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segunda-feira, fevereiro 24, 2020

PCDF prende grupo que atacava condomínios do Lago Sul e Itapoã*

Policiais da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) prenderam, na manhã desta segunda-feira (4), quatro integrantes de uma associação criminosa envolvida na prática de roubos com restrição à liberdade da vítima ocorridos em condomínios do Itapoã e Lago Sul. Os mandados são de prisão temporária.
Conforme a Polícia Civil, a operação ainda cumpriu mandados de busca e apreensão, sendo apreendidas duas espingardas e grande quantidade de munições. De acordo com o delegado-chefe da 6ª DP, Ulysses Fernandes Luz, os autores cooptavam moradores para o fornecimento dos cartões de acesso aos condomínios e, posteriormente, faziam os levantamentos para a prática dos roubos.
“Com o cartão e informações sobre a rotina dos moradores, os criminosos invadiam os imóveis e rendiam as vítimas para subtrair os seus pertences”, disse o delegado. Os presos foram indiciados por roubo majorado e associação criminosa armada, sujeitos a uma pena de sete a 16 anos de reclusão. As investigações continuam com o objetivo identificar outras vítimas.
Fonte: PMDF

Moradores se antecipam ao Governo e montam maquete do viaduto da DF 250

Moradora do Itapoã senhora Ivonete Macedo e seu marido resolveram se antecipar ao governo e montaram a maquete do viaduto do Paranoá e Itpoã no intuito de mostrar ao governo a necessidade dessa obra.
Veja o texto encaminhado por dona Ivonete Macedo
“Bom dia vamos trabalhar com as ideias para a população do Itapoã e Paranoá estão pedindo o viaduto ou a ponte, eu e meu esposo fizemos, estamos fazendo a Market da passarela de pedestre. A nossa comunidade não somos e não estamos fazendo politica mais sim queremos nosso direitos pois pagamos todos os dias nossos, imposto viaduto ou ponte com passarela já. vamos fazer reunião com as comunidade e trabalhos de panfletagens esperamos contar com o amigo.merece fica o nosso apelo aos governantes todos os políticos vamos lutar juntos pelos os nossos direitos de não ter que passar todos os dias o transtorno de ir para o trabalho e chegar atrasado voltar para casa cansado e não ter outra alternativa de sem ser passar em um transito lotado na hora de pico sem contar quando temos acidentes e uma das piores percas acidente fatal onde muitas vidas foram cessadas causando dor nos familiares ate quando” .
Fonte: Redação
ATT: Ivonete Macedo

Durante arrastão no Setor de Clubes Sul, ladrões de carro se dão mal

 

Quando os militares chegaram ao local, perceberam a presença de dois homens suspeitos próximos a um Gol. Com eles, foram encontradas uma chave de fenda e uma porção de maconha, além da chave de um carro. Os policiais localizaram o veículo e fizeram uma busca interna. Vários objetos suspeitos foram localizados.

Outro carro, também estacionado próximo do local, estava com as quatro janelas abertas e e os cabos da bateria cortados. O dono do veículo foi localizado e chamado. O motorista verificou que os objetos encontrados no interior do veículo Gol eram de sua propriedade. Diante dos fatos, a equipe se deslocou à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) com os detidos e os objetos apreendidos para os procedimentos cabíveis.

Fonte: Metropolis

GT pede viaduto e passarela para 250/001 – Itapoã/Paranoá

Cansada de ver mortes e atropelamentos, população do Itapoã e Paranoá se unem e criam Grupo de Trabalho em prol da duplicação da DF 001/250.

Nesta 4ª feira véspera de feriado o grupo esteve com panfletagem e faixas no balão em defesa da DF 250/001, solicitando a construção de um viaduto e passarela. Esta é mais uma ação do GT, para pedir ao poder executivo que se faça a licitação da emenda de bancada federal do DF junto com o Senador Helio José, Deputado Lira Deputado Wasny e outros que ficaram de ajudar.

Este grupo de trabalho foi escolhido na audiência pública com diversos parlamentares no ano de 2016

Duplicação da 250 e 001, já.

Publicado por Raimundo Paz em Quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Estiveram presentes, Baiana do Itapoã, Eduardo, Garibel, Isa, Carlos, Pastor Raimundo, Fernando entre outros do grupo.

Esperamos que esta manifestação possa sensibilizar o governo e nos atender salvando varias vidas neste trecho.

 

Fonte: Redação

CORTE ESPECIAL DO STJ CONCLUI QUE TERRAS DO PARANOÁ NÃO PERTENCEM À TERRACAP

A Terracap havia apostado todas as suas fichas sujas, no âmbito judicial, para fazer valer uma escritura falsa e sem nenhum valor jurídico registrada no cartório de Planaltina . Se lascou!
A partir de agora se o governo do Distrito Federal quiser resolver a situação dos quase 200 mil moradores da cidade do Paranoá e parte do Itapoã, que moram em situação irregular e sem escrituras de seus lotes, terá que negociar acordo com os verdadeiros donos do espólio de Sebastião de Souza e Silva, proprietários da área com 1.371ha da Fazenda Paranoá, registrada no Cartório de Luziânia, desde 1924

 

Por Toni Duarte

O sonho eleitoreiro do governador Rodrigo Rollemberg de distribuir mais de 200 mil escrituras de lotes para os moradores da cidade do Paranoá, e parte do Itapoã, antes do início da campanha de 2018, foi enterrado com a última pá de cal jogada na quarta-feira passada pela corte especial do Superior Tribunal de Justiça.

A corte formada pelos ministros Nancy Andrighi, João Otávio de Noronha, Maria Thereza de Assis Moura, Og Fernandes, Luis Felipe Salomão, Mauro Campbell Marque, Benedito Gonçalves, Raul Araújo e Sérgio Kukina votou contra o provimento de agravo da Terracap em que pedia o desbloqueio de matrículas de uma área que não é da empresa do governo, conforme decisão anterior proferida pela presidente do STJ, Laurita Vaz, no ano passado.

A Terracap havia apostado todas as suas fichas sujas, no âmbito judicial, para fazer valer uma escritura falsa, e sem nenhum valor jurídico, registrada no cartório de Planaltina como se fosse proprietária de 156,118 alqueires, equivalentes a 755,61 hectares dentro do quinhão de terras de Sebastião de Sousa e Silva da Fazenda Paranoá.

No ano passado, a ministra Laurita Vaz  decidiu bloquear as matrículas das terras impedindo que a Terracap turbasse a área pertencente aos herdeiros da fazenda Paranoá. Mesmo assim, a empresa imobiliária do GDF resolveu questionar a decisão, protocolizando, perante a Presidência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), um pedido de Suspensão do acórdão do TRF 1ª. Região, que determinou os bloqueios das matrículas. A tentativa não deu certo, a Terracap foi derrotada dentro da Corte Especial do STJ que manteve a decisão proferida por Laurita Vaz.

Desde 1989 os moradores do Paranoá possuem a concessão de uso da terra, concedida pelo GDF em projeto de assentamento do executivo, mas sem o reconhecimento cartorial porque trata-se de uma área particular e o governo se nega a pagar pela desapropriação.

Nos últimos três anos, a Terracap que se diz dona de todas as terras do DF resolveu usar dos mesmos “modus operandi” dos grileiros de Brasília ao forjar uma matrícula fajuta e sem valor jurídico no cartório de imóveis de Planaltina. O “grilo oficial”, que teve a chancela do Incra, abocanhou a gleba da fazenda Paranoá.

O advogado Mário Gilberto Oliveira, que defende o espólio, informou ao Radar que a área vai continuar bloqueada até que seja julgada, definitivamente, pela Justiça Federal, Seção-DF.

O advogado solícita na justiça, o pedido de declaração de nulidade do Certificado de Georreferenciamento nº 281102000001-16 emitido pelo INCRA em favor da TERRACAP, o qual considerava que a Empresa Pública era proprietária de toda a gleba de terras com 1.371ha da Fazenda Paranoá, localizada no perímetro do Distrito Federal.

Mário Gilberto afirmou ainda, que apesar do embate litigioso, travado na justiça com a Terracap mesmo assim, os herdeiros do espólio de Sebastião de Sousa e Silva continuarão abertos ao diálogo com o Governo do Distrito Federal e com a Terracap.

“Estamos dispostos a dialogar no sentido de solucionar, de maneira definitiva, esta questão, desde que o acordo a ser celebrado seja feito com observância aos princípios da legalidade e da moralidade que devem nortear todos os atos da Administração Pública”, afirmou Mário Gilberto.

DECISÃO DO STJ.pdf by antonio on Scribd

Fonte: Radar

Conheça as 19 possíveis vitimas de Marinésio

Duas mulheres que foram estupradas irão à 6ª DP a fim de identificar o carro, bem como ao DPE para reconhecer o maníaco

Rafaela Felicciano/MetrópolesRAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

As duas vítimas que disseram ter sido atacadas por Marinésio Olinto, 41 anos, em 2017 e 2018, após serem obrigadas por ele a embarcar num carro vermelho, farão o reconhecimento do veículo e do maníaco, sob forte esquema de segurança, nesta quinta-feira (05/09/2019). As identificações estavam marcadas para as 13h, na 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), mas novo esquema definido pela Polícia Civil separou as ações.

Assim, as duas mulheres – de 17 e 46 anos – irão à 6ª DP para verificar se o carro vermelho – que pertence ao irmão de Marinésio – era o mesmo usado no dia dos estupros atribuídos a ele. O reconhecimento do maníaco ocorrerá no Departamento de Polícia Especializada (DPE), onde há controle no acesso de quem entra e sai, o que evitaria a presença de populares.

As denunciantes já identificaram, por meio de imagens na imprensa, o assassino de Letícia Curado, 26, e de Genir Pereira, 47, como sendo o autor da violência sexual praticada contra elas. O relato das duas é idêntico em vários aspectos. Ambas citaram o carro vermelho e disseram ter sido levadas para uma área de pinheiros no Paranoá e estupradas no mencionado local.

Há expectativa de que os laudos cadavéricos sobre a morte de Letícia fiquem prontos ainda nesta semana. Os investigadores terão acesso aos exames do carro e do lugar onde o corpo da vítima foi encontrado. Um dos documentos indicará se a funcionária do Ministério da Educação sofreu violência sexual. Os resultados vão definir o indiciamento e os crimes a que o maníaco responderá em relação à morte da jovem, que também era advogada.

Nos casos referentes à colaboradora do MEC e à diarista Genir Pereira de Sousa, 47, em 2 de junho, o homem é assassino confesso. Porém, outras 17 mulheres podem ter sido vítimas do cozinheiro.

As denúncias contra Marinésio cresceram depois de sua prisão e de os investigadores da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) descobrirem que o criminoso usava outros carros, além da Blazer prata encontrada dois dias após o desaparecimento de Letícia: um Fiat Palio vermelho e um VW Gol preto.

Na Blazer, os agentes encontraram pertences de Letícia Curado. Em um primeiro momento, Marinésio negou o crime. Disse ter comprado de terceiros o celular da advogada – o aparelho estava no banco de trás do veículo. Porém, no porta-luvas, havia uma bolsa com fichário e material escolar, além de um relógio – objetos pessoais da vítima. Em 26 de agosto, três dias após a jovem desaparecer, o corpo dela foi encontrado.

Desde então, a lista de acusações contra Marinésio inclui assassinato, estupro e assédio sexual. Entre as semelhanças que o colocam como suspeito dos casos, está o modus operandi adotado por ele. Aos investigadores da PCDF, o maníaco revelou que tinha o hábito de pegar o carro nos dias de folga e circular pelo DF atrás de mulheres.

Contou ainda que costumava abordar aquelas que estavam sozinhas em paradas de ônibus. Na versão dada aos policiais, o homem ressaltou que era praxe oferecer carona de Planaltina para a Rodoviária do Plano Piloto e, no trajeto, assediar as vítimas. Morador do Vale do Amanhecer, atualmente está detido no DPE.

1) Letícia de Sousa Curado – Desaparecida após sair para o trabalho, em 23 de agosto de 2019, a advogada e funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC) foi encontrada morta três dias depois. Seu cadáver estava dentro de uma manilha perto da fábrica de sementes Pioneer, na DF-250, na região de Planaltina, onde ela morava. Em depoimento, o cozinheiro assumiu o crime e disse ter matado a jovem enforcada. Letícia tinha 26 anos;

FACEBOOK/REPRODUÇÃOFacebook/Reprodução
Letícia deixou um filho pequeno, de 3 anos

2) Genir Pereira de Sousa – Desaparecida em 2 de junho deste ano, após sair do trabalho. Foi encontrada morta 10 dias depois. Empregada doméstica, a vítima de 47 anos foi vista, momentos antes de desaparecer, caminhando até parada de ônibus no Paranoá. Câmeras de segurança flagraram o carro de Marinésio rondando Genir no dia do desaparecimento;

REPRODUÇÃO/FACEBOOKReprodução/Facebook
Genir: o maníaco também confessou a morte da auxiliar de cozinha

3) Gisvania Pereira dos Santos Silva, 34 anos – Ela foi filmada pela última vez às 4h40 do dia 6 de outubro de 2018 por câmeras de segurança de um posto de gasolina em Sobradinho, região onde morava com os pais e a filha, de 15 anos. No vídeo, Gisvania estava acompanhada de um homem. Ele foi identificado à época, mas a polícia descartou a participação dele no sumiço da mulher, pois ela saiu sozinha do posto;

REPRODUÇÃOReprodução
Gisvania foi vista pela última vez em posto de gasolina em Sobradinho

4) Irmãs atacadas – As vítimas, de 18 e 21 anos, contaram ter fugido de Marinésio um dia depois de ele ter matado Letícia, em Planaltina. Segundo o relato, elas foram atacadas pelo maníaco no dia 24 de agosto, na Rodoviária de Planaltina, menos de 24 horas após o assassinato de Letícia. No trajeto, o suspeito teria assediado as jovens, que conseguiram fugir após uma delas pegar uma panela que estava no banco de trás e ameaçar quebrar o carro dele;

JP RODRIGUES/METRÓPOLESJP Rodrigues/Metrópoles

5) Adolescente de 17 anos – Jovem diz ter sido estuprada, abandonada e chamada de “lixo”. Ela também foi abordada pelo cozinheiro em parada de ônibus. Para que entrasse no carro, o maníaco a ameaçou de morte com uma faca. A vítima foi levada à região de pinheirais, no Paranoá, onde foi abusada pelo suspeito. A adolescente foi a primeira a denunciar que Marinésio usava carro diferente da Blazer prata apreendida;

Rafaela Felicciano/Metrópoles

6) Moradora do Paranoá, de 42 anos – Segundo a vítima, que pediu para não ter o nome divulgado, ela chegou a tentar o suicídio duas vezes devido ao trauma causado pela violência sofrida: afirma ter sido estuprada e espancada. A vítima parou de trabalhar e fez acompanhamento psiquiátrico. Hoje, tem depressão e síndrome do pânico. O caso ocorreu em 2017. Naquele ano, Marinésio teria ameaçado a mulher de morte após ela tentar escapar do veículo do algoz. Aos investigadores, a vítima relatou que o maníaco estava em um carro vermelho;

ALLANE MORAES/ ESP. PARA O METRÓPOLESAllane Moraes/ Esp. para o Metrópoles

7) Lays Dias Gomes, 25 anos – Desapareceu no dia 7 de julho de 2018, após sair de casa rumo a uma parada de ônibus, em Samambaia. A única notícia que a família recebeu sobre Lays foi a de que a jovem trabalhava como garota de programa em movimentado ponto de prostituição de Taguatinga.

Quando tomou conhecimento do fato, Léia Vieira, a prima, chegou a ir até o local conversar com colegas da desaparecida, mas nenhuma informação que a levasse à prima foi encontrada. Ocorre, no entanto, que as garotas de programa com quem a desaparecida dividia ponto reconheceram Marinésio com sendo um frequentador assíduo do local;

MATERIAL CEDIDO AO METRÓPOLESMaterial cedido ao Metrópoles

8) Vítima desaparecida no Paranoá – Caso de 2014 foi reaberto após semelhanças com modo de agir de Marinésio. A polícia não divulgou o nome nem mais informações;

9) Vítima desaparecida em Sobradinho – Essa ocorrência, entre 2014 e 2015, foi reaberta agora após semelhanças com o modus operandi de Marinésio. O nome da vítima não foi divulgado pela polícia;

10) Babá moradora da Fercal – Antonia Rosa Rodrigues Amaro desapareceu há um ano e meio após ter se dirigido a uma parada de ônibus. Ela era babá em uma casa do Lago Sul. A Polícia Civil do DF acredita que o cozinheiro tenha envolvimento com o sumiço dela;

11) Mulher de 23 anos – Segundo o depoimento da vítima, Marinésio a abordou na Rodoviária do Plano Piloto e se apresentou como motorista de transporte pirata – chamados de “loteiros”. A jovem revelou que iria ao Vale do Amanhecer, e o suspeito disse que o local era um dos pontos de sua rota. No meio do caminho, de acordo com a vítima, o suspeito a teria assediado e colocado a mão na perna esquerda da jovem. Para fugir, ela pulou do carro em movimento;

12) Marília de Lurdes Ferreira – Desaparecida em agosto de 2012, ela foi achada morta um mês depois, na linha férrea dos arredores do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). De acordo com familiares, Marília desapareceu após deixar o local de trabalho em direção a uma parada de ônibus para pegar transporte até agência da Caixa Econômica Federal, mas nunca chegou ao destino. A família acredita que ela tenha sido sequestrada por um motorista de transporte pirata;
MATERIAL CEDIDO AO METRÓPOLESMaterial cedido ao Metrópoles

13) Caroline Macêdo Santos – A adolescente de 15 anos foi encontrada morta no Lago Paranoá em maio do ano passado. A jovem era amiga da filha de Marinésio dos Santos Olinto e morava a 800 metros da casa do cozinheiro, no Vale do Amanhecer. Caso foi reaberto após prisão do maníaco;

FACEBOOK/REPRODUÇÃOFacebook/Reprodução
Caroline era muito amiga da filha do maníaco e morava a 800 metros da casa deles, no Vale do Amanhecer

14) Fabiana Santa Alves, 27 anos – Trabalhava como garçonete em um estabelecimento na Estrutural e teria sido deixada pelo namorado dentro de um ônibus rumo ao Paranoá. Após o desaparecimento, em 2013, a família passou a desconfiar do rapaz, mas nunca teve retorno da Divisão de Repressão a Sequestro (DRS), onde o inquérito segue em aberto;

ARQUIVO PESSOALArquivo pessoal
Fabiana desapareceu em 2013

15) Moradora de Planaltina de 50 anos – Disse ter sido abordada pelo cozinheiro quando ia até uma parada de ônibus na Rua Piauí, na mesma região administrativa. Recorda-se que o homem passou com a Blazer prata gritando: “Rodoviária do Plano Piloto”. Por se tratar de um local onde o transporte é deficitário, resolveu embarcar no carro do cozinheiro.

A mulher conta que, quando se aproximaram de alguns pés de eucalipto na estrada, o motorista desviou. Neste momento, o carro foi parado por policiais. Marinésio disse que ela era uma prostituta e os policiais acreditaram na história contada pelo agressor, que decidiu abandoná-la no local;

JP RODRIGUES/ METRÓPOLESJP RODRIGUES/ METRÓPOLES

16) Confeiteira de 39 anos – Foi abordada pelo homem quando procurava transporte para sair de Sobradinho e chegar a Planaltina. De acordo com o relato, após embarcar na Blazer prata de Marinésio, ele começou a assediá-la. Após o suspeito ter dito a ela que os dois iam ficar juntos, a vítima fingiu concordar até que Marinésio parasse o carro. Quando ele parou, próximo ao Polo de Cinema, em Sobradinho, em uma região deserta, a mulher afirma que saiu correndo e conseguiu escapar. Com medo, chegou a se mudar do DF para fugir do homem;

17) Janaína Dias Lopes, 25 anos – Diz ter sido atacada pelo suspeito em 2015, próximo à parada de ônibus do Hospital Regional de Planaltina (HRP). O maníaco, segundo conta, usou uma faca para a obrigar a entrar em seu carro. Ele teria dirigido até matagal nos arredores, onde tentou estuprá-la e a enforcou. A vítima fingiu-se de morta para se livrar do suspeito;

ARQUIVO PESSOALArquivo Pessoal

18) Empregada doméstica de 46 anos – Coincidindo com depoimentos de mais duas mulheres, a vítima, que pediu para não ser identificada, afirmou que o maníaco usava um carro vermelho quando ofereceu carona para ela, no dia 14 de abril deste ano. Ainda de acordo com a mulher, ela só escapou porque fingiu ser uma ex-presidiária da Colmeia, na Papuda;

ANA KAROLLINE RODRIGUES/METRÓPOLESAna Karolline Rodrigues/Metrópoles

19) Jovem de 21 anos – Conta que foi abordada pelo maníaco quando ele estava em um Gol preto. O depoimento bate com a informação dada pelo irmão do assassino confesso. A estudante, que pediu para não ter o nome revelado, procurou inicialmente outra delegacia do DF para fazer a denúncia, mas foi encaminhada para a unidade de Planaltina (31ª DP), onde contou aos policiais sobre o caso de assédio que relata ter sofrido em novembro de 2017.

Fonte: Metropoles

Comunidades se reúnem para ajudar Domingos Arruda

Comunidades do Paranoá, Itapoã, Café Sem Troco, São Sebastião, Santa Maria dentre outras, resolveram se solidarizar com o problema de saúde que se encontra o Líder comunitário Domingos Arruda.

Domingos esta com um câncer e necessita de um medicamento para tentar sua cura, esse medicamento não é encontrado na rede publica de saúde e nem em qualquer farmácia do Brasil, chama-se MORZOBIL 2.4 mg e custa aproximadamente 54.000,00 e só é encontrado na Africa do Sul.

Os organizadores convidam a população a participar de uma carreata para tentar sensibilizar o governo distrital e seus Deputados a ajudar o amigo Domingos Arruda, essa carreata esta marcada para o dia 14/12/2017.

A liberação desse medicamento já tem até decisão judiciária, veja:

Fonte: Redação EG NEWS

VERBAS DO DEPUTADO AGACIEL MAIA GARANTEM OBRAS DE AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL DA CRIANÇA

Projeto de Lei, aprovado na Câmara Legislativa, permitiu que o Governo do DF iniciasse às obras de ampliação do Hospital da Criança de Brasília. Com a conclusão do Bloco 2 serão 202 novos leitos (164 para internação e 38 para terapia intensiva), 67 consultórios, centro cirúrgico, laboratórios, centro de diagnóstico, unidade administrativa e de apoio e um centro de ensino e pesquisa.

O deputado Agaciel Maia foi o relator do projeto, que permitiu os recursos necessários para as que obras tivessem continuidade. Inicialmente, a verba estava destinada para os jogos da “Universíade de Verão” e foi realocada para a construção do Bloco 2.

“O Hospital da Criança tem uma história longa no DF e é importante assegurarmos o tratamento de qualidade às nossas crianças. Procuramos sempre reafirmar nosso compromisso com os pequenos, que em breve terão uma unidade de ponta para tratamento de saúde”, falou o líder de Governo, deputado Agaciel Maia, assegurando seu compromisso com a população do Distrito Federal.

Fonte: Assessoria Deputado

Conheça o Deputado Wellington Luiz

Policial Civil e foi presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol) por quase 12 anos.

Nasceu em Brasília em 23 de novembro de 1966. Sua mãe é do Piauí e seu pai Pernambucano. O primeiro local em que Wellington e sua família moraram no DF foi na Candangolândia e depois no Guará. No total são seis irmãos, dois já falecidos.

A vida era difícil e os pais trabalhavam duro para sustentar os filhos: “Minha mãe era funcionária pública e ganhava um salário mínimo que, muitas vezes, necessitava de complemento para as mínimas exigências de um lar. O nosso único móvel de nossa casa era uma mesa verde com quatro cadeiras”.

“Meu pai era muito ligado a nós, trabalhava de madrugada até escurecer. Diversas vezes ia para a padaria durante a noite para ajudar o padeiro, e recebia alguns pães como pagamento pelos serviços prestados. E com estes pães fazíamos a festa quando tinha algum pedaço de mortadela”.

“Já minha mãe sempre foi aquela mulher batalhadora e muito amorosa com todos nós. Apesar de já termos crescido, ainda hoje minha mãe mantém o mesmo amor de quando éramos crianças”.

Wellington iniciou sua carreira profissional como bancário, no antigo Banco Nacional e em 1988 ingressou como servidor público no Corpo de Bombeiros: “Para mim foi uma das minhas maiores lições de vida, principalmente pela função, pelo papel que se exercia. Trabalhei muito tempo como motorista de ambulância e prestava socorro. Aquilo era extremamente gratificante”.
Já em 1991 Wellington ingressou na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) como agente e considera a instituição sua segunda família. Quanto à mudança do Corpo de Bombeiros para a PCDF, Wellington conta que são experiências muito diferentes: “Saí de um órgão de salvamento, para um órgão de repressão, mas me adaptei imediatamente. Não tive nenhum problema com isso e, trabalhar na Polícia Civil é algo que me engrandece, pois de certa forma também salvamos vidas a partir do momento que tiramos criminosos da rua”.

Desde muito jovem Wellington sempre participou de movimentos sindicais, tanto que, aos 15 anos, foi demitido da gráfica do Senado por promover uma mobilização porque o almoço não estava sendo servido no horário. Já aos dezenove anos trabalhou como bancário, quando se envolveu diretamente com o sindicalismo. Anos mais tarde, tornou-se presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF). “Sempre tive uma veia sindicalista, mas nunca havia imaginado assumir algo assim. Nunca planejei isso para a minha vida”.

Wellington é casado e pai de três filhos. Mesmo com uma vida profissional muito agitada Wellington procura conciliar seu tempo de modo a não ficar distante de sua esposa e filhos, pois acredita que, de nada adianta alcançar objetivos pessoais ou profissionais, se isso causar algum prejuízo em seu lar. Sempre faz questão de afirmar que “a família sempre deve ser preservada como o bem mais precioso de um ser humano”.

Fonte:  Redação com informações Página do Dep. Wellington Luiz

 

 

Professora forçava alunos a fazer sexo com ela em troca de notas altas

Por meio do WhatsApp, a professora mandava fotos apenas de calcinha e sutiã ou biquíni

Uma professora casada de Medellín, Colômbia, foi presa após acusações de que transava com alunos menores de idade e, em troca, dava notas boas a eles.

O crime foi descoberto após um dos pais ter visto os textos e as imagens trocados entre ela e o filho. Ao perceber do que se tratava, denunciou a docente à polícia.

Segundo a emissora Canal 4, a professora utilizava uma tática para atrair os alunos, que tinham entre 16 e 17 anos. Nas redes sociais, ela adicionava os estudantes como amigos e, em seguida, pedia o telefone deles. Momentos depois, dizia que ia “ajudá-los com os estudos”.

Por meio do WhatsApp, a professora mandava fotos apenas de calcinha e sutiã ou biquíni. Algumas vezes, ela cobria as partes íntimas  com as mãos ou bichinhos de pelúcia.

Após a denúncia, vários alunos resolveram falar sobre o caso e postaram a seguinte mensagem nas redes sociais: “Essa é a professora Yokasta. Ela nos disse que nos reprovaria se não tivéssemos relações com elas”. Além do texto, publicaram fotos da docente. Yokasta está presa, e o marido dela já pediu o divórcio. A escola não se pronunciou sobre o caso.

Fonte: Metrópoles