denso que a água do mar, ele boia na superfície, afetando os que sobem para respirar. Uma tartaruga pode morrer em questão de segundos, pois o material pode obstruir suas vias respiratórias. É temporada reprodutiva das tartarugas e a poluição representa um sério risco para as fêmeas que irão desovar no litoral. Seja lá de onde veio o óleo, o impacto foi grave. Apesar dos esforços para conter o avanço do material, ele já foi encontrado até na foz do Rio São Francisco. Acidentes como este levam anos para serem corrigidos e dessa vez não será diferente.

Fonte: IstoÉ

Janja a noiva de Lula escanteia Gleise Hoffmann e manda no PT

Ela manda no PT

Janja, a noiva de Lula, é a nova mandachuva do partido. Sob a orientação do ex-presidente petista, a socióloga distribui ordens e escanteia Gleisi Hoffmann

Crédito: Jefferson Coppola

Chegou a “dona do pedaço”. É o que sussurram os petistas quando a socióloga Rosângela da Silva, a Janja, noiva de Lula, irrompe entre as centenas de pessoas que se acotovelam na porta da Polícia Federal de Curitiba, no distante e frio bairro de Santa Cândida. Lá, evidentemente, ela dispõe de passe-livre. No PT, Janja está mais do que à vontade. Ela é a nova mandachuva do partido. Com o aval do ex-presidente petista, com quem deve se casar em breve, a socióloga distribui ordens, enquadra dirigentes partidários, dá orientações a Fernando Haddad e Gleisi Hoffmann, presidente da legenda, e até faz as vezes de tesoureira informal, ao se ocupar de questões de natureza financeira. Empoderada, Janja, nos últimos dias, avocou para si uma nova missão: a de preparar o PT para o pós-Lula Livre — o que ela e todos os petistas acalentam.

Na condição de porta-voz do ex-presidente, a socióloga foi quem transmitiu aos correligionários que o futuro marido não admitiria a progressão da pena para o regime semiaberto. “O presidente não quer deixar a cadeia com tornozeleira eletrônica: isso ele não admite de forma alguma”, disparou ela. “A liberdade não virá assinada pelos que fraudaram a Justiça”, reforçou a noiva em suas redes sociais no último dia 29 de setembro, ao comentar o pedido do Ministério Público Federal do Paraná, assinado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol. O primeiro a receber a informação foi o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

CASAL 20 Lula e Janja vão se casar logo que o petista sair da cadeia, o que pode acontecer ainda este mês (Crédito:Divulgação)

O presidenciável da legenda acostumou-se rápido com estilo Janja de ser e agir. Desde a campanha os dois tocam de ouvido, mas Haddad ouve mais do que fala. Ela, ao contrário, fala mais do que ouve. A relação com a nova toda-poderosa do PT é regida por uma lógica simples. Basta entender que “Janja é Lula”, e tudo está resolvido. O mesmo se aplica quando Rosângela da Silva participa das reuniões da cúpula do PT em Curitiba e em São Paulo. Nos encontros em que Janja tem voz ativa, já se discute o futuro da legenda a partir da tão sonhada liberdade de Lula. O partido se prepara para um novo confronto contra Jair Bolsonaro em 2022. É o adversário dos sonhos.

A aposta no petismo é que o bolsonarismo chegará às vésperas do pleito em processo avançado de deterioração. A confirmar o cenário, o tom será de radicalização, dissemina Janja. Além de Haddad, Emídio de Souza, ex-presidente do PT de São Paulo, e o deputado Paulo Pimenta (RS), líder do PT na Câmara também já estão habituados com as orientações da nova primeira-dama. As recomendações estendem-se a Francisco Rocha da Silva, o “Rochinha”, um dirigente histórico do PT, que fundou o partido com Lula e nunca mais deixou a direção partidária, transformando-se num lulista incorrigível.

Fiel escudeira

Em suas incursões no PT, Rosângela da Silva é escudada por Neudicléia Oliveira, a Neudi – chefe do Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), abrigado no PT quase como uma corrente interna, em patamares semelhantes ao do MST. Ela atua como uma espécie de ajudante de ordens de Janja. Neudi faz de tudo: paga até contas do casal e depois as cobra do PT. Para custear pequenas despesas, Neudi vale-se do “lucro” das barraquinhas que o MAB explora na porta da PF, onde são vendidas de água a camisetas do movimento “Lula Livre”.

Neudi, ao lado de Marco Aurélio Marcola, advogado e funcionário do Instituto Lula, que se auto-proclama “chefe de gabinete” do ex-presidente, são os responsáveis por montar uma espécie de cordão de isolamento à sala-cela de Lula em Curitiba, toda vez que Janja vai visitá-lo. Depois que a noiva passa pela catraca que dá acesso ao quinto andar, pavimento onde o petista está detido, Neudi e Marcola não deixam mais ninguém entrar. Nem mesmo os cinco filhos do presidente, que só alcançam Lula com a expressa autorização de Janja. Não por acaso, a maioria dos rebentos torce o nariz para a futura esposa. A exceção é Lurian, filha mais velha, que virou a “queridinha” da socióloga, a ponto de elogiá-la publicamente.

BOCA NA BOTIJA Gleisi (ao lado de Paulo Okamotto) manda de direito no PT, mas de fato quem dá as cartas é Janja (Crédito:Ricardo Stuckert)

O grupo dos petistas mais ligados a Rosângela da Silva foi batizado de “panelinha”. A turma se reúne em Curitiba praticamente todas as quintas-feiras, dia de visitas na federal. Há, no local, todo um esquema de proteção a eles. Por exemplo, só os integrantes da “panelinha” podem entrar no prédio da Polícia Federal quando chove. Já os companheiros do MST e do Movimento de Atingidos por Barragens ficam ao relento mesmo, faça chuva ou sol. Por isso, as vigílias estão encolhendo cada vez mais. Hoje, não reúnem mais do que 30 pessoas por dia. Antes, eram centenas. No início, até milhares. Agora, o público só aumenta quando as “celebridades” comparecem ao local para visitar o petista. “Nesses dias enche de gente. Vêm assessores dos deputados do PT de Brasília e aqui do Paraná mesmo. São militantes do partido e da CUT de Curitiba, além do pessoal do MST e do MAB”, contou uma fonte à ISTOÉ. Um dos momentos mais badalados, e de glória para Janja, foi o último dia 19, quando o compositor Chico Buarque de Hollanda encontrou-se com o amigo preso. Durante a visita, o músico, considerado um ícone na esquerda, foi ciceroneado o tempo todo por Janja, que não se conteve de alegria.

No início da noite, com a socióloga e Ricardo Stuckert — fotógrafo e amigo pessoal do ex-presidente Lula — à frente, o grupo invariavelmente sai para jantar, sempre com fartura de comida e bebidas, incluindo cerveja à vontade e vinhos de R$ 500 à garrafa. Um desses jantares aconteceu recentemente no Bar Jacobina, em Curitiba, com a presença de Emídio de Souza e Haddad. O encontro serviu para embalar a solenidade dos 500 dias de Lula preso. Ao presidenciável coube dedilhar o violão. O timbre, não raro, com traços de rouquidão não o impediu de soltar a voz: Haddad foi também o cantor oficial do convescote.

Janja e Stuckert estavam acomodados na primeira fila da seleta mesa. Ao redor, Marcola e a mulher Nicole. A despesa foi paga por Emídio de Souza, atual tesoureiro do PT, com autorização de Florisvaldo Souza, dirigente petista, que, neste dia, ficou no Hotel Petras. Na verdade, o partido banca os custos de toda a estrutura da campanha “Lula Livre” em Curitiba e País afora. Conforme revelou ISTOÉ em reportagem de julho deste ano, boa parte deste dinheiro é público e oriundo do Fundo Partidário. Incluindo as passagens aéreas para deslocamentos a Curitiba, adquiridas junto a uma agência de viagens que presta serviços ao PT na cidade, atendendo muitas vezes a solicitações feitas por Marta Romano e Otávio Augusto, donos de uma agência Urissanê Comunicação, de propriedade de Martha Romano e Otávio Costa. A empresa é conhecida também como “Agência do PT”. Muitas vezes as viagens são solicitadas por Cláudio Kabne, do Instituto Lula, e assessor de Stukinha, o fotógrafo oficial do PT

BIFE A CAVALO A pedido de Janja, Lula parou de fazer as refeições oferecidas pela PF. Agora, o petista só come o que Eduardo (à esq.) prepara no Empório Zambrano (Crédito:Divulgação)

Na campanha de Fernando Haddad a presidente da República, Kabne ajudou nas viagens do petista pelo Brasil, em especial, na reta final da eleição. Àquela altura, Janja integrava a comitiva do candidato e já dava as cartas em nome de Lula. Quando, no segundo turno, Haddad coloriu a bandeira petista de verde e amarelo e reduziu as idas a Curitiba na tentativa de se dissociar de Lula (ao menos publicamente), Janja era quem lhe confiava as preciosas orientações do ex-presidente. Inclusive sobre como amealhar recursos para a campanha. Dinheiro não faltou e, pelo visto, não faltará aos projetos eleitorais do partido para 2020 e 2022.

Recentemente, a equipe liderada por Rosângela da Silva ganhou um reforço de peso: a milionária Rosane Gutjahn, cujo marido foi um dos 154 mortos no acidente da Gol no Mato Grosso em 2006. A viúva rica “abraçou” a causa Lula e estaria doando R$ 100 mil por mês ao grupo. Recentemente, ela arrematou todas as fotos que Ricardo Stuckert expôs num leilão em Curitiba a fim de arrecadar dinheiro para o movimento. Rosane doou as fotos depois para os próprios petistas, incluindo Paulo Okamoto, presidente do Instituto Lula, e Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT.

Gleisi no córner

Glesi, a propósito, foi quem mais perdeu com a ascensão de Janja ao Olimpo petista. Apesar de também morar em Curitiba e ter sido habituê nas visitas à sala-cela de Lula, “ela foi jogada para escanteio” por Rosângela, asseguram fontes petistas. Para se ter uma ideia da confusão, a ex-senadora teve de alterar os hábitos para não ter de “trombar” com a noiva do ex-presidente: só visita Lula às sextas-feiras, na condição de advogada, e não mais às quintas, quando a “panelinha” de Janja costuma dominar o ambiente. Ninguém sabe ao certo o motivo da rusga. Em tempos de PTinder, há quem diga que Gleisi despertaria ciúmes em Janja. O fato é que não deu “match” entre as duas. Não só. O ex-senador Lindberg Farias (RJ) é outra persona non grata no PT que se curva aos desígnios de Rosângela da Silva. Em meio ao evento dos 500 dias da prisão de Lula houve um entrevero entre os dois. Lindbergh queria ser um dos que subiriam ao palco para proferir um discurso. Foi admoestado por Neudi, a pedido de Janja. “O Lind não vai discursar”, sentenciou Neudi, cumprindo ordens da nova primeira-dama.

A filha mais velha de Lula, Lurian Lula da Silva, é a única dos cinco filhos do ex-presidente que mantém uma relação cordial com Janja (Crédito:Divulgação)

Ao menos enquanto Lula estiver preso, será difícil saber até onde os desejos manifestados por Janja expressam as vontades de Lula. Pelo sim, pelo não, a maioria a respeita. A socióloga — todos concordam — faz de tudo para agradar o futuro marido. Desde que assumiram o noivado, ela passou a controlar até mesmo sua alimentação. Não deixa mais o petista se servir da comida da cadeia, embora seja de excelente qualidade — trata-se do mesmo cardápio dos delegados da Superintendência da PF. Agora, Lula só se alimenta da quentinha preparada por Eduardo, o dono do Empório Zambrano, restaurante instalado defronte o prédio da PF. Zambrano é casado com uma funcionária da PF e é querido por todos, Janja incluída. O que mais dá prazer a Eduardo é preparar o prato preferido do ex-presidente: bife a cavalo com ovos mal passados.

O fotógrafo Ricardo Stuckert, que também goza de prestígio no local, tem um prato com seu próprio nome. O recinto dedicado às refeições tem o sugestivo nome de “Espaço Marielle”. Os preços é que são meio salgados para os militantes: uma cerveja custa R$ 8. Mas como é Neudi quem assina as contas de Lula, com dinheiro do PT e das barraquinhas do MAB, não há problema algum. Janja também tem renda própria. Como funcionária da Itaipu Binacional, ela ganha R$ 17,5 mil por mês. Rosângela foi alçada ao cargo por Gleisi Hoffmann, quando ela era diretora financeira da estatal, cumprindo ordens de Lula, claro. Recentemente, os 142 funcionários de Itaipu em Curitiba foram transferidos pelo presidente Jair Bolsonaro de volta a Foz do Iguaçu, sede da estatal.

Janja segue lotada na estatal, mas não se sabe onde realmente ela presta expediente e durante quantas horas por dia. As horas ela conta para “poder viver seu amor” com Lula na plenitude. “Vou me casar virgem”, brincou o ex-presidente, ao lembrar que não pôde manter relações sexuais com a socióloga na cadeia. Janja não é mais virgem. Da política partidária.


Quem é a musa de Lula

“A liberdade não virá assinada pelos que fraudaram a Justiça” – Rosângela da Silva, comentando o pedido de liberdade para Lula, expedido pelo MPF do Paraná (Crédito:Divulgação)

• Rosângela da Silva, a Janja, de 52 anos, socióloga, é noiva do ex-presidente Lula desde abril deste ano, quando completou um ano de cadeia na sede da PF, em Curitiba

• Apaixonados, os dois pretendem se casar assim que o petista deixar a prisão

Foi em 2002, durante a caravana da cidadania pelo Paraná, na campanha para presidente, que Janja conheceu Lula

• É filiada ao PT desde 1980

• Em 2003, o então presidente ordenou que Gleisi Hoffmann – que àquela altura era diretora financeira de Itaipu Binacional – lhe arrumasse emprego no escritório da empresa em Curitiba

• R$ 17.537,00 é o salário que Janja recebe da estatal

• Em 2012, quando Lula já tinha deixado o governo, Janja foi transferida por Dilma para a Eletrobrás, no Rio. Retornou a Itaipu em fevereiro de 2017

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: IstoÉ

Terapia inédita na América Latina salva brasileiro com câncer terminal

Brasileiro com câncer terminal que tomava morfina todos os dias terá alta após método inédito aplicado por pesquisadores da USP. Esposa do paciente celebra e descreve situação como “inacreditável”

câncer terminal tratamento inédito
Vamberto com a equipe médica do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (Foto: Divulgação/HCFMRP/Divulgação)

Vamberto Luiz de Castro, 62, funcionário público aposentado de Belo Horizonte, sofria de um linfoma terminal e tomava morfina todos os dias. Seu destino parecia tragicamente irreversível, mas ele receberá alta no próximo sábado (12).

Após ser submetido a um tratamento inédito na América Latina, o paciente deixará o hospital livre dos sintomas do câncer graças a um método 100% brasileiro baseado em uma técnica de terapia genética descoberta no exterior e conhecida como CART-Cell.

Os médicos e pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC-Fapesp-USP) do Hemocentro, ligado ao Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, apontam que o paciente está “virtualmente” livre da doença.

Os especialistas só não falam em ‘cura’ porque o diagnóstico final só pode ser dado após cinco anos de acompanhamento. Tecnicamente, os exames indicam a “remissão do câncer”.

Os pesquisadores da USP, apoiados pelo Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), desenvolveram um procedimento próprio de aplicação da técnica CART-Cell.

A técnica está em fase de pesquisas e é pouco acessível. No EUA, os tratamentos comerciais já receberam aprovação e podem custar mais de US$ 475 mil.

Antes de ser submetido ao tratamento, Vamberto tentou quimioterapia e radioterapia, mas seu corpo não respondeu bem a nenhuma das técnicas.

Vamberto estava em fase terminal do câncer, com dose máxima de morfina. Ele deu entrada no dia 9 de setembro no Hospital das Clínicas em Ribeirão Preto (SP) com muitas dores, perda de peso e dificuldades para andar. O tumor havia se espalhado para os ossos.

Os médicos deram a Vamberto mais alguns meses de vida. Como uma última tentativa, os médicos incluíram o paciente em um “protocolo de pesquisa” e testaram a nova terapia, até então nunca aplicada no Brasil.

CART-Cell

O método CART-Cell consiste na manipulação de células do sistema imunológico para que elas possam combater as células causadoras do câncer. A estratégia consiste em habilitar células de defesa do corpo (linfócitos T) com receptores capazes de reconhecer o tumor. O ataque é contínuo e específico e, na maioria das vezes, basta uma única dose.

Segundo os médicos, Castro respondeu bem ao tratamento e logo após quatro dias deixou de sentir as fortes dores causadas pela doença. Após uma semana, ele voltou a andar.

“Essa primeira fase do tratamento foi milagrosa. Não tem mais manifestação da doença, ele era cheio de nódulos linfáticos pelo corpo. Sumiram todos. Ele tinha uma dor intratável, dependia de morfina todo dia. É uma história com final muito feliz”, disse o hematologista Dimas Tadeu Covas.

Renato Luiz Cunha, outro dos responsáveis pelo estudo, explicou que a terapia genética consegue modificar células de defesa do corpo para atuarem em combate às que causam o câncer.

“As células vão crescer no organismo do paciente e vão combater o tumor”, disse Cunha. “E desenvolvemos uma tecnologia 100% brasileira, de um tratamento que nos EUA custa mais de R$ 1 milhão. Esperamos que ela possa ser, no futuro, acessível a todos os pacientes do SUS.”

O hematologista Rodrigo Calado, professor da FMRP-USP, afirma que “esse tratamento foi possível pelo investimento em pesquisa e formação de pessoas feito pela Fapesp e CNPq ao longo dos anos e que agora se traduz em um tratamento melhor e mais eficaz em casos de linfomas refratários.”

Esposa

Rosemary Castro, esposa de Vamberto, conta que foram dois anos de luta e pouquíssimas expectativas desde que o marido foi diagnosticado com a doença.

“É inacreditável, até porque são dois anos de luta e a gente não via nenhum resultado com quimioterapia ou radioterapia, e agora nesses exatos 30 dias que nós estamos aqui [Ribeirão Preto] a gente já vê uma mudança completa na saúde, na vida, em tudo dele”, diz.

“Meu marido sempre foi uma pessoa que gostava muito de praticar esporte, caminhada, uma saúde sempre muito impecável, não tinha vício nenhum. A gente não imagina nunca que de repente possa aparecer uma doença dessas que, de um minuto para outro, desestrutura tudo na vida da gente”, relata.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Pragmatismo Politica

Regras do cheque especial e do cartão vão mudar’, diz presidente do BC

Roberto Campos Neto também quer acelerar a votação do projeto de autonomia da instituição e diz que a tecnologia aumentará a competição entre os bancos

Na ampla sala de reuniões do edifício-sede do Banco Central, em Brasília, os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) definem a cada 45 dias a taxa básica de juros, a chamada Selic. Ela vem caindo sucessivamente e no último encontro, realizado em setembro, o indicador foi fixado em 5,5%, o menor da história. Para Roberto Campos Neto, que está no comando do BC desde fevereiro, os benefícios dessa política vão chegar mais rápido ao bolso dos consumidores com o aumento da competição entre as instituições financeiras e a popularização de novas tecnologias no setor. “Alguns já são perceptíveis, como a queda dos juros de financiamentos imobiliários”, afirma o presidente do BC, que é neto do ex-ministro Roberto Campos. O economista de 50 anos deixou para trás uma longa carreira no setor privado para, segundo ele, ajudar o governo a implementar a agenda liberal. Nessa linha, Campos Neto conta que vem conversando com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a fim de tentar colocar em breve na pauta do Congresso o projeto de autonomia do BC. Confira a seguir os melhores trechos da entrevista.

Apesar da queda da Selic, os juros do cheque especial e do cartão de crédito continuam subindo. Qual a explicação para isso? Esse é um tema muito importante. Se pegarmos os juros de crédito imobiliário, veremos que já há banco oferecendo abaixo de 7,5%. Acho que hoje o Brasil tem um crédito imobiliário bastante competitivo. Os juros de capital de giro, de financiamento de veículos e de consignado também vêm caindo consistentemente. O mesmo não acontece com o cheque especial e o rotativo do cartão. Eles não só não têm caído como, na ponta, têm subido. Precisamos reinventar esses produtos. O que acontece na prática com o cheque especial é que, quando um cidadão tem um limite alto e não o usa, isso tem um custo para o banco. Então, na verdade, hoje quem utiliza o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito está pagando por quem não usa. Precisamos consertar isso. Algumas propostas para corrigir essa distorção estão sendo estudadas e serão anunciadas em breve.

Segundo muitos especialistas, a pouca competição dentro do setor financeiro dificulta a queda dos juros de mercado. O senhor concorda com isso? Vemos que na parte de meios de pagamento, em que houve mais digitalização e mais avanço em tecnologia, verifica-se um efeito de preço bastante grande, com desconto para o lojista. Lancei a ideia do home equity (crédito com imóvel de garantia), um produto em que no primeiro momento as pessoas nem prestaram muita atenção. Eu tinha uma ideia de que o produto conseguiria reduzir a taxa de juros para o consumidor, que hoje é de 150%, para 15%. Já existe um banco oferecendo a 13%. Uma dessas plataformas oferece a 12%. Isso é a competição.

“É importante ter autonomia no Banco Central para tomar uma decisão que seja independente do ciclo político. Haverá um ganho de credibilidade quando isso acontecer”

Como o BC pode atuar para incentivar uma competitividade maior entre os bancos? O BC está atuando. Para incentivar a competição, é preciso entender onde estão as barreiras. Vários fatores garantiam aos bancos a fidelidade dos clientes. O mundo digital inovador está mudando tudo, e essa competição já está acontecendo. Basta ler o noticiário. Num dia aparece uma nova plataforma que oferece créditos imobiliários. No outro, uma que faz pagamentos instantâneos. E, logo depois, mais uma que está fazendo algo relacionado ao cooperativismo. Acho que os próximos três a quatro anos vão andar mais rápido que os últimos dez. Temos de acompanhar esse movimento. Estimulando essas tecnologias, teremos um sistema mais competitivo no futuro.

Como funciona o sistema de segurança para evitar que vazem informações a respeito das decisões sobre a taxa de juros? São várias medidas. Temos uma janela de silêncio em que nenhum diretor nem ninguém fala com nenhum agente de mercado. Temos uma reunião nesta sala onde estamos agora, que é vasculhada para ver se existe escuta. O sinal de wi-fi é cortado no andar inteiro. Os celulares são deixados do lado de fora. Ninguém sai desta sala até que seja tomada uma decisão. Então, entendo que temos critérios de segurança adequados. Inclusive, quando vejo como se faz em outros países, nossos critérios são iguais ou até mais restritivos. O sistema hoje tem uma integridade boa.

Até que ponto as investigações da Operação Lava-Jato relacionadas ao setor financeiro podem afetar o bom funcionamento do sistema? Não temos observado nenhum impacto. Também não tenho informação de nenhuma investigação que tenha algo concreto. Estou acompanhando as notícias. É sempre importante mencionar que o sistema financeiro brasileiro é muito sólido, supercapitalizado e lucrativo, ou seja, acumula capital de um ano para o outro. No que diz respeito à integridade financeira, temos absoluta certeza de que o sistema hoje é bastante sólido.

Como o BC tem atuado no combate às práticas de lavagem de dinheiro? O BC está inserido num esforço do governo de diminuir esse tipo de atividade. Estamos adotando os melhores critérios internacionais possíveis. Tomamos algumas medidas recentemente em relação a saques em espécie e ao pagamento de boletos em espécie. Outro fator importante a mencionar é que, quanto mais transações eletrônicas ocorrem e menos dinheiro se tem em circulação, haverá menos crimes financeiros. Temos um projeto de pagamento instantâneo, que deve ficar pronto no fim de 2020, pelo qual basicamente todo mundo vai poder transferir recursos de uma conta para outra 24 horas por dia e sete dias por semana. Isso vai diminuir a necessidade de fazer transações em espécie.

O Coaf, que agora se chama Unidade de Inteligência Financeira (UIF), será transferido para o Banco Central. Por que essa mudança gera tanta polêmica? É importante entender que existia um desejo de dar o máximo de autonomia e independência possível ao órgão. Houve um problema criado por uma interpretação de que poderiam estar ocorrendo intervenções na forma de o órgão operar. Independentemente de ser verdade ou não, a ideia foi pensada no sentido de isolar ao máximo o órgão de influência política. Obviamente, não imaginei que teria a repercussão que teve.

“Na verdade, quem hoje está utilizando o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito está pagando por quem não está usando. Estamos estudando propostas para consertar isso”

Nesse cenário, qual a importância de um Banco Central independente? É bastante importante. Os estudos mostram que o Banco Central independente faz com que o país, na média, tenha uma inflação mais baixa e menos volátil. Temos o exemplo do nosso vizinho, que se tivesse tido independência na atuação do Banco Central não estaria na situação em que está. O Banco Central independente é essencial porque o ciclo político e o ciclo monetário são muito diferentes. É importante ter autonomia para tomar uma decisão que seja independente do ciclo político. Haverá um ganho de credibilidade quando isso acontecer. Tenho conversado com o presidente Rodrigo Maia sobre o tema, e o projeto deve ser colocado para votação em breve.

Qual é a contribuição do Banco Central para a retomada do crescimento econômico? A agenda toda está focada na reinvenção liberal do Estado com capital privado. E todas as medidas estão focadas em inclusão, em baixar o preço e aumentar o número de usuários. Isso tudo, no final das contas, fomenta o crescimento. A forma de o BC contribuir para a redução do desemprego e o crescimento sustentável a longo prazo é sempre o combate à inflação e a estabilidade financeira. Vimos o que aconteceu recentemente com o nosso país vizinho, onde foi também tentada a política de crescimento desesperado de curto prazo, à custa de uma inflação mais alta, e não funcionou. Então, nossa missão aqui é garantir um crescimento sustentável. O desemprego está melhorando. E o crescimento está aparecendo de forma gradual.

Em que medida a desidratação da reforma da Previdência afetará esses planos? Quando começamos a falar sobre a reforma, tínhamos uma expectativa de economia de 600 bilhões, 700 bilhões, no máximo. Acho que a reforma que foi feita é mais poderosa que isso. Se somarmos inclusive o pacote antifraude, é um número bem maior. Mas penso que é importante falar de outras reformas também. Não são só reformas macro. As reformas micro não são muito sexy, embora sejam igualmente importantes. Temos toda uma parte de saneamento que precisamos fazer em infraestrutura, a abertura comercial que está acontecendo, a lei de liberdade econômica, a desburocratização da vida do pequeno empreendedor.

O câmbio atual, com o dólar cotado a 4 reais, não é indicador de que algo não vai bem? De forma geral, o câmbio se desvaloriza quando há uma percepção pior do país. Mas não foi isso que aconteceu agora. Esse movimento de depreciação do câmbio não veio acompanhado de aumento de risco. Ele tem outros motivos técnicos por trás. Um deles é um movimento de pré-pagamentos de empresas. Elas estão vendo que a taxa longa do Brasil está baixa. Então, algumas já estão entendendo que é melhor trocar uma dívida em dólar por uma dívida em real. Esse processo gerou uma pressão no câmbio à vista. É a primeira vez na história recente que vimos esse movimento de pré-­pagamento.

Quanto o empresariado brasileiro é afinado com essas propostas liberais? Acho que ele não é muito liberal por um vício criado pelo governo. Como o Estado brasileiro sempre foi o grande planejador, o grande incentivador e o grande investidor, todas as empresas privadas, de alguma forma, queriam estar penduradas em uma área do governo. Esse desmame, vamos dizer assim, é um tema que leva tempo. Mas há exemplos ótimos de empresas que se criaram sem o governo. Com os juros baixos, haverá mais gente colocando dinheiro no mundo real. O número de pessoas que investem em bolsa ficou estável em 600 000 durante muitas décadas. Hoje está em 1,3 milhão. Acreditamos na reinvenção do Estado com o setor privado, com dinheiro privado.

O senhor defende a privatização do Banco do Brasil e da Caixa? Posso dizer que defendo um Estado pequeno, o mínimo necessário, e um sistema competitivo. E posso dizer também que acho que é muito importante que o capital estrangeiro seja tratado da mesma forma que o capital local. Se queremos atrair um investimento, temos de passar a mensagem de que estamos tratando os dois de forma semelhante. Do mesmo jeito que acho que banco público e banco privado vão ter uma tendência de ter uma competição natural.

Fonte: Revista Veja

Biquíni fio dental leva turista a ser multada em praia

A banhista foi, inicialmente, advertida. Mas decidiu permanecer com o biquíni, que ela classificou como uma “forma de arte”

ReproduçãoREPRODUÇÃO

De acordo com o jornal The Sun, a banhista foi, inicialmente, advertida. Mas decidiu permanecer com o biquíni, que ela classificou como uma “forma de arte”. A taiwanesa, que não foi identificada, virou atração entre banhistas e chegou a posar para eles.

Atentado ao pudor
A polícia local, então, aplicou a multa por atentado ao pudor.

A banhista, que estava acompanhada do namorado, cobriu-se com short e top e foi embora da praia.
Fonte: Metropoles

Governador Ibaneis Rocha tem previsão de alta para esta manhã

O chefe do Executivo escorregou no banheiro de casa no fim da tarde dessa sexta-feira (11/10/2019), caiu e ficou inconsciente

Vinícius Santa Rosa / MetrópolesVINÍCIUS SANTA ROSA / METRÓPOLES

Após passar a noite internado no Hospital Brasília, no Lago Sul, o governador Ibaneis Rocha (MDB) deve receber alta no fim da manhã deste sábado (12/10/2019). A informação é da assessoria de imprensa do Palácio do Buriti. O chefe do Executivo escorregou no banheiro de casa no fim da tarde dessa sexta-feira (11/10/2019), caiu e ficou inconsciente. Ele foi encontrado desmaiado pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha, que acionou o socorro. O atendimento inicial foi prestado por um brigadista que faz parte do staff do chefe do Executivo.

Ibaneis foi hospitalizado e levou 15 pontos no pescoço, nas proximidades da nuca. Ainda de acordo com a assessoria do governador, ele está consciente. O emedebista foi levado para um quarto do hospital na noite desta sexta.

O vice-governador Paco Britto (Avante) esteve no hospital nessa sexta para acompanhar o estado de saúde de Ibaneis. “Saí do trabalho e vim para o hospital. Está tudo bem com ele”, conta. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Hospital Brasília afirmou que não tem autorização para passar qualquer informação sobre os pacientes.

Governador Ibaneis Rocha tem previsão de alta para esta manhã