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Brasília, BR
segunda-feira, maio 25, 2020

Operação do GDF retira carcaças das ruas do Riacho Fundo I

Obras em Riacho fundo I - EG NEWS

A Operação DF Livre de Carcaças chegou ao Riacho Fundo I nesta segunda-feira (25/4) e retirou veículos abandonados que colocavam em risco a saúde da população. O principal objetivo da ação foi eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya.

            Coordenada pela Secretária de Segurança Pública (SSP/DF), a força-tarefa contou com o apoio do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), DF Legal, Polícia Militar e da Administração Regional do Riacho Fundo I. A operação DF Livres de Carcaças também visa a conservação das áreas públicas e a maior segurança da população.

            A administradora do Riacho Fundo I, Ana Lúcia Melo, explica que a região administrativa procura agir preventivamente no combate à dengue. “Fazemos o mapeamento preliminar dessas sucatas e ajudamos os demais órgãos do GDF a levantar outros possíveis focos. A luta contra o Aedes aegypti é prioridade constante em nossa cidade. Inclusive, na próxima semana, iniciaremos a 2ª etapa da campanha Riacho + Limpo: Todos Contra a Dengue”, adianta.

 

EG NEWS

GDF publica regras do programa que dará R$ 250 para compra de alimentos

Brasília (DF), 23/07/2019 Agência do BRB Foto: Raimundo Sampaio/Esp. Metrópoles

O Auxílio Segurança Alimentar e Nutricional é de caráter emergencial e não será concedido de forma continuada, segundo a portaria

Fonte : Metrópoles – por: Isadora Teixeira

Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal publicou, neste domingo (24/05), uma portaria com regras para a concessão do Auxílio Segurança Alimentar e Nutricional, do Programa Prato Cheio e Pão e Leite. O benefício de R$ 250 será concedido para compra de itens da cesta básica ou de pão e leite do café da manhã.

A intenção é garantir alimento de forma rápida para famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. O benefício é de caráter emergencial e não será concedido de forma continuada.

Os dispositivos que tratam da concessão de cesta básica de alimentos também constam na Portaria número 40, de 23 de maio de 2020. A família beneficiária fará jus, em 30 dias, a apenas uma forma de provimento alimentar direto. Não é possível acumular o recebimento da cesta com o subsídio financeiro.

Para ter direito ao programa, os interessados devem ter renda familiar igual ou inferir a meio salário mínimo (R$ 522,50) por pessoa, morar no Distrito Federal e se declarar em situação de insegurança alimentar. Serão priorizadas famílias com crianças de 0 a 6 anos, que tenham pessoas com deficiência ou idosos.

EG NEWS

A portaria impede “comprovações complexas e vexatórias” por parte dos beneficiários.

Diante da pandemia do novo coronavírus, o Governo do Distrito Federal (GDF) também lançou o Renda Emergencial, benefício de R$ 408 para pessoas que não são atendidas pelo programa Auxílio Emergencial, do governo federal.

GDF prorrogou as inscrições dos dois benefícios criados para ajudar os brasilienses durante a pandemia do novo coronavírus. Os cadastros começaram a ser feitos na última segunda-feira (18/05) e se encerrariam nessa sexta (22/05). No entanto, a adesão aos programas Renda Emergencial e Prato Cheio encerrou às 23h59 deste domingo (24/05).

DF registra 9 mortes por coronavírus e bate recorde de óbitos em um dia

A capital do país tem um total de 98 vítimas da Covid-19. Se somados os seis casos de moradores do Entorno do DF, o dado chega a 104

Fonte: Metrópoles – Por: Isadora Teixeira

GDF vai destinar R$ 35 milhões para contratar leitos de UTIFOTO: DIVULGAÇÃO GDF

 

ODistrito Federal registrou o recorde de mortes por coronavírus em um dia com nove vítimas neste domingo (24/05). Dois óbitos foram contabilizados às 12h e mais sete foram confirmadas às 18h. Os dados constam no Painel Covid-19 do Governo do Distrito Federal (GDF).

Com os novos casos, a capital do país tem um total de 98 mortes provocadas pelo novo coronavírus. O número chega a 104 se somadas as seis ocorrências de moradores do Entorno do DF que foram internados e faleceram em unidades brasilienses.

Uma das novas vítimas do novo coronavírus no DF é um morador de 67 anos de Sobradinho. O homem deu entrada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) no dia 13 de maio e morreu nessa sexta-feira (22/05). O paciente tinha comorbidades (diabetes, pneumopatia e hipertensão arterial sistêmica), segundo a Secretaria de Saúde do DF.

Outra pessoa que perdeu a vida para a doença é um residente de Ceilândia de 67 anos. Ele foi internado no Hospital Santa Marta em 13 de maio e faleceu nesse sábado (23/05). O homem sofria de outras doenças (diabetes e hipertensão arterial sistêmica).

Uma mulher de 35 anos foi outra vítima da Covid-19 no DF. A moradora de Ceilândia morreu nessa sexta-feira, mesmo dia no qual deu entrada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Ela sofria de câncer.

Nos últimos óbitos contabilizados pelo governo local, o Guará perdeu dois residentes para a doença. Uma mulher de 45 anos foi internada no Hospital Brasília no dia 15 de maio e morreu neste domingo (24/05). Ela tinha comorbidades (pneumopatia, cardiovascular, diabetes, imunossupressão).

A outra moradora do Guará que não resistiu às complicações provocadas pela Covid-19 é uma mulher de 74 anos. A idosa foi levada ao Hran em 19 de maio e faleceu neste domingo. Ela era portadora de mal de Parkinson.

O Plano Piloto também registrou duas mortes. Uma mulher de 67 anos, sem comorbidades, deu entrada no Hospital Brasília no dia 13 de maio e morreu nessa sexta-feira. Um homem de 70 anos que sofria de hipertensão arterial sistêmica morreu neste domingo. Ele foi internado no Hospital Brasília e depois acabou transferido para o Hran.

O último óbito computado neste domingo pelo governo local é o de um homem de 66 anos que morava em Samambaia. Ele procurou o HRSM em 4 de maio e morreu neste domingo. O paciente tinha comorbidades (diabetes, hipertensão arterial sistêmica, obesidade).

O maior número de óbitos por Covid-19 registrado antes em território brasiliense foi seis, nessa terça-feira (19/05). Na ocasião, o DF tinha 68 vítimas da doença.

Infectados

A capital do país tem um total de 6.638 infectados pela Covid-19. São 360 casos a mais em relação ao balanço divulgado às 12h.

Dos contaminados, 3.422 (51,55%) se recuperaram da doença. A Secretaria de Saúde considera como recuperados aqueles pacientes que tiveram os primeiros sintomas há mais de 14 dias e não estão hospitalizados.

Desemprego, isolamento e máscaras mudam comportamento dos brasilienses

Desemprego, isolamento e máscaras mudam comportamento dos brasilienses

Dados são de pesquisas de alunos de psicologia, que observaram moradores do DF ao longo da quarentena e mediram sensações em escala de 1 a 5

pandemia causada pelo novo coronavírus não tem estimulado apenas as buscas por uma vacina contra a Covid-19 ou por um remédio eficaz no controle dos sintomas da doença. O comportamento das pessoas, em um cenário de isolamento social e com o uso de tecnologias pouco adotadas até então, também é campo de investigação científica – só que na área de psicologia.

Um dos trabalhos avaliou o medo. Um questionário com 26 perguntas foi elaborado visando computar o impacto desse sentimento nas pessoas durante a crise do coronavírus. “Às vezes, os indivíduos só pensam no lado bom de estarem em casa, protegidos do vírus. Mas há uma influência do isolamento social sobre o medo que não tem sido tão abordado”, explica o estudante Brenno Vitorino, 22 anos.

Ao todo, 223 pessoas responderam o questionário, divulgado em redes sociais. Observando que muitas pessoas têm passado por momentos de ansiedade, o grupo de estudos de Brenno decidiu entender algumas das principais preocupações dos brasilienses.

As maiores apreensões, quando consideradas as respostas abertas, são a possibilidade de contrair a doença e também de perder o emprego.

Confira as impressões dos estudantes sobre o experimento:

Nas questões fechadas, 96,9% dos entrevistados disseram ter medo de perder um familiar infectado pelo coronavírus. Em uma escala de 1 a 5, 63% dos entrevistados classificaram o medo com o cenário pandêmico com notas 4 ou 5, as mais altas disponíveis. “A gente viu muitas pessoas ansiosas ou sem saber o que estão sentindo direito”, aponta Brenno.

No total, 55% das pessoas classificaram com as duas notas mais altas o medo de ficar desempregada. O sentimento é justificado pelo fato de mais de 77% dos participantes da pesquisa conhecerem alguém que tenha passado por essa situação recentemente. O desemprego no DF atinge hoje 333 mil brasilienses, segundo a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan).

Confira alguns dos dados:

brasilienses usam máscaras nas ruas do df
Uso de máscaras

Outros alunos decidiram observar o uso de máscaras pelos moradores do DF. Um dos grupos decidiu abordar quem passava em frente ao bloco da estudante Deise Fortes, 40, na Quadra 407 da Asa Sul. Uma vez que o apartamento dela é voltado para o comércio, era possível observar o movimento de moradores e trabalhadores da região.

“Há dois mercados por aqui, fazendo com que ainda tenha um bom movimento para a gente analisar”, explica a aluna. Todos os dias, entre 8h e 9h30, um celular gravava a movimentação de pessoas e os futuros psicólogos analisavam quem usava ou não o item de proteção. “Quem colocava a máscara no queixo ou pendurada na orelha, a gente desconsiderava como uso correto”, esclarece Deise (veja vídeo abaixo).

O trabalho aconteceu entre os dias 8 de abril e 19 de maio. Conforme aponta a aluna, o que mais chama a atenção é traçar um paralelo das decisões do Governo do Distrito Federal (GDF) com a reação de quem anda na rua. “Foi uma crescente. No dia 30 de abril, por exemplo, quando começou a obrigatoriedade do uso das máscaras, mais de 90% das pessoas estavam com ela”, explica.

O número acabou caindo nos dias seguintes e só voltou a aumentar em 11 de maio, data em que o governo anunciou que multaria quem saísse de casa sem o equipamento de proteção.

“Tudo isso mostra uma necessidade de regulamentação. Se não existe uma validação do governo para que algo bom para saúde aconteça, as pessoas não seguem”, analisa Deise.

Saiba mais sobre o trabalho:

Outro grupo de estudantes focou apenas em observar os clientes de drogarias. Foram cinco no Plano Piloto e outra no Guará, onde os alunos anotavam se a pessoa chegava ao estabelecimento de máscara ou não. “Fizemos uma observação antes e depois do decreto que obrigava o uso do item”, explica Vitor Vichmeyer, 21.

Os números surpreenderam pelo grau de adesão maior do que o observado nas ruas, mesmo antes do decreto que obrigava a utilização de máscaras no DF entrar em vigor. Para o estudante, pelo fato de as farmácias remeterem à ausência de saúde pode ter um fator psicológico na hora de o cliente se proteger para entrar no estabelecimento.

“É um local que tem mais chances de ter gente doente, pode funcionar dessa forma o pensamento”, opina.

Veja os resultados:

Alternativa durante a pandemia

De acordo com o professor Ricardo Vasquez, esses e outros trabalhos foram a maneira encontrada para tentar suprir a ausência de aulas presenciais. “Foi uma forma de trazer um tema atual e que mostrou ser possível aos alunos fazer essa adaptação”, explica.

Segundo ele, as pesquisas sobre o uso de máscara mostram que muitas pessoas só agem quando confrontadas com algo palpável, como a possibilidade de serem multadas, por exemplo.

“Como ‘ficar saudável’ não é uma recompensa visível, não é muito clara, muita gente acaba não usando a máscara”, pontua o docente.

No entanto, o medo, para ele, pode ser visto dentro da própria comunidade acadêmica. “Ninguém quer retornar ainda às aulas presenciais. Todo mundo achou que seria mais fácil fazer as coisas de casa, mas não é. O grande risco da contaminação ainda gera esse temor em todos”, conclui.

Fonte: Metrópoles – Por: Matheus Garzon

EG NEWS

Auxílio: sou mãe solteira, recebi R$ 600 e não R$ 1.200, o que fazer?

Mães solteiras foram aprovadas para receber o auxílio emergencial, mas só receberam metade do valor. É possível contestar?

Sou mãe solteira, crio sozinha meus filhos. Fui aprovada para receber o auxílio emergencial, mas só recebi R$ 600,00 e não R$ 1.200 como tenho direito pela lei. O que posso fazer para receber o valor correto? 

Dúvida da Edineide M., Gleciane A., Renata S., Cristina S. e diversas outras leitoras. As perguntas foram recebidas via e-mail e página do Facebook)

Resposta:

Não é possível contestar o valor de um auxílio já concedido, informa o Ministério da Cidadania.

“As informações utilizadas para aprovar ou não um auxílio são as registradas nas bases de dados do Governo Federal. Os casos de contestação previstos para o auxílio emergencial são apenas para os requerimentos não aprovados”, informa o órgão governamental.

Segundo o Ministério, apenas esses casos permitem contestação:

1) Cidadão(ã) recebe benefício previdenciário ou assistencial;

2) Cidadão(ã) com renda familiar mensal superior a meio salário mínimo por pessoa e a três salários mínimos no total;

3) Cidadão(ã) é servidor(a) público(a) – somente base SIAPE;

4) Cidadão(ã) recebe seguro desemprego ou seguro defeso;

5) Cidadão(ã) possui emprego formal.

Aqueles que tiveram outros motivos para negativa não podem mais recorrer da decisão.

Leia mais: Não consegue contestar auxílio emergencial negado? Entenda

O que é o auxílio emergencial?

É um benefício no valor de R$ 600 (que pode chegar a R$ 1.200 em alguns casos) destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do coronavírus.

Quem tem direito ao auxílio?
Pode solicitar o benefício quem atender a todos os seguintes requisitos:

a) tiver mais de 18 anos;

b) Esteja desempregado ou exerça atividade na condição de:
– Microempreendedores individuais (MEI);

– Contribuinte individual da Previdência Social;

– Trabalhador Informal.

c) Pertença à família cuja renda mensal por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo  (R$ 522,50), ou cuja renda familiar total seja de até 3 (três) salários mínimos (R$ 3.135,00).

Quem não tem direito ao auxílio?

– Quem tem emprego formal ativo;

– Quem pertence à família com renda superior a três salários mínimos (R$ 3.135,00) ou cuja renda mensal por pessoa maior que meio salário mínimo (R$ 522,50);

– Quem está recebendo Seguro Desemprego;

– Quem está recebendo benefícios previdenciários, assistenciais ou benefício de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;

– Quem recebeu rendimentos tributáveis acima do teto de R$ 28.559.70 em 2018, de acordo com declaração do Imposto de Renda.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Portal R7

Marcha Virtual pela Vida será realizada no dia 2 de junho

Pela vida do bebê e Pela vida da mãe. Acompanhe pelas redes sociais do Movimento Brasil sem Aborto uma programação especial! Você pode participar enviando comentários e também postando em suas redes sociais. Participe de onde você estiver, usando a hashtag #MarchaVirtualpelaVida! Marque em sua agenda, convide amigos e parentes e participe: dia 2 de junho, a partir das 15h.

Allan Araújo, organizador da Marcha Virtual pela Vida e secretário-geral do Movimento Brasil sem Aborto, destaca que o objetivo é manter a mobilização contra a aprovação do aborto, sem deixar de lado os cuidados de distanciamento social e não realização de eventos com aglomeração de pessoas. “Dessa forma, o movimento contribui para a proteção da vida de todos os participantes e de não proliferação do contágio do vírus”, comenta.

Participe em suas redes sociais usando a hashtag #MarchaVirtualpelaVida e não esqueça de se inscrever em nosso canal do Youtube (brasilsemabortooficial)

Anote aí:

13ª Marcha Virtual pela Vida
Data: 2 de junho (terça-feira)
Horário: a partir das 15h
Local: redes sociais do Movimento Brasil sem Aborto
Youtube: brasilsemabortooficial
Facebook: @brasilsemabortooficial
Instagram: @brasilsemaborto
Twitter: @brasilsemaborto
Pela vida do bebê! Pela vida da mãe! Pelas duas vidas!
Brasil sem Aborto!

Fonte: http://egnews.com.br

DF registra 30.184 casos prováveis de dengue e 17 mortes

Ação de combate à dengue, dentro do SOS DF Saúde

Houve um aumento de 65,18% na quantidade de casos prováveis da doença contabilizados em relação ao mesmo período do ano passado

HUGO BARRETO/METRÓPOLES

O Distrito Federal registrou 30.184 casos prováveis de dengue e 17 mortes provocadas pela doença nos primeiros cinco meses de 2020.

Houve um aumento de 65,18% na quantidade de casos prováveis em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 18.273 doentes.

A Secretaria de Saúde considera como casos prováveis de dengue todas ocorrências notificadas como suspeitas. Nessas situações, o paciente apresenta febre e pelo menos mais dois sintomas, como vômito ou dor de cabeça. Outro requisito para que o caso conste na estatística é residência em área onde há casos da doença ou viagem, nos últimos 14 dias, para local com presença do Aedes aegypti, transmissor do vírus.

Ceilândia e Gama são as regiões com mais óbitos em decorrência da dengue, com três mortes cada. Guará e Sobradinho tiveram duas vítimas. Riacho Fundo II, Fercal, Planaltina, Sobradinho II, Samambaia, Vicente Pires e Santa Maria registraram um óbito cada.

Além das 17 mortes provocadas pela dengue, a capital do país teve 34 casos graves da doença e 486 ocorrências com sinais de alarme.

No total, 30 das 33 regiões administrativas do DF têm alta incidência da doença. Essa classificação é feita quando há 300 ou mais casos por 100 mil habitantes. Ceilândia tem mais casos prováveis de dengue, com 3.733 registros.

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Confira à íntegra do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do DF:

Boletim de dengue no DF by Metropoles on Scribd

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: Metropoles

GDF aposta na construção civil como carro-chefe para a retomada

Coronavirus Outbreak Global economic Recession. Small business owner affected by the coronavirus outbreak. Freelance contractor being impact by COVID 19 with loss of money, employees and no supplies.

Após mais de dois meses do primeiro diagnóstico de coronavírus no DF, o Executivo traça planos para reduzir os impactos na economia. A construção civil deve ser o carro-chefe após a crise.

Em meio ao impacto cruel da crise provocada pela pandemia da covid-19 na economia local, o Governo do Distrito Federal (GDF) estuda ações em várias frentes para que a capital federal tenha forças para uma retomada pós-coronavírus e possa se estruturar contra as dificuldades que se apresentam. Setores como a construção civil, avalia o Executivo, serão importantes para puxar o movimento de recuperação e a busca por investimentos.

O secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Ruy Coutinho, explica que existe um planejamento em várias frentes para fortalecer a economia local no pós-pandemia. Na avaliação do secretário, a construção civil é um dos setores que devem puxar o movimento de retomada. “É um segmento que deve se recuperar com razoável velocidade tão logo tudo isso passe. Historicamente, ela tem uma relevância muito grande na matriz econômica do DF e deve ser forte neste momento”, avalia.

A criação da Secretaria de Empreendedorismo, anteriormente ligada à pasta comandada por Coutinho, é um movimento importante na avaliação dele. “É uma reivindicação antiga do setor. A nova secretaria vai cuidar do programa Desenvolve-DF e dos pequenos e médios empresários, que precisam tanto de apoio neste momento. Nós ficaremos focamos no desenvolvimento econômico em grande escala”, explica.

Coutinho destaca algumas ações que poderão contribuir, como a instalação de um complexo hospitalar gerido por um grupo americano que pode gerar 40 mil empregos e ampliação do Aeroporto de Brasília Juscelino Kubistchek como um HUB e cargas aéreas, além da criação de agência para captação de investimentos. “As privatizações também são importantes. Esse problema do coronavírus atrapalha, mas deve ocorrer ainda neste ano na CEB e depois no Metrô”, acrescentou.

A montagem de um complexo industrial de Saúde que produza equipamento de cuidados intensivos também está nos planos. “Começamos a estudar isso agora. Seria voltado para tudo isso que tem faltado.” A tecnologia é outra área que pode ser aliada, na visão de Coutinho. “O Biotic pode colaborar muito nesse esforço, não apenas na área de Tecnologia da Informação (TI), mas também nas empresas de dados tecnológicos.”

A busca por investimentos e financiamentos internacionais também está nos planos. Segundo Coutinho, o GDF tem se aproximado do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o chamado banco do Brics e do Banco Latino-Americano de Desenvolvimento (CAF). “Fora o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que já temos operação de US$ 71 milhões para estrutura das ADES, em franco desenvolvimento.”

Coutinho explica que existem vários modelos de recuperação econômica e destaca que o DF provavelmente deve seguir a retomada em U. “Nesse caso, você tem redução muito forte do PIB no início e uma recuperação relativamente lenta depois. O ideal seria em V, em que a retomada também é abrupta, mas não é o que vai acontecer. O pior cenário seria o modelo em W, que é muito instável, de altos e baixos.”

Desenvolvimento

A Secretaria de Economia (SEEC) informou, por meio de nota oficial, que técnicos da pasta se reúnem diariamente para minimizar os efeitos atuais e futuros gerados pela covid-19. Segundo o texto, o secretário André Clemente dialoga com representantes do setor econômico, como as Federações da Indústria (Fibra) e do Comércio (Fecomércio), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e outras entidades para avaliar o cenário e definir estratégias.

A secretaria frisou que negocia no Congresso Nacional e na Câmara Legislativa do DF (CLDF) recursos para impulsionar a economia da capital. “Um dos principais resultados, com trabalho e empenho de toda bancada federal, é o auxílio econômico da União de R$ 1,38 bilhão, com a aprovação do Projeto de Lei Complementar 39/2020”, ressaltou. Além disso, a pasta explicou que o GDF conseguiu verbas destinadas aos estados e municípios, além da possibilidade de renegociar dívidas.

A pasta também conta com a criação do Refis 2020, que tramita na CLDF e poderá gerar economia de impostos da ordem de R$ 823 milhões para as empresas. Outra medida para driblar a crise, é o programa Emprega-DF, criado no ano passado e que foca na geração de emprego e qualificação profissional.

De acordo com a secretaria, os setores da construção civil e dos pequenos negócios foram beneficiados durante a crise. A pasta explicou que as obras não foram paralisadas e os pequenos negócios tiveram postergação dos pagamentos de impostos do Simples Nacional, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Serviços (ISS). Outra medida de fomento da economia, segundo a SEEC, foi priorizar o pagamento da folha dos servidores e de a quitação de débito com fornecedores, para manter a cadeia produtiva e gerar arrecadação de impostos, como o Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Construção civil

Representantes da construção civil, aposta do GDF na retomada econômica, seguem otimistas. O presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), Eduardo Aroeira, acredita que o setor tem condições de se recuperar rapidamente, principalmente pelo fato de ter permanecido em funcionamento durante a pandemia. “Desde o início da crise, o governo permitiu o trabalho da construção civil, seguindo os protocolos de segurança. Por isso, não houve grandes prejuízos, como outros segmentos da economia”, ressaltou.

De acordo com Eduardo, o BRB deu capital de giro para que as empresas funcionassem com tranquilidade. Entretanto, ele reconhece que houve queda na venda de imóveis. “Houve uma incerteza muito grande por parte dos brasilienses”, ponderou. A saída encontrada pelo setor foi o investimento em plataformas digitais, para manter o interesse da clientela que está em casa ativo.

“Apesar das vendas terem caído, principalmente por essa dificuldade de deslocamento, a procura pela internet continuou em níveis maiores do que o período anterior ao da pandemia”, explicou. O presidente da Ademi ainda informou que há 3 mil unidades habitacionais em oferta, mas que, geralmente, o DF costuma disponibilizar 9 mil.

“As empresas estão em uma situação confortável. Fazemos uma pesquisa semanal que mostra que 58% dos associados lançarão novos imóveis este ano e 20% avaliam o cenário. Portanto, teremos a mesma quantidade de inaugurações o que antes da crise”, destacou. Eduardo estima que as vendas devem ser retomadas a partir do segundo semestre.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), Dionyzio Klavdianos, apesar do setor ter se mantido em funcionamento, nenhum segmento no país conseguiu permanecer ileso durante a pandemia. “A continuidade do serviço deu força para a gente. Entretanto, é claro que a pandemia está fazendo um estrago. Temos notícias de empresas que desistiram de lançar imóveis. A falta de venda impacta no caixa das empresas. Toda essa questão gera redução de mão de obra, jornada e gera prejuízo”, comentou.

Antes da crise gerada pelo coronavírus, Dionyzio revelou que a expectativa para 2020 era positiva. “A nossa esperança é de que essa situação vá se arrefecendo e que a economia tenha uma retomada”, disse. A expectativa do setor, segundo o presidente do sindicato, é de que o segmento volte a se aquecer no último trimestre do ano. As obras públicas, que não foram paralisadas durante o período, também ajudam a manter a atividade das empresas. “O papel da construção civil é importante para garantir o mínimo de atividade econômica. Ela também é importante na geração de emprego”, reforçou.

» Setores que mais empregam no Distrito Federal

» Serviços – 943.642

» Comércio – 227.760

» Desconhecem – 13.093

*Os dados são da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan-DF) de 2018.

Postagem: http://egnews.com.br

Fonte: CREA

Enfermeira é suspensa de hospital após usar apenas roupas íntimas sob EPI

A funcionária trabalhava na ala masculina de pacientes em tratamento do coronavírus do hospital

TULSKIE NOVOSTI

Uma enfermeira na Rússia foi suspensa do hospital onde trabalhava após usar apenas roupas íntimas por baixo do equipamento de proteção individual. O caso aconteceu na cidade de Tula, que fica a 160km de distância de Moscou.

MAIS SOBRE O ASSUNTO

O avental usado pela enfermeira é feito de vinil transparente, e isso revelou o que havia por baixo da roupa. Posteriormente, ela alegou que não achou que a proteção seria tão transparente a esse ponto.

Embora nenhum paciente tenha reclamado das vestimentas da profissional, os chefes do hospital puniram a enfermeira por “não cumprir os requisitos para uso de roupas médicas”.

Fonte: Metropoles

Ibaneis planeja reabrir shoppings na segunda-feira (25)

Depois que conseguiu derrubar a decisão da juíza que queria escalonar a retomada de atividades no DF, Ibaneis espera expandir o funcionamento do comércio na capital

Por Millena Lopes – Agenda Capital

Com a retomada do controle sobre a reabertura das atividades no DF em tempos de pandemia, o governador Ibaneis Rocha pretende dar um passo na liberação do comércio: reabrir os shopping centers na próxima segunda-feira (25). O governo ressalta, no entanto, que a decisão depende das informações sobre o comportamento do vírus nesta semana na capital.

A reabertura dependeria também do compromisso que deve ser estabelecido com os lojistas, que precisariam testar todos os empregados para a Covid 19, aferir temperatura dos clientes nas entradas, cobrar o uso de máscara de proteção individual, disponibilizar álcool em gel etc.

Com o aumento dos números de contágio e de mortos – nesta terça-feira (19), foram seis -, o governo diz analisar também o que está por trás dos números, como características dos pacientes e formas de contágio.

De acordo com o governo, até a noite de terça, 4.898 já foram infectados em todo o Distrital Federal.

*Com informações ‘Poder no Quadrado’