19 C
Brasília, BR
domingo, dezembro 15, 2019

Temporal deixa 37 mil imóveis sem luz e prejuízo nas ruas do DF

CEB afirma ter normalizado a distribuição neste sábado (14/12/2019). Chuvas e ventos fortes derrubaram diversas árvores pela cidade

Material cedido ao MetrópolesMATERIAL CEDIDO AO METRÓPOLES

O Distrito Federal amanheceu, neste sábado (14/12/2019), impactado pelas fortes chuvas da noite anterior. Houve quedas de árvores, muros e destelhamentos em várias regiões da capital. Além disso, as descargas elétricas que acompanharam a tempestade foram responsáveis pelo corte no fornecimento de energia de 37.626 unidades consumidoras, conforme informou a Companhia Energética de Brasília (CEB).

O Plano Piloto liderou a quantidade de imóveis que ficaram sem luz. Levantamento da CEB mostra que, desde às 20h, 7,7 mil casas tiveram o fornecimento de energia interrompido. Na sequência, estão Sudoeste (6,1 mil); Guará (4,4 mil) e Sobradinho (4 mil).

Veja fotos do estrago:
Temporal deixa 37 mil imóveis sem luz e prejuízo nas ruas do DF

De acordo com a CEB, a distribuição já teria sido normalizada no em todas as regiões já nas primeiras horas deste sábado (14/12/2019). Há relatos de falta de luz no Sudoeste e no Cruzeiro.

Ainda nesta manhã, equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) realizavam levantamento dos prejuízos causados pelas fortes chuvas. Em nota, a Novacap afirmou que as administrações regionais do Plano Piloto, em especial da Asa Norte, Guará e Samambaia entraram em contato com o Departamento de Parques e Jardins (DPJ) para notificar ocorrências referentes a queda de árvores. “Um balanço deve ser realizado pelo DPJ até o final do dia”, finalizou.
Cratera

Apesar do susto da última semana, a tempestade dessa madrugada não aumentou os estragos na 709/909 Sul, onde uma cratera se abriu com as forças da chuva e engoliu quatro carros – retirados do burado nessa terça (10/12/2019).

A explicação inicial é que houve a ruptura de uma tubulação de água pluvial. Com isso, o solo atrás do muro de arrimo ficou extremamente encharcado e a estrutura cedeu. A empresa responsável pelas obras realizou mudanças na estrutura para reduzir novos riscos de erosão.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)havia previsto para as intensas precipitações de sexta. Segundo levantamento do Inmet, choveu até 50,4 mm na noite de sexta. Só no Plano Piloto, foi registrado 30,9 mm d’água.

De acordo com o meteorologista Heráclito Alves, ainda há a possibilidade de mais chuvas neste sábado (14/12/2019). “Nós não podemos considerar as chuvas de ontem como uma tempestade, mas foram intensas. Era algo que estava previsto, com trovoadas e ventos mais fortes. Hoje [sábado], diminui a possibilidade de novas chuvas, devem vir mais isoladas. Terá mais abertura de sol e os próximos dias serão mais secos”, explicou.

O especialista afirma que esse tipo de preciptação é comum nessa época do ano. “A alta umidade somada às temperaturas elevadas provocam essas chuvas. Dezembro chove praticamente todo dia”, disse.

Ainda durante a noite, o Inmet alertou para as pancadas. O aviso coloca o DF em “perigo potencial”, com risco de corte de energia elétrica, queda de galho e árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Veja vídeo do temporal:

O Inmet recomenda que as pessoas não se abriguem sob as árvores, evitem usar aparelhos ligados à tomada e entre em contato com o Corpo de Bombeiros em caso de emergência.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Metropoles

Petrobras pode render até R$ 24 bi ao BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deu início na quinta-feira ao processo de venda de suas ações ordinárias (com direito a voto) da Petrobras. Caso venda a totalidade desses papéis no mercado, o banco poderá levantar até R$ 24 bilhões, com base nas cotações atuais, o equivalente de 6% do capital total da petroleira.
Com o anúncio da venda, as ações da Petrobras lideraram ontem a queda do Ibovespa. Os papéis ordinários recuaram 4,7%, a R$ 31,33. Já os preferenciais (sem direito a voto) caíram 3,2%, a R$ 29,98.

A negociação é esperada para ocorrer até março, segundo apurou o Estadão/Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado. A contratação de bancos para conduzir essa operação já foi autorizada pelo conselho de administração do BNDES em reunião realizada ontem. O colegiado ainda vai decidir sobre o consórcio de bancos que será formado e a banda de preços de venda – ao todo, oito bancos deverão trabalhar na oferta, que poderá incluir papéis negociados nos Estados Unidos.

O conselho do banco também autorizou a venda, por meio da mesa de operações, nos pregões diários, de “até a totalidade” das ações preferenciais (PN, sem voto) da Petrobras, segundo fontes. Essa autorização vale por seis meses, mas dificilmente o banco de fomento conseguirá se desfazer de toda a participação bilionária na petroleira em 2020. Ao todo, o BNDES detém cerca de R$ 52 bilhões em ações na petroleira.

O anúncio do BNDES já era esperado pelo mercado. A aceleração da venda das ações em posse do banco é uma das metas da gestão do presidente do banco, Gustavo Montezano, que já sinalizou publicamente que, em três anos, pretende reduzir a carteira total, hoje de R$ 114 bilhões, em cerca de 80%. “Joia da coroa”, com 40,7% do valor total, a fatia na Petrobras é o alvo preferencial dessa estratégia de vendas, que não ficará apenas nesse movimento.

Na próxima semana, o BNDES venderá, também via oferta de ações, sua participação no frigorífico Marfrig e embolsará cerca de R$ 2 bilhões. No início de 2020, está prevista a venda de metade de sua fatia na JBS – cerca de R$ 8 bilhões. O cronograma de 2020 inclui ainda as vendas das ações da siderúrgica Tupy e da empresa de energia Copel.

Procurado, o BNDES informou que “não comenta sua estratégia no âmbito de suas companhias investidas”.

Apetite

Analistas e gestores de recursos veem esse movimento de desinvestimentos de ações do BNDES como positiva, diante da perspectiva de bons resultados financeiros da petroleira e do aumento do apetite de investidores por ações. Em um cenário de menor taxa de juros da história, investidores estão em busca de ativos com maiores retornos financeiros.

“O papel sairá de um player grande (o BNDES) e será diluído. Mas existe demanda de mercado. É uma empresa (a Petrobras) que tem muita liquidez e tem como o mercado absorver”, afirmou o estrategista Renan Sujii, da Harrison Investimentos. /

Oferta de ações

Se concretizar por inteiro a intenção de vender toda sua participação em ações ordinárias (ON, com voto) no capital da Petrobras, o BNDES dará mais um passo no sentido de diminuir sua relação umbilical com a estatal, construída nos governos do PT. Pelas cotações do pregão de quinta-feira, a oferta total poderia chegar a R$ 24 bilhões, pouco menos da metade do valor total da fatia do BNDES na Petrobras, que foi formada por várias decisões passadas de governo e hoje está avaliada em R$ 52 bilhões, pelos dados do terceiro trimestre.

O auge da relação entre BNDES e Petrobras foi atingido no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, com uma combinação de elevada participação acionária e dívida bilionária. Em 2013, a participação do banco na petroleira atingiu o máximo de 17,2% do capital total – atualmente, é de 13,9% -, ao mesmo tempo que, a partir de 2009, com políticas para enfrentar a crise internacional de 2008, o BNDES ganhou destaque como credor da estatal.

O primeiro grande passo atrás nessa relação foi dado pelo pagamento antecipado da dívida da Petrobras com o banco, dentro de sua estratégia de redução do endividamento, iniciada ainda no governo Michel Temer.

Postagem:  http://egnews.com.br 

Fonte: IstoÉ com informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Concentração Cruel: Alta desigualdade é fator crítico para o desenvolvimento

Alta desigualdade é fator crítico para o desenvolvimento, segundo relatório da ONU. Brasil perdeu uma posição no ranking do IDH, com índices da educação estagnados

Crédito: Folhapress

CONTRASTE A parcela dos 1% mais ricos concentra quase um terço da renda nacional (Crédito: Folhapress)

Marcos Strecker

 

A desigualdade no Brasil é uma das piores do mundo. Os 10% mais ricos detêm 41,9% da renda total. Já a parcela dos 1% mais abastados concentra 28,3% da riqueza. É a segunda maior concentração de renda do mundo nesse segmento da população, um índice vergonhoso superado apenas pelo Catar, famoso pelos magnatas do petróleo. Esses dados chocantes foram reafirmados pela ONU em seu relatório mais recente sobre o desenvolvimento humano. O Brasil caiu para o 79º lugar no ranking mundial, uma posição abaixo do último levantamento. É apenas o 4º melhor colocado na América do Sul, com índice igual ao da Colômbia. Divulgado na segunda-feira 9, o relatório mede o bem-estar da população de 189 países por meio de indicadores de saúde (expectativa de vida ao nascer), educação (anos esperados de escolaridade média e média de anos de estudo da população adulta) e renda bruta per capita. A queda ocorreu mesmo que o País tenha avançado um milésimo no índice, que vai de 0 a 1. Conseguiu a nota 0,761.

O estudo confirma que os indicadores ligados à qualidade da educação estão atualmente estagnados. Houve uma leve melhora na longevidade, que atingiu 75,7 anos, e na renda bruta per capita (US$ 14,07 mil), que voltou a crescer em 2018. Mesmo assim, o brasileiro ainda tem uma renda inferior à registrada em 2010. Mas há outra revelação do estudo bem mais preocupante, que coloca o País na rabeira da comunidade internacional. Na nota ajustada por desigualdade, o Brasil despenca 23 lugares, na maior queda no ranking. Fica na 102ª posição, e sai do grupo de alto desenvolvimento humano — passa a integrar o grupo médio.

Esse último critério é crucial e está ganhando cada vez mais atenção do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), responsável pelo estudo. “Esse ano a novidade é que queremos abrir um diálogo adicional, precisamos avançar em capacidades avançadas. Países muito desiguais têm um problema em impulsionar o desenvolvimento a partir de parâmetros mais competitivos, com mão de obra mais qualificada”, diz Betina Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Pnud Brasil.

A concentração é um problema histórico. A forma mais eficiente de enfrentá-la, na opinião do sociólogo Pedro Ferreira de Souza, é por meio de reformas. Autor de “Uma história da desigualdade” (ed. Hucitec), obra que acabou de ser escolhida Livro do Ano pelo prêmio Jabuti, Ferreira considera que uma mudança tributária, com aumento da progressividade no imposto de renda, junto com a menor carga sobre o consumo, poderia ser uma via mais rápida para essa transformação. Mais do que a educação.

O sociólogo compilou dados de 1926 a 2013. “No longo prazo, não houve uma quebra nesse padrão de desigualdade”, afirma. “A concentração variou, mas sempre foi alta, e continua assim até hoje.” Até em um período mais recente, nos anos 2000, esse padrão persistiu. “Em termos de desigualdade, é como se tivesse havido uma redistribuição. Houve uma melhora, mas não uma mudança de padrão, nem uma melhora tão grande quanto se imaginava.” Uma das surpresas do estudo foi a correlação entre concentração de renda e períodos autoritários, como 1937 e 1964. No caso do regime militar, a desigualdade aumentou já nos anos anteriores ao milagre econômico.

A necessidade de se enfrentar a questão da concentração encontra eco cada vez maior entre os economistas. Uma das defensoras dessa tese é Monica De Bolle, diretora de estudos-latino americanos e mercados emergentes da universidade Johns Hopkins. Para ela, esse é um problema central da agenda do atual ministro da Economia, Paulo Guedes. “Falta o reconhecimento de que o problema da desigualdade está no cerne dos obstáculos para destravar a economia”, diz.

“Nos anos 2000, houve uma redistribuição, mas não mudança no padrão de concentração” Pedro Ferreira, sociólogo

Tecnologia e ciência

Apesar dos dados negativos, o relatório da ONU, quando se avalia o Brasil no contexto da América Latina, traz notícias positivas. Segundo a coordenadora do Pnud, a pauta de exportações nacional é mais diversificada que a dos vizinhos. Além disso, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em relação ao PIB superam os de toda a região, sendo comparáveis aos do Canadá. De acordo com ela, esse avanço é fundamental para o aumento da produtividade e a expansão de setores mais dinâmicos e competitivos, rumo a uma economia mais avançada. Aí, há mais um alerta na trajetória conturbada do País. A ciência e a tecnologia, dependentes da gestão universitária constante e de longo prazo, estão entre as áreas mais afetadas pelo governo Bolsonaro, que ameaça desmontar a estrutura de pesquisa construída penosamente ao longo das décadas. Nesse caso, o País não registra apenas males que se perpetuam. Às vezes, parece também não aprender com os seus erros.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: IstoÉ

INSS: prejuízo com benefícios fraudados chega a R$ 5 bi por mês

Ao todo, ao menos 90 milhões de brasileiros usufruem de algum benefício do órgão. Cerca de 260 mil repasses foram suspensos neste ano

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLESRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Responsável por uma das principais despesas do governo federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem implantado uma série de mecanismos para combater fraudes e pagamentos irregulares do benefício.

O presidente do órgão, Renato Vieira, estima que até R$ 5 bilhões são repassados a beneficiários que não têm direito à aposentadoria ou pensão todos os meses.

A cifra é ancorada em uma estimativa do Tribunal de Contas da União (TCU) de que entre 11% e 30% dos pagamentos de 2017 do INSS foram indevidos – seja por erro ou por fraude. Veja o documento abaixo:

MAIS SOBRE O ASSUNTO

O dado foi obtido por uma auditoria no INSS realizada entre outubro de 2018 e abril de 2019, que avaliou as atividades de controle sobre os procedimentos de implementação das decisões judiciais. Na página 28, o relator do caso, ministro André Luís de Carvalho, pontuou que no órgão homônimo dos Estados Unidos o índice de benefícios pagos irregularmente é de 1%.

“Fica patente o fato de [que] o trabalho de duas instituições similares, que administram dezenas de milhões de benefícios por mês, resulta numa quantidade completamente desproporcional de ações judiciais, além de haver diferença significativa na estimativa de pagamentos indevidos, muitos decorrentes também de decisões judiciais”, escreveu, no relatório.

Ao todo, ao menos 90 milhões de brasileiros usufruem de algum benefício pago pelo sistema. O presidente do órgão, Renato Vieira, promete uma arrancada contra esses casos.

“Mais importante que cessar benefícios pagos indevidamente é aprimorar nossos sistemas de segurança, para que esses casos sejam cada vez menos recorrentes”, destacou, na última quarta-feira (11/12/2019), durante um evento institucional.

Somente neste ano, para se ter dimensão dos impactos dos pagamentos indevidos, mais de 260 mil benefícios foram suspensos até dezembro. Isso gerou uma economia de R$ 4,3 bilhões, segundo o INSS.

Nesta semana, o órgão anunciou a criação de um Sistema de Governança. Entre as mudanças, está a criação de uma comissão de ética para monitorar a atuação de servidores, por exemplo.

Saque pós-morte
Para Vieira, o próximo ano terá ainda mais mecanismos de controle e segurança. Ele cita como exemplo o compartilhamento de 51 bases de dados que ajudam no monitoramento de beneficiários.

Neste ano, o INSS conseguiu modificar uma regra que interferia no principal motivo de fraude: saque de benefício após o falecimento do beneficiário.
Antes, os cartórios tinham até 40 dias para notificar a morte. O período permitia o saque de até dois benefícios. Agora, a notificação deve ocorrer em até 24 horas. “Praticamente se elimina o pagamento indevido”, pondera.
Fonte: Metropoles

Quatro motoristas de aplicativo são assassinados

Eles tinham marcas de facão e foram encontrados dentro de sacos plásticos ao lado dos respectivos veículos


Os corpos de quatro motoristas de aplicativo foram encontrados na comunidade de Paz e Escura, em Salvador, na manhã desta sexta-feira. Eles tinham marcas de facão e foram encontrados dentro de sacos plásticos ao lado dos respectivos veículos. Os suspeitos ainda não foram encontrados.

Um quinto motorista conseguiu escapar do crime. Segundo a Polícia Militar ele contou em depoimento que os motoristas foram atraídos para o local através do próprio aplicativo. Ele afirmou que três homens renderam as vítimas após os motoristas atenderem chamados para corridas.
De acordo com o Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), os motoristas foram mortos em um barraco nas proximidades do local onde os corpos foram encontrados. O casebre era feito de pedaços de madeira, com chão de barro.
Os bandidos fugiram pela BR-424 e entraram na BA-525 também conhecida como Cia-Aeroporto, se envolveram em um acidente na região do pedágio e teriam fugido a pé para a cidade de Lauro Freitas. Ainda não se sabe o real motivo do crime.
Fonte: Estado de Minas

Pretos e pardos morrem mais por agressão do que brancos no DF

Informações do Ministério da Saúde analisadas pelo (M)Dados mostram as causas de óbitos por raça e cor

Andre Borges/Esp. MetrópolesANDRE BORGES/ESP. METRÓPOLES

Agressões são a quarta maior causa de morte entre pardos no Distrito Federal e apenas a 12ª para brancos, de acordo com informações do Ministério da Saúde analisadas pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles. Juntando pardos e pretos, foram 500 óbitos por agressão em 2017 – último ano disponível do levantamento. Já entre os brancos, foram 113 casos.

Os dados utilizados são do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), que reúne informações sobre as causas dos falecimentos em todo o Brasil. Eles são utilizados em diversos estudos sobre violência no Brasil por serem mais completos e sistematizados do que outras bases públicas.

No Distrito Federal, 3,57% dos brancos morreram por agressão em 2017. Entre os pardos, esse índice sobe para 14,08%, enquanto fica em 8,57% para os negros. O professor do departamento de Assistência Social da Universidade de Brasília (UnB) Leonardo Ortegal explica que há uma seletividade nas mortes violentas, que vitima mais negros e pardos do que brancos.

“Diversas estruturas sociais vão deixando o jovem negro e pardo em espaços de maior vulnerabilidade. Isso [as mortes por agressão] não acontece nos bairros ricos, mas sim na periferia. Um exemplo é o que aconteceu em Paraisópolis“, destaca. Ele se refere à ação da polícia em uma festa de rua no bairro da periferia de São Paulo, que resultou em nove mortes.

“É o racismo que autoriza esse tipo de atitude. Isso está internalizado no imaginário do agente do estado e até entre os próprios pares. Se [quem cometeu o crime] for preso, ele sabe que aquela morte não terá tanta repercussão [se a vítima for preta ou parda]”, acrescenta.

De acordo com o Datasus, os que mais morrem por agressão são os categorizados como “amarelos”, com 14,81%. No entanto o universo desses casos registrados para pessoas de origem asiática é muito inferior aos demais, o que distorce a comparação – quatro de 14 mortes, ao total. O mesmo acontece com os indígenas (12,5%), que têm um total de seis óbitos.

Soluções

Para Ortegal, a solução para diminuir os casos de agressão de pretos e pardos está longe. “O governo despreza essa realidade. O Juventude Viva foi um dos primeiros programas cortados na crise ainda no governo Dilma”, lembra.

Agora, aponta o professor, o governo Bolsonaro “disse que ia tirar a centralidade do programa no jovem negro para jovens vulneráveis, mas o que temos nos dados é o escândalo de mortes de jovens negros”. “A seletividade acontece nas periferias, nos territórios pobres, porque no Plano Piloto não morre ninguém por agressão”, acrescenta.

“Muitas coisas levam aos homicídios. Uma pessoa atirando na outra é o ato final. Para isso acontecer, tem problema de educação, de saúde, de emprego e renda. Para desfazer esse nó precisa voltar esse caminho”, finaliza.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Metropoles

Vídeo. Mulher tem carro roubado duas vezes na mesma manhã

Caminhonete foi levada no início da manhã, e abandonada depois; carro foi achado e devolvido à dona; três horas depois, foi novamente levada

Divulgação/PMMTDIVULGAÇÃO/PMMT

Uma mulher de 56 anos teve o carro roubado duas vezes somente na manhã dessa quarta-feira (11/12/2019), em Várzea Grande (MT). Na primeira, a Polícia Militar de Mato Grosso encontrou o carro, um Fiat Strada; na segunda, o veículo não foi mais localizado.

Conforme informações da Polícia Militar, o primeiro roubo aconteceu no início da manhã no Bairro Planalto Ipiranga, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), quando a vítima saía de casa.

Por volta das 9 horas, no entanto, o veículo foi abandonado no pátio de um supermercado no Bairro Parque do Lago, também em Várzea Grande. Três horas depois, por volta do meio-dia, o veículo foi roubado novamente.

A reportagem completa você pode ler no site O Livre, parceiro do Metrópoles.

Ex-presidente boliviano Evo Morales chega a Argentina para ficar, anuncia chanceler

O ex-presidente boliviano Evo Morales chegou nesta quinta-feira a Buenos Aires, procedente de Cuba, e ficará na Argentina, onde terá a condição de refugiado, anunciou o novo chanceler do país, Felipe Solá.

Morales “aterrissou em Ezeiza. Vem para ficar na Argentina, porque entra na condição de asilado e depois passará a ter a de refugiado”, declarou ao canal de notícias TN.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: IstoÉ

A coisa tá feia mesmo: Garotas de programas na crise, “Os homens estão lisinhos”

Resultado de imagem para prostituição

Na intenção de fazer uma matéria sobre a crise financeira na Capital da República escolhi uma classe e um tema: “Garotas de Programa”

Sai em campo e fui ao centro da Capital, lá conversei com algumas garotas e a reclamação é uma só “os homens sumiram”

Algumas se dispuseram em falar mais sem revelar sus verdadeiros nomes:

“Cadê os homens? Sumiram!” antes aqui na Capital da República conseguia andar de carro novo e estar sempre bem vestida, vinha na sexta feira e voltava na segunda logo cedo para Goiânia onde moro, hoje mau consigo pagar as minhas despesas do final de semana, muito difícil, comentou Priscilla (nome fictício).

“A concorrência esta muito grande, tem muitas meninas e poucos homens, é uma briga só para agarrar esses que de vez em quando aparecem” Graziely (nome fictício)

A crise realmente chegou ao mercado da prostituição. Quase todas elas fizeram o mesmo comentário, “antes da crise dava para faturar bem, chegando a ganhar R$ 500 por noite nos programas. Agora mal ganhamos para pagar o que consumimos durante a noite.

A crise veio com força e com ela a falta de dinheiro que acarretou na baixíssima procura por serviços sexuais.

“Tá difícil, fazemos até promoção, baixando o valor por menos tempo, Mas os homens não procuram. Eles se esquivam alegando falta de dinheiro”.

Algumas já se questionam sobre continuar nessa vida que alem de perigosa o alto índice de feminicídio e a falta de clientes faz com que o estimulo acabe e às façam pensar em procurar um emprego para custearem suas despesas diárias, existem casos de universitárias que se prostituem para custear as mensalidades de sua faculdade.

Fonte: http://egnews.com.br

Faixa de pedestre flutuante em Vicente Pires

Olhem a situação das faixas de pedestre de Vicente Pires

Governador, não permita que sua boa gestão seja maculada com cenas como estas, cobre responsabilidade de seus Administradores, que eles executem os projetos com perfeição e boa qualidade.

Fonte: http://egnews.com.br