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quarta-feira, agosto 12, 2020

Web debocha de ‘inocência’ de Lula e pede: “Volta pra cadeia”

Petista afirma que não teve julgamento “justo e imparcial”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se tornou alvo de uma campanha, no Twitter, que pedia para que ele fosse preso novamente. A hashtag #VoltaLulaPraCadeia surge no mesmo momento em que o Supremo Tribunal Federal está julgando a suspeição do então juiz Sergio Moro no processo que condenou o petista.

Mais cedo, o ex-presidente fez ataques à Lava Jato e disse que a operação “destruiu o sistema produtivo do Brasil”. Segundo ele, a investigação é uma “tentativa dos EUA de bloquear a soberania brasileira”. A defesa do petista também se manifestou, alegando que Lula “não teve direito a um julgamento justo e imparcial”.

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Caso a suspeição de Sergio Moro no julgamento de Lula seja confirmada, o processo contra o petista poderá ser anulado, resultando também na anulação de sua sentença e na consequente retomada de seus direitos políticos.

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Fonte: Pleno.News

Política governamental pode ampliar a produção nacional de minerais estratégicos

A mineração no chamado Morro do Ouro, liderada pela empresa canadense Kinross Gold Corporation, representa a principal atividade industrial para a geração de emprego e renda na região (José Cruz/Agência Brasil)

A política Pró-Minerais Estratégicos foi recomendada pelo CPPI ao presidente da República e pode priorizar a implantação de projetos de produção de substâncias estratégicos para o desenvolvimento do País

Na tentativa de priorizar esforços governamentais para a implantação de projetos de produção de minerais estratégicos para o desenvolvimento do Brasil, o Conselho de Programas de Parcerias e Investimentos (CPPI) recomendou ao presidente Jair Bolsonaro a criação da Política de Apoio ao Licenciamento Ambiental de Projetos de Investimentos para a Produção de Minerais Estratégicos (Pró-Minerais Estratégicos). A sugestão foi feita por meio da Resolução 126/2020, ainda em junho, mas depende da chancela do presidente da República.

“O PPI atua em diversas frentes na atração de investimentos privados em infraestrutura no Brasil e em programas de privatização de empresas, de desestatização. Ele tem em suas competências legais atribuições relativas à melhora do ambiente regulatório no País e apoio ao licenciamento ambiental de empreendimentos considerados estratégicos e relevantes”, adianta a secretária especial do PPI do Ministério da Economia, Martha Seillier.

A política de apoio sugerida pelo CPPI prevê mudanças no licenciamento ambiental de projetos de mineração que envolvam a extração de substâncias estratégicas. De acordo com o Plano Nacional de Mineração 2030, elaborado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), mineral estratégico está relacionado ao conceito de mineral escasso, essencial ou crítico.

Segundo a publicação, o caso do Brasil se encaixa em três situações: minerais de que o País depende e que importa em larga escala, como potássio e o carvão metalúrgico; minerais cuja demanda é crescente e que deverá expandir ainda mais nas próximas décadas devido à aplicação em produtos de alta tecnologia, como terras-raras, lítio, silício, tântalo, cobalto e grafita, entre outros; e minerais em que o Brasil apresenta vantagens comparativas naturais e liderança internacional em reservas e produção, como minérios de ferro e de nióbio.

“No âmbito de políticas para minerais estratégicos, o PPI poderá contribuir com a articulação necessária com os órgãos licenciadores, a exemplo dos órgãos estaduais de meio ambiente, com Ibama, Funai, Incra e gestores de unidades de conservação, além de agências reguladoras e outros órgãos estaduais e municipais, para garantir o avanço dos projetos tidos como importantes, observadas todas as normas de conservação do meio ambiente”, assegura Seillier.

A Resolução 126/2020 lista as características dos bens minerais que podem habilitar um projeto de investimento em mineração para receber tratamento prioritário no âmbito do governo. Entre eles, estão os bens minerais de cuja importação o Brasil dependa largamente para suprir setores-chave da economia, como o de agropecuária, e os bens minerais considerados importantes pela aplicação em produtos e processos de alta tecnologia, fundamentais para a indústria eletroeletrônica, por exemplo.

Em nota enviada à reportagem, a Secretaria de Geologia e Mineração (SGM) do MME afirma que caberá ao Comitê Interministerial de Análise de Projetos de Minerais Estratégicos (CTAPME), sob coordenação do ministério, a competência para definir, para fins de apoio ao licenciamento ambiental, os projetos considerados relevantes para a ampliação da produção nacional de minerais estratégicos.

O Comitê, segundo a SGM, analisará projetos encaminhados pelo Ministérios de Minas e Energia, definindo a sua adequação para se enquadrar na Política. “A partir de sua inserção nesta política, eles terão o seu rito normal de licenciamento junto aos órgãos ambientais acompanhado, para melhoria do ambiente de comunicação”, continua a nota.

Os projetos que forem selecionados passarão a contar com o apoio do comitê, em razão do seu caráter estratégico para o País. O apoio, ainda de acordo com a Secretaria, se dará na soma de esforços e interlocução do governo federal junto aos órgãos licenciadores. O MME garante que não haverá qualquer flexibilização de exigências, “pelo contrário, os estudos deverão cumprir fielmente as exigências da legislação.”

Ambiente favorável

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Flávio Penido, a medida poderia contribuir com uma melhoria regulatória no setor de mineração. “O Ibram já vem sinalizando há um tempo para o governo que o melhor caminho para a compatibilização de legislações minerárias e ambiental é a criação de um sistema de licenciamento ambiental específico para atividade mineral”, revela Penido. “E isso deve ser regulado, no nosso entendimento, no plano federal”, completa.

Ele acrescenta que esse modelo já existe em outros setores, como o de petróleo e de energia elétrica, já que são regidos pelo sistema de concessão pública. Para Flávio Penido, faz todo sentido que o setor de mineração, também regido pelo mesmo sistema, esteja nesse modelo.

“Isso seria uma solução que poderia apaziguar inúmeros conflitos verificados na indústria mineral, porque a tramitação de processos de mineração, de licenciamento ambiental, é um dos principais gargalos para a implantação de projetos”, destaca.

Na opinião do presidente Flávio Penido, a Pró-Minerais Estratégicos contribuiria tanto para o ambiente de negócios mais favoráveis como para um desenvolvimento mais sustentável. “Não se trata de procurar facilidades para se fazer o licenciamento ou torná-lo menos rigoroso. Deve haver rigor no licenciamento ambiental. Mas é importante que existam regras bem definidas e que prevaleça para todo o Brasil”, pontua.

De acordo com dados levantados pelo Ibram, o Brasil importa hoje US$ 3,5 bilhões em potássio e US$ 195 milhões em enxofre, minérios importantes para o setor de agronegócios. Outros minerais, como lítio, cobalto e grafita, também são importados – e considerados estratégicos para o desenvolvimento brasileiro. “A partir do momento que você prioriza a exploração e a pesquisa desses minerais aqui no Brasil, e facilita a desburocratização para fazer um licenciamento ambiental, você tem condições de substituir importações.

“A política Pró-Minerais Estratégicos vai permitir que se preste o suporte necessário para que os projetos de licenciamento ambiental avancem, considerando bases sustentáveis, conciliando desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental e social. A política visa ampliar a produção nacional de minerais estratégicos, considerando aqueles dos quais o Brasil apresenta forte dependência de importação”, ressalta Martha Seillier, secretária especial do PPI do Ministério da Economia.

Segundo a secretária, essa estratégica vai contribuir para redução do déficit de minerais importados, “com vistas a alcançar a autossuficiência, visto que, no Brasil, temos um potencial gigantesco para o desenvolvimento do agronegócio. Somos grandes produtores e exportadores de alimentos e ainda dependemos muito da importação de minerais para produção de fertilizantes.”

O presidente da Associação Brasileira de Direito de Energia e Meio Ambiente (ABDEM) e da Comissão de Direito de Infraestrutura da OAB-MG, Alexandre Sion, explica por que o licenciamento ambiental é importante nesse processo. “Ele é um procedimento administrativo conduzido por órgão ambiental nas diferentes esferas do poder, que podem licenciar empreendimentos que impactem, ainda que potencialmente, o meio ambiente de forma negativa ou que utilizem recursos naturais. Então, não é qualquer empreendimento que precisa de licenciamento”, esclarece.

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Ele continua a explicação levantando a questão da relevância do licenciamento, especialmente para grandes empreendimentos. “É um grande desafio, porque é no palco do licenciamento que temos diversos interesses que são discutidos, como o da sociedade civil, da municipalidade, do governo, de políticas públicas, do empreendedor que quer desenvolver o projeto. Então, discutimos no licenciamento diversas questões que não deveriam ser discutidas nesse âmbito, mas que são levantadas e trazem reflexo direto, como levar anos para que projetos sejam licenciados”, avalia.

Para Sion, a mineração está inserida em um mercado de competição global e diversos aspectos estão em jogo para que um investidor decida por um lugar ou outro. “Certamente a questão ambiental é relevante”, aposta. Sobre isso, o especialista acredita ser necessário estabelecer critérios bem definidos. “Precisam ser razoáveis e tratar as questões com a diferenciação que elas precisam. Aquilo que é estratégico para o País, que trará resultados significativos deve ter tratamento diferenciado”, defende.

Outra questão relevante, na opinião de Alexandre Sion, é que essa política pode aumentar a competitividade brasileira em nível global. “Ter com norte uma política governamental de incentivo a minerais estratégicos me parece algo bem-vindo”, finaliza.

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Fonte: Brasil 61

Preço do petróleo dispara no mercado internacional após explosão no Líbano

As autoridades libanesas ainda não sabem o que causou a explosão, mas foi confirmado que o incidente deixou um número alto de feridos

O preço do petróleo no mercado internacional começou a subir após a explosão na zona portuária de Beirute, capital do Líbano. Por volta das 14h, o barril do WTI (referência americana) avançava 1,19% a US$ 41,50. O Brent (referência internacional), por sua vez, subia 0,48%, valendo US$ 44,36.

Pela manhã, a cotação do petróleo operava em queda. Até meio-dia, o Brent caía 1,65% a US$ 43,41. O WTI perdia 1,66%, com o barril negociado a US$ 40,33.

Explosão

Uma forte explosão foi registrada, nesta terça-feira (4/8), em uma região portuária da capital do Líbano. O incidente causou destruição em larga escala e atingiu janelas a quilômetros de distância.

Escolas privadas do DF voltam a abrir as porta nesta quarta, diz Sinepe

Segundo sindicato, as 570 instituições privadas já estavam preparadas. Algumas retomam atividades administrativas e recebem alunos na quinta

Escolas privadas do DF podem reabrir em 27/07 e as públicas no dia 03/08RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Após decisão da juíza Adriana Zveiter, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), que autorizou a reabertura imediata das escolas, o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe-DF) ressalta que as 570 instituições privadas do Distrito Federal estão aptas a retomar o funcionamento presencial já nesta quarta-feira (5/8). Algumas voltarão da quarentena de cinco meses para reunir professores e mandar comunicados aos pais e estudantes. Outras já receberão turmas de alunos.

A volta às aulas deveria ter ocorrido em 27 de julho, conforme o Governo do Distrito Federal havia autorizado, mas medida cautelar expedida pelo juiz Gustavo Carvalho Chehab, também do TRT-10, suspendeu a volta às aulas. Somente nesta terça, o retorno foi novamente liberado depois de audiência de conciliação e de o GDF dizer que não opinaria sobre o calendário da rede privada de ensino.

O Sinepe comemorou a decisão da Justiça e disse que as escolas devem funcionar “como um ambiente de disseminação de informações e de prevenção à Covid-19.”

Assista vídeo do presidente da entidade, Álvaro Domingues:

Retorno

A Escola Arvense, localizada na Asa Norte, afirmou ao Metrópoles que nesta quarta-feira (5/8) o retorno dos estudantes será organizado para ocorrer na quinta-feira (5/8). “A escola já estava preparada para voltar dia 27 de julho. Depois disso, organizou-se para voltar na quinta, dia 6. Amanhã será enviada circular para informar os pais”, afirmou a diretora-pedagógica da instituição, Márcia Nogueira.

O Sinepe realizou pesquisa entre as escolas e chegou ao resultado de que 30% dos responsáveis desejam a volta das aulas presenciais e mandarão seus filhos para a escola. Com os dados, foi possível aos colégios elaborarem protocolos de retorno em total atenção aos cuidados necessários com alunos e profissionais. A expectativa é os colégios tenham entre cinco e seis alunos em cada sala de aula. Os outros 70% manterão as atividades remotas.

Justiça autoriza retomada imediata das aulas presenciais da rede privada

Decisão é da juíza Adriana Zveiter, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região. Corte havia suspendido retorno das atividades

Cadernos e livrosDANIEL FERREIRA/METRÓPOLES

A juíza Adriana Zveiter, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), derrubou, na noite desta terça-feira (4/8), decisão liminar que suspendeu a retomada das atividades presenciais na rede de ensino particular do Distrito Federal e autorizou a reabertura imediata das escolas privadas.

A juíza manteve decreto do Governo do Distrito Federal (GDF) que determina medidas de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus nas unidades educacionais. E destacou que a normativa estabelece regras para garantir a segurança dos estudantes e professores.

Veja a decisão:

A retomada das atividades presenciais nas escolas particulares estava prevista para 27 de julho, mas medida cautelar expedida pelo juiz Gustavo Carvalho Chehab, também do TRT-10, suspendeu a volta às aulas até esta quinta-feira (6/8).

Vaivém na Justiça

O vaivém judicial sobre o retorno das aulas tem provocado instabilidade para os donos de escolas e pais. Mesmo quando ocorreu a liberação do funcionamento presencial por meio do Decreto nº 40.939, de 2 de julho de 2020, alguns centros de ensino optaram por não voltar.

Segundo a Secretaria de Educação, as instituições educacionais privadas têm autonomia para estabelecer o seu cronograma, desde que o calendário seja submetido ao crivo da pasta para homologação, conforme Resolução nº 1/2020, do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF).

Cabe às instituições educacionais particulares observar todos os protocolos e as medidas de segurança e sanitárias gerais e específicas. Todas serão fiscalizadas pela Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal). A pasta atuará em conjunto com órgãos de Fiscalização Tributária, Defesa do Consumidor, Vigilância Sanitária e forças policiais do Distrito Federal.

As aulas presenciais estão suspensas desde o dia 12/3. À época, o governador Ibaneis Rocha (MDB) decidiu decretar o fechamento das unidades de ensino particulares e públicas para evitar proliferação do novo coronavírus.

Fonte: Metropoles

Médica negra que salvou 350 pessoas apela por uso da cloroquina

Stella Immanuel denunciou conspiração contra o medicamento

Stella Immanuel expôs supostos interesses contra a eficiência da cloroquina Foto: Reprodução

A médica Stella Immanuel, que é clínica-geral em Houston, no Texas, fez um grande apelo pelo uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. Segundo Stella, ela já tratou mais de 350 pacientes com o medicamento, muitos deles dentro do grupo de risco, e até o momento todos sobreviveram.

– Eu coloco eles com hidroxicloroquina, zinco e azitromicina, e todos eles estão bem. Nos últimos meses, tratei mais de 350 pacientes e não perdi nenhum. Nem diabético, nem hipertenso, nem asmático, nenhuma pessoa! – relatou.

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Cercada de colegas de trabalho, Stella disse ainda que ela mesma usou o medicamento de maneira preventiva.

– Coloquei a mim mesma, minha equipe e vários médicos que conheço na hidroxicloroquina, como prevenção. Porque pelo seu próprio mecanismo de ação funciona cedo, e como profilaxia. Nós atendemos de 10 a 15 pacientes como Covid todo dia. Damos a eles tratamento respiratório e usamos apenas máscaras cirúrgicas. Nenhum de nós ficou doente. A hidroxicloroquina funciona! […] Ninguém precisa morrer – apelou.

A médica também citou sobre supostos interesses econômicos em não haver uma cura e que estudos devem ser transparentes sobre quem os patrocina.

– Se algum falso cientista vier, patrocinado por essas falsas farmacêuticas, e dizer que “ah, nós fizemos estudos e não funciona”, eu posso dizer categoricamente: é ciência falsa! Eu quero saber quem está patrocinando esse estudo, quem está por trás dele. Não tem como eu tratar mais de 350 pacientes e ninguém morrer. Eles ficaram melhores. E você vai me dizer que testou 20 ou 40 pessoas e não funcionou? Esse vírus tem cura e se chama hidroxicloroquina, azitromicina e zinco – destacou.

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Fonte: Pleno.News

Mulher invade casamento, diz estar grávida de noivo e madrinha faz barraco

A madrinha do casamento, que é filha da noiva, perde a calma e parte para cima da mulher. O vídeo viralizou na internet

Mulher invade casamento e diz estar grávida de noivoREPRODUÇÃO

Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra o momento em que uma mulher invade um casamento e diz estar grávida do noivo. A publicação já teve mais de 1,5 milhão de visualizações até agora.

Os noivos nem olham para trás e o pastor continua a cerimônia como se nada tivesse ocorrido. Em seguida, a mulher continua: “Anthony, eu sei que você me ouve!”, gritou. Veja:

Uma das madrinhas tenta segurá-la, mas é arrastada e até o véu da noiva é levado junto na confusão.

Fonte: Metropoles

GDF abre hospital com 100 leitos para pacientes de Covid-19

Centro de atendimento é destinado a doentes graves e será preenchido de acordo com fila da central de regulação

hospital de campanha da polícia militar do DFSECRETARIA DE SAÚDE/DIVULGAÇÃO

O hospital de campanha montado no Centro Médico da PMDF começará a receber pacientes graves de Covid-19 nas próximas horas deste sábado (1/8).

O hospital estava pronto há 15 dias mas, por conta de uma medida imposta pelo TCDF que não permitia repasses à empresa contratada para gerir o local, permanecia de portas fechadas. A medida foi originada a partir de ação do Ministério Público de Contas que apontou possíveis irregularidades na contratação da empresa que vai administrar a unidade hospitalar. A decisão foi derrubada na noite de quinta-feira (30/07) por um despacho do conselheiro Inácio Magalhães Filho, conforme antecipou a coluna Grande Angular, do Metrópoles.

Nessa quinta-feira, o governador Ibaneis disse ao Metrópoles que, nos próximos dias, outros 75 leitos devem ficar prontos e reforçar o sistema de saúde do DF, sendo 25 deles de gestão da própria Secretaria de Saúde e outros 50 em parceira com o Ministério da Saúde.

Melhores do mundo: alunos da UnB ganham prêmio internacional de engenharia

Melhores do mundo: alunos da UnB ganham prêmio internacional de engenharia

Estudantes de engenharia elétrica na Universidade de Brasília (UnB) acabam de fazer história. Graças aos trabalhos e projetos desenvolvidos ao longo do ano de 2019, o grupo denominado Sociedade de Inteligência Computacional recebeu um dos mais importantes prêmios da área, entregue pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), nos Estados Unidos.

Os alunos foram considerados o melhor grupo de estudantes do mundo ao longo de 2019. É a primeira vez que brasileiros vencem o prêmio mais alto da instituição, referência no desenvolvimento de tecnologia em áreas de engenharia. “Por promover inteligência computacional entre estudantes, indústria e a academia”, diz o e-mail que parabeniza pela conquista.

“Criamos esse grupo em 2018 pois vimos a importância que a inteligência artificial tinha nas empresas. Hoje a gente já tem mais de 20 membros trabalhando conosco”, conta Osmar Luiz de Carvalho, 23 anos, secretário geral do grupo.

Entre os projetos desenvolvidos está a estimativa em tempo real de espera nas filas de restaurantes, em conjunto com a Dubbox Tech. A rede Madero adotou a ideia. “O sistema envolve métodos estatísticos e de Machine Learning para fazer uma estimativa com base no número de pessoas dentro do estabelecimento e horário. As simulações se mostraram bastante promissoras e foram interrompidas por conta da pandemia da Covid-19. O próximo projeto com essa empresa será calcular um número ideal de carnes para descongelamento, a fim de evitar desperdícios”, diz Osmar.

A detecção de postagens no Twitter de caráter depressivo por meio de inteligência artificial também foi alvo de pesquisa. Apesar de automatizado, o processo passou por um longo trabalho braçal da equipe. “Nós analisamos tuítes de várias contas diferentes da plataforma, realizando uma curadoria manual para classificar depressivos e não depressivos, montando um banco de dados com uma proporção balanceada de ambos”, explica Isabel Giannecchini, 20, diretora de marketing do grupo.

Só após essa separação o software foi colocado para funcionar. Os resultados foram apresentados em conferência organizada pelo próprio grupo, que tenta estimular mais pesquisas nessa área. “A escolha do tema se deu após percebermos a importância da questão da saúde mental nos dias atuais, especialmente no ambiente acadêmico ao qual estamos inseridos”, comenta Isabel.

Outra programa, feito em parceria com o Laboratório de Sistemas de Informações Espaciais (LSIE) do Departamento de Geografia, é o monitoramento de imagens de satélite com diversas finalidades. “No mais recente trabalho, publicado em revista, o nosso objetivo foi identificar sistemas de pivôs centrais para a irrigação de plantações na região do cerrado brasileiro. Ao aumentar a precisão desses sistemas reduzimos o desperdício de água nessas plantações”, destaca Marcelo França, 24, diretor de projetos da Sociedade.

Além do reconhecimento, os estudantes receberão US$ 2 mil, o equivalente a cerca de R$ 10 mil na cotação atual. Conforme explica Pedro Henrique Ferreira, 22, presidente institucional do grupo, todo o dinheiro será revertido em melhorias estruturais.

“Nosso planejamento inicial é de investir a maior parte do dinheiro em máquinas (computadores e placas de vídeos) para ampliar nosso poder computacional e a nossa capacidade de atender projetos em simultâneo, enquanto o restante será investido em adaptações no nosso espaço físico, permitindo ampliar nossa quantidade de membros”, comenta Pedro Henrique, presidente institucional do grupo

Feminicídio no DF de volta

Com a continuidade do isolamento social, os casos de feminicídio no DF não param de acontecer e deixar de serem comentados, a Presidente do Conselho de Desenvolvimento de Taguatinga, Lucia Bessa, uma mulher que realmente luta pela segurança das mulheres, faz uma análise dos últimos casos de feminicídio no DF

Por Lucia Bessa

INACREDITÁVEL!
EM APENAS 05 DIAS, DOIS FEMINICÍDIOS NO DF
MAIS UMA DE NÓS SE FOI.
TRISTE! DESOLADOR! CRUEL! INADMISSÍVEL!

Confesso a vocês, que estou escrevendo esse texto, chorando muito. Com muita tristeza e desolação.
Agora, foi Pollyanna Pereira de Moura, de apenas 35 anos, que foi esfaqueada pelo seu marido Fabrício David Jorge, de 42 anos, que, após, tirou a própria vida. O fato ocorreu dentro do apartamento onde moravam, em Águas Claras, nesta quinta-feira (30/7).
Segundo uma vizinha, “Eram gritos de desespero, gritos de morte. Era desesperador, mas ninguém saiu no corredor, ninguém apareceu para ajudar.”
Nos dizem todos os dias que nossas vidas valem muito pouco ou nada.
Destroem nossos Sonhos, projetos e ideais…Deixam nossos filhas e filhas órfãs, sem esperança…
Meu Deus, que triste e inexorável realidade.
E só ouvimos o silencio e a indiferença: dos órgãos públicos que deveriam resguardar as nossas vidas e nos proteger e dos que escutam e vêm a violência e se calam..e ao se calarem, se tornam coniventes..

Triste, muito triste.
Pugnamos por políticas públicas que priorizem as nossas vidas!
Pugnamos por mais empatia, amor e compaixão pela vida e pela dor de todas as pessoas, de modo muito particular, de nós Mulheres!

O que nós queremos : VIVER
O que nós exigimos: VIVER LIVRES DE TODA VIOLÊNCIA E OPRESSÃO

Fonte: http://egnews.com.br